Sociedade Nacala-Porto investe 10 milhões na gestão do lixo

Nacala-Porto investe 10 milhões na gestão do lixo

Com parte daquele montante, a edilidade antecipou-se na aquisição de um camião porta contentores que já se encontra à disposição do sector que faz a gestão do lixo naquela cidade portuária, numa medida que visou, essencialmente, o reforço da frota local em operação, composta por três tractores e igual número de camiões, entretanto em estado lastimoso de conservação devido à sobrecarga a que os mesmos estão sujeitos.

Trata-se de uma situação que tem originado avarias mecânicas constantes, que concorrem para a sua retirada temporária da circulação enquanto se procede à sua reparação.

Fonte ligada aos Serviços de Salubridade no Conselho Municipal de Nacala-Porto disse ao nosso Jornal que o volume diário de lixo produzido, quer pelas unidades indústrias, assim como ao nível dos domicílios, situa-se entre 250 e 300 toneladas.

Nacala-Porto investe 10 milhões na gestão do lixo

No entanto, os meios circulantes ao dispor da edilidade garantem, numa situação de esforço suplementar, o escoamento de 90 toneladas diárias, facto que justifica a acumulação de grandes quantidades de resíduos sólidos urbanos por mais de três dias ao longo das principais avenidas e próximo de residências e unidades de serviço, perigando a saúde pública.

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O chefe da edilidade de Nacala-Porto, Chale Ossufo, disse que a situação, de momento, na sua cidade, é insuportável, havendo necessidade de se fazer algo no sentido da sua reversão, o que está sendo implementado. Na sequência do facto, garantiu que, antes do final do ano em curso, a gestão do lixo vai conhecer melhorias, pois, chegam em breve àquela urbe dois camiões basculantes.

Por outro lado, as autoridades municipais de Nacala-Porto lutam no sentido de garantir a reparação de duas máquinas equipadas com pá carregadora que se encontram avariadas há mais de um ano.

O trabalho de recolha do lixo nos vários locais de depósito ao longo das artérias da cidade é feito de forma manual por trabalhadores afectos aos Serviços de Salubridade, facto que torna moroso o processo.

 

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