Vários grupos de leões em dois jardins zoológicos nos EUA testaram positivo para a Covid-19, especificamente para a variante Delta.Onze leões africanos no Zoo de Denver, no Colorado, e quatro no Zoo de Hogle, no Utah, apresentaram sintomas do vírus, incluindo tosse, espirros e cansaço.
Os leões do jardim zoológico de Denver, todos com idades entre um e nove anos, foram testados por meio de zaragatoas no Laboratório de Diagnóstico Veterinário da Colorado State University e foram confirmados como positivos pelos Laboratórios Nacionais de Serviços Veterinários do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
O Hogle Zoo do Utah também está a lidar com um pequeno surto de Covid-19 na sua população de leões, já que quatro dos cinco leões africanos tiveram resultado positivo no teste nasal. Os funcionários deste jardim zoológico disseram não saber como os leões contraíram o vírus.
As inundações provocadas pela tempestade rara que atingiu a cidade siciliana de Catânia, mataram pelo menos duas pessoas.
As chuvadas atingiram o sul de Itália pelo terceiro dia, na terça-feira, deixando as estradas completamente submersas em partes da ilha.
Os meteorologistas dizem que o leste da Sicília está a ser atingido por um raro furacão no Mediterrâneo, conhecido como Medicane.
O Departamento de Proteção Civil de Itália emitiu o alerta meteorológico mais severo para zonas da Sicília e da vizinha Calábria, alertando para o potencial perigo para os habitantes e os danos causados pelas chuvas e ventos fortes.
A chuva inundou partes históricas de Catânia, transformando a rua principal, a Via Etnea, num rio e as praças em lagos. Um apagão deixou casas e empresas sem eletricidade, e as escolas foram fechadas na cidade e nas cidades vizinhas.
Governo australiano está a trabalhar para legislar um código de privacidade para redes e plataformas sociais.
O primeiro-ministro australiano disse hoje que vai apelar na cimeira do G20 em Roma a uma ação conjunta mais forte e mais rigorosa para responsabilizar as empresas que gerem redes sociais pelas mensagens aí divulgadas. Scott Morrison chicoteou as mensagens de assédio e ódio que os utilizadores publicam anonimamente, sem que as redes sociais tomem medidas: “Não é liberdade de expressão, é apenas cobardia”.
O Governo australiano está atualmente a trabalhar para legislar um código de privacidade para redes e plataformas sociais, bem como para outras empresas que gerem dados, que inclui medidas rigorosas relacionadas com requisitos de privacidade, bem como acesso a menores.
O laboratório americano Merck Sharp & Dohme (MSD) anunciou na quarta-feira (27) um acordo que poderia permitir distribuir nos países pobres versões genéricas de seu tratamento anticovid-19 destinado a pessoas infectadas com o vírus.
O Medicines Patent Pool (MPP, que negocia as licenças de tratamentos com os titulares da patente) disse ter assinado um acordo de licença voluntária com a MSD para facilitar o alcance mundial a um preço acessível do molnupiravir, o medicamento antiviral oral experimental contra a covid-19 desenvolvido pela gigante americana.
Sujeito à aprovação por parte dos reguladores, o acordo contribuirá para fornecer amplo acesso ao molnupiravir em 105 países de baixa e média renda.
Os reguladores de medicamentos dos Estados Unidos e da União Europeia já estão analisando o tratamento.
Os antivirais como o molnupiravir atuam reduzindo a capacidade de multiplicação de um vírus e, com isso, contêm a doença.
O tratamento do molnupiravir, administrado em pacientes poucos dias depois de testarem positivo, reduz pela metade o risco de hospitalização e morte, segundo um ensaio clínico realizado pela MSD.
Nesse acordo, a MSD estabelece uma licença com o MPP, que pode então conceder autorizações aos fabricantes de medicamentos genéricos.
O acordo significa que os laboratórios que desenvolveram o medicamento não receberão direitos pelas suas vendas enquanto a covid-19 for considerada uma emergência de saúde pública internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Nacional de SMI/PTV/CACUM e VBG. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte e três (23) Pontos Focais Clínicos. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Pré-Representante de Vendas Van. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, uma (1) Agente de Limpezas. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal seis (6) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva. Saiba mais.
A Associação de Mulheres para o Desenvolvimento Comunitário (AMPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem (MEL). Saiba mais.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Desenvolvimento da Primeira Infância. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal trinta e um (31) Digitador de Dados da Farmácia (iDART). Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal trinta e um (31) Digitadores de Dados da Farmácia (iDART) para Inhambane. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinquenta e cinco (55) Digitadores de Dados. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Assistentes de Informação Estratégica. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal nove (9) Assistentes de Informação Estratégica. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dezoito (18) Digitadores de Dados de Laboratório (Disalink). Saiba mais.
A Fundação Ariel Glaser Contra o SIDA Pediátrico pretende contratar um (1) Consultor para a revisão do seu Revisão do Plano Estratégico 2021 – 2025. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Nacional de Farmácia, Aprovisionamento de Medicamentos e Material Médico. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Nacional de Laboratório. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas Van. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, pretende recrutar para seu cliente um (1) Representante de Vendas a Moto. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Distrital de Operações. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Técnico de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado brasileiro que investigou os erros e omissões do governo no combate à pandemia anunciou na terça-feira que vai abrir uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF ) para pedir que o presidente Jair Bolsonaro seja banido de todas as redes sociais.
A medida foi anunciada na sessão em que foi votado o relatório final da investigação, que acusa Bolsonaro e outros responsáveis governamentais de dezenas de crimes, e que ainda decorria à hora do fecho desta edição.
Na ação, os senadores pedem ao Supremo que, além de banir Bolsonaro das redes, o obrigue a fazer uma retratação pública. No relatório da CPI, recorde-se, Bolsonaro é acusado de nove delitos, entre eles crimes contra a Humanidade, disseminação de epidemia, incitamento ao crime, prevaricação, infração repetida das normas sanitárias e, o que justifica o pedido ao STF, difusão em massa e continuada de notícias falsas sobre a Covid-19 que levaram milhares de brasileiros à morte.
Além de Bolsonaro e três dos seus filhos, o relatório, da autoria do senador Renan Calheiros, pede a criminalização de mais 77 pessoas, entre elas quatro ministros, vários ex-ministros e atuais e ex-altos funcionários do governo, empresários, jornalistas e médicos negacionistas, e até de um membro da própria CPI, o senador Luis Carlos Heinze, que apresentou inúmeros relatórios falsos tentando comprovar a eficácia de medicamentos “prescritos” por Bolsonaro contra a Covid-19.
O comité de emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou, na terça-feira, que a crise da Covid-19 “está longe de terminar”.
O comité, que se reúne a cada três meses para discutir a crise pandémica e traçar as recomendações mais atualizadas, apelou a que se invista em investigação em vacinas de nova geração e em ações a longo prazo para a contenção do vírus.
A OMS acrescenta, ainda, que a uso de máscara, o distanciamento social, a higienização das mãos e a ventilação dos espaços fechados são “chave para a redução da transmissão”.
O comité sublinhou que a pandemia está a criar outras crises, incluindo emergências humanitárias e migrações em massa mais complexas, devendo esses países rever as suas preparações e planos de resposta.
Três embaixadores sudaneses na Europa anunciaram na terça-feira a sua renúncia aos cargos, condenando o golpe militar de segunda-feira. Entretanto, o Chefe das Forças Armadas diz que ex-PM sudanês está em sua casa.
Três embaixadores sudaneses na Europa anunciaram a sua renúncia aos cargos, condenando o golpe militar de segunda-feira (25.10.) e afirmando que as embaixadas “são do povo sudanês”, anunciou o Ministério da Informação no Facebook.
O presidente do Conselho Soberano sudanês, o mais alto órgão de poder no processo de transição do Sudão, general Abdel-Fattah al-Burhan, dissolveu esta segunda-feira o Governo e o próprio conselho, horas depois de os militares prenderem o primeiro-ministro.
Al-Burhan declarou na terça-feira (26.10), numa conferência de imprensa em Cartum, que o primeiro-ministro deposto está em sua casa, que “ninguém o raptou ou agrediu”, e “quando a situação se acalmar e a paz prevalecer, ele voltará para casa”.
Um novo confronto entre presidiários, que deixou dois feridos, foi registrado na terça-feira (26) em uma prisão no Equador, a mesma onde em setembro uma rebelião resultou na morte de 119 detentos.
Segundo a entidade, ocorreram conflitos entre presos de três pavilhões da penitenciária localizada no porto de Guayaquil, sudoeste do Equador. Militares e policiais entraram em busca de armas e já “não há mais distúrbios”.
Esta prisão foi palco de um dos piores massacres penitenciários da história da América Latina em setembro, quando gangues rivais ligadas a cartéis do narcotráfico se enfrentaram a tiros, deixando 119 presos mortos, incluindo alguns desmembrados e queimados.
Desde então, onze presidiários foram encontrados enforcados. Motins em prisões no Equador deixaram cerca de 240 mortos até agora este ano. Em fevereiro, 79 morreram em distúrbios simultâneos em quatro unidades prisionais.
O prefeito do Rio de Janeiro anunciou na terça-feira que a partir de quarta-feira deixa de ser obrigatório o uso de máscaras de proteção contra a covid-19 em espaços ao ar livre naquela cidade brasileira.
A medida foi tomada após a Assembleia Legislativa ter autorizado os municípios a dispensarem a obrigatoriedade do uso das máscaras e depois do comité científico da cidade ter confirmado que era seguro fazê-lo com 65% dos ‘cariocas’ totalmente imunizados.
O Ministério da Saúde brasileiro avisou que “mais de 18 milhões” de pessoas não regressaram aos postos de saúde no dia previsto para receberam a segunda dose da vacina contra Covid-19.
Embora o número de pessoas com a segunda dose em atraso tenha diminuído 10% na última semana, o Ministério assinalou que está “preocupado” com o contingente da população que deveria estar com o esquema vacinal completo e não está por motivos desconhecidos.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recordou em comunicado que um dos motivos pela qual a pandemia segue uma tendência de queda desde junho último é a evolução da campanha de vacinação, iniciada em 17 de janeiro.
O governo moçambicano aprovou o plano de contingência para época chuvosa 2021/2022, uma estratégia orçada em 10 mil milhões de meticais, anunciou o porta-voz do Conselho de Ministros.
No total, segundo dados do plano de contingência, mais de 1,6 milhões de pessoas podem ser afetadas, a maior parte das quais em distritos das províncias de Sofala e Manica, na região centro de Moçambique, que ainda tem marcas da passagem do ciclone Idai, em 2019.
Intensificação das ofensivas militares no norte de Moçambique pode estar a empurrar insurgentes a atuarem no sul da Tanzânia, acredita a Associação Kuendeleya. Deslocados relataram dois ataques na última semana.
De acordo com a Associação Kuendeleya, baseada em Cabo Delgado, os deslocados vindos de regiões fronteiriças entre Moçambique e Tanzânia relataram dois ataques no sul da Tanzânia na última semana a associação, contudo escasseiam detalhes.
O Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, anunciou na noite de terça-feira, na cidade de Pemba, província de Cabo Delgado, a intenção do Governo lançar ainda este ano, o sexto concurso para contratação de empresas que vão desenvolver pesquisas e produção de hidrocarbonetos.
Tonela, que falava na cerimónia de encerramento do sexto conselho coordenador do sector, que se realizou entre os dias 25 e 26, na cidade de Pemba.
Entre outras matérias, o encontro analisou o desempenho do sector, fez a avaliação das actividades realizadas ao longo dos últimos dois anos do presente ciclo de governação, prespectivou as acções a ser desenvolvidas nos próximos tempos, tendo sempre presente os desafios impostos pela transição energética à escala mundial.
Os sudaneses mantêm os protestos na terça-feira (26) contra o golpe de Estado que derrubou o governo de transição, apesar da repressão militar que deixou quatro mortos e dezenas de feridos na segunda-feira, ao mesmo tempo que aumenta a condenação internacional.
“Voltar ao passado não é uma opção”, gritam os manifestantes em desafio aos militares liderados pelo general Abdel Fattah al Burhan, que anunciou a dissolução do governo de transição e declarou estado de emergência. Muitos líderes civis que estavam no poder foram detidos.
Os três países (Estados Unidos, Grã-Bretanha e Noruega) que se envolveram em mediações de conflitos sudaneses anteriores afirmaram que “as ações dos militares são uma traição à revolução e transição” iniciada há mais de dois anos.
Para aumentar a pressão sobre os golpistas, o governo dos Estados Unidos anunciou a suspensão de uma ajuda de 700 milhões de dólares destinada à transição, que deveria levar o país do leste da África, um dos mais pobres do mundo, às primeiras eleições livres após três décadas de ditadura de Omar al Bashir.
O Conselho de Segurança da ONU também deve se reunir na terça-feira para abordar a questão, enquanto manifestantes e analistas consideram que um retorno ao poder absoluto dos militares é cada vez mias factível.
O primeiro-ministro Abdala Hamdok, sua esposa e os demais ministros e integrantes do Conselho Soberano (a autoridade de transição) foram detidos e permanecem em locais não revelados.
Apenas Moscou não seguiu as críticas e atribuiu o golpe a “uma política equivocada e à interferência estrangeira” no país, onde Rússia, Turquia, Estados Unidos e Arábia Saudita disputam a influência atraídos por seus estratégicos portos no Mar Vermelho.
Os ativistas pró-democracia anunciaram uma “greve geral” e “desobediência civil” contra o golpe do general Burhan, que prometeu formar um governo “competente” em breve e seguir com a transição para eleições livres.
Com várias bandeiras do país, milhares de sudaneses tomaram as ruas de Cartum para entender o que acontecia, pois a capital estavam sem internet e serviço de telefonia.
No último inverno não houve praticamente gripe, devido ao uso de máscara, mas este ano prevê-se uma situação mais complicada. Para já, ainda são poucos os casos detetados na maioria dos países da União Europeia, mas há alguns indicadores preocupantes.
O Centro Europeu de Controlo das Doenças (ECDC) alertou esta terça-feira que nos casos até agora identificados prevalece a variante A (H3N2), que “afeta de forma desproporcionada as pessoas mais velhas e está associada a uma menor eficácia da vacina”.
Alemanha diagnosticou desde ontem mais 23.212 contágios por SARS-CoV-2 e reportou mais 114 mortes relacionadas com a Covid-19, de acordo com a atualização feita esta quarta-feira pelo Instituto Robert Koch (RKI).
O país passa, assim, a contabilizar um total acumulado de 4.506.415 casos positivos e 95.359 óbitos, desde o início da pandemia.
Em relação aos dados do dia anterior, trata-se de uma subida do número de novos casos e uma descida nos óbitos, já que na terça-feira as autoridades reportaram 10.473 novos contágios e 128 óbitos.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, dirige, hoje, a cerimónia de encerramento do 41º Curso Básico da Polícia da República de Moçambique (PRM), na Escola Prática da Polícia de Matalana, no distrito de Marracuene, província de Maputo.
O referido curso enquadra-se nos esforços do Governo de formação de agentes da Polícia, tendo em vista a garantia e manutenção da ordem e segurança públicas, a livre circulação de pessoas e bens, bem como a prevenção e combate a diversas manifestações criminosas em todo o território nacional.
São agentes que vão reforçar o contingente policial que combate o terrorismo no norte do país, a insegurança na zona centro e os raptos no sul.
Cinco mulheres que nasceram no então “Congo belga” demandam indemnizações e reconhecimento oficial de crimes que foram vítimas no período colonial. Idosas relatam abusos na infância e separação forçada de suas famílias.
Um tanto ansiosas, mas também orgulhosas, elas sentavam-se na sala de audição do Tribunal de Bruxelas para um julgamento a 14 de outubro. São cinco mulheres idosas que concentraram todas as atenções da Bélgica nas últimas semanas.
Noelle, Léa, Simone, Monique e Marie-José acusam o Estado belga de crimes contra a humanidade cometidos nos anos 1950 e 60 no antigo “Congo belga”.
A Bélgica via estas crianças como uma mancha que tinha de desaparecer das ruas. Como jovens raparigas, as cinco foram, portanto, arrancadas às suas mães e colocadas aos cuidados do Estado sem muitas satisfações às famílias. Foram levadas para reformatórios para serem cuidadas por missionários, como milhares de outras crianças mestiças.
Os queixosos veem a política do Governo belga de lidar como essas crianças como uma forma inaceitável de privação de liberdade e de segregação racial.
Os operadores de moto-táxi, que haviam sido retirados compulsivamente da praça do bairro de Namicopo, pelas autoridades do Conselho Municipal da cidade de Nampula, voltaram a ocupar o espaço tornando complicada a circulação rodoviária.
Trata-se de uma presença descrita pelas autoridade municipais como perigosa, por um lado a medir pela sua localização, numa curva de fraca visibilidade e, por outro, por ser uma das maiores e ainda por estar perto da linha férrea do Corredor de Nacala, onde a circulação diária de comboios não só põe em risco a vida dos próprios operadores, como também dos que procuram, todos os dias, os seus serviços.
Os moto-taxistas reconhecem que o lugar é inadequado e perigoso, contudo, dizem que não têm alternativa. Justificam a sua presença no local como uma forma de luta pela sobrevivência, uma vez tratando-se de um lugar bastante movimentado pelos clientes.
O Conselho Municipal diz que a reocupação da praça pelos moto-taxistas ilegais é um problema que também acontece em relação a alguns passeios onde, apesar dos esforços feitos na perspectiva de ver os vendedores fora desses lugares, eles continuam a ocupá-los.
O município garante que continua a trabalhar no sentido de, tanto as praças não autorizadas para o exercício da actividade de moto-táxi na cidade de Nampula, assim como passeios das ruas e avenidas, fiquem livres, mesmo que isso exija o uso da força, como tem acontecido nos últimos tempos.
Depois de os operadores de moto-táxi terem sido expulsos do local, o mesmo chegou a ser guarnecido por agentes da Polícia Municipal e da República de Moçambique, facto que já não acontece.
Foram publicadas hoje, dia 05 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
Clique aqui para baixar a edição em...
Quatro pessoas, incluindo duas crianças e dois adultos, perderam a vida em um trágico acidente de viação ocorrido no último fim-de-semana na Ponta do...
Os transportadores do sector semi-colectivo de passageiros da região do Grande Maputo continuam a manifestar dúvidas em relação ao subsídio anunciado pelo Governo para...