O número de infecções por COVID-19, no país, tende a subir. Só nas últimas 24 horas, 28 pessoas testaram positivo para a doença, elevando para 148 casos activos da COVID-19, e o cumulativo para 225 676, dos quais 225 307 são casos de transmissão local e 369 importados.
O Ministério da Saúde informou ainda que duas pessoas ficaram livres da pandemia viral, o que acresceu o total de recuperados para 223 319.
“Registamos, igualmente, uma alta hospitalar e um novo internamento”, lê-se no comunicado no qual o MISAU diz que há, actualmente, três pacientes hospitalizadas nos Centros de Internamento CICOV. O cumulativo de internados mantém-se em 8 526.
Moçambique continua sem registo de novos óbitos pelo novo Coronavírus.
A selecção nacional de futebol, Mambas, vai defrontar a sua congénere da Zâmbia na primeira eliminatória de acesso ao CAN-Interno – Campeonato Afticano das Nações destinado aos jogadores que actuam internamente ao nível continental.
Segundo ditou o sorteio realiza esta quinta-feira, 26 de Maio, em Cairo, Egipto, na sede da Confederação Africana de Futebol (CAF) ficou a saber-se que a primeira mão desta eliminatória terá lugar entre os dias 22, 22 e 24 de Julho em casa dos Mambas, sendo que a segunda mão vai ter lugar a 29, 30 ou 31 deJulho em Lusaka.
Ao nível da região Austral de África 13 países tomaram parte nas eliminatórias de acesso ao CAN-Interno, sendo que o vencedor da eliminatória entre Moçambique e Zâmbia deverá defrontar o vencedor da eliminatória entre o Malawi e o Zimbabwe.
A fase final desta competição será disputada na Argélia, entre os dias 8 e 31 de Janeiro próximo.
O Conselho Norueguês para Refugiados (NRC), está a recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Coordenador de Aconselhamento de Informação e Assistência Jurídica (M/F). Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Custos. Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Contas a Receber. Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Directora Administrativa. Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico de Motores. Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Limpeza. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Distrital de Operações. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Provincial de Informação Estratégica. Saiba mais.
Uma ambulância que saía de Nacala transportando doentes e acompanhantes transferidos para o Hospital Central de Nampula, envolveu-se num acidente de viação, no distrito de Monapo, província de Nampula.
Zacarias Nacute, porta-voz da PRM em Nampula, revelou que duas pessoas perderam a vida no local do acidente, descrito como despiste e capotamento da ambulância, que seguia a alta velocidade com doentes e acompanhantes.
O acidente ocorreu quando dois pneus do veículo que seguia de Nacala-Porto ao Hospital Central de Nampula rebentaram.
No total, estavam, na viatura, cinco pessoas, sendo que o motorista está entre os pacientes que estão internados. Uma menor de oito meses e a acompanhante encontram-se internados no Hospital Central de Nampula.
Segundo Emídio de Jesus Givavisse, responsável adjunto da médica-chefe do hospital, os três pacientes estão sob cuidados médicos.
As autoridades presumem que o excesso de velocidade esteja na origem do acidente. Segundo Zacarias Nacute, até ontem, os corpos estavam na morgue do HCN para passos subsequentes.
O ministro da Economia e Finanças de Moçambique disse esta quinta-feira (26) não poder garantir que o megaprojecto de gás seja retomado ainda este ano, mas afirmou haver sinais positivos da parte dos parceiros no negócio.
Não posso dizer com certeza, depende da evolução “da situação de segurança na região, mas há um sinal positivo por parte dos concessionários e uma expectativa tendo em conta o que está a verificar-se na realidade e há visitas frequentes por parte do operador”, afirmou Max Tonela à Lusa, quando questionado sobre se o megaprojeto da Total, suspenso há um ano devido aos ataques em Cabo Delgado, será retomado este ano.
Em declarações à Lusa à margem dos encontros anuais do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), em Accra, o ministro adiantou por outro lado que a primeira exportação do projecto da central de produção de gás natural liquefeito no mar, na bacia de Rovuma, está prevista para o início de Outubro.
“A plataforma já está nas águas moçambicanas. Está em processo de instalação e ligação aos seis poços. Nós esperamos que a produção comece de forma gradual, e que a primeira operação de exportação aconteça no início do mês de Outubro deste ano”, altura em que a plataforma estará já a operar na sua capacidade total, explicou.
Segundo Tonela, este avanço “vai contribuir já para o aumento das receitas, sobretudo das exportações”.
Sobre o processo interrompido pela acção terrorista, o ministro disse que “há trabalho a correr com os concessionários, o Governo mantém um contacto permanente”.
“Estamos em conjunto a avaliar o progresso do processo de estabilização, portanto, da melhoria das condições de segurança. Há uma leitura positiva por parte dos parceiros”, referiu, acrescentando que o Governo está a tentar “criar condições para que, de forma segura, quer as populações, quer os projectos possam prosseguir o mais cedo possível”.
“A decisão vai ser tomada em função dos desenvolvimentos que vão ocorrer nestas matérias nos próximos meses”, frisou.
Questionado sobre o financiamento do esforço militar em Cabo Delgado, cuja dimensão 275 milhões de euros por ano levou o Presidente moçambicano a pedir ajuda internacional em Março, o ministro explicou que o Governo tem estado a trabalhar no sentido de mobilizar recursos para assegurar que a missão seja implementada com êxito, na medida em que também a capacidade da actuação das forças moçambicanas for sendo adequada à realidade da luta contra o terrorismo.
O projecto do Rovuma, liderado pela Total, era o maior investimento privado em África até ser suspenso em Março devido aos ataques armados em Cabo Delgado.
Mais cinquenta instruendos do Curso básico da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Matalane, província de Maputo, foram expulsos da formação devido a infracções disciplinares.
O anúncio foi feito esta quinta-feira pelo Comandante-Geral da PRM, Bernardino Rafael, na inauguração da décima primeira esquadra no bairro Boquisso, no distrito da Matola, província de Maputo.
Estes cinquenta instruendos juntam-se aos outros duzentos e cinquenta já expulsos pelos mesmos motivos, tendo sido avançado que trinta a quarenta por cento dos jovens são do município da Matola.
Falando na inauguração da décima primeira esquadra no bairro Boquisso, Bernardino Rafael, anotou ser de extrema preocupação o comportamento dos jovens em formação provenientes do município da Matola.
De acordo com Bernardino Rafael, os jovens foram identificados no prosseguimento da inspecção regular que vem sendo feita no curso que está a decorrer desde o início do ano.
No país, mais vinte e duas pessoas testaram positivo para covid-19, entre quarta e quinta-feira elevando para 122 o número de casos activos.
De acordo com o comunicado do Ministério da Saúde, a província de Maputo situa-se como a região com mais casos, tendo sido notificadas nove infecções.
O documento refere ainda que dos novos casos, 12 são do sexo feminino e 10 do sexo masculino, com idades que variam entre 0 meses de vida e 68 anos.
De acordo com o Ministério da Saúde, no período em referência, não houve o registo de óbito causado pelo novo coronavírus.
As autoridades de saúde indicam, igualmente, que não registou nenhum recuperado nem paciente internado devido a covid-19.
Neste momento, três pacientes encontram-se hospitalizados nos Centros de Internamento de pacientes com covi-19, dos quais dois, nos cuidados intensivos
O líder do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), Abu Ibrahim al Qurashi, foi detido na cidade de Istambul, Turquia, avançou hoje o portal de notícias turco Odatv.
De acordo com o ‘media’ turco, a detenção ocorreu na semana passada, no âmbito de uma operação internacional que foi preparada em segredo.
Durante a detenção, foram recuperadas informações relevantes sobre o grupo terrorista, segundo o portal, citado pelas agências internacionais.
O portal Odatv afirma que o Presidente da Turquia, Recep Tayyip Ergogan, anunciará nos próximos dias a detenção e dará mais pormenores sobre a mesma.
A informação foi divulgada pelo jornalista Toygun Atilla, um proeminente repórter com contactos importantes com a polícia.
Segundo as informações hoje avançadas, Abu Ibrahim al Qurashi estava a ser vigiado há vários dias.
A detenção do líder jihadista foi feita por uma unidade de agentes antiterrorismo, na casa onde vivia em Istambul.
O líder do EI foi alegadamente detido sem resistência e está agora a ser interrogado pelos serviços secretos turcos.
Abu Ibrahim al Qurashi foi eleito como novo líder do EI em Março passado, depois do grupo ter confirmado a morte de Abu Ibrahim al Hashimi al Qurashi em 03 de Fevereiro, num ataque norte-americano no noroeste da Síria
O líder de uma mesquita foi decapitado num novo ataque à aldeia de Chicomo, na província de Cabo Delgado, é o segundo que ocorre em menos de 72 horas após o grupo insurgente, ligado ao Estado Islâmico, ter incendiado e saqueado a mesma aldeia, além de ter decapitado outras três pessoas, segundo novos dados relatados à VOA por várias fontes locais.
De acordo com a VOA, o grupo localmente conhecido por al-Shaabab invadiu a aldeia no sábado, 21, incendiou várias palhotas e saqueou produtos agrícolas.
Na terça-feira, 24, o grupo voltou a atacar a aldeia, quando interpelou o líder de uma mesquita local, que também assumia a pasta de secretário local, tendo decapitado e esquartejado o corpo, disse uma fonte local, citando um sobrevivente.
Mais três pessoas foram decapitadas, segundo as mesmas fontes.
O líder religioso e outros moradores tinham regressado à aldeia para ver os estragos causados pelo ataque de sábado, após uma ronda pela zona da tropa conjunta Moçambique e SAMIN, quando foram surpreendidos pelos atacantes.
“O ataque, além do que foi reportado ao longo do fim de semana e que aconteceu na zona de Nkoe, Chicomo e nas baixas de Nguida, ontem (terça-feira) também houve outro na aldeia Chicomo, de novo, e lá decapitaram o líder da aldeia”, precisou em declarações à VOA um morador local.
“Os insurgentes ainda estão naquela zona, ainda estão naquela mata ali, e a situação não é das melhores aqui pelo menos”, acrescentou.
Numa carta diridida ao Presidente da República, Filipe Nyusi, os funcionários da Universidade Zambeze (UniZambeze) denunciam o comportamento do Reitor da Instituição, Bettencourt Preto Sebastião Capece, acusando-o de arrogância, prepotência e desrespeito às recomendações deixadas pelo PR, no acto da tomada de posse.
Conforme refere a carta dirigida ao PR, que o Jornal a Carta teve acesso, os funcionários daquela instituição defendem que o Reitor está a interpretar erradamente as recomendações dadas e escolheu estratégias impróprias para “limpar’’, o que foi deixado pelo antigo Reitor.
“Hoje, no lugar de imprimir mudanças usando técnicas adequadas, o Reitor está a mexer com a vida das pessoas e está a ignorar toda a estrutura governativa da província por ostentar o estatuto de Ministro, ou seja, ninguém abaixo dele pode emitir uma opinião. Afirmou não ser muito de política e diz que está à espera de ser premiado por ter eliminado células na Unizambeze”, lê-se no documento.
Outra inquietação apresentada pelos funcionários tem a ver com o pagamento dos subsídios do período Pós-laboral, suspensos há três meses sem justificação. Os funcionários afirmam que os directores centrais são “paus-mandados” do Reitor, sendo que a opinião deles não conta quando se toma uma decisão.
Outrossim, os funcionários dizem que o Reitor está a transformar a Universidade num calabouço submetendo os trabalhadores ao cárcere privado.
“Muitos funcionários querem sair da UniZambeze por falta de boas relações trabalhistas e de um bom ambiente de trabalho, mas o Reitor não os deixa. As reuniões que decorrem são forjadas, para cumprimento dos Planos, sendo que no final as decisões que contam são do Reitor”, relatam as fontes.
O documento diz ainda que o Director de Recursos Humanos corre o risco de ficar alterado por conta do stresse que ele carrega devido à interferência do Reitor na gestão de Recursos Humanos da instituição.
“Sentimos que há necessidade urgente de apoiar o Director de RH para encontrar outras formas de lidar com pessoas, senão o Reitor vai levá-lo ao abismo. Vai ficar maluco. Já corre de um lado para outro. A melhor gestão de todos os tempos é trabalhar por resultados. Mas na UniZambeze basta marcar presença, pronto. Podes ficar até às 15:30 para pousar o dedo de novo no finger print (melhor chamar Fingir print = impressão fingida)”, referem.
“Tivemos informação da instalação de um aparelho electrónico para perseguir algumas pessoas, porque foi provado que a sua operacionalização não se adequa à nossa realidade. Quando o Reitor chegou, veio com discursos bombásticos, do tipo, abaixo a corrupção, não quero directores corruptos e, logo na primeira semana, mandou cessar a Chefe de Gabinete do antigo Reitor, semana seguinte mandou mais três directores centrais, um mês depois cessaram alguns directores das faculdades”.
Na Carta, os funcionários alegam que o Reitor chegou com muita sede de poder e apelam para que pare de se meter na vida das pessoas e cuide do seu orgulho porque isto pode não acabar bem.
“O Reitor zanga quando é chamado de Senhor ou pelo seu nome. Só quer ser chamado Professor Doutor Bettencourt Preto Sebastião Capece, sendo que de doutor ainda não provou que tem algo”, escrevem os denunciantes.
Nas queixas arroladas, os funcionários explicam que o Reitor está a impedir a saída de 10 funcionários com boa formação académica e aprovados no concurso de Mobilidade para a Autoridade Tributária de Moçambique.
“Carta” tentou obter a reação do Reitor da UniZambeze, mas sem sucesso. A nossa reportagem ligou para os contactos da instituição, disponíveis no site da Universidade, assim como na página oficial daquela instituição no Facebook, mas sem sucesso.
Alex Hamilton, de 90 anos, e Jane, de 89, casaram-se na Escócia após 60 anos de noivado.
Segundo o Daily Mail, o casal conheceu-se em 1956, quando ambos já tinham sido casados com outras pessoas. Alex tinha dois filhos, enquanto Jane era mãe de um.
A relação amorosa teve início seis anos depois, no mesmo ano em que Alex pediu a mão de Jane. No entanto, uma “vida atarefada”, tanto pelo lado profissional como familiar, adiou os planos do casamento.
Jane chegou a alterar o seu apelido para convencer os filhos de que os pais eram casados. E resultou até as crianças chegarem aos 16 anos, quando descobriram que o ‘Hamilton’ no nome era parte de uma estratégia.
Depois da cerimónia, Sally, uma das filhas do casal, revelou que os dois estavam visivelmente nervosos. “Normalmente nesta idade as pessoas estão a pensar em funerais. Ainda é momento de celebração. Foi uma linda festa”.
Onze recém-nascidos morreram nesta quarta-feira (25.05) num incêndio num hospital em Tivaouane, oeste do Senegal, anunciou o Presidente Macky Sall.
“Acabo de saber com dor e consternação da morte de 11 recém-nascidos no incêndio ocorrido no departamento de neonatologia do hospital público Mame Abdou Aziz Sy Dabakh, em Tivaouane”, disse o Presidente Macky Sall, sem entretanto especificar as circunstâncias do desastre.
“Às suas mães e suas famílias, expresso a minha mais profunda solidariedade”, disse o líder senegalês, na rede social Twitter.
Segundo o autarca de Tivaouane, Demba Diop, três bebés foram salvos.
O incêndio foi causado por “um curto-circuito e o fogo espalhou-se muito rapidamente”, notou Diop, também membro do parlamento senegalês.
O hospital havia sido inaugurado recentemente, segundo a imprensa local.
O montante destina-se ao alívio do HIV/Sida em Moçambique, a partir do mês de Outubro do corrente ano até Setembro de 2023, no âmbito de um plano conhecido por COP22. Com este novo financiamento, o investimento dos EUA na resposta ao HIV/Sida em Moçambique eleva-se para 4,9 mil milhões de dólares desde 2004.
De acordo com a Folha de Maputo que cita a carta, pretende-se com o plano operacional levar Moçambique a alcançar as metas das Nações Unidas contra o SIDA (UNAIDS), 95-95-95, onde 95 por cento das pessoas que vivem com o HIV estão conscientes do seu estado, 95 por cento das pessoas dos que testaram positivos estão em tratamento e 95 por cento das pessoas em tratamento têm uma carga viral indetectável, o que pode ajudar a controlar a epidemia do SIDA.
O plano COP22 visa essencialmente acelerar esforços para identificar e tratar crianças, adolescentes, homens jovens, populações vulneráveis, e outras pessoas a viver com HIV bem como uma melhor qualidade de implementação e experiência do paciente a nível local e parcerias reforçadas com o governo, parceiros multilaterais e a sociedade civil.
“O plano COP22 representa o nosso compromisso comum de alcançar o controlo da epidemia, colocando 1,9 milhão de moçambicanos em tratamento que salve vidas nos próximos 18 meses”, referiu o Embaixador dos EUA em Moçambique, Peter H. Vrooman.
Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, Moçambique regista uma média diária de 364 novas infecções de HIV-SIDA.
A empresa Caminhos-de-Ferro de Moçambique CFM – Centro reportou que nos últimos três anos registou um prejuízo de mais de sessenta milhões de meticais devido a vandalização e roubo de material ferroviário.
Entre o material roubado destaca-se carris, travessas metálicas, balastro e bombas de engate.
Os dados foram divulgados esta terça-feira na Beira, no final da sétima sessão ordinária do conselho dos serviços de representação do Estado em Sofala, pelo porta-voz do encontro, Octávio Chicoco.
Segundo Octávio Chicoco, no período em alusão foram reportados cerca de cem casos de roubo e vandalização do material ferroviário sendo que maioritariamente ocorreram nas linhas férreas de Sena e Machipanda.
O responsável considera a situação alarmante uma vez que põe em perigo a circulação de comboios.
O conselho de representação do Estado em Sofala quer o envolvimento das lideranças comunitárias na vigilância e denúncia dos suspeitos.
Entre outros assuntos, a sétima sessão do conselho dos serviços de representação do Estado em Sofala, analisou também a proposta da revisão da política nacional de terras.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, referiu, esta quarta-feira, que os preços dos combustíveis no país são dos mais baixos da África Austral e que era impossível não haver ajustes, depois do aumento anunciado na segunda-feira.
Se for traçado um gráfico, “a barra de Moçambique está em baixo de toda a África Austral”, “só que não podemos continuar” sem ajustes nos valores de venda ao público, referiu o chefe de Estado à margem de uma visita oficial ao Gana.
Segundo Nyusi, o Governo tentou segurar os preços o mais possível: “Estivemos a encontrar saídas para poder subsidiar”, disse, mas a tendência de subida de preço do petróleo ditou o novo aumento.
Na segunda-feira, a Autoridade Reguladora de Energia (Arene) anunciou o reajuste dos preços dos combustíveis no país, com um aumento em todos os produtos petrolíferos, amortecido com redução de taxas.
“Fez-se um esforço para que os ajustamentos não fossem feitos com base nos preços reais” com um aumento “de cerca de 13 meticais”, declarou Paulo António da Graça, presidente da Arene.
Os dois principais partidos da oposição parlamentar, Renamo e MDM, sugeriram ontem maiores cortes nas taxas para mitigar a subida de preços.
A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (Fematro) disse à Lusa, na terça-feira, que vai propor ao Governo uma subida de preços de viagens, visando assegurar a sustentabilidade da atividade.
A gasolina subiu de 77,39 meticais para 83,30 meticais por litro, o gasóleo passa de 70,97 meticais para 78,48 meticais por litro e o gás doméstico também registou uma subida, passando de 80,49 meticais para 85,53 por quilo, segundo a nova tabela apresentada em conferência de imprensa pela Arene.
O petróleo de iluminação também subiu de 50,16 meticais para 77,48 meticais por litro.
O Petro de Luanda apurou-se, esta quarta-feira, 25, pela primeira vez à final da Liga Africana de Basquetebol (BAL) ao vencer o FAP dos Camarões, por 88-74, em jogo disputado no Pavilhão Arena de Kigali, no Ruanda.
A grande final está agendada para o próximo sábado 28, às 17 horas (hora de Angola) na Arena de Kigali.
O Petro detém dois títulos africanos da extinta Liga dos Campeões Africanos de Basquetebol, sendo a última conquistada em Luanda em 2015.
O Conselho Norueguês para Refugiados (NRC), está a recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Coordenador de Aconselhamento de Informação e Assistência Jurídica (M/F). Saiba mais.
O Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique (CRVM) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
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Presidente do MDM diz ser necessária uma revisão constitucional e um referendo para que os moçambicanos tenham oportunidade de se pronunciar em torno de um alegado terceiro mandato do Chefe de Estado.
A recandidatura de Filipe Nyusi, nas próximas eleições, foi um dos temas abordados por Lutero Simango, em Conferência de Imprensa, esta quarta-feira, na Cidade de Maputo.
De acordo com a TVM, o Presidente do MDM diz que o Chefe de Estado não tem a possibilidade de concorrer para um terceiro mandato porque a Constituição da República o impede.
“Esta Constituição da República está bem clara, torno a citar dizendo que o Presidente da República só pode ser reeleito uma vez. E se é para alterar a ordem constitucional, a ordem republicana tem de haver referendo, os moçambicanos devem ser chamados para se pronunciarem através do voto dizendo sim ou não” – argumenta Lutero Simango. Simango diz estar confiante que o MDM vai conquistar o poder nos próximos pleitos eleitorais.
E explica porquê:
“Nós estamos a organizarmo-nos, estamos a preparamo-nos e temos a confiança de que vamos entrar nessa disputa eleitoral de uma forma tranquila, de uma forma objectiva e vamos vencer”.
O MDM diz ser contra a tributação às igrejas.
“Não há necessidade que haja tributação à igreja, não há necessidade, nós estamos contra isto, estamos contra”- diz o Presidente do MDM.
Simango diz que o recente reajuste dos preços dos combustíveis está a sufocar aos moçambicanos.
Quanto aos ataques terroristas, no norte de Cabo Delgado, Simango considera que o conflito requer medidas não apenas militares, mas também socioeconómicas.
O Conselho de Segurança da ONU deve votar hoje, a pedido dos Estados Unidos, uma resolução para endurecer as sanções contra a Coreia do Norte, depois do disparo de um míssil balístico intercontinental por Pyongyang.
Apesar do risco de sofrer um veto da China e da Rússia, os EUA, que ocupam a presidência do Conselho de Segurança até ao final do mês, elaboraram um projecto de resolução que, entre outras medidas, vai restringir ainda mais as importações de petróleo de Pyongyang.
O documento pede uma redução, dos actuais quatro milhões de barris de petróleo para três milhões de barris, da quantidade que a Coreia do Norte pode importar legalmente a cada ano para uso civil.
A medida também vai reduzir as importações de petróleo refinado, de 500.000 para 375.000 barris e reforçar as sanções marítimas.
A resolução proibirá ainda as exportações norte-coreanas, incluindo relógios ou combustíveis minerais, assim como qualquer venda ou transferência para Pyongyang de tabaco e produtos derivados do tabaco.
O texto também poderá banir o fornecimento à Coreia do Norte de meios de informação e comunicação, prevendo sanções a empresas e indivíduos, incluindo a Haegumgang Trading Corporation, que terá assinado um contrato, no valor de seis milhões de dólares (5,6 milhões de euros), para fornecer a Moçambique mísseis terra-ar, radares e sistemas portáteis de defesa antiaérea.
A resolução congelaria ainda os activos globais da Korea Namgang Trading Corporation, que envia trabalhadores norte-coreanos para o exterior para gerar rendimentos para o governo, e o grupo Lazarus, acusado de natividades cibernéticas para contornar as sanções internacionais.
O texto pretende adicionar à lista de sanções Kim Su-il, o suposto representante no Vietname do Departamento da Indústria de Munições norte-coreano, responsável pelo desenvolvimento dos mísseis balísticos do Norte.
A proposta deverá enfrentar a oposição da China e Rússia, vizinhos da Coreia do Norte, que disseram numa reunião do Conselho de Segurança, em 11 de Maio, que queriam ver novas negociações e não mais punições para Pyongyang.
“Não achamos que uma resolução proposta pelos EUA possa resolver qualquer problema”, disse a missão da China na ONU, em comunicado na quarta-feira à noite.
Poucas horas antes, a Coreia do Norte testou, num curto espaço de tempo, três mísseis, entre os quais um presumível míssil balístico intercontinental.
Os testes ocorreram horas depois da partida da região do Presidente norte-americano, Joe Biden, que visitou a Ásia, em particular, para reafirmar o apoio a Seul e a Tóquio, perante a ameaça nuclear de Pyongyang.
Os lançamentos elevam para 18 o número total de testes deste tipo realizados este ano pelo regime norte-coreano e, segundo Seul, incluíram o de um míssil balístico intercontinental (ICBM) que poderá ser o Hwasong-17, um novo modelo norte-coreano considerado entre os maiores do mundo do seu tipo.
Pesquisadores observam que o recente ataque a Macomia revela que zonas libertadas ainda não são seguras para o regresso da população e, além de erros na identificação de terroristas, para os pesquisadores, o Governo apresenta cenário optimista dirigido ao exterior, escreve o O País.
Depois de uma relativa calma, o pânico volta a aterrorizar Macomia, mercê do ataque, desta semana, à aldeia Quinto Congresso, onde um grupo terrorista decapitou pelo menos três pessoas.
Segundo o O País, o pesquisador do Observatório do Meio Rural, João Feijó, alerta ser urgente travar o regresso dos deslocados, atendendo que, apesar do cerco pelas forças militares, o grupo continua a fragmentar-se e a fazer digressões externas, pelo que nenhuma zona libertada oferece segurança.
“O grupo dividiu-se em pequenos números, uma parte é dos que foram raptados ou viram hipótese de ganhar dinheiro, os de baixa patentes, estes querem render-se. Mas os que lá ficaram são estes que fazem os ataques mais violentos, são os radicais que fazem ataques que cortam cabeças. O objectivo é provocar consternação e pânico social”, afirmou.
Os últimos pronunciamentos do comandante-geral da Polícia da República de Moçambique, Bernardino Rafael, indicam que os terroristas estão cada vez mais encurralados e sem logística.
Uma posição que choca com o posicionamento da SAMIM que julga que o terrorismo está longe do fim.
O académico João Feijó entende que o Governo está pressionado pelos investidores na área do gás natural e apresenta cenário optimista dirigido ao exterior, “até porque tem que mostrar resultados do sucesso operacional militar, sabemos que quem está por trás do financiamento do Ruanda é a União Europeia através das multinacionais petrolíferas, pelo menos existe essa desconfiança”.
Já no que Feijó julga ser discurso interno, há ambiguidade, porque, de um lado, as populações são impedidas de regressar e, por outro, as autoridades apontam para somar vitórias.
Céptico em relação ao regresso das populações deslocadas, o pesquisador, que esteve recentemente em Cabo Delgado, aponta ser necessário criar condições de integração sócio-económicas para os deslocados.
O pesquisador João Feijó foi mais longe ao afirmar que o Governo deve optar por outras estratégias para devolver a segurança a Cabo Delgado, visto que a via militar radicalizou ainda mais o grupo terrorista.
“Terá que ter outras componentes de diálogo, desenvolvimento e participação”, finalizou.
Por seu turno, o activista na área de direitos humanos em Cabo Delgado, Gafur Manana, aponta que os terroristas revelam pretensões de continuar a reforçar as fileiras para formar novos focos de ataques.
Por exemplo, neste ataque a Macomia, “os malfeitores encontraram civis que se faziam a machamba, os que resistiram a fazer parte do movimento acabaram por ser decapitados, enquanto os idosos acabaram por ser levado chambocos e seguiram com eles”, disse Gafur Manana.
Atendendo a este cenário, Manana julga ser prematuro aconselhar a população a voltar às zonas de origem, porque aquela região está sob controlo das forças nacionais e regionais.
Aliás, o activista aponta que, além de Macomia, há incursões terroristas em Palma.
Foram publicadas hoje, dia 10 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
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