Um arranha-céus em construção desabou na segunda-feira (01) na capital económica da Nigéria, Lagos, deixando várias pessoas soterradas. Há pelo menos quatro mortos, segundo as autoridades.
As autoridades não souberam especificar o número de soterrados, mas trabalhadores e vizinhos tentavam, a todo o custo, retirar vítimas dos escombros do prédio de 21 andares no bairro de Ikoyi, conforme constaram correspondentes da agência France-Presse (AFP) no local.
Os trabalhadores de resgate disseram que muitos trabalhadores foram apanhados dentro do edifício quando este se desmoronou, embora não pudessem confirmar o número de pessoas presas no interior.
Um cidadão moçambicano foi detido, na noite da última quinta-feira, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, no Brasil, na posse de 5 Kg de cocaína, escondidos no interior de oito velas de sete dias.
De acordo com as autoridades brasileiras a droga tinha como destino a cidade de Maputo. O indivíduo, diz um comunicado da Polícia Federal brasileira (equiparada ao Serviço Nacional de Investigação Criminal em Moçambique), pretendia embaracar num voo com destino a Lisboa, Portugal, donde tomaria o voo directo para capital moçambicana.
Já no Aeroporto Internacional de Maputo, as autoridades moçambicanas detiveram uma cidadã moçambicana na posse de 1.2 Kg de cocaína escondidos nos cabelos; e um cidadão brasileiro com 4.2 Kg de cocaína, disfarçados em pequenos embrulhos de bombons. Também foram apreendidos 270 botões, correspondentes a 0.4 Kg de heroína. O moçambicano, cuja identidade não foi revelada, arrisca-se a ser condenado a uma pena máxima de 15 anos de prisão efectiva.
Os líderes mundiais vão comprometer-se hoje na cimeira do clima das Nações Unidas a deter a desflorestação até 2030 para combater as alterações climáticas, anunciou o Governo britânico, anfitrião do encontro, um compromisso considerado demasiado distante pelos ambientalistas.
Uma declaração conjunta será adotada por mais de cem países onde se situam 85% das florestas mundiais, entre as quais a floresta boreal do Canadá, a floresta amazónica ou ainda a floresta tropical da bacia do Congo.
A iniciativa, que beneficiará de um financiamento público e privado de 19,2 mil milhões de dólares (16,5 mil milhões de euros), é essencial para alcançar o objetivo de limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius acima dos valores médios da era pré-industrial, segundo o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.
Boris Johnson irá lembrar que as florestas “são essenciais à sobrevivência” da humanidade, mas estão a recuar ao “ritmo alarmante” de 27 estádios de futebol por minuto.
Com o compromisso, que está a ser classificado como “sem precedentes” e que pretende nomeadamente restaurar terras degradadas, combater incêndios e apoiar as comunidades indígenas, os países terão, para o chefe do governo britânico, “a oportunidade de terminar a longa história de uma humanidade conquistadora da natureza tornando-se antes guardiães”.
Entre os signatários do compromisso, estão o Brasil e a Rússia, países acusados da aceleração da desflorestação nos seus territórios, bem como os Estados Unidos, a China, a Austrália e a França.
Numa das sessões de hoje da 26.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26), os dirigentes de mais de 30 instituições financeiras irão também comprometer-se a não investir mais em atividades ligadas à desflorestação, segundo o comunicado de Downing Street.
Atualmente, quase um quarto (23%) das emissões mundiais de gases com efeito de estufa provém de atividades como a agricultura e a indústria madeireira.
Este novo compromisso faz eco da “Declaração de Nova Iorque sobre as florestas”, de 2014, quando muitos países se comprometeram a reduzir para metade a desflorestação em 2020 e a pôr-lhe fim em 2030.
Mas, para organizações não-governamentais (ONG) como a Greenpeace, o objetivo de 2030 está demasiado distante no tempo e dá, assim, ‘luz verde’ a “mais uma década de desflorestação”.
Embora saudando estes anúncios, Tuntiak Katan, da Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia da Amazónia (Coica), indicou que a forma como as verbas alocadas a esse objetivo serão efetivamente gastas será monitorizada de perto.
São Tomé e Príncipe recebeu na segunda-feira 79.200 doses da vacina contra a covid-19 da farmacêutica Janssen, financiadas pelo Banco Mundial (BM) em cerca de 700 mil dólares.
Leonel Pontes referiu que “o Banco Mundial tem sido um parceiro muito importante que tem financiado várias ações de resposta a emergência da covid-19, desde princípios de 2020”, acrescentando que “há um financiamento robusto que foi atribuído ao Governo de São Tomé e Príncipe, nomeadamente ao Ministério da Saúde para compra de vacinas adicionais”.
O ministro da Saúde, Edgar Neves, considerou que “mais do que o Governo, é o povo de São Tomé e Príncipe o beneficiário principal neste processo” e assegurou que as vacinas da Janssen vão “juntar-se a todo o pacote de vacinas que o país já recebeu para cumprir o programa de vacinação contra a covid-19 “com êxito” para “o mais rapidamente possível” conseguir a “imunidade de grupo”.
A coordenadora do programa nacional de vacinação, Solange Barros, explicou que esta vacina “será destinada as pessoas a partir dos 18 anos”, no quadro do programa de “vacinação em massa” em curso no país.
A vacina da Janssen, de dose única, será o terceiro modelo de fármaco contra a covid-19 administrado em São Tomé e Príncipe, depois da Astrazeneca e Sinovac.
Segundo os dados do Ministério da Saúde até ao momento já foram administradas 108.838 dose de vacinas, correspondentes a 80.345 pessoas vacinadas com a primeira dose e 28.49 com as duas doses.
O Pentágono monitora a região da Ucrânia, em meio a relatos de uma nova concentração de tropas russas na fronteira daquele país.
Funcionários americanos estão preocupados com o ”movimentos incomuns” de unidades militares russas naquela área. Vídeos publicados nas redes sociais mostram trens militares e comboios de caminhões movendo tanques e mísseis no sudoeste da Rússia, perto da Ucrânia.
O movimento acontece logo após o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, ter percorrido a região do Mar Negro, onde fez paradas em Ucrânia e Geórgia, países parceiros da Otan, e na Romênia, membro da aliança, para expressar solidariedade e apoio no enfrentamento à Rússia naquela área.
Em março, semanas após a posse do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a Rússia concentrou milhares de tropas, equipamento militar pesado, embarcações e aviões na fronteira com Ucrânia e Crimeia, onde permaneceram por semanas, gerando temores de invasão. Moscou indicou que a movimentação era um exercício, mas analistas perceberam a mesma como um aviso para Biden.
Washington se recusou a aceitar a reivindicação russa sobre a Crimeia e forneceu ajuda militar a Kiev para uso no combate aos separatistas.
ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) em Moçambique, pretende recrutar para seu quadro de pessoal um (1) Gestor Financeiro. Saiba mais.
A ALIADAS pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Assistência Técnica e Mentoria das parceiras do WVL-ALIADAS em Gestão Baseada em Resultados. Saiba mais.
O Lycée Français International Gustave Eiffel, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Administrativo e Financeiro (Código DAF 2021). Saiba mais.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Técnico de Educação e Escolas Seguras em Emergências. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Nacional de SMI/PTV/CACUM e VBG. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte e três (23) Pontos Focais Clínicos. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Pré-Representante de Vendas Van. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, uma (1) Agente de Limpezas. Saiba mais.
Supostos criminosos foram mortos durante dois confrontos violentos com utilização de armas de guerra.
Pelo menos 25 suspeitos de fazer parte de um gang especializado em assalto a bancos foram mortos na manhã deste domingo, 31 de Outubro, na região da cidade de Varginha, no sul do estado brasileiro de Minas Gerais. De acordo com as primeiras informações da Polícia Militar de Minas Gerais, os supostos criminosos foram mortos durante dois confrontos violentos consecutivos com utilização de armas de guerra, mas nenhum agente foi atingido.
A capitã Laila Brunela, da Polícia Militar, avançou à imprensa que todos os homens mortos eram bandidos altamente perigosos que iam desencadear nas próximas horas ações criminosas na região de Varginha, principalmente assaltos a banco através da explosão de agências. As ações policiais contaram com militares da Polícia Militar, do Batalhão de Operações Policiais Especiais, a tropa de elite de Minas Gerais, e da Polícia Rodoviária Federal, PRF.
Às 15h15, horário de Lisboa, ainda não estavam claras as circunstâncias dos supostos confrontos, e a capitã anunciou que até final deste domingo seriam avançadas mais explicações à imprensa. O que se sabe é que num primeiro momento foram abatidos 18 suspeitos, aparentemente numa estrada de acesso a Varginha, e outros 7 morreram numa ação desencadeada logo em seguida numa casa de campo alugada pelos alegados bandidos ao lado do batalhão da polícia local.
Além de comprometerem-se em vacinar pelo menos 70% da população mundial até 2022, chefes de Estado ou governos do G20 também concordaram adotar um imposto mínimo global sobre as empresas, de pelo menos 15%.
O acordo envolve a vacinação de 40% da população mundial este ano e 70% até 2022, conforme ilustrado na abertura da cúpula em Roma pelo primeiro-ministro anfitrião, o italiano Mario Draghi.
Os diferentes ministros da Saúde e da Economia do fórum das 20 potências do planeta já haviam adiantado ontem a intenção de alcançar este objetivo, proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Isso é para atingir “o objetivo de uma recuperação verdadeira e equitativa” e foi acordado por todos os líderes reunidos na cúpula, acrescentaram as fontes.
Em seu primeiro dia de debates, o G20 realizou um painel intitulado “Economia global e saúde” para tratar de soluções para a crise sanitária causada pelo coronavírus no último ano e meio, questão enfrentada por todos os líderes em seus discursos.
Além disso, “muitos” deles defenderam a necessidade de manter uma política “multilateral” em busca dessas soluções.
Para atingir o objetivo, além de doar doses aos países em desenvolvimento, foi discutida a necessidade de aumentar a capacidade produtiva e a transferência de tecnologias em regiões como a África, também para prevenir futuras crises sanitárias.
A Itália, que detém a presidência rotativa do G20 este ano, propôs fortalecer os órgãos mundiais de saúde para “compensar a coordenação insuficiente entre as autoridades sanitárias e financeiras que ficou evidente durante a pandemia”.
Incidente aconteceu no domingo num comboio em Tóquio e atacante, que já foi detido, terá cerca de 20 anos de idade.
Um homem mascarado de Joker foi, este domingo, detido por tentativa de homicídio após ter atacado com uma faca os passageiros de um comboio em Tóquio, tentando depois incendiar a carruagem. Pelo menos 17 pessoas ficaram feridas e uma pessoa está em estado crítico, de acordo com os meios de comunicação japoneses.
O homem, que se terá vestido como o Joker, o vilão do Batman – recentemente levado ao cinema em nome próprio -, terá cerca de 20 anos de idade.
Vários vídeos colocados nas redes sociais mostram as pessoas a tentar fugir, em pânico, ao longo dos corredores das composições, assim como a saltar pelas janelas, num cenário de medo e caos, conforme pode ver mais abaixo.
Depois de esfaquear os passageiros, o homem ateou um incêndio com recurso a um líquido inflamável.
Operam avião C295 com risco para a sua segurança. São ainda responsáveis pela proteção de duas bases das Nações Unidas.
São 65 Capacetes Azuis portugueses (numa força de 14 mil de 50 países) e, fora das missões, não saem de um campo militar com 350 metros de comprimento, em Bamako, Mali, porque a ameaça de atentados jihadistas não permite as licenças.
Os militares da Força Aérea, que operam um avião C295 num largo conjunto de missões e fazem segurança a dois campos das Nações Unidas, ajudam na luta contra o terrorismo e aos grupos que tentam impor a sharia (lei islâmica) à população massacrada.
A empresa americana de biotecnologia Moderna anunciou no domingo (31) que as autoridades atrasaram a autorização de sua vacina contra a covid-19 para adolescentes, a fim de ganhar mais tempo para avaliar melhor o risco potencial de miocardite ou inflamação cardíaca.
A Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA) dos Estados Unidos “informou à Moderna que a agência requer tempo adicional para avaliar as recentes análises internacionais do risco de miocardite após a vacinação”, explicou a empresa em um comunicado.
A avaliação para determinar a recomendação ou não da vacina da Moderna para jovens de 12 a 17 anos pode durar até janeiro de 2022, antecipou a companhia.
A miocardite e um risco associado, a pericardite (inflamação ao redor do coração), foram previamente associados às vacinas anticovid da Pfizer e da Moderna, particularmente entre adolescentes e homens jovens.
No entanto, o risco é muito maior após a infecção pela covid-19, de acordo com um estudo publicado em agosto pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).
O CDC descobriu que “a miocardite após a vacinação com vacinas de mRNA foi incomum e geralmente leve”, ressaltou a Moderna.
Outra vacina de mRNA, a da Pfizer-BioNTech, recebeu liberação dos EUA na sexta-feira para crianças de 5 a 11 anos, em doses menores do que para adultos.
Pelo menos cinco agentes da polícia foram mortos no Burkina Faso no domingo (31.10) num ataque perto da fronteira com o Mali.
O Burkina Faso tem sido alvo de ataques jihadistas desde 2015, principalmente nas regiões norte e leste próximas do Mali e do Níger, mas também no sul.
Mas este foi o quarto ataque mortal numa semana contra as forças de segurança que lutam contra os jihadistas no país da África Ocidental.
Outra fonte que se recusou a ser nomeada, próxima do Ministério da Segurança, confirmou o ataque.
Na sexta-feira (29.10), os rebeldes atacaram dois comboios mineiros, matando pelo menos um soldado e ferindo outro no norte e leste do país.
Um dia antes, dois polícias foram mortos num ataque no norte do país. E, no início da semana, três soldados foram mortos e sete ficaram feridos no sudoeste, perto da fronteira com a Costa do Marfim.
Os ataques no Burkina Faso, frequentemente imputados a grupos jihadistas afiliados ao Estado Islámico ou à Al-Qaeda, mataram cerca de 2 mil pessoas e forçaram mais de 1,4 milhões a fugir das suas casas.
Moçambique participa na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26) na cidade escocesa de Glasgow, através de uma delegação chefiada pelo Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, em representação do Chefe do Estado.
Nesta magna reunião, que decorre até ao dia 12 do mês em curso, o interesse nacional é, principalmente, fazer a mobilização de recursos financeiros e materiais para ajudarem os esforços de mitigação dos efeitos das alterações do clima, bem como desenvolver parcerias estratégicas que resultem, entre outros, na transferência de tecnologias adequadas que concorram para o desenvolvimento sócio-económico sem prejuízo do ambiente.
A delegação moçambicana integra os vice-ministros dos Negócios e Cooperação, Manuel Gonçalves, e da Terra e Ambiente, Fernando de Sousa, Este último deverá, dentro de momentos, falar aos jornalistas moçambicanos que cobrem o evento.
A ideia é que os participantes nesta conferência entrem num regime de negociações que orientem para a convergência de esforços no sentido de criar condições para que o aumento da temperatura média global não atinja 1.5º Celsius até ao fim deste século.
Para o caso de Moçambique, a presença nesta magna reunião, afigura-se de extrema importância, tendo em conta a posição de fragilidade a que o país está exposto no que diz respeito às mudanças climáticas.
Na verdade, o alarme soou nos últimos anos quando o país viu-se sacudido, por exemplo, por dois grandes ciclones tropicais consecutivos, designadamente “Idai” e “Kenneth”, cujos efeitos ainda se fazem sentir até hoje no país. No caso do “Idai”, este ciclone foi considerado por especialistas das Nações Unidas como o maior dos últimos 50 anos a atingir o hemisfério sul.
Se por um lado está o nível de exposição a este fenómeno, por outro, os esforços nacionais para travar a propagação da poluição na atmosfera têm sido reconhecidos mundialmente. É nesta senda que o Governo recebeu, recentemente, uma dotação financeira de seis milhões de dólares, de um pacote de 50 milhões de dólares, pelo seu comprometimento com a mitigação do dióxido de carbono, através do combate ao desmatamento florestal.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, acusou o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, de lhe ter mentido a propósito das negociações secretas entre a Austrália, EUA e Reino Unido sobre venda de submarinos.
Emmanuel Macron falou na quinta-feira com o primeiro-ministro australiano pela primeira vez desde a crise provocada pelo anúncio, em meados de setembro, de uma nova aliança entre os Estados Unidos, Austrália e Reino Unido, batizada de Aukus, que torpedeou o mega contrato de submarinos francês.
Durante um encontro na passada sexta-feira com o Presidente norte-americano, Joe Biden, este último, visivelmente desejoso em superar este conflito, não se desculpou, mas admitiu que tinha sido feito de forma “estranha” e “sem muita elegância”.
Disse ainda acreditar que “França foi informada com bastante antecedência de que o contrato não seria celebrado”.
No final da reunião do G20, que terminou este domingo em Roma, Itália, o presidente do Brasil Jair Bolsonaro tratou de forma hostil os jornalistas que estavam no local.
Os seguranças do presidente utilizaram a violência ao agredir quem se encontrava a fazer perguntas a Bolsonaro.
O site G1 avança que Leonardo Monteiro recebeu um soco no estômago e foi empurrado com violência quando perguntou a Jair Bolsonaro porque é que não se encontrava a participar em alguns eventos do G20 com os outros líderes mundiais.
Apesar da confusão, depois das agressões o segurança saiu do local e seguiu em direção ao presidente brasileiro.
A imprensa internacional avança que não é possível saber até ao momento se Bolsonaro assistiu às agressões, nem sequer identificar se os agressores eram polícias ou seguranças particulares do presidente.
O acidente ocorreu após a meia-noite quando um grupo de 28 bombeiros realizava um treinamento dentro da gruta “Duas Boas”, localizada em uma propriedade particular no município de Altinópolis.
Inicialmente, as autoridades falavam em 15 bombeiros presos, mas depois reduziram o número para 10, dos quais apenas um foi resgatado com vida.
Cinco outras pessoas ficaram feridas no momento do colapso, mas não chegaram a ficar presas. Todas foram transferidas para o Hospital da Piedade de Altinópolis e já receberam alta.
Em Luanda, capital de Angola, amontoados de lixo continuam a ser vistos em muitas ruas da cidade. Com as chuvas, os cidadãos temem aumento no número de casos de paludismo.
No início deste mês, o governo da província de Luanda rescindiu contrato com duas empresas de recolha de lixo nas zonas periféricas de Cacuaco e Belas.
Isso ocorre numa altura em que cidade já regista chuvas miúdas e aumento dos amontoados de lixo nas ruas.
Em março, foram contratadas sete empresas para limpar a capital angolana, mas a recolha [de lixo] continua insuficiente.
Agora, com as chuvas miúdas que já caem sobre a cidade, doenças como o paludismo – principal causa de mortes em Angola – aumentam cada vez mais devido aos amontoados do lixo.
Isso porque as valas de drenagem são insuficientes e atraem os mosquitos que transmitem o paludismo.
Os países do G20 acordaram ontem terminar o financiamento público para a geração de energia através de carvão no estrangeiro, mas não definiram uma meta para fasear o fim do consumo interno de carvão.
De acordo com o comunicado final da reunião que decorreu ontem e sábado em Roma, citado pela agência de notícias AP, o grupo das 20 economias mais industrializadas comprometeu-se a atingir a neutralidade do carbono “até ou à volta” de 2050.
Estes 20 países representam mais de três quartos da emissão de gás com efeito de estuda, e o anfitrião, Itália, defendia a adoção de metas concretas sobre a redução das emissões e medidas para ajudar os países mais pobres a lidar com o impacto da subida da temperatura.
Produtos de plástico de utilização única, como cotonetes, talheres, pratos, palhinhas ou varas para balões, estão a partir de hoje proibidos de serem colocados no mercado, de acordo com um decreto-lei do Governo.
O decreto-lei foi aprovado em Conselho de Ministros no início de setembro e nele estabelecia-se a proibição de colocar esses produtos no mercado a partir de 01 de novembro.
O decreto-lei fez a transposição parcial de uma diretiva europeia de 05 de junho de 2019 sobre a “redução do impacto de produtos de plástico de utilização única” e os “produtos feitos de plástico oxodegradável”.
Seguindo a diretiva europeia, o diploma do Governo fixa duas metas para a redução do consumo de copos para bebidas e embalagens para alimentos prontos a comer: uma diminuição de 80% do consumo até 31 de dezembro de 2026, face aos valores de 2022, e uma queda de 90% até 31 de dezembro de 2030.
Na ocasião da aprovação do decreto-lei o Ministério do Ambiente e Ação Climática anunciou que, para assegurar estas metas, estão previstas medidas, a cumprir a partir de 2024, como a disponibilização de recipientes reutilizáveis para consumo de alimentos e bebidas mediante a cobrança de um depósito.
Cherral Mitchell, de 31 anos, deu à luz um bebé com 6 quilos e 350 gramas em Oxfordshire, em Inglaterra. Este é o terceiro maior recém-nascido de sempre no Reino Unido.
O parto teve de ser cesariana e a mulher disse ao Daily Star que foram precisas duas parteiras para a conseguir ajudar a dar à luz. A equipa médica ficou “chocada” quando percebeu que o bebé pesava mais do que uma pedra.
Mãe de mais três crianças, Cherral Mitchell disse que não esperava que este bebé fosse tão grande e considera-o “uma pequena abóbora” por ter nascido tão perto do Halloween, que se celebra este domingo.
Foram publicadas hoje, dia 05 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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