Em Londres, milhares de pessoas saíram à rua em defesa do povo palestiniano. Um protesto com exigências dirigidas ao primeiro-ministro britânico, como constatou a correspondente da RTP, Rosário Salgueiro.
Entretanto, as autoridades já avisaram contra o apoio ao Hamas – que, por ser considerada uma organização terrorista, pode dar pena de até quatro anos de prisão.
A sala de operação do Hospital Provincial da Matola, província de Maputo, sofreu um incêndio, que provocou danos ainda por calcular, conforme deu a conhecer a directora clínica desta unidade sanitária, Joana Nachaque.
Contudo, Nachaque disse ainda ao “domingo” que uma equipa multisectorial vai trabalhar hoje no local, para descobrir as possíveis causas e aferir os prejuízos causados.
Acrescentou que, no momento do incêndio, um doente estava em repouso pós-operação, entretanto foi retirado e encontra-se fora de perigo.
Destaque-se que a sala afectada funciona ao lado da maternidade. Por esta razão, os doentes que se encontravam, na altura, neste serviço de atendimento foram retirados igualmente em segurança para outras salas daquele hospital, disse a directora clínica.
Terminou afirmando que o fogo foi controlado por uma equipa de salvação pública da empresa Mozal.
As Forças de Segurança de Israel estão de prontidão para invadir por terra a Faixa de Gaza. A expectativa de uma incursão de grandes proporções no território palestino cresce em meio ao acirramento do conflito entre israelenses e o grupo radical Hamas.
O Exército de Israel anunciou ter iniciado incursões localizadas ao território palestino. De acordo com o jornal Haaretz, as forças de segurança entraram na Faixa de Gaza para recuperar reféns e destruir estruturas do Hamas.
No entanto, o conflito, que existe há décadas, escalou no último sábado, quando o grupo radical atacou o território israelense. Desde então, Israel passou a promover uma série de bombardeiros na Faixa de Gaza. O número de mortos de ambos os lados passa de 3 mil.
O Exército de Israel determinou que os civis que vivem na área norte da Faixa de Gaza desocupassem a região em um prazo de 24 horas. A medida, conforme as autoridades israelenses, buscaria garantir a segurança antes da invasão terrestre.
Contudo, a Organização das Nações Unidas (ONU) reagiu à determinação e disse que seria impossível deslocar 1,1 milhão de pessoas da região sem “consequências humanitárias devastadoras”.
A ONU ainda comunicou que o secretário-geral da organização, António Guterres, está em contato com Israel para tentar reverter “uma tragédia humanitária”. A informação foi repassada pelo porta-voz da instituição, Stéphane Dujarric.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não deu indicação de recuo. Na noite de sexta, em um discurso na televisão, o premiê prometeu destruir o grupo radical e disse que “este é apenas o começo”, referindo-se à contraofensiva ao Hamas.
Por volta das 13 horas, os residentes de Vilankulo decidiram amotinar-se defronte do edifício onde funciona a Comissão Distrital de Eleições.
Os mesmos exigiam que tivessem acesso a sala onde decorria o apuramento dos resultados de votação para acompanhar o processo.
Segundo apurou o “O País” os manifestantes diziam que não confiavam naquele órgão, uma vez que na madrugada de quinta-feira já circulavam informações que davam conta da victória da Renamo. Entretanto as informações que circulavam davam conta que na verdade, foi a Frelimo quem ganhou.
Depois de negociações com os mesmo que se mostravam irredutíveis a ordem de se retirar dali, houve agitação, a Unidade de Intervenção Rápida foi acionada para dispersar a população.
Quando aquela unidade da polícia chegou começou a disparar gás lacrimogêneo, como medida para que os manifestantes abandonassem o local.
De acordo com a Porta Voz da Polícia em Inhambane Nércia Bata, não houve pessoas feridas e nem detidas e afirma que a situação já está controlada, sendo que a população já pode se deslocar, sem problemas.
Israel anunciou a morte de Ali Qadi, comandante da força de elite do Hamas, conhecida como “Nukhba”, considerado o principal líder do ataque terrestre de há uma semana no sul do país e que desencadeou o atual conflito.
Num comunicado, e com base em informações fornecidas pelos serviços secretos de Israel (o Shin Beth), o exército israelita adiantou que Qadi, um dos principais comandantes do movimento islamita que governa a Faixa de Gaza desde 2007, foi abatido na sequência de um bombardeamento perpetrado por um ‘drone’ (aparelho voador não tripulado).
De acordo com o exército israelita, o comandante da unidade “Nukhba” (“elite” em árabe) do Hamas, movimento considerado terrorista pela União Europeia (UE) e pelos Estados Unidos, já tinha sido preso em 2005 após o rapto e assassínio de civis israelitas e foi libertado como parte de uma troca de prisioneiros em 2011.
Um porta-voz do exército israelita lembrou que Qadi foi libertado pelas autoridades israelitas no âmbito da troca de detidos após a libertação do soldado franco-israelita Gilad Shalit, raptado em 25 de junho de 2006 pelo Hamas e libertado em 18 de outubro de 2011, após cinco anos e meio de cativeiro na Faixa de Gaza.
Uma fonte do Hamas, contactada pela agência noticiosa France-Presse (AFP), escusou-se a comentar a alegada morte do comandante apresentado como “Ali al-Qadi”, e não deu qualquer informação sobre o seu destino. No entanto, o Hamas confirmou tratar-se de um comandante da unidade “Nukhba”.
Segundo esta fonte, Qadi, de 37 anos, era natural de Ramallah, na Cisjordânia, e tinha sido expulso para Gaza.
Entretanto, o sangrento ataque perpetrado pelo movimento islamita Hamas no sábado passado provocou a morte de mais de 1.300 israelitas, na sua grande maioria civis, incluindo mulheres, crianças e idosos, e 3.200 feridos, além de 120 civis feitos reféns na Faixa de Gaza, segundo as autoridades israelitas.
Do lado palestiniano, segundo os dados mais recentes apresentados hoje pelo Ministério da Saúde local, o número de mortos nos bombardeamentos israelitas na Faixa de Gaza subiu de 1.900 para 2.215, incluindo 724 crianças.
Nas últimas horas, Israel anunciou também a morte, sexta-feira à noite, num ataque na Faixa de Gaza, do chefe das operações aéreas do movimento islamita, Murad Abu Murad, também considerado um dos organizadores do ataque de sábado passado contra Israel.
“Murad Abu Murad, o chefe das operações aéreas na cidade de Gaza, que esteve fortemente envolvido e liderou os terroristas no ataque assassino de sábado [07 de outubro], foi morto durante o ataque”, declarou o exército israelita, numa mensagem acompanhada por um vídeo que mostrava um edifício a ser destruído por um míssil.
Ossufo Momade, presidente do partido Renamo, acusa a Polícia da República de Moçambique (PRM) de expulsar os delegados de candidatura do seu partido das mesas de votação, acto que diz ter iniciado às 22 horas de ontem.
Ossufo Momade entende que a medida visava “garantir o enchimento de votos nas urnas”, acusou.
“Não lhes foi entregue os editais e as actas e registaram-se cortes deliberados de energia eléctrica em várias mesas de votação”, disse, acrescentando que o cabeça-de-lista da Renamo em Quelimane, Manuel de Araújo, “foi detido”, ainda que de forma temporária.
De acordo com o Presidente da Renamo, as eleições tiveram irregularidades em quase todas as autarquias, “principalmente nas grandes cidades, o que pode gerar convulsões sociais”.
TOPSHOT - This aerial photo show heavily damaged buildings following Israeli airstrikes in Gaza City on October 10, 2023. Israel pounded Hamas targets in Gaza on October 10 and said the bodies of 1,500 Islamist militants were found in southern towns recaptured by the army in gruelling battles near the Palestinian enclave. (Photo by BELAL AL SABBAGH / AFP)
O número de mortos nos bombardeamentos israelitas no território palestiniano controlado pelo movimento islamita Hamas em Gaza subiu de 1.900 para 2.215, incluindo 724 crianças, anunciou o Ministério da Saúde palestiniano.
Uma semana após o Hamas ter lançado um ataque sem precedentes contra Israel, que provocou cerca de 1.300 mortos em território israelita, o departamento governamental sanitário palestiniano de Gaza acrescentou num comunicado que, dos 2.215 mortos, 724 são crianças e 458 mulheres, enquanto 8.714 outras pessoas ficaram feridas.
O Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA), que cita dados do Ministério das Obras Públicas de Gaza, indicou que, após a primeira semana, o conflito já deixou 1.300 edifícios completamente destruídos na Faixa de Gaza.
De acordo com a ONU, foram destruídos 1.324 edifícios residenciais e não residenciais, num total de 5.540 habitações, enquanto 3.750 outras casas foram danificadas a ponto de se tornarem inabitáveis.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou na sexta-feira que os atuais ataques a Gaza são apenas “o começo”, numa altura em que Israel procura retaliar contra o sangrento ataque do Hamas de 07 de outubro, lançado a meio do Sabat, o período de descanso semanal dos judeus, e no último dia do feriado de Sukkot.
Contudo, centenas de combatentes do Hamas infiltraram-se em Israel em veículos, por via aérea e marítima, matando mais de mil civis na rua e em residências, espalhando o terror sob um dilúvio de foguetes.
Durante o ataque, que deixou o país atónito, os milicianos do Hamas, movimento islamita considerado terrorista pela União Europeia (UE) e pelos Estados Unidos, raptaram dezenas de reféns israelitas, estrangeiros e cidadãos com dupla nacionalidade, que o grupo islamita, que controla Gaza desde 2007, ameaça executar.
Entretanto, o Ministério da Saúde palestiniano declarou que pelo menos 1.900 habitantes de Gaza, na sua maioria civis, e mais de 600 crianças, foram mortos nos ataques israelitas no enclave densamente povoado.
A ONU está a tentar contabilizar o número de pessoas deslocadas das suas casas na Faixa de Gaza, com mais de 423.000 registadas no final de quinta-feira.
Israel avisou que 1,1 milhões de pessoas que vivem no norte do enclave devem deslocar-se rapidamente para o sul, antes de uma esperada ofensiva terrestre.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou uma mensagem de condolências pela morte da activista dos Direitos Humanos Alice Mabota, vítima de doença.
Entretanto, na mensagem, o Chefe do Estado refere que Alice Mabota sempre trabalhou erguendo a sua voz contra as injustiças, corrupção e outros males que afligem a sociedade moçambicana.
“Neste momento de dor, endereço as nossas sentidas condolências à família enlutada e aos moçambicanos que se vêem privados de uma das vozes mais audíveis em matéria de direitos humanos”, diz Filipe Nyusi.
Pelo menos 403 docentes que leccionam diversos níveis de ensino na província de Inhambane ainda não receberam os seus salários desde o início do ano. Trata-se de professores contratados no presente ano lectivo.
Contudo, o facto foi partilhado pelo responsável do Departamento da Organização, Informação Assuntos Profissionais e Género na Organização Nacional dos Professores (ONP) em Inhambane, Geraldo Natiel, na esteira das comemorações de 12 de Outubro, Dia do Professor.
Natiel disse que, além deste número, o Estado deve a 5107 docentes, dos quais 3763 horas extraordinárias e 1244 segundas turmas. No total, são 29.871 horas por serem pagas nesta região do país.
Entretanto, informações em poder do “Notícias” indicam que a falta de pagamento dos salários se deve aos constrangimentos na integração destes funcionários no sistema de gestão dos recursos humanos desde a adopção da Tabela Salarial Única (TSU).
A Assembleia Nacional de Angola realiza este sábado uma sessão plenária extraordinária para apreciar a proposta de destituição do Presidente da República, João Lourenço, apresentada pela UNITA.
A marcação da reunião plenária foi anunciada sexta-feira no final de uma reunião da Comissão Permanente da Assembleia Nacional de Angola.
A iniciativa do grupo parlamentar da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) foi publicamente anunciada em julho deste ano, apresentando como fundamentos a violação grave da Constituição da República, por atentado contra o Estado Democrático de Direito, por meio da subversão de regras de execução orçamental, da economia de mercado e do sistema republicano, bem como por prática de corrupção, peculato, tráfico de influências e reiterada prática de nepotismo.
Contudo, o documento, com cerca de 100 páginas e mais de 200 articulados, foi subscrito por 90 deputados da UNITA, identificando mais de 200 provas documentais e arrolando como testemunhas 40 cidadãos.
Em conferência de imprensa que antecedeu entrega da proposta, o líder do grupo parlamentar da UNITA, Liberty Chiaka, disse que, segundo a lei, depois de entregue o documento, o Plenário da Assembleia Nacional deve reunir-se com urgência, para organizar o processo.
Caberá ao plenário aprovar por votação secreta uma resolução sobre a matéria, por maioria de dois terços dos deputados em efetividade de funções, sendo que o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder) detém a maioria dos lugares no parlamento.
Caso seja aprovada, a petição de procedimento deve ser enviada ao Tribunal Supremo, para eventual processo criminal, e ao Tribunal Constitucional para verificar a conformidade do processo deliberado pela Assembleia Nacional.
No entanto, a conclusão do processo de destituição do Presidente da República tem prioridade absoluta sobre qualquer outro assunto da Assembleia Nacional e deve findar no prazo máximo de 120 dias a partir da data de receção da presente iniciativa, adiantou Chiaka.
A plenária extraordinária deste sábado antecede a abertura do ano parlamentar, marcada para segunda-feira e que terá como ponto alto a mensagem do Presidente angolano, João Lourenço sobre o Estado da Nação.
A não assinatura e afixação das actas das operações de votação e apuramento parcial dos resultados abre espaço para que os concorrentes políticos contestem os resultados das eleições. Assim, os contestatários, deverão submeter uma queixa junto ao tribunal.
O processo de votação nas sextas eleições autárquicas em Moçambique foi marcado por irregularidades de vária ordem. De um modo geral, a votação foi ordeira e pacífica, não obstante casos isolados de violência registados numa e noutra autarquia.
O que tem estado a preocupar aos partidos, aos eleitores e também os observadores das eleições da última quarta-feira são, por exemplo, a recusa de assinatura de actas das operações de votação e apuramento parcial dos resultados.
No entanto, a assinatura da acta é obrigatória, de acordo com o artigo 100, da Lei Eleitoral, que determina que:
“O presidente da mesa da assembleia de voto distribui cópias da acta e do edital original do apuramento de votos, devidamente assinadas e carimbadas, aos delegados de candidatura e aos membros das mesas de voto indicados pelos partidos políticos, coligação de partidos políticos ou grupo de cidadãos eleitores proponentes”.
Partidos da oposição reclamam de tentativas de fraude eleitoral e já avisaram que não vão aceitar os resultados se forem manipulados.
Segundo a Lei Eleitoral, o STAE tem três para divulgar os resultados do apuramento distrital. Já os resultados a nível nacional só poderão ser divulgados pela Comissão Nacional de Eleições 15 dias depois da votação, isto é, os resultados devem ser divulgados pela CNE até ao dia 26.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Projecto. Saiba mais.
A Sonital Plaza, Lda uma empresa vocacionadas nas de restauração, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Restaurante. Saiba mais.
A produção da castanha de caju poderá registar um crescimento na campanha 2023-2024 ao atingir 160 mil toneladas, contra 157 mil registadas na safra anterior.
Para o efeito, a região Norte do país juntamente com a província da Zambézia, no Centro, poderão contribuir com 120 mil toneladas entre Outubro e Janeiro, enquanto outras produzirão dez mil toneladas de Novembro a Março.
Por sua vez, a região Sul do país poderá produzir 30 mil toneladas entre Novembro e Abril.
Contudo, a antevisão foi partilhada por Paulino Sitoe, chefe do Departamento de Fomento e Produção de Amêndoas no Instituto de Amêndoas de Moçambique, durante a primeira sessão do comité do sector realizada, há dias, em Maputo.
Na região Sul, o cenário actual indica largas possibilidades de uma boa produção e comercialização da castanha, apesar da previsão de ocorrência de chuvas torrenciais durante a campanha.
Uma suspeita de bomba mobiliza as forças de segurança no Aeroporto de Brasília, no fim da tarde de quarta-feira. Horas depois, a suspeita foi descartada.
A Inframerica, empresa responsável pela administração do terminal, solicitou o apoio da Polícia Federal após um objeto ser encontrado em uma farmácia localizada na área pública do desembarque.
Apesar do ocorrido, as operações aéreas ocorrem normalmente e não há impacto em voos no aeroporto. Ainda não há informações sobre o que seria o objeto encontrado.
Funcionários do aeroporto disseram ao Metrópoles que, a princípio, o artefato não é explosivo, mas composto por 3 baterias de lítio e um cabo. Mesmo assim, o item foi levado para a perícia.
Mia Khalifa foi despedida da empresa Red Light Holland, depois de ter aplaudido os ataques do Hamas em Israel, avançou na quarta-feira OGlobo.
O empresário Todd Shapiro pediu à antiga atriz pornográfica que “evolua e se torne um ser humano melhor”, numa publicação na rede social X/Twitter.
“O facto de tolerar a morte, a violação da vida e o espancamento de reféns é verdadeiramente nojento”, vincou.
No entanto, Mia Khalifa sempre criticou a posição de Israel, acusando o estado de praticar “apartheid”. Desde sábado, partilhou inúmeras publicações de apoio ao grupo islâmico Hamas e recebeu críticas dos internautas.
Quatro menores morreram e oito pessoas ficaram feridas e foram levadas para vários hospitais devido a um incêndio num edifício em Vigo, na Galiza, informaram as autoridades espanholas.
Entretanto, o jornal Faro de Vigo indica, citando os vizinhos, que as vítimas são uma mulher com cerca de 30 anos e os três filhos, com idades entre os 8 e os 14 anos. O marido e outra filha, de 6 anos, estão entre os feridos, diz a mesma fonte.
Segundo indicou o serviço 112, os bombeiros de Vigo, a polícia nacional e a polícia local estão a trabalhar no local do incêndio, que ocorreu na rua Alfonso X el Sabio.
No entanto, foram chamados psicólogos do Colégio Oficial de Psicologia da Galiza, especializados em emergências graves.
Um verdadeiro milagre foi o que aconteceu em Kémerovo, na Rússia. Uma mulher desmaiou a fazer queda livre e não conseguiu acionar o paraquedas para aterrar em segurança.
Valeu-lhe a rapidez e perspicácia do instrutor que, ao aperceber-se do que tinha acontecido, saltou do avião e alcançou a aluna, acionando ele mesmo o paraquedas.
O vídeo termina nesse mesmo momento. Contudo, segundo a imprensa russa, em poucos segundos a mulher ‘acordou’ e conseguiu estabilizar o voo, pousando em segurança.
No entanto, as imagens arrepiantes rapidamente tornaram-se virais e estão agora a ser reproduzidas um pouco por todo o mundo.
A visita constituirá uma oportunidade para “celebrar as relações calorosas entre os dois países e a parceria forte e dinâmica que continuam a desenvolver”.
O Rei britânico Carlos III e a rainha Camila vão realizar uma visita de Estado ao Quénia de 31 de Outubro a 3 de Novembro, a primeira viagem a um país da Commonwealth.
A visita, a convite do Presidente queniano, William Ruto, constituirá uma oportunidade para “celebrar as relações calorosas entre os dois países e a parceria forte e dinâmica que continuam a desenvolver”, declarou o Palácio de Buckingham em comunicado.
Contudo, a deslocação terá lugar cerca de um mês e meio após a visita dos monarcas britânicos a França e perto das celebrações do 60.º aniversário da independência do Quénia, proclamada em 12 de Dezembro de 1963.
A primeira visita de Carlos III como Rei terá lugar “no país onde começou o reinado da Rainha Isabel II”, em Fevereiro de 1952, sublinha o Palácio.
A então princesa encontrava-se no Quénia, no âmbito de uma viagem pela Commonwealth, quando o pai, o Rei Jorge VI, morreu.
Carlos e Camila visitarão a capital Nairobi e a cidade meridional de Mombaça e terão encontros com o Presidente William Ruto e a primeira-dama queniana, com funcionários das Nações Unidas, com líderes empresariais e religiosos e com jovens.
O programa da visita “reflectirá a forma como o Quénia e o Reino Unido estão a trabalhar em conjunto, em especial para impulsionar a prosperidade mútua, combater as alterações climáticas, promover oportunidades para os jovens e o emprego, fomentar o desenvolvimento sustentável e criar uma região mais estável e segura”, lê-se no comunicado.
A visita será também uma oportunidade para discutir “os aspectos mais dolorosos da história comum do Reino Unido e do Quénia” nos anos que antecederam a independência, acrescentou o Palácio.
Entre 1952 e 1960, mais de 10.000 pessoas foram mortas no Quénia na sequência da revolta dos Mau Mau contra o domínio colonial, uma das repressões mais sangrentas do Império Britânico.
Após um processo judicial que durou vários anos, o Reino Unido aceitou, em 2013, indemnizar mais de 5.000 quenianos pelo tratamento recebido durante a revolta, num montante total de quase 20 milhões de libras (cerca de 23 milhões de euros).
“Durante a visita, Sua Majestade terá tempo para aprofundar a sua compreensão das injustiças sofridas pelo povo queniano durante este período”, vincou o Palácio.
Outra fonte de tensão está relacionada com a presença de tropas britânicas no Quénia.
Em agosto, o parlamento queniano abriu uma investigação sobre o exército britânico, que tem uma base nos arredores da cidade de Nanyuki, cerca de 200 quilómetros a norte de Nairobi.
O caso mais mediático é o da morte, em 2012, de uma jovem mãe queniana, Agnes Wanjiru, cujo corpo foi encontrado numa fossa séptica, depois de ter sido vista viva pela última vez com um soldado britânico.
Esta é a quarta visita oficial de Carlos ao país. Foi também no Quénia que o Príncipe William, o herdeiro do trono, pediu Catherine Middleton em casamento em 2010.
O processo de votação em Moçambique, realizado nas eleições locais, foi marcado por uma série de irregularidades e conflitos, segundo um comunicado do Consórcio Eleitoral Mais Integridade, o qual inclui cerca de 2000 observadores que monitoraram 1200 mesas em 30 dos 65 municípios do país, das 7h00 até às 18h00.
O comunicado, que apresenta as principais constatações do consórcio até às 18h00, ressalta que essas observações são válidas apenas para as mesas observadas pelas equipas do consórcio. Apesar de 96% dos observadores terem considerado o ambiente nas mesas de voto como calmo, as irregularidades identificadas são motivo de preocupação.
Contudo, das principais constatações apontam-se protestos nas mesas, eleitores impedidos de votar, interrupção da votação e impedimentos de delegados de candidatura.
O comunicado destaca a importância de investigar essas irregularidades e garantir a transparência e integridade do processo eleitoral em Moçambique. Estas observações lançam luz sobre desafios que o país enfrenta em relação à realização de eleições justas e transparentes.
Três pessoas morreram e 17 contraíram ferimentos, oito das quais em estado grave como consequência de um acidente de viação, na localidade de Nkodeze, no posto administrativo de Zóbuè, no distrito de Moatize, em Tete.
O sinistro, do tipo despiste e capotamento, envolveu um autocarro de passageiros.
De acordo com o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Tete, Feliciano da Câmara, o autocarro envolvido no sinistro pertence a uma transportadora do Malawi.
Acrescentou que o autocarro tinha como destino a África do Sul, atravessando a província de Tete, explorando as fronteiras de Zóbuè, em Moatize, e Cuchamano, em Changara, de onde entraria para Zimbabwe e de seguida iria para a “Terra do Rand”.
“Nossos agentes de trânsito fizeram-se ao local e socorreram os feridos para a unidade sanitária mais próxima e os mortos foram levados para a morgue. Estamos já em contacto com as autoridades malawianas para passos subsequentes, incluindo a transladação dos corpos”, garantiu.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...