As manifestações de terça-feira à noite em Madrid contra a amnistia de independentistas catalães terminaram com 39 feridos, 29 deles polícias, e com a detenção de seis pessoas, disseram as autoridades espanholas.
Milhares de pessoas voltaram a manifestar-se em Madrid e noutras cidades espanholas contra a amnistia de independentistas, com o protesto da capital a terminar com nova intervenção policial para dispersar a multidão.
Contudo, as concentrações ao início da noite em frente de sedes do partido socialista espanhol (PSOE), atualmente no poder em Espanha, estão a ser convocadas diariamente nas redes sociais por grupos de extrema-direita e têm sido apoiadas pelo Vox, a terceira força política no parlamento.
A Right To Play pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Desenvolvimento do Pacote de Liderança e Advocacia para Mentoria de Raparigas e Rapazes. Saiba mais.
O CISP – Comitato Internazionale per lo Sviluppo dei Popoli pretende recrutar um (1) Oficial de Implementação de Actividades Culturais e Educativas e de Comunicação. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar dois (2) Coordenadores Técnicos para COVs (Gestão de Casos/CALHIV). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar um (1) Coordenador Técnico Nacional para Gestão de Casos e C/ALHIV. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Fiel – Armazém. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director Adjunto – Técnico (DCOP). Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. – Sucursal de Moçambique está a recrutar um (1) Técnico de Higiene, Ambiente e Segurança no Trabalho – (HAST). Saiba mais.
O executivo diz que para suprir o défice no Orçamento de 2022 teve de recorrer a empréstimos internos. O sector das finanças diz que foi feito um esforço adicional para travar o crescimento da dívida pública.
Contudo, o Ministério da Economia e Finanças foi chamado ao Parlamento, esta segunda-feira, para ser ouvido sobre a execução da Conta Geral do Estado do ano de 2022.
O titular da pasta das finanças, Max Tonela, esteve acompanhado pela sua vice, Carla Louveira, e outros quadros do Ministério. Foi nesta ocasião que o Ministério da Economia e Finanças falou dos esforços para travar o crescimento da dívida pública, mesmo em situações de défice orçamental, estimado em mais de 14 mil milhões de Meticais, no período em alusão.
“Para o financiamento desse défice, o Governo está a receber, anualmente, empréstimos internos, sobretudo na forma de obrigações do tesouro, como parte da sua estratégia, fixados dentro do limite previsto pela lei orçamental”, disse a vice-ministra da Economia e Finanças, Carla Louveira.
Outra saída vista pelo executivo é consolidar reformas para reduzir pressões fiscais da dívida a curto e médio prazo. “Temos também a destacar que, para viabilizar esta medida estão, a ser consideradas reformas que visam criar canais eficientes de participação no mercado de credores não bancários, com destaque para demais intervenientes participantes do mercado, também introduzindo, assim, o segmento dos investidores institucionais”, acrescentou a dirigente.
Face a estas medidas, a Assembleia da República, representada pelo presidente da Comissão de Plano e Orçamento, António Niquice, considerou haver melhorias na gestão das contas públicas.
“Sobre a Conta Geral do Estado, temos estado a constatar significativas melhorias, relacionadas com a gestão da coisa pública”, elogiou.
No entanto, a Conta Geral do Estado do ano 2022 apresentou despesas de mais de 450 mil milhões de Meticais e receitas estimadas em mais de 290 mil milhões de Meticais, o que corresponde, neste último ponto, a uma realização de 97%.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que o “pesadelo” em Gaza é “uma crise da humanidade”, onde “ninguém está seguro”, revelando que já morreram mais jornalistas em quatro semanas do que em qualquer conflito nos últimos 30 anos.
Em declarações à imprensa na sede das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, Guterres disse que Gaza está a tornar-se “num cemitério de crianças” e afirmou-se “profundamente preocupado” com as “claras violações do direito humanitário internacional” no terreno.
“A intensificação do conflito está a abalar o mundo, a região e, o que é mais trágico, a destruir tantas vidas inocentes. As operações terrestres das Forças de Defesa de Israel e os bombardeamentos contínuos estão a atingir civis, hospitais, campos de refugiados, mesquitas, igrejas e instalações da ONU — incluindo abrigos. Ninguém está seguro”, disse.
Além do número recorde de jornalistas mortos em quatro semanas, o secretário-geral disse ainda que foram mortos mais trabalhadores humanitários das Nações Unidas do que em qualquer período comparável na história da organização.
No entanto, só na Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), 88 trabalhadores foram mortos em Gaza desde o início da ofensiva israelita no enclave.
“Deixem-me ser claro: nenhuma parte num conflito armado está acima do direito humanitário internacional”, reforçou, reiterando a sua “total condenação dos abomináveis atos de terror perpetrados pelo Hamas” em 7 de outubro e repetindo os apelos pela libertação imediata, incondicional e segura dos reféns detidos em Gaza.
“Nada pode justificar a tortura, morte, ferimentos e rapto deliberados de civis. A proteção dos civis deve ser primordial”, frisou.
“A catástrofe que se desenrola torna a necessidade de um cessar-fogo humanitário mais urgente a cada hora que passa”, salientou o ex-primeiro-ministro português.
Um incêndio em um assentamento de habitações precárias no sul do Chile matou 14 venezuelanos na segunda-feira, incluindo oito crianças.
A tragédia que levou o governo a anunciar ajuda e medidas para o local afetado. A ministra do Interior, Carolina Tohá, expressou “consternação” com o ocorrido. Segundo fontes do Corpo de Bombeiros da região, os menores de idade tinham entre 4 e 13 anos.
“Com grande consternação recebemos a notícia da tragédia em Coronel, em que menores e adultos morreram vítimas de um incêndio”, escreveu a ministra na rede social X (antigo Twitter). Ela informou que o governo enviará uma delegação de subsecretários ao local “para entender o que aconteceu e coordenar as medidas e ajuda necessárias”.
Mais cedo, Javier Valencia, vice-prefeito de Coronel, localizada a 530 km ao sul de Santiago, confirmou o falecimento dos moradores, sendo “três famílias, oito menores de idade e seis adultos”. Ele disse que se tratavam de “famílias venezuelanas que viviam de maneira muito precária”, e que, nos assentamentos, as casas são construídas com materiais leves, nos quais o fogo se propaga rapidamente.
Valencia também lamentou o aumento da construção de habitações em terrenos não autorizados, onde os incêndios florestais se tornaram mais comuns. Coronel foi uma das áreas mais afetadas pelo fogo devido às temperaturas elevadas do verão no início do ano. Embora as causas do incêndio sejam desconhecidas, o vice-prefeito disse que estava investigando o possível superaquecimento de um fogão.
Ao menos uma das casas “tinha apenas uma entrada e saída”, disse o coronel Luis Rozas, comandante da polícia de Concepción, uma das principais cidades do sul do Chile. Segundo o vice-prefeito, as famílias viviam “amontoadas” e em “condições típicas de um acampamento”.
No entanto, as autoridades de Coronel fizeram um alerta ao governo do presidente Gabriel Boric para acelerar soluções habitacionais diante do aumento de casas construídas em áreas de risco no país.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) ordenou a apreensão de 22 armas de fogo pertencentes à empresa privada de segurança Gigante Panda Segurança e depositou-as no Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na cidade da Beira.
A referida empresa é propriedade do chinês Jiye Zhuo, indiciado de branqueamento de capitais, financiamento ao terrorismo, fuga ao fisco, falsificação de documentos, entre outros delitos.
Segundo o procurador-chefe da cidade da Beira, José Curado, neste momento o processo-crime está na fase de instrução, numa altura em que não se conhece o paradeiro do empresário chinês, decorrendo esforços para a sua localização.
A fonte realçou que o processo conhece, entretanto, alguns revezes pelo facto de haver supostas fugas de informação, dificultando sobremaneira as devidas diligências. Porém, o procurador garantiu que todas as outras empresas deste empresários foram encerradas pelas autoridades.
O exército israelita, que está no seu primeiro mês de guerra contra o grupo islamita Hamas, anunciou que as suas tropas estão a combater dentro da cidade palestiniana de Gaza pela primeira vez em anos.
“Pela primeira vez em décadas, as Forças de Defesa de Israel estão a combater no coração da cidade de Gaza”, declarou hoje Yaron Finkelman, comandante do Comando Sul do exército israelita.
No entanto, as tropas israelitas iniciaram operações militares dentro da Faixa de Gaza há cerca de dez dias, após semanas de contínuos ataques de artilharia a partir de solo israelita e bombardeamentos aéreos, e anunciaram no passado fim-de-semana um cerco das suas tropas à cidade de Gaza, a principal urbe do enclave palestiniano.
“Neste preciso momento, os nossos soldados estão a eliminar terroristas, a descobrir túneis, a destruir armas, enquanto continuam a avançar para o coração do inimigo”, declarou o major Finkelman num comunicado militar.
Os soldados tomaram o controlo de um reduto militar do Hamas no ‘coração’ da cidade de Gaza e atacaram milicianos escondidos perto de um hospital, informaram hoje as Forças de Defesa de Israel, referindo que o exército continua a aprofundar e a alargar a ofensiva terrestre na Faixa de Gaza.
De acordo com as informações do exército, as tropas parecem estar a concentrar os esforços na captura de centros de comando e controlo e na expulsão de membros do Hamas dos seus redutos nos arredores da populosa cidade, alguns dos quais, segundo oficiais israelitas, se situam perto ou sob os hospitais do enclave, sobrelotados de civis.
Os residentes do norte de Gaza relataram combates intensos durante a noite, que continuaram na manhã de hoje em áreas fora da cidade. O campo de refugiados de Shati, bairro construído na costa norte da cidade de Gaza, tem sido alvo de fortes bombardeamentos aéreos e marítimos nos últimos dois dias, segundo os residentes.
Israel declarou guerra ao Hamas há exatamente um mês, na sequência de um ataque do grupo islamita que causou mais de 1.400 mortos e mais de 240 reféns, enquanto a ofensiva israelita na Faixa de Gaza causou mais de 10.300 mortos, cerca de 26.000 feridos e 2.450 desaparecidos, a maioria civis.
Na Guerra dos Seis Dias de 1967, Israel ocupou a Faixa de Gaza, território do qual se retirou em 2005, mas que mantém sob bloqueio aéreo, terrestre e marítimo.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres – INGD em Nampula diz que ainda não tem fundos para iniciar a implementar as actividades constantes do plano de contingência fase a próxima época chuvosa e ciclónica.
São mais de quarenta milhões de meticais o valor previsto para fazer face as situações decorrentes das intempéries traçadas no plano de contingência.
Contudo, a situação é preocupante pois pelo menos até este período as acções de revitalização dos comités locais de gestão e redução do risco de desastres e formações dos membros já deveriam ser realizadas.
A Delegado Provincial do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres – INGD em Nampula, Anacleta Botão, fez saber que os mais de quarenta milhões de meticais serão provenientes do fundo de Gestão de Calamidades.
A fonte referiu que mesmo assim a nível das comunidades continuam trabalhos de sensibilização para que a população comece desde já a prevenir se de prováveis situações calamitosas.
Algumas cirurgias estão sendo feitas sem anestesia na Faixa de Gaza, inclusive amputações, alertou a Organizado Mundial da Saúde (OMS). A agência pediu a suspensão das restrições à ajuda médica.
“Nada justifica o horror suportado pelos civis em Gaza”, disse o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier durante uma conferência de imprensa em Genebra, na Suíça.
Ele destacou a “necessidade desesperada de água, combustível, alimentos e acesso seguro a cuidados de saúde para sobreviver”.
No entanto, Lindmeier reiterou os apelos das Nações Unidas para um “acesso livre e seguro” a cerca de 500 caminhões de ajuda – não apenas através da fronteira, mas também “até aos pacientes nos hospitais”.
Contudo, o nível de morte e sofrimento é “difícil de compreender”, acrescentou.
Lindmeier afirmou também que 16 profissionais de saúde foram mortos durante o serviço, dizendo que quaisquer ataques aos cuidados de saúde são proibidos pelo direito humanitário internacional.
O cabeça-de-lista da Renamo em Quelimane apresentou, por escrito, à Comissão Distrital de Eleições, um protesto contra uma reunião daquela entidade, no dia 03 de Novembro, que visava a verificação dos editais e das actas sobre a contagem de votos nas eleições de 11 de Outubro.
Manuel de Araújo considera que não houve “transparência, integridade, a justeza”, o que retira legitimidade ao processo eleitoral. Defende, também, que a CNE devia deslocar um delegado seu e do STAE para supervisionar a (re)verificação do processo.
“Em primeiro lugar, a Comissão Nacional de Eleições emitiu uma instrução (10/CNE/2023), no dia 25 de Outubro. Não sabemos quando é que essa instrução chegou a Quelimane, mas o que nós verificamos é que (…) esta instrução está a ser cumprida depois do Acórdão do Conselho Constitucional.
A pergunta que nós fazemos é qual é a validade do trabalho que estão a fazer. Porque é que esta instrução, quando foi emitida em Maputo, não foi transmitida aos membros da Comissão Distrital de Eleições, onde a Renamo está representada, através do seu vice-presidente”, que “não teve conhecimento desta instrução”, afirmou Manuel de Araújo.
De acordo com o político, para ter acesso à referida instrução, a Renamo teve de “fazer diligências” para, a partir da Cidade de Maputo, receber as cópias do processo referente à verificação dos editais e das actas sobre a contagem de votos nas eleições de 11 de Outubro.
“O presidente da Comissão Distrital de Eleições, o senhor Zacarias Inácio Muheia, não convocou toda a comissão” do órgão, contrariando o que estava previsto no documento da Comissão Nacional de Eleições. “Ele restringiu a reunião (…) a pessoas provavelmente da sua confiança, ignorando a lei eleitoral, que explica muito bem quem é que deve fazer a verificação” das actas e dos editais, “que é o plenário ou a mesa. São os mandatários dos partidos que não foram convocados para fazer a verificação”.
O cabeça-de-lista da Renamo em Quelimane questionou: “Como é que a Comissão Nacional de Eleições, antes do cumprimento de uma instrução para a verificação, dado a dúvida que tinham em 15 mesas, manda o apuramento definitivo para o Conselho Constitucional?”.
“Nós não conseguimos compreender como é que ao próprio ladrão, aquele que roubou, é pedido para corrigir o seu próprio erro. Deveria ter vindo de Maputo um delegado do STAE e da CNE para supervisionar o processo de verificação.”
De acordo com Manuel de Araújo, as autoridades de justiça, em parte a Procuradoria Provincial de Quelimane, na pessoa do respectivo procurador Freddy Jamal, deviam, “enquanto garante da legalidade”, responsabilizar os que agiram contrariando a lei eleitoral. “Não se trata apenas de ilícitos eleitorais, mas, também, ao nosso ver, de crimes eleitorais”.
“(…) Nós já não sabemos se levamos os nossos assuntos ao tribunal ou não, porque parece que cortaram os pés ao tribunal (…). O próprio Tribunal Supremo convoca uma conferência de imprensa”, para falar sobre o processo eleitoral, e, de seguida “desconvoca. Nós já não sabemos o que é que se passa (…)”.
Na conferência de imprensa, que durou cerca de 29 minutos, Manuel de Araújo falou ainda de alegada manipulação e falsificação do mapa de apuramento distrital e disse que o partido tem provas documentais, de que os números existentes prejudicam a Renamo e terão implicação na eleição dos membros da Assembleia Autárquica de Quelimane.
“O mapa apresenta erro de somatório de votos atribuídos ao partido Frelimo. Ou seja, aumentaram para a Frelimo e diminuíram na Renamo. O real, de acordo com os editais originais e assinados por todos os membros e delegados é que a Frelimo teve 31.25 votos e a Renamo 35.089. Isso quer dizer que mantiveram os dados da Renamo, porque sabiam que nós tínhamos editais”, mas esqueceram-se de que “no edital aparecem votos de todos os partidos. Por isso, aumentaram 7.067 votos e adicionaram-nos à Frelimo”, totalizando “38 mil. Isso está provado”, explicou Manuel de Araújo.
epa10529981 Armed Mozambican police patrols in the streets of Maputo, 18 March 2023. Police forces used tear gas to disperse a crowd gathering for a march in Maputo in honor of the social intervention of the goverment critic 'rapper' Azagaia, who died a week ago from illness in Mozambique. The organizers of the peaceful march in honor of the popular musician Azagaia in Maputo said that it was repressed by the Mozambican police with tear gas and claim the this action of the authorities as proof that the country's Constitution does not work. EPA/LUISA NHANTUMBO
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve oito pessoas suspeitas do envolvimento nas agressões que resultaram na morte de um agente da corporação e o ferimento de outras sete pessoas no distrito de Gurué, na Zambézia, centro de Moçambique, disse esta segunda-feira à Lusa fonte oficial.
O caso ocorreu na sexta-feira, por volta das 9h00 da manhã, quando os agentes da polícia socorriam quatro líderes comunitários da localidade de Muagiua, em Gurué, que estavam a ser agredidos por populares acusados de propagar cólera na região, disse Sidner Lonzo, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM), na Zambézia.
Quando a polícia se retirava do local, depois de resgatar os líderes, um dos quais ferido com gravidade, a população “agitou-se novamente” e desatou a “arremessar pedras, paus e até algumas flechas” contra os agentes, ferindo quatro, um com gravidade, que foi socorrido no Hospital Distrital onde veio a perder a vida, disse Sidner Lonzo.
No entanto, o porta-voz da polícia avançou que foram detidas oito pessoas envolvidas na agressão dos quatro líderes comunitários e dos quatro agentes da polícia, referindo que ainda decorrem investigações para a identificação de outras pessoas.
“Ainda estamos no terreno para mais averiguações e se possível trazer mais pessoas à responsabilidade por este crime”, referiu Sidner Lonzo.
A violência com base em crenças e rumores relacionados com a cólera está enraizada nos meios rurais.
Em maio, populares espancaram até à morte um residente, também no distrito de Gurué, depois de acusarem um familiar de propagar cólera, disse, na altura, à Lusa a corporação.
No mesmo distrito, em junho, a polícia moçambicana deteve quatro pessoas suspeitas de vandalizarem e incendiarem residências, cujos proprietários eram também alvos de crenças populares de propagarem cólera na Zambézia.
Assim, as autoridades de Saúde da província da Zambézia, no centro de Moçambique, declararam esta segunda-feira surtos de cólera em três distritos, com um cumulativo de 499 pessoas internadas devido à doença.
Os surtos foram registados nos distritos de Gilé, Mocuba e Gurué, este último com o maior número de casos, contabilizando 300 internados.
A cólera é uma doença que provoca fortes diarreias, que é tratável, mas que pode provocar a morte por desidratação se não for prontamente combatida.
A doença é causada, em grande parte, pela ingestão de alimentos e água contaminados por falta de redes de saneamento.
Em maio, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que o mundo terá um défice de vacinas contra a cólera até 2025 e que um bilião de pessoas de 43 países podem ser infetadas com a doença, apontando, já em outubro, Moçambique como um dos países de maior risco.
Moçambique é considerado um dos países mais severamente afetados pelas alterações climáticas no mundo, situação que agrava a resistência de infraestruturas e serviços que permitam evitar a doença.
Três pessoas morreram depois de o teto de um ginásio ter desabado na segunda-feira na cidade de Jiamusi, na província chinesa de Heilongjiang, no nordeste do país, informou esta terça-feira a imprensa estatal.
O acidente ocorreu às 19:20 locais de segunda-feira, quando sete jovens jogavam basquetebol no ginásio Yuecheng, numa área de cerca de 2.000 metros quadrados, de acordo com a agência noticiosa oficial Xinhua.
No entanto, três pessoas conseguiram sair e quatro ficaram presas sob os escombros.
Três das pessoas soterradas morreram, enquanto uma quarta foi levada para um hospital com sinais vitais estáveis.
O trabalho de busca e salvamento foi terminado, acrescentou a Xinhua.
Investigações preliminares revelaram que a neve acumulada na estrutura das instalações pode estar relacionada com o colapso do teto do complexo.
Contudo, devido à recente queda de neve na região, que se encontra no alerta vermelho máximo para este fenómeno meteorológico, mais de 15 milímetros de neve acumularam-se num curto período de tempo, provocando o desabamento do telhado.
Foi aberto um inquérito sobre o sucedido e o responsável pelo ginásio, que passou uma inspeção de segurança em julho passado, foi detido pela polícia.
Dois indivíduos encontram-se detidos no distrito de Chibabava, na província de Sofala, indiciados de matar um professor por motivos passionais.
Contudo, o homicídio aconteceu domingo quando o mandante, acompanhado de dois comparsas, dirigiu-se à residência do suposto amante da esposa.
Com recurso a paus, violentaram a vítima até à morte, tal como referiu o porta-voz da PRM, Marito Peralto.
A fonte acrescentou que a viatura do grupo foi interceptada em Búzi, tendo o mandante se colocado em fuga. No entanto, os executores encontram-se detidos.
Um pescador está desaparecido no mar por causa do vendaval ocorrido no último sábado no distrito de Machanga, província de Sofala.
A vítima encontrava-se sozinha na embarcação, quando de repente perdeu a direcção da navegação e precipitou-se para a água.
De acordo com o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala, Marito Peralto, decorrem buscas com o envolvimento de pescadores artesanais.
Contudo, o porta-voz da PRM, em Sofala, Marito Peralto sublinhou que durante o fim-de-semana, um helicóptero caiu na cidade da Beira, causando ferimentos a dois ocupantes da aeronave.
Donald Trump admitiu em tribunal ter feito estimativas enganosas do valor do seu património imobiliário, num caso de fraude civil por alegadamente ter inflacionado o valor das suas propriedades durante anos.
“Tenho a certeza de que o juiz decidirá contra mim porque sempre o fez”, acusou, levando o magistrado a lembra-lhe que não estava num comício.
Contudo, a acusação pede uma multa de 232 milhões de euros e restrições que impeçam Trump e os filhos de conduzirem negócios em Nova Iorque.
As províncias de Maputo, Gaza e Inhambane poderão ser afectadas por chuvas moderadas a fortes (30 a 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas e ventos com rajadas fortes até 60 quilómetros por hora.
Segundo um anúncio divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), o mau tempo deverá afectar os distritos de Matutuíne, Namaacha, Moamba, Magude, Boane, Manhiça, Marracuene, Chagalane e cidades de Maputo e Matola.
Em Gaza serão atingidos os distritos de Chókwe, Bilene, Mandlakaze, Limpopo, Chibuto, Guijá, Chongoene e cidade de Xai-Xai; enquanto em Inhambane afectará os distritos de Zavala, Inharrime, Jangamo, Panda e cidades de Inhambabe e Maxixe.
De acordo com o INAM, o fenómeno poderá afectar amanhã as províncias de Manica, Sofala e Zambézia, com chuvas moderadas a fortes e acompanhadas de trovoadas e ventos com rajadas fortes.
O primeiro-ministro de Portugal, António Costa, anunciou sua renúncia na terça-feira (07), após ser alvo de uma investigação que apura irregularidades em projetos de exploração de lítio e hidrogênio verde. A operação, que apura negócios relacionados à transição energética, atingiu em cheio o núcleo do governo português.
Mais de 140 agentes, incluindo policiais e membros do Ministério Público, realizaram buscas em diversos endereços dos suspeitos, incluindo a residência oficial do premiê, no Palácio de São Bento, em Lisboa.
As investigações estão focadas nos negócios ligados ao lítio e ao hidrogênio verde, elementos-chave para os projetos de transição energética da União Europeia. As primeiras suspeitas de irregularidades surgiram em 2019.
No que diz respeito ao lítio, as investigações estão relacionadas à concessão e extração desse minério, fundamental para as baterias dos carros elétricos, no município de Montalegre. Já as suspeitas sobre o hidrogênio verde se concentram na atuação do governo em um grande projeto a ser realizado em Sines.
Duas pessoas muito próximas ao primeiro-ministro foram detidas durante a operação: seu chefe de gabinete, Vítor Escária, e o consultor Diogo Lacerda Machado, amigo pessoal de Costa. Além deles, também foram presos Nuno Mascarenhas, presidente da Câmara Municipal de Sines, e dois empresários. O porto de Sines é a principal porta de saída das exportações portuguesas.
Entretanto, a Procuradoria-Geral da República justificou as detenções alegando risco de fuga, continuação da atividade criminosa, perturbação do inquérito e perturbação da ordem e tranquilidade públicas. Segundo a PGR, os detidos são suspeitos de prevaricação, corrupção ativa e passiva de titular de cargo político e tráfico de influência.
Em relação ao primeiro-ministro, o Ministério Público esclarece que o nome de António Costa foi mencionado por suspeitos durante as investigações, que afirmaram sua intervenção para desbloquear procedimentos no contexto das apurações.
Outros membros do governo também estão sendo investigados. O ministro das Infraestruturas, João Galamba, teve sua casa revistada e foi formalmente declarado investigado no caso. O ministro do Meio Ambiente, Duarte Cordeiro, e o ex-titular da pasta João Matos Fernandes também estão sob investigação.
Após o anúncio das operações de busca, Costa cancelou uma viagem ao Porto e todos os compromissos que tinha no dia de hoje. O primeiro-ministro seguiu imediatamente para o Palácio de Belém, onde se reuniu com o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Segundo a legislação portuguesa, o presidente tem o poder de demitir o governo e dissolver o Parlamento em casos considerados graves.
A Right To Play pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Desenvolvimento do Pacote de Liderança e Advocacia para Mentoria de Raparigas e Rapazes. Saiba mais.
O CISP – Comitato Internazionale per lo Sviluppo dei Popoli pretende recrutar um (1) Oficial de Implementação de Actividades Culturais e Educativas e de Comunicação. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar dois (2) Coordenadores Técnicos para COVs (Gestão de Casos/CALHIV). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar um (1) Coordenador Técnico Nacional para Gestão de Casos e C/ALHIV. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Fiel – Armazém. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Educação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director Adjunto – Técnico (DCOP). Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. – Sucursal de Moçambique está a recrutar um (1) Técnico de Higiene, Ambiente e Segurança no Trabalho – (HAST). Saiba mais.
Uma estrada avaliada em cerca de 80 milhões de Meticais, com cerca de 12 quilómetros de extensão, foi abandonada pelo empreiteiro. A obra, iniciada em 2020, liga vários bairros da Matola, Marracuene e Moamba, na Província de Maputo. Agastados, os utentes exigem explicações.
Quando a construção da estrada começou, até parecia um alívio para os moradores dos bairros Boquisso, Mukatine e Vundissa. Mas toda a expectativa está a esvaziar-se, uma vez que a prometida obra está sem fim à vista.
Contudo, Castro Novela, transportador, viu-se forçado a desembarcar todos os passageiros, porque a sua viatura avariou em plena marcha, devido às péssimas condições da via.
“O carro parou e eu vinha com passageiros. A viatura partiu rótulas e amortecedores. Neste momento, estou a desembarcar os passageiros e tenho de procurar o material para fazer a reparação. O material é caro, mas vou comprar para repor o carro”, desabafou.
É uma vida difícil para os utentes e moradores que precisam da via em condições para desenvolverem as suas actividades. Os produtos de primeira necessidade, esses, são caros devido ao mau estado da estrada, e o acesso ao transporte é o principal obstáculo para os moradores.
“É isto que estão a ver, a estrada parou, a obra foi abandonada e nós passamos mal com isto; tudo fica complicado; a nossa vida está muita cara”, reclamou.
E nos dias de chuva a situação complica-se ainda mais, já que os transportadores encurtam as rotas ou encarecem a tarifa.
Ao longo do troço onde ainda não foi colocado o pavê, a transitabilidade quase não existe. Miguel Mulhovo, que conduz o seu “txopela” para colocar pão em cima da mesa, diz que trabalhar naquela via é um verdadeiro sacrifício.
E para quem deve trabalhar com mototáxi, ou seja “txopela”, o esforço não compensa. “Não compensa mesmo, há riscos de avarias, mas estamos aqui. Eu prefiro não trabalhar aqui, mas enfim, é nossa estrada.”
Entretanto, dado o abandono da obra, os sinais de trânsito, de velocidade e de direcção, estão no chão. Uma parte do pavê está a ser danificada e há indivíduos desconhecidos que roubam o material. A via é da responsabilidade da Administração Nacional de Estradas, delegação da Província de Maputo, que ainda não se pronunciou, mesmo depois de vários contactos.
O tenente-coronel Avichay Adraee, um dos porta-vozes das Forças de Defesa de Israel (FDI), afirmou que o país vai abrir novamente um corredor para os civis da Faixa de Gaza no norte escaparem para o sul. A abertura acontece no período em que os militares israelenses dizem ter cercado a Cidade de Gaza.
De acordo com o Ministério da Saúde palestino, entre a noite de domingo (05) e a madrugada desta segunda (06), os bombardeios promovidos por Israel mataram 200 pessoas em Gaza.
“Para sua segurança, aproveite o momento para se deslocar para o sul, além de Wadi Gaza”, escreveu ele no X. Segundo Adraee, Israel abrirá a rua Salah-al-Din para o tráfego em direção ao sul entre 10h e 14h.
Contudo, durante todo o domingo (05), esse corredor chegou a ser aberto, mas o grupo extremista Hamas atacou a região.
Segundo as autoridades, cerca de 800 mil pessoas fugiram do norte, onde fica a capital Cidade de Gaza, para o sul, com a possibilidade de escaparem pela passagem de Rafah até o Egito. É no norte que acontecem os maiores ataques israelenses e confrontos com o Hamas.
Na noite de domingo, os militares de Israel anunciaram ter cercado a Cidade de Gaza. Eles dividiram a faixa costeira sitiada em duas (norte e sul), enquanto a região ficou totalmente sem comunicação pela terceira vez desde que os últimos conflitos começaram, em 7 de outubro.
“Hoje existe o norte de Gaza e o sul de Gaza”, apontou o contra-almirante Daniel Hagari a jornalistas. Hagari disse que a guerra chegou a uma “etapa significativa” contra o grupo Hamas, que governa a região. Segundo jornais israelenses, as tropas vão entrar na Cidade de Gaza nas próximas 48 horas.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...