Uma mulher empresária de 47 anos foi raptada na terça-feira em Maputo, à porta da sua empresa, anunciou fonte policial, referindo que a corporação tem pistas fortes para resolver o caso.
“Há fortes pistas para serem seguidas porque é um local onde muitos estabelecimentos têm videovigilância e estas imagens estão na posse das autoridades”, referiu Leonel Muchina, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM).
De acordo com a mesma fonte, há indícios de que os autores do crime seguiam a rotina da mulher, de ascendência indiana.
Homens armados levaram a vítima para um veículo e puseram-se em fuga, quando esta saiu do seu próprio automóvel, à porta da empresa.
O caso está a ser investigado pela PRM e Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).
Pelo menos oito pessoas morreram e mais de 13.000 habitantes foram retirados depois de graves inundações, já comparadas a um sismo, terem varrido cidades inteiras na região de Emília Romana, no nordeste de Itália.
Acomparação ao sismo que atingiu a região no final de 20212 foi feita pelo presidente do Governo regional de Emília Romana, Stefano Bonaccini.
“Os nossos pensamentos vão para as oito vítimas e para os desaparecidos. Para eles e para as suas famílias vão todas as condolências da região”, disse Bonaccini numa conferência de imprensa conjunta com o ministro do Interior italiano, Matteo Piantedosi,
Bonaccini anunciou que 13.000 habitantes tiveram de ser evacuados, dos quais 3.000 em Bolonha, 5.000 em Faenza e 5.000 na zona de Ravenna, “mas que os números deverão aumentar”.
“Foi como um novo terramoto na véspera do acontecimento catastrófico de 2012 na Emília Romana, cujo aniversário está prestes a ser celebrado. Cerca de 40 municípios foram inundados, estruturas destruídas, caminhos-de-ferro interrompidos, estradas provinciais praticamente demolidas e uma ponte caiu”, descreveu.
Entre as vítimas contam-se um homem que foi arrastado por um deslizamento de terras em Casale di Calisese e um casal: Palma Marinella Maraldi, cujo corpo foi encontrado na praia de Zadina di Cesenatico, e o marido, Sauro Manuzzi, que, na altura da enxurrada estavam nos campos em frente à sua casa em Ronta di Cesena e foram arrastados pela água.
Em Faenza, Forli e Ravenna prosseguem as operações de busca e salvamento de pessoas que ficaram presas nas suas casas ou que se refugiaram nos telhados, informou a Protecção Civil italiana.
O presidente do Governo regional de Emília Romana anunciou que se realizará hoje uma reunião interministerial para tomar algumas medidas, tais como o estado de emergência, o que implica a suspensão do pagamento de impostos ou de processos judiciais, como acontece normalmente nas zonas afetadas pelas inundações, bem como ajudas financeiras.
Nesse sentido, Bonaccini adiantou ter falado hoje de manhã com a primeira-ministra, Giorgia Meloni.
Na zona estão a operar 700 unidades de bombeiros, 300 polícias e mil ‘carabinieri’, bem como 220 voluntários da Cruz Vermelha, 100 do Resgate Alpino e cerca de 340 da Protecção Civil.
A viabilidade das estradas provinciais é crítica, com muitas áreas cortadas, enquanto secções da autoestrada A14, que corre ao longo da costa do Adriático, também tiveram de ser encerradas, assim como o tráfego ferroviário regional “completamente bloqueado”.
O tráfego ferroviário nacional e as linhas de alta velocidade estão, porém, a funcionar sem problemas.
As inundações deixaram cerca de 50.000 pessoas sem eletricidade, enquanto outros 100.000 têm problemas com a rede móvel de telecomunicações e 10.000 na rede fixa.
“Estamos sem eletricidade, muitas casas sem comida e com grandes dificuldades com as crianças e os idosos, mas não é altura para desanimar. Temos de continuar”, escreveu o presidente da Câmara de Castel Bolognese, Luca Della Godenza, nas redes sociais, após a cheia do rio Senio, que inundou a cidade na província de Ravenna.
Entretanto, o Grande Prémio de Fórmula 1 que se deveria realizar em Imola foi cancelado.
O príncipe Harry e Meghan foram alvo de numa perseguição de carro “quase catastrófica” por paparazzi, em Nova Iorque, na terça-feira.
O incidente aconteceu depois de Harry, Meghan e a sua mãe, Doria Ragland, assistirem a uma cerimónia de entrega de prémios em Nova Iorque, nos Estados Unidos, avança a Sky News.
“Esta perseguição implacável, que durou mais de duas horas, resultou em várias quase colisões envolvendo outros condutores na estrada, peões e dois agentes do NYPD (Departamento de Polícia de Nova Iorque)”, acrescentou um porta-voz de Harry à televisão britânica.
“A divulgação destas imagens, tendo em conta a forma como foram obtidas, incentiva uma prática altamente intrusiva e perigosa para todos os envolvidos”, frisou.
O casal terá sido seguido por meia dúzia de veículos conduzidos por pessoas não identificadas. Os veículos terão circulado em cima de passeios, passado sinais vermelhos e feito marcha-atrás numa rua de sentido único. Pelo menos um dos condutores estava a usar o telemóvel ao volante, refere a Sky News.
Meghan recebeu o prémio “Woman of Vision” na gala anual da fundação “Ms. Foundation for Women”, tendo encorajado as mulheres a lutar pela igualdade.
O ex-presidente da França Nicolas Sarkozy, 68 anos, foi condenado a 3 anos de prisão por corrupção e tráfico de influência, mas deve cumprir a pena com tornozeleira eletrônica.
A condenação foi confirmada pelo Tribunal de Apelação de Paris na quarta-feira (17), após a Corte negar recurso da defesa de Sarkozy, que tentava reverter a mesma sentença de 2021.
O político conservador, que governou a França entre 2007 e 2012, passou a ser alvo da Justiça após o “escândalo dos grampos telefônicos” vir à tona, em 2014, dois anos após deixar a Presidência.
Na ocasião, a Justiça investigava um suposto financiamento do regime de Muamar Kadafi, ex-ditador da Líbia, na campanha presidencial de 2007, quando Sarkozy foi eleito.
Contudo, as interceptações do Ministério Público revelaram uma linha telefônica secreta, na qual o ex-presidente conversava com o advogado utilizando o pseudônimo de “Paul Bismuth”.
A partir das conversas, a Justiça acusou Sarkozy e o advogado Thierry Herzog de organizarem um acordo com o magistrado Gilbert Azibert, que atuava no Tribunal de Cassação. À época, o ex-presidente queria ajuda em um caso em troca de um alto cargo em Mônaco para o magistrado.
Além da condenação, Sarkozy perdeu os direitos políticos por três anos. O ex-presidente da França ainda é alvo de outros processos. Na última semana, o Ministério Público pediu que o conservador e outras 12 pessoas sejam julgados no caso do financiamento do regime de Muamar Kadafi na campanha eleitoral para as eleições de 2017.
Estão criadas as condições logísticas e materiais para a conclusão do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR).
Esta é a constação do encontro mantido entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Ossufo Momade, no quadro das consultas regulares em torno do DDR e outros assuntos.
Um comunicado enviado, à nossa redacção, refere que após a conclusão do DDR, terá início o pagamento das pensões nos termos do Decreto que fixa os benefícios de segurança social dos desmobilizados no âmbito do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional.
No encontro foram, igualmente, avaliados outros assuntos com destaque para o decurso do processo de recenseamento eleitoral e a pertinência e o funcionamento do futuro Fundo Soberano.
O ex-chefe do grupo de procuradores da operação anti-corrupção Lava Jato, Deltan Dallagnol, perdeu na noite de terça-feira (16), o mandato de deputado federal para o qual foi eleito nas eleições de Outubro de 2022 e que assumiu no passado dia 1 de Fevereiro.
O mandato parlamentar de Dallagnol foi cancelado por unanimidade dos sete juízes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a máxima instância eleitoral no Brasil.
O TSE caçou o mandato do ex-procurador baseado na chamada Lei da Ficha Limpa, que proíbe a eleição de candidatos que tenham sido condenados por um Tribunal colegiado ou de juízes e procuradores que renunciem aos seus cargos para fugir de punições.
Em Novembro de 2021, Deltan Dallagnol, renunciou ao cargo de procurador e deixou o Ministério Público Federal alegando motivos pessoais, mas contra ele transitavam nessa altura nada menos do que 15 procedimentos preliminares, ou seja, sindicâncias internas que poderiam resultar em processos e condenações, no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Os advogados de Dallagnol alegaram que, como esses procedimentos preliminares ainda não eram processos formais, o antigo procurador não tinha infringido a lei.
Mas a unanimidade dos juízes do TSE entendeu que o número de procedimentos era tão grande e os indícios de irregularidades eram tão robustos que forçosamente algum desses procedimentos provisórios, ou todos, resultaria em processo e punição, e que Deltan percebeu isso e renunciou ao cargo exatamente para fintar a lei, escapar de uma condenação e entrar na política.
Deltan pode recorrer ao próprio TSE e, dependendo do resultado desse recurso, também ao STF, Supremo Tribunal Federal, mas os efeitos da decisão da justiça eleitoral proferida esta terça-feira são imediatos e hoje já não é deputado.
Ao lado do ex-juiz Sérgio Moro, eleito senador em Outubro, que presidiu aos processos da Lava Jato e chegou a condenar e mandar para a cadeia em 2018 o hoje presidente Lula da Silva, Dallagnol, ficou famoso pela forma dura e fortemente mediática como coordenou os mais de 50 procuradores e promotores daquela operação anti-corrupção e transformou-se num herói nacional e exemplo de defesa da lei.
Mas anos depois, os atos dos dois foram anulados pelo Supremo Tribunal por abusos e irregularidades processuais e descobriu-se que forjaram provas para condenar acusados.
A Procuradora-Geral da República (PGR), Beatriz Buchili na cidade da Praia, que a extradição do ex-ministro das Finanças deve acontecer com a “maior celeridade”, para o interesse do país.
“Claro que esperamos [receber] é nosso cidadão, temos interesses processuais e é por isso mesmo também que nós estamos a pedir a extradição do cidadão Manuel Chang para o nosso país, para o interesse dos processos moçambicanos”, respondeu a PGR, na cidade da Praia, onde se encontra de visita oficial, a convite do seu homólogo cabo-verdiano, José Luís Landim.
Em 20 de Dezembro, os advogados sul-africanos da PGR de Moçambique avançaram à Lusa a intenção de solicitar a reconsideração do seu pedido de recurso contra a extradição de Manuel Chang para os EUA no âmbito das “dívidas não declaradas”.
Em causa está o pedido de interposição de recurso de Maputo que foi rejeitado pelo Supremo Tribunal de Recurso (SCA) da África do Sul, “por não haver razoável perspectiva de êxito no recurso e não existir outra razão imperiosa para o julgamento do recurso” no âmbito do processo das “dívidas não declaradas” segundo a ordem judicial a que a Lusa teve acesso.
“E para isso estamos na expectativa que se decida na maior celeridade, para o bem do processo e mesmo para protecção dos direitos do próprio cidadão”, completou Beatriz Buchili.
O presidente do Equador, Guillermo Lasso, dissolveu, na quarta-feira (17), a Assembleia Nacional equatoriana e convocou novas eleições parlamentares no país. A medida acontece após um grupo de legisladores abrir processo de impeachment contra ele, na terça-feira (16).
Para evitar a destituição do cargo à frente do Executivo, Lasso usou a cláusula constitucional conhecida como “muerte cruzada” (em tradução literal: morte mútua). Ao usar a tática, ele precisa renunciar ao cargo. Agora, as eleições para a Presidência e a Assembleia Nacional serão antecipadas.
Nessa terça-feira (16), a rede de notícias norte-americana CNN disse que Lasso poderia usar a tática para virar o jogo contra seus inimigos políticos.
Lasso assinou um decreto oficial e usou o artigo 148 da Constituição da República equatoriana, o qual possibilita ao chefe do Executivo dissolver a Assembleia Nacional (equivalente ao Congresso Nacional no Brasil) em caso de “grave crise política e comoção interna”.
No decreto publicado nesta quarta-feira em caráter de urgência e de efeito imediato, Lasso determinou:
dissolução da Assembleia Nacional;
convocação de novas eleições gerais pelo Conselho Nacional do Equador (CNE) nos próximos sete dias; e
fim imediato do mandato de todos os deputados.
Em suas redes redes sociais, Lasso comunicou que assinou o decretro com o “objetivo de dissolver” a Assembleia Nacional e convocar novas eleições.
À população Lasso diz que “esta é a melhor decisão para dar uma solução constitucional à crise política e comoção interna que o Equador está enfrentando e devolver ao povo equatoriano o poder de decidir seu futuro nas próximas eleições”.
O pedido de impeachment foi aprovado em 9 de maio com 88 parlamentares votando a favor, 23 contra e 5 abstenções. Para destituir um presidente no Equador são necessários 92 votos.
O mandatário é acusado de peculato e interferência na negociação de um contrato de transporte marítimo relacionado à exportação de derivados de petróleo. No entanto, Lasso afirma inocência e diz que alegações são fruto de motivações políticas.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, recebeu no Gabinete da Presidência da República, o ministro britânico de Desenvolvimento para a África e Commonwealth, Andrew Mitchel.
De acordo com o comunicado da Presidência, a visita de trabalho de Andrew Mitchel insere-se no quadro do reforço das relações de amizade, solidariedade e cooperação entre Moçambique e o Reino Unido.
O número de mortes nos combates no Sudão, entre o exército e os paramilitares da Força de Apoio Rápido (RSF), subiu para 822, com cerca de 3.200 civis feridos, disse o sindicato dos médicos local.
Num comunicado citado pela agência espanhola de notícias, o sindicato diz que “o número de mortos desde o início dos confrontos subiu para 822, com 3.215 feridos entre os civis” e acrescenta que “mais de 290 civis morreram nos dias 13 e 14 de maio”, ou seja, no fim de semana passado.
A maioria das mortes aconteceu no seguimento dos confrontos na cidade de Geneina, a capital do Estado do Darfur ocidental, onde se registaram 280 mortos e 169 feridos, assinalando os dias mais mortíferos desde o início das hostilidades.
O sindicato aponta que “o número de mortos e feridos não inclui a totalidade, porque não se conseguiu contactar com alguns hospitais devido à dificuldade de movimentos e à situação de insegurança no país”.
O gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA) disse no domingo que os combates entre o exército e a RSF tinha feito mais de 675 mortos e mais de 5.500 feridos, além de mais de um milhão de deslocados ou refugiados nos países vizinhos.
O conflito eclodiu em 15 de abril, num clima de tensões crescentes sobre a integração das RSF nas forças armadas, uma parte fundamental de um acordo assinado em dezembro para formar um novo Governo civil e reativar a transição após a destituição do então Presidente Al-Bashir em 2019, que foi prejudicada pelo golpe de outubro de 2021 que depôs o primeiro-ministro de unidade Abdullah Hamdok.
As duas partes acusam-se mutuamente de ter posto em causa sucessivas tréguas, a última das quais uma trégua de sete dias patrocinada pelo Sudão do Sul, que terminou na passada quinta-feira, enquanto estão em curso conversações na Arábia Saudita entre representantes do exército e dos paramilitares para chegar a acordo sobre uma trégua humanitária de 10 dias.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Especialista de Dados. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir para o quadro de pessoal Fiscais/Inspectores de Operações. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
Um conceituado escritório que presta serviços nos diversos ramos do direito, pretende recrutar para seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Administrativa. Saiba mais.
A Associação PROGRESSO pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Materiais de Ensino e Aprendizagem de Elomwe e Português. Saiba mais.
A Pine3 – Consultoria & Formação Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Formado em Gestão de Empresas/Economia. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos está a recrutar para seu cliente um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos está a recrutar para seu cliente um (1) Motorista de Entregas. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar um (1) Consultor para Documentação do Cartão de Pontuação Comunitária (CPC). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar um (1) Consultor para Documentação de Histórias de Sucesso. Saiba mais.
A Solidarités International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividade de Administração e Coordenação de Acampamento CCCM. Saiba mais.
Empresa do grupo A, no ramo de Segurança Corporativa, com foco na Gestão de Risco de Segurança, Segurança Cibernética e Proteção de Individualidades, pretende recrutar um (1) Gestor de Segurança Corporativa. Saiba mais.
Empresa do Grupo A, com actividades em diferentes sectores econômicos no país, pretende recrutar um (1) Gestor de Contabilidade e Finanças. Saiba mais.
Empresa do Grupo A, no ramo de Produção e Distribuição de Equipamento Industrial, pretende recrutar um (1) Técnico de Procurement e Logistica. Saiba mais.
Comité de empresa rejeita que a operadora de telecomunicações estatal esteja à beira do “colapso”, como afirma o Governo moçambicano.
O comité de empresa da Tmcel descarta a ideia de um “colapso” iminente.
Na semana passada, o ministro Mateus Magala anunciou no Parlamento que eram necessárias medidas urgentes para salvar a empresa, porque a Tmcel “perdeu a capacidade de honrar os seus compromissos, incluindo o não pagamento de salários”.
Mas o secretário do comité de empresa, Fausto Maurício, referiu esta segunda-feira (15) em conferência de imprensa que a situação na Tmcel é melhor do que a descrita pelo ministro dos Transportes e Comunicações.
“A situação é boa, porque estamos a sentir um ritmo de mudança”, assegurou. “Estamos a sentir a melhoria das operações da empresa relativamente à implantação de novos sistemas e novas redes, mas também na questão do pagamento de salários”.
Trabalhadores apanhados de surpresa
O ministro Mateus Magala anunciou ainda, na semana passada, que o Governo decidiu vender 80% das ações da empresa e reduzir a massa laboral em 60%.
Fausto Maurício diz que o anúncio constituiu uma surpresa para os trabalhadores e lamentou que nunca tenham sido abordados sobre a matéria: “Um grande número de colegas e mesmo o comité de empresa foram colhidos de surpresa relativamente a estes pronunciamentos sobre a redução da mão de obra”, afirmou.
“Nós não estamos contra, mas não temos informação sobre os critérios para a definição destes 60%.”
Dívida milionária
O comité de empresa reuniu esta segunda-feira com os trabalhadores sobre a situação na Tmcel.
“Era nossa obrigação sentar com os trabalhadores e demonstrar que a [sua] inquietação tem razão de ser, mas temos de ter calma”, apelou Fátima Gravata, que também é membro do comité.
O assunto será “resolvido” com a gestão da Tmcel, o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) e o próprio ministro Mateus Magala, acrescentou.
De acordo com o Governo moçambicano, a Tmcel tem uma dívida superior a 400 milhões de dólares. A organização não-governamental Centro para Democracia e Desenvolvimento (CDD) pediu esta segunda-feira que a administração da empresa estatal seja investigada.
O Executivo decidiu formar a Tmcel em 2016 como resultado da fusão de duas empresas à beira da falência, nomeadamente a Moçambique Celular (Mcel) e Telecomunicações de Moçambique (TDM).
O líder da oposição turca, Kemal Kiliçdaroglu, apelou hoje aos jovens para que, na segunda volta das eleições presidenciais salvem o país do “despotismo” e da “escuridão sem fundo”.
“Queridos jovens: a primeira volta terminou. A principal verdade é que saiu das urnas uma mensagem de mudança. São mais os que querem mudanças neste país do que os que não querem”, escreveu o social-democrata na rede social Twitter.
“Também está claro que nos cabe a nós lutar ainda mais para nos salvarmos de um governo tão despótico”, destacou Kiliçdaroglu.
O líder da oposição obteve 45% dos votos na primeira volta das eleições presidenciais turcas, realizadas no passado domingo, contra 49,5% do atual presidente, Recep Tayyip Erdogan, que lidera o país há 20 anos e perdeu a maioria absoluta pela primeira vez.
Nenhum dos candidatos conseguiu ultrapassar 50% dos votos, o que seria necessário para vencer as eleições logo na primeira volta.
Os restantes votos foram para o candidato nacionalista Sinan Ogan, que conseguiu atrair uma parte dos votos dos jovens.
Kiliçdaroglu criticou ainda o partido de Erdogan, o Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), lembrando que este recebeu candidatos de duas formações ultraislâmicas que acusou de “torturadores” e de “tratarem as mulheres como objetos”.
Destacou também a situação económica do país, afetado por uma forte inflação e pela rápida desvalorização da moeda.
O líder da oposição concluiu com a promessa de que depois da segunda volta, a 28 de maio, o país “sairá do túnel escuro”.
Apesar de Erdogan ter perdido com este resultado a maioria absoluta que obteve em 2014 e que revalidou em 2018, o apoio recebido está bem acima do que as sondagens previam.
A missão de observadores internacionais da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) assinalou que as eleições foram marcadas pela violação de alguns direitos e pelas vantagens de que gozam os candidatos governamentais.
Número de casos de diarreia volta a disparar na província de Maputo. Na última semana o sector da Saúde, na província de Maputo, registou um cumulativo de cerca de quinze mil casos de diarreia, contra treze mil da semana anterior.
Os distritos de Boane, Magude, Matutuíne e Marracuene são os que apresentam maior número de casos da doença.
O director provincial de Saúde, Daniel Chemane, avançou que perante o cenário, o sector está a intensificar as acções de sensibilização das comunidades para se prevenirem da doença.
Um tribunal alemão condenou esta terça-feira cinco homens pelo roubo de jóias do século XVIII com um valor superior a 100 milhões de euros de um museu de Dresden em 2019, noticiou a imprensa internacional.
Segundo a agência de notícias Associated Press (AP), que cita os meios de comunicação alemães, os cinco homens foram condenados a penas de prisão que variam entre os quatro anos e quatro meses e os seis anos e três meses.
Um dos acusados foi absolvido, segundo a AP.
O tribunal de Dresden determinou que os cinco homens – com idades entre 24 e 29 anos – foram os responsáveis pela invasão do Museu Grüne Gewölbe [Abóbada Verde, em português], em Dresden, no leste da Alemanha, em 25 de novembro de 2019.
Os acusados foram considerados culpados pelo roubo de 21 jóias que continham mais de 4.300 diamantes, com um valor total segurado em cerca de 113,8 milhões de euros.
Foram condenados ainda por incêndio intencional e criminoso agravado, lesão corporal grave, roubo com armas e danos à propriedade.
Os cinco homens foram detidos em operações realizadas pelas autoridades alemãs.
Em janeiro, houve um acordo estabelecido entre a defesa, a acusação e o tribunal após a devolução de grande parte das jóias roubadas.
O Grüne Gewölbe é um dos museus mais antigos do mundo. O museu foi inaugurado em 1723 e contém o tesouro do príncipe Augusto, conhecido como o Forte da Saxónia, abrigando cerca de 4.000 objetos de ouro, pedras preciosas e outros materiais nobres.
Três pessoas morreram e sete ficaram feridas, incluindo dois agentes da polícia, quando um jovem de 18 anos abriu fogo numa cidade no sul dos Estados Unidos, antes de ser abatido pelas forças de segurança.
O tiroteio ocorreu por volta das 11 horas de segunda-feira (18 em Portugal continental) em Farmington, uma cidade com cerca de 50 mil habitantes, no estado do Novo México, que serve de dormitório para a indústria de petróleo e gás natural da região.
O chefe adjunto da polícia de Farmington, Baric Crum, disse numa conferência de imprensa que os agentes foram chamados e encontraram “uma cena caótica”, com um homem a disparar sobre pessoas numa rua residencial. A polícia confrontou o suspeito antes de o abater com um tiro, acrescentou.
O chefe da polícia de Farmington, Steve Hebbe, disse que o atirador tinha pelo menos três armas e que parece ter escolhido os alvos de forma “puramente aleatória”, tendo disparado contra pessoas, casas e automóveis ao longo de uma extensão de 400 metros.
O Centro Médico Regional de San Juan recebeu sete feridos, incluindo um agente da polícia de Farmington e um agente da polícia estadual.
O autarca de Farmington, Nate Duckett, disse num comunicado que os dois agentes foram baleados, mas que não correm risco de vida.
“Hoje, a nossa comunidade viveu uma terrível tragédia que ceifou a vida de três cidadãos inocentes e feriu vários outros”, disse Duckett, acrescentando que o incidente deixou a população “em angústia e descrença”.
Depois dos disparos, as escolas da cidade foram colocadas em “bloqueio preventivo”. No entanto, a polícia garantiu que “não há outras ameaças conhecidas neste momento”.
A governadora do Novo México, Michelle Lujan Grisham, disse num comunicado que o incidente “serve para recordar novamente como a violência armada destrói todos os dias vidas” nos Estados Unidos.
Desde o início do ano, o portal Gun Violence Archive já registou mais de 220 tiroteios em massa com pelo menos quatro mortos ou feridos.
Pelo menos seis pessoas morreram na sequência de um incêndio num hostel de vários andares, em Wellington, na Nova Zelândia, revelou o primeiro-ministro do país, Chris Hipkins, aos meios de comunicação locais, citados pela BBC News.
Apesar de dezenas de pessoas já terem sido resgatadas, várias outras mantêm-se desaparecidas. Chris Hipkins alertou para o facto de o número de mortos poder vir a aumentar.
Segundo a Reuters, o incêndio deflagrou no último andar do edifício. A polícia adiantou que há o risco de o teto do hostel desabar e que, por isso, novas informações serão divulgadas quando for seguro entrar no edifício. Até ao momento, já foram retiradas 52 pessoas.
Quando chegaram ao local do incêndio, os bombeiros encontraram o piso superior do edifício em chamas. Foram mobilizados pelo menos 20 camiões de bombeiros para combater o incêndio.
Um adolescente de 17 anos perdeu a vida no último sábado, no bairro Magoanine “C”, cidade de Maputo, vítima de uma descarga eléctrica.
De acordo com relatos de testemunhas, a vítima teria tentado retirar cabos eléctricos de uma residência inundada, quando acabou sofrendo uma forte descarga eléctrica que foi fatal.
“A última vez em que falei com ele foi na sexta-feira, quando me disse que estava sem dinheiro e que estava prestes a entrar em casas abandonadas devido às enchentes e retirar o material eléctrico para vender. Aconselhei-lhe a não seguir por esse caminho porque era perigoso, mas, como estava decidido, acordou às primeiras horas de sábado para o local, onde acabou por morrer eletrocutado”, disse um dos amigos da vítima.
O corpo do adolescente foi encontrado, depois de uma busca realizada por familiares e amigos.
A local resident walks past the fallen trees after Cyclone Mocha's crashed ashore, in Kyauktaw in Myanmars Rakhine state on May 14, 2023. Cyclone Mocha crashed ashore in Myanmar and southeastern Bangladesh on May 14, uprooting trees, scattering flimsy homes in Rohingya displacement camps and bringing a storm surge into low-lying areas. (Photo by SAI Aung MAIN / AFP)
Pelo menos 41 pessoas morreram no estado de Rakhine, no oeste de Myanmar (antiga Birmânia), após a passagem do ciclone Mocha, o mais forte da última década, que deixou ainda milhares de pessoas retidas pela subida das águas.
“Podemos confirmar que há 17 mortos”, disse o administrador da aldeia de Bu Ma, Karlo, a um jornalista da agência France-Presse (AFP), dois dias após a passagem do Mocha.
“Haverá mais mortos porque mais de cem pessoas estão desaparecidas”, acrescentou.
A este número juntam-se 24 mortos comunicados à mesma agência por um responsável da aldeia vizinha de Khaung Doke Kar, que pediu para não ser identificado por recear represálias da junta militar que governa o país.
A última contagem da junta, realizada na segunda-feira, foi de cinco mortos e um número não especificado de feridos, notou ainda a AFP.
Os fortes ventos feriram mais de 700 das mais de 20 mil pessoas que tinham procurado abrigo em edifícios como mosteiros e escolas localizados nos pontos mais altos de Sittwe, capital do estado de Rakhine, disse, por sua vez, à agência de notícias Associated Press um líder de uma associação de beneficência.
As autoridades tinham ainda retirado mais de quatro mil residentes de Sittwe para outras cidades do estado de Rakhine.
Equipas de salvamento tiveram de resgatar na segunda-feira cerca de mil pessoas retidas pela subida da água do mar, que em alguns pontos ao longo da costa oeste de Myanmar chegou a 3,6 metros de altura.
A extensão dos dados num dos países menos desenvolvidos da Ásia não é ainda conhecida, uma vez que os ventos fortes derrubaram torres de rede móvel, deixando grande parte da área sem acesso a telecomunicações.
Vários feridos foram relatados no vizinho Bangladesh, que foi poupado ao impacto direto do Mocha.
A região de Cox’s Bazar, no Bangladesh, onde se situa o maior campo de refugiados do mundo, estava no trajeto previsto para a tempestade, o que levou à retirada de centenas de milhares de pessoas.
Um funcionário do Governo do Bangladesh, Enamur Rahman, disse que os danos ainda estão a ser avaliados, mas que cerca de duas mil casas foram destruídas e outras 10 mil foram danificadas na ilha de Saint Martin, na Baía de Bengala, e em Teknaf.
O Conselho de Administração da junta militar que controla Myanmar emitiu declarações de desastre para 17 municípios no estado de Rakhine.
O gabinete de informações militares de Myanmar disse que o Mocha danificou casas, transformadores elétricos, torres de rede móvel, barcos e postes de iluminação nos distritos de Sittwe, Kyaukpyu e Gwa e nas ilhas Coco, cerca de 425 quilómetros a sudoeste da maior cidade do país, Rangum.
O representante do Programa de Desenvolvimento da ONU em Myanmar disse que a chegada do Mocha coloca “dois milhões de pessoas em risco. Prevê-se que os danos e perdas sejam extensos”.
“Estamos prontos para responder e precisaremos de acesso desimpedido a todas as comunidades afetadas”, sublinhou Titon Mitra, na rede social Twitter.
A televisão estatal de Myanmar informou que a junta militar está a preparar-se para enviar alimentos, medicamentos e pessoal médico para a área atingida pela tempestade.
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, venceu as eleições presidenciais realizadas no domingo, mas terá que disputar a segunda volta, ao não conseguir mais de 50% dos votos, anunciou a Comissão Eleitoral.
O presidente da Comissão Eleitoral, Ahmet Yener, declarou que, com a contagem praticamente finalizada, nenhum dos candidatos conseguirá ultrapassar 50% dos votos, o que seria necessário para vencer as eleições logo na primeira volta.
Com 49,5% dos votos, Erdogan terá que disputar uma segunda volta em 28 de maio frente ao social-democrata Kemal Kiliçdaroglu, que de acordo com dados ainda provisórios da Comissão, tem 45% dos votos.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...