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Segunda-feira, Julho 6, 2026
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Autoridades denunciam estrangeiros por fomentar instabilidade em Montepuez

A administradora do distrito de Montepuez, na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, Genuína Nangundo, denunciou a suposta actuação de cidadãos estrangeiros que, segundo ela, estão a recrutar jovens locais para causar instabilidade na região, com o objectivo de facilitar a exploração ilegal de ouro.

Em declarações à Rádio Moçambique, a administradora informou que esses jovens estão sendo recrutados no posto administrativo de Nairoto. Apesar de não ter especificado a nacionalidade dos estrangeiros envolvidos, Nangundo afirmou que eles utilizam a desinformação sobre a propagação da cólera para incitar desordem nas comunidades locais.

“Os estrangeiros oferecem dinheiro aos jovens, recrutando-os para trabalharem nas minas. Eles acabam agindo como patrões, enquanto os nossos jovens extraem o ouro e lhes entregam”, destacou a administradora. Ela também revelou que pelo menos duas pessoas, consideradas líderes dos actos de vandalismo, foram detidas após a destruição da sede e da residência do chefe da localidade de Macololo, que ocorreu há alguns dias.

Nangundo salientou que a propagação de informações falsas sobre a cólera foi utilizada como um pretexto para desestabilizar a administração local. “Foi criado um ambiente estranho. A desinformação sobre a cólera serviu como uma estratégia para desorganizar o governo local e permitir que continuassem as suas actividades ilegais”, afirmou.

Devido ao clima de insegurança, tanto o chefe do posto administrativo de Nairoto quanto o chefe da localidade de Macololo foram forçados a abandonar temporariamente as suas áreas de jurisdição, temendo por suas vidas.

A administradora apelou aos jovens para que não se deixem manipular por promessas financeiras, alertando que essas práticas podem comprometer a soberania e a integridade territorial do país. “Os jovens devem estar atentos. Não podem comprometer o futuro da sua pátria em troca de ganhos imediatos”, concluiu Genuína Nangundo.

A situação em Cabo Delgado continua a ser preocupante, com autoridades locais e nacionais a confrontarem tanto a exploração ilegal de recursos naturais quanto a instabilidade gerada por grupos externos.

Gaiolas piscícolas vão auxiliar recuperação da aquacultura em Sofala

O Instituto Nacional de Desenvolvimento de Pesca e Aquacultura (INDPA) da província de Sofala projecta a chegada de cerca de duzentas gaiolas piscícolas até o mês de Maio. Esta iniciativa visa mitigar os efeitos adversos das recentes inundações na aquacultura local.

As gaiolas serão distribuídas nos distritos do Dondo, Nhamatanda e Búzi, áreas que enfrentaram severas cheias e inundações, impactando negativamente a produção pesqueira. O Delegado Provincial do INDPA em Sofala, Isidro Intave, salientou que estas gaiolas têm como objectivo potenciar a produção de peixe em cativeiro na região.

A implementação deste projecto surge como uma resposta eficaz às dificuldades enfrentadas pelos pescadores locais, que necessitam urgentemente de alternativas sustentáveis para recuperar a sua actividade económica.

Trégua no Oriente Médio não abrange Líbano, afirma Israel

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, esclareceu que o acordo de cessar-fogo no Oriente Médio não abrange o Líbano. A inclusão do país no acordo tinha sido inicialmente anunciada pelo governo do Paquistão, responsável por mediar a trégua.

Em um comunicado, Netanyahu expressou apoio à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de suspender os ataques contra o Irã por um período de duas semanas. Essa suspensão, no entanto, está condicionada à abertura imediata do Estreito de Ormuz por parte do Irã e à cessação de todos os ataques contra os Estados Unidos, Israel e outros países da região. “O cessar-fogo de duas semanas não inclui o Líbano”, enfatizou Netanyahu.

Na madrugada desta quarta-feira (08), foram registados ataques israelenses direccionados ao Líbano, e o exército de Israel emitiu alertas para a evacuação da cidade de Tiro, localizada no sul do país. A situação continua a evoluir, e as tensões permanecem altas na região, levantando preocupações sobre o impacto de tais acções no já delicado equilíbrio no Oriente Médio.

INSS assegura operação normal após detenção de directores por corrupção

O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) anunciou que os serviços prestados continuarão a funcionar normalmente, apesar da recente detenção de alguns dos seus quadros, incluindo o director-geral, Joaquim Siúta. 

Esta operação está ligada a um processo de investigação em curso pela Procuradoria Geral da República, através do Gabinete Central de Combate à Corrupção.

Em comunicado, o INSS reafirmou que o sistema de pensões permanece sólido e plenamente operacional, assegurando o cumprimento regular das suas obrigações para com beneficiários e pensionistas. A instituição demonstrou confiança na robustez do sistema de protecção social, evidenciando a sua capacidade de responder eficazmente às necessidades dos utentes.

O Ministério do Trabalho, Género e Acção Social (MTGAS) também se manifestou, confirmando a sua consciência quanto à detenção dos quadros do INSS. O Ministério reiterou o seu compromisso com a legalidade, transparência e a boa gestão dos recursos públicos, sublinhando a importância da colaboração com as autoridades judiciais para um esclarecimento rápido e rigoroso dos acontecimentos.

O panorama geral indica que, apesar das dificuldades enfrentadas, o INSS mantém a sua operactividade, assegurando a continuidade das suas funções essenciais.

Tribunal decreta prisão preventiva para funcionários do INSS acusados de fraude

O combate à corrupção nas instituições públicas moçambicanas ganhou um novo capítulo esta semana, com a detenção de quatro funcionários do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). Os detidos são acusados de manipulação de concursos públicos e de envolvimento em esquemas ilícitos dentro da instituição.

A rapidez do processo foi notável, já que poucas horas após a detenção, os arguidos foram submetidos a um interrogatório judicial que se estendeu por cerca de nove horas. A audiência, realizada no Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, terminou já próximo da meia-noite, culminando com uma decisão severa do juiz de instrução criminal.

Apesar dos esforços da defesa, o tribunal decidiu aplicar a prisão preventiva, justificando a medida pela gravidade das evidências apresentadas pelo Ministério Público. Estas evidências indicam um esquema articulado de viciação de procedimentos administrativos para benefício próprio ou de terceiros.

Após a audiência, e num ambiente de forte aparato policial, os detidos foram imediatamente encaminhados para um estabelecimento prisional. O advogado de defesa confirmou à reportagem da STV que os seus constituintes aguardam os próximos passos da instrução em regime de privação de liberdade.

O advogado destacou que a decisão do juiz não representa uma condenação, mas sim uma medida de segurança enquanto o processo se instrui. “Não é condenação, é privação de liberdade enquanto se instrui o processo. O juiz, em função dos elementos que constam dos autos, achou mais seguro determinar que os arguidos deveriam aguardar os procedimentos subsequentes detidos”, explicou.

Segundo a legislação penal vigente em Moçambique, a prisão preventiva pode ser revista periodicamente, com a defesa a lembrar que a lei permite revisões a cada seis meses, embora os prazos possam ser alargados conforme a complexidade da investigação.

O caso permanece sob segredo de justiça, enquanto o Ministério Público trabalha na formulação da acusação. Este episódio traz novamente o INSS ao centro das atenções mediáticas, intensificando o debate sobre a transparência na gestão de fundos públicos e a integridade dos concursos no aparelho do Estado.

Violência persiste no Oriente Médio apesar de acordo temporário de cessar-fogo

O Oriente Médio continua a viver momentos de tensão, mesmo após a declaração de um cessar-fogo de duas semanas entre os Estados Unidos e o Irã.

Na madrugada desta terça-feira (07), novos ataques foram registados, desafiando o acordo que visava reduzir a hostilidade na região. O pacto, no entanto, não estabeleceu horários claros para a suspensão dos ataques, o que permitiu que países do Golfo relatassem a interceptação de mísseis iranianos.

Em Israel, a situação se agravou com o ferimento de três crianças devido a uma munição de fragmentação iraniana que atingiu a cidade de Tel Sheva, localizada no sul do país. Enquanto isso, um porta-voz militar israelense confirmou que Israel continuou a realizar ataques aéreos contra alvos no Irã. O Líbano também continua a ser alvo de bombardeios israelenses, incluindo um ataque aéreo que atingiu uma ambulância na cidade de Qlaileh, próxima à costa de Tiro.

Apesar do comunicado emitido por Israel, que anunciava a disposição de interromper os ataques, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deixou claro que este acordo não se aplica ao Líbano. “Israel apoia a decisão do presidente Trump de suspender os ataques contra o Irã por duas semanas, condicionada à abertura imediata do Estreito de Ormuz pelo Irã e à cessação de todos os ataques contra os EUA, Israel e países da região”, afirmou Netanyahu. “O cessar-fogo de duas semanas não inclui o Líbano”, reforçou.

Em um contexto mais amplo, o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, havia declarado anteriormente que os Estados Unidos, o Irã e seus aliados tinham concordado com um cessar-fogo imediato, que deveria incluir também o Líbano. No entanto, a persistência de ataques e a falta de um entendimento claro entre as partes envolvidas indicam que a estabilidade na região ainda está distante.

A situação no Oriente Médio continua a ser monitorada de perto pela comunidade internacional, que teme um agravamento do conflito e suas consequências para a segurança regional e global.

Vagas de emprego do dia 08 de Abril de 2026

Foram publicadas hoje, dia 08 de Abril no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vagas para Oficiais de Mercadorias Locais (Matola e Manhiça)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Mercadorias Locais (Matola e Manhiça). Saiba mais.

2. Vaga para Oficial de IT (Gaza)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Tecnologias de Informação – (Gaza). Saiba mais.

3. Vaga para Oficial de Procurement

O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil pretende recrutar um (1) Oficial de Procurement para Maputo. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vagas para Mestres de Obras/Pedreiros

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Mestres de Obras/Pedreiros para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.

2. Vagas para Electricistas

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Electricistas para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.

3. Vagas para Assistentes Administrativos

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Assistentes Administrativos para o quadro de pessoal. Saiba mais.

4. Vagas para Tractoristas

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Tractoristas para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.

5. Vagas para Recepcionistas

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Recepcionistas para o quadro de pessoal. Saiba mais.

6. Vagas para Docentes

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende contratar Docentes de Enfermagem, Farmácia, Saúde Pública, Antropologia, Terapia Comunitária, Psicologia, Administração e Gestão Escolar, Administração Hospitalar, Serviço Social e outras áreas afins. Saiba mais.

7. Vagas para Contínuos

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Contínuos para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.

8. Vagas para Técnicos de Laboratório

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Técnicos de Laboratório para exercer actividades a tempo inteiro. Saiba mais.

9. Vagas para Técnicos de Processamento de Alimentos

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Técnicos de Processamento de Alimentos para o quadro de pessoal. Saiba mais.

10. Vaga para Consultor(a) de Viagens

A CRH Consultores, Lda pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) de Viagens, para uma empresa que opera no ramo de Turismo, Logística e Transporte. Saiba mais.

11. Vaga para Oficial de Inclusão Económica

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial de Inclusão Económica. Saiba mais.

12. Vaga para Chefe de Projecto

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Chefe de Projecto. Saiba mais.

13. Vaga para Especialista em Inclusão Económica

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Especialista em Inclusão Económica. Saiba mais.

14. Vaga para Humanities Teacher (Economics & Business)

A Aga Khan Academy Maputo pretende recrutar um (1)  Humanities Teacher (Economics & Business). Saiba mais.

15. Vaga para Coordenador – Contabilidade e Finanças (Maputo)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Contabilidade e Finanças (Maputo). Saiba mais.

16. Vaga para Mozambique Enterprise Growth Market Leader

A Baker Hughes pretende recrutar um (1) Mozambique Enterprise Growth Market Leader. Saiba mais.

17. Vaga para Material Checker

A DHL pretende recrutar um (1) Material Checker. Saiba mais.

18. Vaga para Comercial Júnior

Procura-se Comercial Júnior para trabalhar em Maputo. Saiba mais.

19. Vaga para Técnica de Recursos Humanos

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnica de Recursos Humanos. Saiba mais.

20. Vaga para Executivo B2B

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Executivo B2B. Saiba mais.

21. Vaga para Social and Emotional Counsellor

A Aga Khan Academy Maputo pretende recrutar um (1) Social and Emotional Counsellor. Saiba mais.

Governo subsidia combustível para manter tarifas de transporte público em Moçambique

O Governo de Moçambique implementará um subsídio para o combustível utilizado nos autocarros de transporte público urbano. Esta medida visa garantir que os cidadãos continuem a pagar as mesmas tarifas, mesmo diante do aumento dos preços internacionais dos combustíveis.

O anúncio foi feito na passada quarta-feira em Nampula pelo Presidente da República, Daniel Chapo, durante a cerimónia de entrega de 100 novos autocarros a 15 municípios das regiões Centro e Norte do país.

Chapo sublinhou que o subsídio representa uma estratégia para proteger as famílias moçambicanas dos efeitos directos da crise energética global, caracterizada pelo aumento dos preços dos combustíveis, impulsionada por conflitos e tensões internacionais. O Chefe do Estado destacou que a subida dos preços do combustível impacta toda a cadeia de abastecimento, desde a importação de cereais até à distribuição de mercadorias nos estabelecimentos comerciais. “Qualquer aumento no preço do combustível reflecte-se automaticamente no custo de vida da população”, afirmou.

O Presidente fez também referência à estabilidade que Moçambique tem conseguido manter até ao momento, graças às reservas adquiridas antes do início do conflito no Médio Oriente. No entanto, Chapo apontou que, se a situação se prolongar, o país poderá enfrentar aumentos significativos nos preços.

Neste contexto, a entrega dos novos autocarros e o subsídio aos combustíveis são encarados como medidas antecipatórias e de mitigação, assegurando que o transporte público se mantenha acessível e funcional para todos, reiterando o compromisso do Governo em apoiar os cidadãos em tempos de crise.

Governo de Moçambique lança fundo para empoderamento económico da mulher

O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, deu um importante passo no avanço do empoderamento feminino ao lançar o Fundo de Empoderamento Económico da Mulher (EMPODERA). 

Este fundo tem como principal objectivo financiar actividades económicas que beneficiem mulheres moçambicanas, reflectindo assim o compromisso do Governo com o desenvolvimento social e económico do país.

A cerimónia teve lugar na Praça dos Heróis Moçambicanos, onde Chapo depositou uma coroa de flores em homenagem ao 7 de Abril, data que coincide com o encerramento das celebrações do Mês da Mulher. Durante a sua comunicação à nação, o Presidente sublinhou que o EMPODERA representa uma resposta concreta aos compromissos assumidos por Moçambique, destacando a importância da autonomia económica das mulheres.

“O EMPODERA é uma iniciativa do Governo que visa promover a autonomia económica da mulher, ampliar o seu acesso a oportunidades e apoiar iniciativas produtivas”, afirmou Chapo. Ele enfatizou ainda que o fundo pretende reforçar o empreendedorismo feminino e criar condições para que mais mulheres superem a vulnerabilidade, alcançando a prosperidade com dignidade e esperança.

O Presidente também assegurou que o Governo continuará a implementar o compromisso em relação ao EMPODERA no âmbito do Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL). Este programa é uma parte essencial da luta contra a violência de género, promovendo iniciativas como a campanha “Fale Agora”, dedicada à educação e protecção das vítimas de violência doméstica e feminicídio.

Esta iniciativa representa uma nova oportunidade para o fortalecimento da posição das mulheres na sociedade moçambicana, permitindo-lhes assumir um papel activo e central no desenvolvimento económico do país.

Vagas de emprego do dia 06 de Abril de 2026

Foram publicadas hoje, dia 06 de Abril no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vagas para Mestres de Obras/Pedreiros

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Mestres de Obras/Pedreiros para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.

2. Vagas para Electricistas

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Electricistas para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.

3. Vagas para Assistentes Administrativos

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Assistentes Administrativos para o quadro de pessoal. Saiba mais.

4. Vagas para Tractoristas

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Tractoristas para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.

5. Vagas para Recepcionistas

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Recepcionistas para o quadro de pessoal. Saiba mais.

6. Vagas para Docentes

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende contratar Docentes de Enfermagem, Farmácia, Saúde Pública, Antropologia, Terapia Comunitária, Psicologia, Administração e Gestão Escolar, Administração Hospitalar, Serviço Social e outras áreas afins. Saiba mais.

7. Vagas para Contínuos

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Contínuos para o seu quadro de pessoal. Saiba mais.

8. Vagas para Técnicos de Laboratório

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Técnicos de Laboratório para exercer actividades a tempo inteiro. Saiba mais.

9. Vagas para Técnicos de Processamento de Alimentos

O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) pretende recrutar Técnicos de Processamento de Alimentos para o quadro de pessoal. Saiba mais.

10. Vaga para Consultor(a) de Viagens

A CRH Consultores, Lda pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) de Viagens, para uma empresa que opera no ramo de Turismo, Logística e Transporte. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Coordenador – WASH (Cabo Delgado – Chiure)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – WASH (Cabo Delgado – Chiure). Saiba mais.

2. Vaga para Oficial – Finanças (Cabo Delgado – Pemba)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Finanças (Cabo Delgado – Pemba). Saiba mais.

3. Vaga para Oficial de Compliance de Resposta em Emergência (Cabo Delgado)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Compliance de Resposta a Emergências (Cabo Delgado – Pemba). Saiba mais.

4. Vaga para Oficial de Inclusão Económica

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial de Inclusão Económica. Saiba mais.

5. Vaga para Chefe de Projecto

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Chefe de Projecto. Saiba mais.

6. Vaga para Especialista em Inclusão Económica

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Especialista em Inclusão Económica. Saiba mais.

7. Vaga para Humanities Teacher (Economics & Business)

A Aga Khan Academy Maputo pretende recrutar um (1)  Humanities Teacher (Economics & Business). Saiba mais.

8. Vaga para Coordenador – Contabilidade e Finanças (Maputo)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Contabilidade e Finanças (Maputo). Saiba mais.

9. Vaga para Mozambique Enterprise Growth Market Leader

A Baker Hughes pretende recrutar um (1) Mozambique Enterprise Growth Market Leader. Saiba mais.

10. Vaga para Packaging Operator

A AB InBev pretende recrutar um (1) Packaging Operator. Saiba mais.

11. Vaga para Material Checker

A DHL pretende recrutar um (1) Material Checker. Saiba mais.

12. Vaga para Comercial Júnior

Procura-se Comercial Júnior para trabalhar em Maputo. Saiba mais.

13. Vaga para Técnica de Recursos Humanos

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnica de Recursos Humanos. Saiba mais.

14. Vaga para Executivo B2B

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Executivo B2B. Saiba mais.

15. Vaga para Social and Emotional Counsellor

A Aga Khan Academy Maputo pretende recrutar um (1) Social and Emotional Counsellor. Saiba mais.

Presidente Chapo entrega insumos a produtores afectados por cheias em Gaza

O Presidente da República, Daniel Chapo, preside à cerimónia central de entrega de insumos agrícolas e pesqueiros destinados aos produtores afectados pelas cheias e inundações.

O evento decorre no distrito de Guijá e marca uma etapa significativa no apoio às comunidades que enfrentam os efeitos adversos das intempéries.

Esta iniciativa é parte integrante das acções do Governo para responder à situação de emergência declarada na região, com o intuito de reabilitar e dinamizar a segunda época da Campanha Agrária 2025/2026. A entrega dos insumos representa um passo importante na recuperação da produção agrícola e pesqueira, sectores fundamentais para a subsistência das populações locais.

A cerimónia conta com a participação de diversas autoridades locais e representantes da comunidade, evidenciando o compromisso do Governo em apoiar aqueles que se encontram em situação vulnerável.

Moçambique intensifica combate à exploração ilegal de madeira

O Governo moçambicano anunciou o reforço das medidas de fiscalização e controlo para combater o contrabando e a exploração ilegal de madeira, em particular das espécies protegidas, como o pau preto. Esta decisão surge após o país ter perdido cerca de 5 milhões de dólares em 2025 devido a estas práticas ilícitas.

As autoridades moçambicanas estão a implementar novas medidas destinadas a travar a exploração ilegal e o contrabando de madeira, que frequentemente tem como destino o mercado asiático.

Bravia Imede Falume, director nacional de Florestas e Fauna, destacou a importância de contar com operadores honestos e anunciou a introdução de uma nova legislação, que começou a ser aplicada no ano passado, além da implementação de um sistema digital para auxiliar no combate à exploração ilegal de madeira. “Estes são desafios que enfrentamos diariamente”, afirmou.

O responsável também revelou que Moçambique tem assistido a uma redução significativa no número de operadores florestais, enquanto grandes quantidades de madeira nacional são frequentemente encontradas fora do país. “No ano 2020/2021, contávamos com cerca de 1200 operadores. No ano passado, registámos apenas 400. Portanto, há um decréscimo muito grande do número de operadores. As razões são várias e esta é uma oportunidade para avaliarmos as principais causas que provocaram este retrocesso”, explicou Falume.

As autoridades temem a existência de esquemas de exportação ilegal de madeira, especialmente em relação a espécies protegidas como o pau preto, e estão determinadas a implementar estratégias eficazes para proteger os recursos florestais de Moçambique.

Organização denuncia uso de balas reais contra manifestantes em Nampula

A organização de monitoria social, Plataforma DECIDE, exigiu uma investigação independente após a intervenção policial na Estrada Nacional n.º 1, que resultou numa mulher baleada no queixo e um menor atropelado.

A situação de tensão escalou na localidade de Anchilo, onde uma manifestação pacífica protagonizada por mulheres foi interrompida pelo uso excessivo da força policial.

As manifestantes exigiam a entrega de capulanas, uma promessa da Primeira-Dama da República, cuja distribuição deveria ocorrer em âmbito nacional. Segundo dados recolhidos no local pela Plataforma DECIDE, as autoridades utilizaram munições letais para dispersar a multidão. Como resultado, uma cidadã foi atingida por um disparo na região do queixo e encontra-se sob cuidados médicos no Hospital Central de Nampula. Além disso, um menor de 13 anos foi atropelado, embora já tenha recebido alta, ainda se encontra em processo de recuperação.

A DECIDE classificou esses ocorridos como uma grave violação dos direitos humanos, particularmente o direito à manifestação e à integridade física. A plataforma questionou a legalidade e a necessidade de tal actuação policial, enfatizando que o uso de força potencialmente letal em contextos de protesto civil levanta sérias preocupações.

A organização apresentou uma lista de exigências imediatas às autoridades competentes, incluindo:

  1. A abertura imediata de uma investigação independente e imparcial para apurar todos os factos relacionados ao incidente.
  2. A responsabilização rigorosa dos agentes envolvidos, caso sejam confirmados os abusos de poder.
  3. A adopção de medidas urgentes para reforçar a formação e os protocolos de actuação das forças de defesa em matéria de gestão de manifestações públicas.

O comunicado da DECIDE conclui com um apelo forte aos actores políticos e institucionais, exortando-os a agir com responsabilidade e a evitar promessas que não possam ser cumpridas. Segundo a organização, a não concretização de expectativas contribui directamente para o agravamento das tensões e conflitos no país.

Ataque armado na Matola resulta em duas mortes

A cidade da Matola foi palco de um novo episódio de violência armada na madrugada desta segunda-feira, quando dois jovens foram mortos a tiro nas imediações da zona conhecida como Matola 700. 

Este crime ocorre cerca de três meses após um outro tiroteio que havia chocado a opinião pública local, reacendendo as preocupações sobre a segurança na área.

Segundo testemunhas presentes no local, as vítimas estavam a bordo de uma viatura ligeira, de marca Ractis, quando foram surpreendidas por indivíduos armados que realizaram vários disparos. Residentes descreveram a ação como “rápida e directa”, levantando suspeitas de que se tratou de uma execução premeditada.

Informações preliminares, conforme reportado pela Eco TV, indicam que os autores do crime estavam armados com armas do tipo AKM, o que levanta questões sobre o nível de organização dos envolvidos e a possível conexão a redes criminosas.

Fontes locais sugerem que o ataque foi perpetrado sem qualquer troca de palavras, o que sugere que as vítimas eram alvos específicos dos executores.

Até ao momento, a Polícia da República de Moçambique ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. No entanto, foram iniciadas diligências para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis.

A situação continua a ser monitorizada, e mais actualizações serão disponibilizadas assim que informações confirmadas pelas autoridades forem divulgadas.

Governo reforça transporte público com entrega de 100 autocarros

O Ministério dos Transportes e Logística anunciou a entrega, esta segunda-feira, dos primeiros 100 autocarros destinados a reforçar o sistema de transporte público de passageiros em 15 municípios das regiões Centro e Norte de Moçambique. 

A cerimónia de entrega ocorreu na cidade de Nampula e insere-se no Programa de Melhoria do Sistema de Transporte Público de Passageiros, uma iniciativa do Governo que visa aumentar a mobilidade urbana e melhorar a qualidade de vida das populações.

Segundo informações oficiais, os novos autocarros terão a capacidade de transportar mais de 1,4 milhões de passageiros por mês, aliviando a pressão sobre os actuais meios de transporte e facilitando o acesso a serviços essenciais.

O programa também introduz medidas inovadoras para reforçar a segurança rodoviária, incluindo formação especializada de motoristas em condução preventiva, capacitação das equipas técnicas de manutenção e instalação de tacógrafos – sistemas que permitem monitorizar o tempo de condução e reduzir o risco de acidentes de viação.

A gestão dos autocarros ficará a cargo dos municípios beneficiários, enquanto o Governo assumirá a responsabilidade pela manutenção rotineira e pelo seguro contra todos os riscos, garantindo assim a sustentabilidade do serviço.

Segundo o executivo, este investimento representa um passo estratégico para fortalecer a capacidade dos municípios face à crescente procura por transporte público, ao mesmo tempo que contribui para dinamizar a economia local.

Além disso, está prevista para o próximo mês a chegada de um segundo lote de 190 autocarros, alguns dos quais serão destinados ao transporte escolar, com o objectivo de melhorar o acesso à educação e promover maior inclusão social em diferentes regiões do país.

Desmoronamento em mina artesanal volta a causar mortes em Vanduzi

Pelo menos nove pessoas perderam a vida e outras três ficaram feridas devido ao desmoronamento de uma das centenas de minas na área conhecida como “Seis Carros”, localizada no distrito de Vanduzi, província de Manica, Centro de Moçambique. 

O Governo provincial confirmou o incidente, desmentindo alegações de que mais de 100 pessoas teriam morrido, como foi noticiado em alguns meios de comunicação, argumentando que seria impossível haver esse número de pessoas dentro de uma mina artesanal dadas as suas características.

Em declarações ao jornal Domingo, a administradora do distrito de Vanduzi, Admira Chitsumba, informou que uma equipa foi destacada para o local, com a missão de entregar os corpos às respectivas famílias e interagir com os garimpeiros que operam na área.

A governadora da província, Francisca Tomás, e o Secretário de Estado, Lourenço Lindonde, expressaram lamento pela tragédia, que se soma a outros incidentes semelhantes que têm ocorrido na região, onde mais de 10 mil pessoas, entre homens e mulheres, nacionais e estrangeiros, se dedicam à escavação de ouro, muitas vezes sem observar as mais elementares normas de higiene e segurança.

Vale lembrar que este desastre ocorre menos de um mês após a morte de pelo menos cinco garimpeiros em circunstâncias semelhantes, lançando novamente luz sobre os perigos associados à exploração artesanal de ouro naquela região.

O incidente mais recente iniciou quando um grupo conhecido localmente como “Gwedje” detonou explosivos durante uma escavação, resultando na morte imediata de um mineiro ilegal que se encontrava no interior da mina, bem como de outros dois cidadãos que tentavam extrair ouro. Há também relatos de feridos decorrentes da mesma explosão.

Adicionalmente, uma quarta vítima mortal foi confirmada na noite do último domingo, após o desabamento de mais uma mina de exploração artesanal, caracterizada por poços profundos que ultrapassam os 30 metros. As condições precárias de escavação e a falta de medidas de segurança adequadas continuam a ser factores críticos que contribuem para a ocorrência de tragédias deste tipo na região.

Anamola acusa autoridades de perseguirem Venâncio Mondlane

O partido Anamola acusou as autoridades moçambicanas de promoverem uma perseguição política contra o seu presidente, Venâncio Mondlane, bem como contra vários membros da formação política, em consequência das manifestações que se seguiram às eleições gerais de Outubro de 2024.

Em declarações públicas, a delegada provincial do Anamola em Tete, Claudina Guimarães, criticou a actuação do Ministério Público, alegando que este age de forma parcial ao avançar com um processo judicial contra Mondlane. As acusações contra o líder do partido incluem incitamento à desobediência colectiva e terrorismo, relacionadas com os protestos pós-eleitorais.

Claudina Guimarães expressou preocupação com a imparcialidade da justiça, questionando por que Venâncio Mondlane está a ser chamado a tribunal, enquanto, segundo a sua perspectiva, permanecem impunes aqueles que seriam os responsáveis pela fraude eleitoral e pela repressão violenta das manifestações.

A dirigente não hesitou em apontar o antigo comandante-geral da Polícia, Bernardino Rafael, como um dos principais responsáveis pelos acontecimentos, questionando: “quem ordenou a actuação das forças no terreno e quem beneficiou do alegado desvio de votos?”. Ela lembrou episódios de violência em várias áreas da província de Tete, como Caphiridzange, Macanga, Angónia e Samoa, onde, segundo afirmou, “forças de segurança dispararam contra civis indefesos, provocando mortes”.

Em entrevista à RFI, Claudina Guimarães manifestou incompreensão pelo fato de que esses casos de violência não tenham sido levados à justiça, ao mesmo tempo que reiterou que o processo contra Venâncio Mondlane carece de fundamento. Defendeu que as manifestações não podem ser atribuídas a uma única pessoa e pediu que, se houver responsabilização, “se notifique todo o povo moçambicano”, enfatizando o descontentamento generalizado face ao que descreveu como sucessivos episódios de injustiça, desde supostas fraudes eleitorais até à repressão violenta dos cidadãos.

O partido Anamola argumenta que os processos judiciais em curso fazem parte de uma estratégia de intimidação política, num contexto ainda marcado pela contestação aos resultados eleitorais. A formação exige maior transparência e imparcialidade das instituições judiciais, defendendo que todos os crimes potenciais, incluindo os relacionados com a alegada fraude eleitoral e a atuação das forças de segurança, sejam devidamente investigados.

Até o momento, não houve uma reação oficial do Ministério Público às acusações feitas pelo partido Anamola.

Hospital Central de Nampula tem novo director-geral

O Hospital Central de Nampula (HCN), a maior unidade sanitária da região norte de Moçambique, conta com um novo director-geral. Frederico João Sebastião foi empossado no cargo pelo Secretário de Estado da província, Plácido Pereira.

Na cerimónia de investidura, o secretário apelou a Sebastião que concentre os seus esforços no combate à corrupção e na promoção de um atendimento humanizado aos pacientes. Adicionalmente, foi destacado a importância da formação contínua dos médicos especialistas.

Sebastião comprometeu-se a endereçar os desafios enfrentados pelo maior hospital do Norte do país, assegurando que irá formular estratégias para responder às necessidades tanto dos pacientes como dos profissionais da saúde.

Empreiteiros devem corrigir falhas em casas de vítimas da Lixeira de Hulene

O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, fez um apelo às empresas encarregues da construção das casas destinadas às famílias afectadas pelo aluimento da Lixeira de Hulene, situado na Autarquia de Marracuene.

Durante uma visita à obra, o dirigente identificou várias anomalias nas residências, incluindo infiltrações e rachas nas paredes, que comprometem a segurança e a habitabilidade dos imóveis.

Manhique enfatizou que os recursos utilizados para a construção provêm do Estado, sendo, por isso, fundamental que sejam respeitados os padrões de qualidade e execução estabelecidos. O presidente salientou ainda que a população tem direito a habitações condignas, reforçando a responsabilidade dos empreiteiros em repararem todas as falhas constatadas.

Em resposta ao chamado, as empresas responsáveis comprometeram-se a realizar as intervenções necessárias de forma a garantir que as residências estejam em conformidade com os padrões exigidos.

Cerca de duzentas famílias em Mandlakazi enfrentam crise alimentar após inundações

Cerca de duzentas famílias residentes no único centro de acolhimento do Município de Mandlakazi enfrentam uma iminente crise alimentar. Esta situação é resultado da escassez de alimentos provocada pela segunda vaga de inundações, assim como pela diminuição dos donativos.

Francelina Nhantumbo, Presidente do Conselho Municipal da Vila de Mandlakazi, expressou preocupação com a situação, indicando que a sustentabilidade da dieta das famílias poderá estar comprometida nos próximos dias. A autarca salientou a urgência em reforçar a disponibilidade de alimentos para atender às necessidades básicas da população afectada.

Além da crise alimentar, Nhantumbo confirmou que existem carências financeiras para a reposição de latrinas melhoradas, as quais desabaram devido às intempéries. O município enfrenta assim um duplo desafio, que exige uma resposta rápida e eficaz para salvaguardar a saúde e o bem-estar dos seus habitantes.

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