Jovem de 30 anos de idade é acusado de violar sexualmente uma menor de 8 anos de idade, no bairro Matundo, na cidade de Tete.
Segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM), o indiciado tem uma barraca e aproveitou-se da criança quando ia comprar rebuçados, na última segunda-feira (21/01). O porta-voz da PRM, Feliciano da Câmara, garantiu, falando à imprensa nesta quinta-feira, que as autoridades sanitárias confirmam que houve violação, apesar do acusado dizer que é mentira.
Exortou, também, os encarregados de educação a reforçarem ainda mais os cuidados com as crianças para que não caiam nas mãos dos predadores sexuais. O indivíduo, já sob custódia policial na terceira esquadra, em Matundo, disse que conhece a menor, contudo, refuta as acusações. Sabe-se que o indiciado tem esposa e é pai de uma menina de 7 anos de idade.
Cidadãos da África lusófona na Ucrânia testemunham o pânico e caos inéditos. O seu desejo urgente é sair da Ucrânia “o mais rápido possível” para local seguro.
Ao levantar-se esta manhã, o estudante angolano Manuel de Assunção não reconheceu a cidade de Dnipro, onde vive há sete anos.
O estudante da arquitetura vive muito perto das duas regiões separatistas no leste na Ucrânia, palco dos ataques russos. As autoridades pedem às pessoas para evitarem aglomerações, mas todos querem sair para encontrar abrigo seguro, conta.
Estima-se que mais de 150 estudantes estejam ansiosos por abandonar “o mais rapidamente possível” a Ucrânia. Mais de 130 assinaram uma lista pendido às autoridades que sejam evacuados para a Polónia.
Sete arguidos foram ontem condenados na 6.ª Secção do Tribunal Judicial de Sofala a 30 anos de prisão, acusados de assalto e morte de seis guardas entre Novembro de 2020 e Março de 2021 numa residência em Chamba, em estabelecimento comercial e numa fábrica de tijolos, na cidade da Beira.
Trata-se de Moisés Pedro, Alberto Mabulesa, Carlitos Seba, Alexandre Guiliche, antigo agente da PRM considerado como líder do grupo, Filipe Tomás, Dinho Manuel e Sebastião Cambula.
De acordo com o juiz da causa Martinho Machiguere, os condenados deverão pagar uma indemnização conjunta no valor de quatro milhões de meticais a favor dos ofendidos e familiares das vítimas pelos danos físicos, materiais e morais causados.
Começaram a ser julgadas em Bissau as sete pessoas detidas em novembro de 2021 por alegado tráfico de droga. Autoridades procuram perceber proveniência dos mais de 900 quilos de cocaína que foram entretanto apreendidos.
A PJ guineense acredita que a droga terá chegado à Guiné-Bissau, a partir de uma rede internacional, com ramificações na Bolívia, passando pelo Brasil, Senegal, Gâmbia, Serra-Leoa até Bissau.
A operação de novembro passado foi denominada pela Polícia Judiciária de “RED”. Trata-se de um dos casos de tráfico de droga mais mediáticos no país, tendo sete pessoas como suspeitas, entre as quais um oficial da Polícia de Intervenção Rápida (PIR) e um funcionário de uma das companhias áreas que operam na Guiné-Bissau.
Depois de mais de sete horas de discussão, na primeira sessão de julgamento do caso, Mussa Sanhá, advogado de três dos sete réus, fez o ponto de situação aos jornalistas: “Aconteceu a detenção dos suspeitos que estão a ser acusados pelo crime de tráfico de droga. Mas o que foi objeto da primeira discussão a nível do julgamento, os elementos que foram apresentados e discutidos foram totalmente diferentes dos elementos que constam da acusação.”
A primeira sessão do julgamento dos suspeitos do tráfico de droga foi suspensa, na quinta-feira (24.02), para ser retomada na próxima semana, no dia 3 de março. Os suspeitos começaram a ser julgados cerca de três meses depois de a rede do tráfico, da qual alegadamente fazem parte, ter sido desmantelada pela Polícia Judiciária.
O presidente em exercício da União Africana, Macky Sall, e o presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamat, defenderam um cessar-fogo “imediato e sem demoras” na Ucrânia, pedindo respeito pelo direito internacional.
Os presidentes “pedem que se respeite integralmente o direito internacional, a integridade territorial e a soberania nacional da Ucrânia”, lê-se num comunicado difundido pela União Africana e citado pela agência de notícias espanhola Efe.
No documento, o Presidente do Senegal, que ocupa este ano a presidência da União Africana, e o presidente da comissão expressaram a sua “extrema preocupação pela situação muito grave e perigosa criada na Ucrânia” e pediram que se iniciem negociações políticas “para salvar o mundo das consequências dos conflitos mundiais”.
O Facebook disse na sexta-feira que bloqueou os meios de comunicação social apoiados pelo Kremlin de ganhar dinheiro na rede social, em resposta à invasão russa da Ucrânia.
Agora proibimos os ‘media’ estatais russos de colocar anúncios ou ganhar dinheiro na nossa plataforma em qualquer lugar do mundo”, disse na rede social Twitter o chefe de política de segurança do Facebook, Nathaniel Gleicher, acrescentando que a medida está prestes a ser implementada.
Gleicher prometeu que o Facebook vai continuar a “assinalar como ‘media’ estatal” mais meios de comunicação social apoiados pelo Estado russo. “Estas mudanças já começaram a ser implementadas e vão continuar durante o fim de semana”, disse.
A rede social, parte do grupo Meta, está a acompanhar de perto a situação na Ucrânia, disse Gleicher. “Vamos continuar a partilhar os passos que estamos a tomar para proteger as pessoas na nossa plataforma”, acrescentou.
O acesso ao Facebook foi na sexta-feira restringido na Rússia após os dirigentes daquela plataforma se terem recusado a suspender a “verificação de factos”, conforme solicitado pelo Kremlin, adiantou o vice-presidente do Meta, Nick Clegg.
O antigo vice-primeiro-ministro britânico acrescentou que o Meta pretende que os russos “continuem a ser ouvidos, partilhem o que está a acontecer e se organizem no Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger”, todas as plataformas do grupo.
As autoridades russas anunciaram uma “restrição parcial” no acesso ao Facebook, depois da rede social norte-americana ter limitado as contas de vários meios de comunicação social apoiados pelo Kremlin, na sequência da invasão russa à Ucrânia.
O regulador russo das comunicações, Rozkomnadzor, afirmou que as restrições afetaram a agência de notícias estatal RIA Novosti, o canal de televisão estatal Zvezda e os ‘sites’ pró-Kremlin lenta.ru e gazeta.ru., de acordo com a agência de notícias Associated Press.
As restrições das contas, segundo o Rozkomnadzor, incluíram a marcação do conteúdo como não credível e a imposição de restrições técnicas nos resultados de pesquisas, para reduzir audiências das publicações no Facebook.
Tanques e militares russos já chegaram aos subúrbios da capital. EUA dizem que tropas russas estão a encontrar mais resistência do que o esperado.
Os tanques russos já chegaram aos arredores de Kiev, mas até sexta-feira à noite ainda não tinham conseguido entrar na cidade, onde os habitantes procuram refúgio nos abrigos subterrâneos e se preparam para o inevitável assalto do inimigo após ter caído por terra uma breve janela negocial que se abriu após o governo ucraniano ter admitido pela primeira vez discutir um possível estatuto de neutralidade.
Vários vídeos que circulavam nas redes sociais e nas principais cadeias de televisão mostram tanques e tropas russas nos arredores da capital ucraniana, mas não havia sinal do assalto em larga escala que se temia que ocorresse durante esta sexta-feira. O avanço do grosso das forças russas terá sido travado pela destruição de várias pontes a norte da capital e pela resistência encontrada pelas forças russas junto à cidade de Chernihiv, que obrigou as colunas de tanques a procurarem uma rota alternativa.
A situação era ainda incerta na base militar de Hostomel, nos arredores de Kiev, que já mudou de mãos várias vezes. Fonte militar dos EUA confirmou que as forças russas estão a encontrar mais resistência do que o esperado e ainda não conseguiram tomar qualquer grande centro populacional, tendo perdido alguma iniciativa.
A Presidência ucraniana voltou entretanto a apelar ao diálogo com a Rússia, afirmando pela primeira vez estar disposta a discutir um possível estatuto de neutralidade. A proposta foi saudada por Moscovo, que sugeriu negociações em Minsk, capital da Bielorrússia. A Ucrânia propôs, por seu lado, que as negociações decorressem em Varsóvia, e depois, segundo a versão do Kremlin, terá “cortado as comunicações”.
Explosões são ouvidas nas proximidades do centro de Kiev, na sexta-feira (25) e ao longo da madrugada de sábado (26). Segundo as forças armadas ucranianas, houve uma ofensiva a uma base militar na capital do país, mas sem sucesso.
O presidente Volodymyr Zelensky havia afirmado que o exército russo usaria “todas as suas forças” para tentar tomar a capital. Em vídeo, Zelensky também convocou a população para defender o país.
Em reunião do Conselho de Segurança da ONU, a Rússia vetou projeto de resolução que condenaria a própria Rússia pela invasão à Ucrânia.
Já estiveram na Roménia, integrados num exercício da Aliança Atlântica (NATO) nos últimos três meses de 2021, e agora vão regressar. Companhia que pertence à Brigada de Intervenção do Exército vai representar Portugal no esforço da NATO contra a invasão russa.
A companhia de 174 militares, cujo aprontamento foi anunciado na sexta-feira pelo primeiro-ministro António Costa e que vai representar Portugal no esforço militarizado da NATO contra a ofensiva militar da Rússia em solo ucraniano, pertence à Brigada de Intervenção do Exército (BIE).
A França vai mobilizar 500 militares para a Roménia, no âmbito da NATO, para “fortalecer” a presença da Aliança Atlântica na região perante a invasão russa à Ucrânia, revelou na sexta-feira o chefe de Estado-Maior das Forças Armadas francesas.
NATO decidiu fortalecer a sua presença, enviar um sinal muito claro de solidariedade estratégia e posicionar forças na Roménia”, sublinhou o general, em entrevista à Radio France Internationale e France 24.
Os franceses ofereceram-se para representar o papel de país líder e implantar em breve um batalhão na Roménia, acrescentou Thierry Burkhard. Também em Portugal foi divulgado na sexta-feira que uma companhia do Exército português composta por 174 militares será enviada para a Roménia “nas próximas semanas”.
A França explicou ainda que a presença militar francesa da Aliança Atlântica na Estónia, país fronteiriço com a Rússia, será alargada para além da ajuda prevista para março. Para o general, trata-se de “enviar um sinal muito claro de solidariedade estratégica em relação à Estónia, mas também um sinal real de firmeza e sem ambiguidade em relação à Rússia”.
Desde a anexação da Crimeia pela Rússia, em 2014, a NATO deslocou grupos de combate multinacionais nos três estados Bálticos e na Polónia, para uma missão permanente, assumida por vários países membros.
Alguns líderes envolvidos na distribuição de produtos alimentares às pessoas vulneráveis e vítimas do terrorismo, em Cabo Delegado, podem estar envolvidos em actos de abuso de poder e exploração sexual.
De acordo com uma nota a constatação é do Programa Mundial de Alimentação (PMA) que tem recebido relatos dos beneficiários da ajuda alimentar.
Preocupado com a situação, o chefe do escritório do PMA, em Cabo Delgado, Maurício Bortee, reuniu-se, na quinta-feira, com os governos distritais, técnicos do INGD e parceiros de cooperação para encontrar as melhores formas de dar assistência à população.
O presidente da Sonangol disse que o conflito na Ucrânia vai ter também impacto na indústria petrolífera, tal como em todo o mundo, admitindo que seja necessário fazer ajustamentos em termos logísticos.
Sebastião Gaspar Martins respondia na sexta-feira (25) no final de uma conferência de imprensa em Luanda onde foram apresentados os resultados preliminares da petrolífera angolana em 2021.
Gaspar Martins lembrou que Angola esteve durante muitos anos sujeita a uma guerra pelo que conhece “o preço que isto tem e não é positivo para ninguém” que a situação se prolongue.
Cerca de duas mil e quinhentas famílias moçambicanas de Morrumbala e Mutarara, que se refugiaram para o distrito malawiano de Nsanje, devido a depressão tropical Ana, beneficiam de ajuda alimentar do Governo moçambicano desde quinta-feira.
São mais de quarenta toneladas de produtos diversos, entre alimentos, géneros de higiene e de saúde, entregues pela presidente do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres (INGD), Luísa Meque. Trata-se de uma resposta dada pelo Governo após o clamor de vozes das vítimas das enxurradas, provocadas pela depressão tropical Ana.
A presidente do INGD transmitiu o calor e a solidariedade do Governo e povo moçambicano para com as vítimas das cheias de Morrumbala e Mutarara, tendo assegurado que não estavam abandonadas.
As duas mil e quinhentas famílias refugiadas no distrito de Nsanje no Malawi, estão acomodadas em nove acampamentos. Ainda não se conhece o dia em que poderão regressar às suas zonas de origem, pois o caudal do rio Chire continua com níveis acima do alerta.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores Comunitário de OVC e Retenção. Saiba mais.
O Conselho Noruega de Refugiação (NRC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Desenvolvimento do Programa de Aconselhamento de Informação e Assistência Jurídica (ICLA). Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Informação Estratégica. Saiba mais.
A FH Association em parceria com a World Vision Moçambique e financiado pelo Global Fund, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa de SMI Mentor. Saiba mais.
Um terramoto ao largo da costa indonésia, na ilha de Sumatra, foi sentido nas vizinhas Malásia e Singapura e danificou edifícios e feriu várias pessoas.
Serviço Geológico dos Estados Unidos disse que o terramoto, com uma magnitude de 6,2 na escala de Richter, localizou-se a cerca de 66 quilómetros a norte-noroeste de Bukittinggi, uma cidade montanhosa na província de Sumatra Ocidental, a cerca de 12 quilómetros de profundidade.
Para já não exite perigo de um ‘tsunami’, mas há alertas para possíveis réplicas. A vizinha Malásia e Singapura também sentiram o sismo. O líder distrital de West Pasaman, na Indonésia, informou que o terramoto causou danos menores a moderados em dezenas de casas e edifícios e feriu várias pessoas, sem causar mortos.
As autoridades ainda estão a recolher informações sobre a dimensão total dos danos nas áreas afetadas. Em janeiro de 2021, um sismo de magnitude 6,2 matou pelo menos 105 pessoas e feriu quase 6.500 na província de Celebes.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, garantiu esta sexta-feira que a “proteção dos civis” na Ucrânia “deve ser a prioridade número um”.
“O aumento do número de mortos” na invasão russa do território ucraniano, com “imagens de medo, angústia e terror em todos os cantos da Ucrânia”, escreveu o responsável numa mensagem difundida na rede social Twitter.
Por isso “a proteção dos civis deve ser a prioridade número um. Deve respeitar-se o direito internacional humanitário e dos direitos humanos”, sublinhou.
Em poucas horas, o aeroporto militar de Antonov, às portas de Kiev, capital ucraniana, caiu nas mãos das forças russas, que desceram com cordas de helicópteros, disparando com metralhadoras, relataram testemunhas à AFP.
Os helicópteros russos chegaram por volta das 11h locais, a partir de de Belarus, passando perto dos telhados das casas e espalhando pânico em seu trajeto até a capital. O aeroporto fica em Gostomel, limite norte de Kiev. Os combates ali travados foram os mais próximos da capital no primeiro dia de invasão russa.
A noite foi de explosões em Kiev, na Ucrânia. Depois de um primeiro dia intenso, com vários bombardeamentos e dezenas de mortos e feridos, a madrugada do segundo dia de invasão russa revelou-se intensa, com a capital ucraniana debaixo de fogo.
Durante a noite as forças russas aproximaram-se de Kiev, havendo tropas a 30 quilómetros de distância da capital ucraniana. A esta distância, Kiev está à distância de lança mísseis russos. Blindados russos terão sido parados na cidade de Ivankiv (80 km de Kiev), depois de os militares ucranianos terem explodido uma ponte para evitar a sua passagem.
Cerca de 1.700 pessoas foram detidas em 53 cidades russas, sendo que perto de mil detenções ocorreram em Moscovo, na sequência dos protestos contra a invasão da Ucrânia, segundo dados divulgados por uma organização não-governamental (ONG).
Os dados mais recentes da organização OVD-Info relatam que 1.702 pessoas foram detidas em 53 cidades diferentes, 940 destas em Moscovo. Os cidadãos russos mobilizaram-se a condenar as ações mais agressivas por parte de Moscovo desde a invasão soviética do Afeganistão em 1979, noticia a agência Associated Press (AP).
Uma petição iniciada por Lev Ponomavyov, defensor dos direitos humanos, recebeu mais de 150.000 assinaturas em poucas horas e no final do dia já registava 289.000. Milhares de pessoas desafiaram uma proibição de manifestações anunciada pelo Governo, face a apelos divulgados nas redes sociais para protestos contra a decisão do Presidente russo, Vladimir Putin, de ordenar a invasão da Ucrânia.
O Ministério do Interior russo tinha advertido hoje que os protestos contra a guerra na Ucrânia seriam considerados ilegais e que a polícia “tomaria todas as medidas necessárias para assegurar a ordem pública”.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que o apoio popular à invasão da Ucrânia seria idêntico ao “elevado nível de apoio” dos russos ao reconhecimento da independência dos territórios ucranianos separatistas de Donetsk e Lugansk. Entre as pessoas que desafiaram as ordens governamentais em Moscovo, algumas têm familiares na Ucrânia, como a jovem Tatiana, 18 anos, que manifestou receio por uma tia a viver no país vizinho.
Conselho Europeu reuniu-se na quinta-feira para discutir as sanções à Rússia.
O Conselho Europeu reuniu-se na quinta-feira para discutir um novo pacote de sanções “massivas e bastante duras” contra a Rússia.
O primeiro-ministro refere ainda que o Conselho esteve em videoconferência com o presidente ucraniano, um “momento dramático mas também emocionante”. Zelensky desmentiu que a invasão russa se trata de uma “ação especial focada nas regiões separatistas, é uma ação de larga escala”.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...