As autoridades de Saúde na Zambézia lançaram uma campanha de prevenção de diarreias e cólera tendo em conta a época chuvosa que se aproxima.
A campanha que teve início ontem (04), deverá abranger cerca de cinco mil famílias distribuídas por oito distritos localizados em zonas de risco. Neste contexto, as autoridades começaram a distribuir o antibiótico vulgarmente conhecido por “Certeza” destinado a purificação da água.
Esta mesma campanha deverá durar mais de duas semanas e está orçada em 600 mil meticais.
Durante o lançamento da campanha, o director provincial de Saúde na Zambézia Hidayat Kassim, defendeu a necessidade da população aceitar o produto sob risco de arriscarem suas vidas.
Aliás, naquela província tem acontecido casos de tumultos e vandalização de equipamentos médico, situação levada a cabo pela população devido a surgimento de boatos segundo os quais as autoridades de Saúde é que são responsáveis pela propagação da cólera durante a distribuição do antibiótico “Certeza”.
Mais de 4.000 moradores vivem, sem nenhum custo, em 400 quartos numerados do grande hotel, e outros 200 compartimentos, nos corredores, dispensas, incluindo em quartos de banho, adaptados para abrigar numerosas famílias, a maioria vindos da província da Zambézia e Tete, na zona centro.
Muitos chegaram ao local apenas para passar alguns dias mas a falta de habitação disponível ou de dinheiro, obrigou a que a solução temporária passasse a ser definitiva.
Nos moradores, encontram-se polícias, professores e outros funcionários públicos mas também desempregados e despejados de arrendamentos.
A situação de higiene e de segurança é um dos problemas do espaço, com sinais visíveis de degradação acentuada. Este ano cinco crianças caíram das escadas e varandas do edifício e uma delas veio a morrer em consequência dos ferimentos.
Os largos e escuros corredores do edifício têm sido terreno fértil para venda de drogas. Nestes locais muitas filhas dos moradores são violadas sexualmente e várias engravidaram, até que foi montada uma estrutura de controlo dos inquilinos, que entretanto não consegue parar a sujidade.
“A vida no grande hotel é péssima” descreve João Colete, o síndico do hotel, que mora no edifício desde 1998, e que receia o desabamento do tecto falso, encharcados por água de chuva, preocupando-se com o alargamento das rachas nas paredes.
O Conselho Municipal da Beira, tentou minimizar a situação de saneamento com a reabilitação de balneários no jardim do edifício, para atender as necessidades dos moradores, mas a empresa de distribuição de água cortou a ligação por falta de pagamento, tornando insustentável o seu uso.
“A pessoa quando esta aflita fica sem ideia, não tem o que fazer” precisou Flora Julinho, única moradora com viatura num parque improvisado.
Em 2000 o governo municipal anunciou a retirada dos moradores do Grande Hotel para implantar de um outro projeto, mas a iniciativa não prosseguiu. Nesta época, a Liga Muçulmana construiu 25 das 60 casas previstas para retirar do local os seus fiéis.
“Eu mesmo já pedi por escrito, em 2000, ao presidente do Conselho Municipal, assim como para o Governo local, sobre a retirada do grande hotel, porque cada dia que passa isto está-se tornando degradado” disse João Colete, que não tem resposta das autoridades há 15 anos.
Em declarações à Lusa, Daviz Simango, autarca da Beira, pelo Movimento Democrático de Moçambique, disse que estão em carteira vários planos para a retirada das pessoas do hotel, estando em curso alguns estudos de viabilidade para o reaproveitamento da área ocupada pelo edifício colonial.
Um homem-bomba atacou um popular restaurante em Mogadíscio, capital da Somália, no último sábado (02), matando a si mesmo e pelo menos três outras pessoas, disse a polícia local.
O agressor, vestindo um terno de negócios sobre o colete com a bomba, detonou o artefato depois de entrar no restaurante Village.
“Até agora, três civis estão mortos”, disse um oficial da polícia.
Em comentários na rádio estatal, o ministro da Informação da Somália, Mohamed Abdi Hayir, responsabilizou o grupo al-Shabaab, ligado à al-Qaeda, que travam frequentes ataques na capital como parte de uma campanha para derrubar o governo do país, que tem o apoio do Ocidente.
Mais de 32 mil mineiros moçambicanos, que trabalham nas minas da África do Sul, regressaram, ontem, aos seus postos de trabalho, depois de terem vindo a Moçambique, para junto de suas famílias pudessem passar as festas de natal e fim de ano.
O posto fronteiriço de Ressano Garcia conheceu este domingo o pico da procura pelos mineiros e outros trabalhadores moçambicanos no país vizinho.
O posto fronteiriço de Ressano Garcia registou desde as primeiras horas de domingo (03), uma enchente invulgar de mineiros que procuravam fazer o registo migratório, que às primeiras horas era feito com bastante lentidão, mas à medida que o dia foi passado os agentes de migração e das alfândegas dos dois países flexibilizaram o atendimento, o que permitiu que em menos de 30 minutos fosse tramitado todo o processo migratório.
Diversas imagens veiculadas pelo Estado Islâmico (EI) de crianças por volta dos 10 anos matando reféns a tiros chocaram a opinião pública.
A notícia de que o grupo extremista também as estaria usando em ataques suicidas vai contra todo o sentido de infância. Essas, por outro lado, não são práticas novas. Onde há guerra, existe a participação de crianças, advertem especialistas. Mas, em 2015, a ascensão do EI, a guerra na Síria e a continuidade dos conflitos no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo intensificaram o recrutamento de crianças como soldados, além de aumentar o debate sobre o assunto. As projecções para o próximo ano não são das melhores, apesar de recentes avanços na conscientização e no acesso às denúncias.
Um dos principais desafios será com relação à participação voluntária desses jovens em conflitos. Com o Estado Islâmico, por exemplo, muitos deles deixam suas casas e se juntam ao grupo por questões ideológicas, o que é difícil de se combater, explica David Rosen, professor de antropologia e direito da Universidade Fairleigh Dickinson.
— É muito difícil que se veja um recrutador do Oriente Médio diante de uma Corte Internacional. Todos os processos são contra Estados falidos na África. Muitos (países do Oriente Médio) nem fazem parte do sistema de justiça internacional. Eu não vejo nenhum fim para a questão do recrutamento infantil. Se os conflitos no Oriente Médio continuarem a se espalhar, veremos grandes recrutamentos de menores de idade.
A violação de direitos da criança e do adolescente não é, nem de perto, algo que perturbe os extremistas. Eles — rebeldes, terroristas, paramilitares — vêm se tornando os maiores recrutadores, diz David. No Sudão do Sul, a guerra civil entre grupos étnicos, de acordo com o Unicef, já levou cerca de 16 mil crianças para as frentes de batalha. Na Síria, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, o EI já colocou mais de 1.100 em suas fileiras desde o início do ano.
Combatentes e escravos
Para a doutora em Relações Internacionais da PUC-Rio Jana Tabak, o caminho para se chegar a uma solução ainda é longo. Ela aponta a dificuldade em criar políticas de protecção aos jovens quando se lida com realidades diversas, o que pode tornar os programas “muito engessados”.
“A complexidade é tão grande e acaba esbarrando em limitações económicas e de conceitos. Tivemos muitos progressos, mas ficaremos variando entre avanços e limitações”, afirma.
Jana acredita que os próprios envolvidos em conflitos armados devem ser ouvidos.
— Eles não podem ser encarados apenas como vítimas — diz, acrescentando que o diálogo precisa ser maior entre as organizações internacionais, governos, grupos rebeldes e, principalmente, com as comunidades que irão receber essas crianças.
Há cerca de 20 anos o número de crianças-soldado não é actualizado, advertem especialistas. A estimativa antiga, que organizações apontam para uma grande diminuição, é de que cerca de 300 mil jovens e crianças estejam agindo com grupos armados em diferentes posições, como combatentes, escravos sexuais e espiões. Apesar da falta de um número preciso, há, cada vez mais, iniciativas que buscam informações sobre o assunto, diz a doutora em Relações Internacionais.
Uma delas é o escritório da ONU ligado ao secretário-geral para crianças e conflitos armados, que produz relatórios sobre a situação de países com relação aos direitos da criança e do adolescente.
Sete Estados são listados por eles como aqueles que ainda fariam esse tipo de recrutamento: Afeganistão, República Democrática do Congo, Sudão, Sudão do Sul, Iêmen e Mianmar. A partir dos levantamentos, entregues ao Conselho de Segurança e discutidos nas Assembleias Gerais, é possível cobrar mudanças. Mas Jana reconhece ser difícil.
— Não se pode prender um Estado. No fim das contas, fica a cargo do próprio governo querer resolver o problema, mesmo sabendo que pode sofrer algumas sanções e perder legitimidade.
A iniciativa deu origem a campanha “Crianças, não soldados”, que tem o objectivo de acabar e evitar o recrutamento de crianças por exércitos nacionais até 2016. Desde o lançamento do movimento, há dois anos, houve alguns avanços importantes, como a libertação de mais de 400 crianças do Exército de Mianmar.
‘Não só vítimas ou monstros’
O envolvimento de crianças em conflitos armados é delicado, não são somente vítimas ou vítimas que se tornam monstros, afirma o professor David Rosen. Muitas delas se juntam a grupos armados porque querem, por questões religiosas, ideológicas, por vingança, miséria, e até pela aventura. Suas vidas, como se pode imaginar, tornam-se nada parecidas com a de uma criança. Além do treinamento militar, há o uso de drogas, abuso sexual e violência.
Alguns contextos são piores, lembra David, como em Uganda. No grupo sectário Exército de Resistência do Senhor, crianças eram tratadas com extrema crueldade, submetidas a espancamentos, assassinatos e abuso sexual. O mesmo ocorreu na Guerra Civil em Serra Leoa, onde forças rebeldes da Frente Revolucionária Unida sequestraram crianças, tratando as com brutalidade.
Por outro lado, algumas entraram no conflito de Serra Leoa de forma voluntária, ao lado de milícias. Em Moçambique, o recrutamento de meninas e adolescentes pela Frente de Libertação de Moçambique era visto por elas como uma forma de empoderamento.
“Há grandes e claras diferenças entre ser sequestrado e se voluntariar. Mas, legalmente, perante a lei internacional, eles são tratados da mesma forma”, afirma David.
De acordo com a lei internacional, a nenhuma criança com menos de 15 anos é permitido se voluntariar. Existe, então, uma lacuna entre a experiência de ser uma criança-soldado e a lei, que trata todas com menos de 15 anos como vítimas de um ato criminoso, independente de suas experiências, conclui David.
Uma sorveteria de nome “Perlecò”, localizada na cidade italiana de Alassio, na província de Savona, anunciou na passada segunda-feira (28), o novo sabor de gelado da rede. O sorvete criado em homenagem ao Bob Marley é feito com sementes de maconha e tem o nome “Marley”.
A ideia surgiu em parceria com a ‘Canapa Ligure’, associação que promove os benefícios da droga à saúde física e mental. Os idealizadores do sabor, que está sendo comercializado desde o final do ano passado e afirmam que: “é bom e faz bem”.
“Trata-se de um sorvete com sementes de cânhamo (provenientes da espécie cannabis sativa) sem casca, muito bom e com todas as propriedades benéficas da planta, existentes principalmente pela alta presença de ácidos graxos poli-insaturados que ajudam a combater e prevenir distúrbios entre os quais arteriosclerose, distúrbios cardiovasculares, colesterol, artrose, doenças do sistema respiratório, eczemas e acnes”, explicam os criadores do gelado.
Uma idosa de 76 anos de idade está lutando por sua vida depois de se recusar aceitar um pedido de casamento feito por seu parceiro.
O namorado, que tem 10 anos a menos que a vítima jovem, fez o pedido quando estava bêbado.
Ao ter sido rejeitado, ele tirou uma longa faca e esfaqueou várias vezes a idosa no peito e braços.
O incidente ocorreu depois que o homem havia ido a um bar e se embebedado com cerveja e vodca.
Ao voltar para casa, ele propôs a amada, mas como ele não aceitou, ficou furioso e lançou o ataque.
Segundo vizinhos – que vivem em Morat, sudoeste da Romênia, esta não foi a primeira tentativa que o homem havia feito para tentar se casar com a idosa.
Paramédicos, que foram chamados por parentes da mulher, conseguiram salvar a vida dela na cena do crime. Ela permanece em estado crítico no Hospital County em Drobeta-Turnu Severin, onde ela está recebendo tratamento.
Amina Nicolicea, um porta-voz do hospital disse: “A idosa está consciente, conseguimos estabilizar a pressão arterial, apesar de ter perdido uma grande quantidade de sangue.”
O homem rejeitado está preso, aguardando julgamento por acusações de tentativa de assassinato.
Algo muito raro de se ver é alguém interromper uma cerimónia de casamento para se opor à união dos noivos, mas foi exactamente isso que ocorreu na África do Sul, e com um detalhe muito mais surpreendente.
Ndodana Chifamba, de 42 anos, e sua noiva, nomeada apenas como Phindile, estavam se preparando para trocar votos em seu casamento em Bulawayo, no Zimbabwe, quando o padre perguntou se alguém era contrário ao seu casamento. Incrivelmente, uma mulher rapidamente se levantou e anunciou que ela era casada com o noivo.
Enquanto os convidados ficaram chocados, Josephine Mhlanga, de 46, declarou que ela teve dois filhos com seu marido, com quem era casada há 20 anos, e só soube sobre o casamento secreto naquele dia.
Ela disse que Chifamba não poderia se casar novamente enquanto ela estiver viva.
Após a revelação, o padre interrompeu o casamento. Ele disse aos noivos que não poderiam se unir oficialmente.
Mhlanga descobriu o novo casamento do marido, com quem se casou em 1995, após parentes a alertarem poucas horas antes da cerimónia.
Chifamba estava vivendo com sua esposa e filhos enquanto também tinha um relacionamento com Phindile. Ele desaparecia durante um tempo e culpava seu trabalho pelo sumiço.
Um homem declarado morto após consumir vodca excessivamente acordou no necrotério e comemorou sua “nova vida” bebendo mais do líquido que o tinha “matado”.
O homem da Rússia acordou ao lado de cadáveres no necrotério de Khansanky, em que estava para uma autópsia.
Ele tentou deixar o local, mas foi abordado por policiais, que ficaram assustados com o que viram.
Aleksey Stoyev, porta-voz da polícia local, disse que o homem acordou e, devido ao efeito da bebida, não entendeu bem onde estava e o que acontecia, mas se assustou e tentou fugir.
Após conseguir sair, o homem não pensou em descansar. Em vez disso ele voltou ao local onde os amigos bebiam em homenagem ao “morto”, e comemorou sua vida “enchendo a cara”.
Quando chegou ao local onde os amigos estavam, uma grande confusão se formou e algumas pessoas até desmaiaram com sua “aparição”.
Danish Satar, sobrinho de Nini Satar é indiciado pela justiça moçambicana como um dos principais mandantes dos raptos, sequestros e cárcere privado.
O suposto mandante dos raptos foi detido pela Interpol, na cidade italiana de Roma.
Através de protocolos da Interpol, a polícia de Investigação Criminal Moçambicana, deslocou-se a Roma para Roma para extraditar o Danish Satar para responder em tribunal sobre as acusações que pesam sobre o cidadão.
Danish tem processos-crime remetidos no Ministério Público, Procuradoria, Tribunal da cidade de Maputo e na PIC.
Consta na lista das supostas vítimas de Danish o cidadão Gignissa Massunkulal e Darmendra.
A polícia moçambicana incinerou na segunda-feira 102,5 quilos de pontas de marfim, 16,5 quilos de cornos de rinoceronte, 473 gramas de barba de leão e 4,75 quilos de cannabis sativa confiscados entre Agosto e Dezembro, anunciou a corporação.
Em declarações à Agência de Informação de Moçambique (AIM), o porta-voz da polícia em Maputo, Orlando Mudumane, afirmou que o produto incinerado foi apreendido no Aeroporto Internacional de Maputo.
Mudumane adiantou que 11 moçambicanos e seis estrangeiros encontram-se detidos por alegado envolvimento na tentativa de contrabando do produto apreendido.
A acção de segunda-feira é a segunda do género levada a cabo pelas autoridades moçambicanas, depois de no início de julho terem sido incineradas 618 pontas de marfim, num total de 2.198 quilos, e 86 cornos de rinoceronte, de 236 quilos.
A destruição de marfim e de cornos de rinoceronte é vista como um sinal do Governo moçambicano de combater o abate de elefantes e rinocerontes por parte de traficantes que operam maioritariamente no parque sul-africano de Krueger e usam Moçambique como ponto de trânsito para abastecer o mercado asiático.
Na Ásia, o marfim e cornos de rinoceronte são procurados por pessoas que acreditam nos poderes curativos desses produtos contra algumas doenças e para fins cosméticos.
Sessenta e sete jornalistas foram mortos em todo o mundo em 2015 no exercício da profissão, de uma lista de 110 profissionais que perderam a vida em circunstâncias pouco claras.
A esses juntam-se 27 jornalistas-cidadãos (‘bloggers’) e outros sete colaboradores de meios de comunicação social, elevando para 787 o número de mortos na última década, assinalou a organização.
O Iraque teve o maior número de jornalistas mortos em 2015 (nove confirmados de 11 possíveis), seguido da Síria (nove de dez), ambos palco de conflitos armados e com a presença do grupo extremista Estado Islâmico (EI). A França subiu ao terceiro lugar (oito de oito) devido ao atentado terrorista contra a redacção da revista satírica Charlie Hebdo a 07 de Janeiro, que fez 12 vítimas.
Seguem-se na “lista negra” o Iémen, o Sudão do Sul, Índia e México, indicou a RSF.
A maioria das vítimas era jornalista local (97%) que trabalhava fora de zonas de conflito (64%), ao contrário do que sucedeu em 2014, quando a grande parte dos 66 jornalistas foi assassinada em zonas de guerra.
“É imperativo adoptar um mecanismo concreto para a aplicação do direito internacional sobre a protecção dos jornalistas”, declarou o secretário-geral da organização, Christophe Deloire.
Ao apresentar o balanço anual, a RSF destacou uma dupla ameaça para a imprensa: “Grupos não estatais que perpetram exações”, mas também “muitos Estados que não respeitam as suas obrigações internacionais”.
Neste sentido, considera imperativo que as Nações Unidas designem um “representante especial” para a protecção dos jornalistas.
A organização também recordou que dois dos jornalistas assassinados este ano são mulheres: a francesa Elsa Cayat (que morreu no ataque ‘jihadista’ contra o Charlie Hebdo), e a somali Hindia Mohamed, vítima da explosão de um carro armadilhado às mãos da milícia Shebab, no passado dia 03 de Dezembro.
Em paralelo, 54 jornalistas foram sequestrados – um aumento de 34% face a 2014; e 153 presos, número que traduz uma diminuição de 14%, segundo os dados da RSF constantes de um outro relatório apresentado há duas semanas.
Os reféns encontram-se na Síria (26), Iémen (13), Iraque (10) e Líbia (5); enquanto os presos sobretudo na China (23), Egipto (22), Irão (18), Turquia (9), com os 66 restantes espalhados pelo resto do mundo.
Um limpador de vidros foi flagrado pendurado pelos pés em uma janela no 15º andar de um edifício.
Uma testemunha que estava no solo, viu o trabalhador que limpava das vidraças. O homem foi visto lutando enquanto sua camiseta caia em seu rosto, e isso dificultava a sua volta para dentro do edifício, e o homem acabou ficando pendurado.
Ao perceber que não conseguiria se salvar, o limpador começou a gritar pedindo ajuda, enquanto balançava de um lado para outro.
O homem ficou pendurado por cerca de 30 minutos, até ter sido salvo por um morador que arrombou a porta que dava acesso à janela onde ele estava.
Testemunhas imediatamente entraram em contacto com a polícia local, bem como com uma ambulância, mas no final foram os moradores os primeiros a chegarem e ajudarem no resgate.
O incidente aconteceu na cidade de Novosibirsk, no centro-sul da Rússia.
Uma mãe foi morta por amamentar seu bebé em público, mesmo tendo coberto a criança com sua burca.
A mulher teria sido mutilada e assassinada por uma “policial”, que trabalha para a Al-Khansaa – um grupo terrorista só de mulheres na Síria.
Militantes disseram que a vítima teria violado a decência pública por se sentar sob uma árvore para amamentar seu bebé enquanto outras pessoas estava transitando pelo local.
Aisha, um ex-residente de Raqqa, na Síria, disse: “Uma policial Isis levou o bebé, o deu a outra mulher e, em seguida, matou a mãe”.
Uma empresa dará o equivalente a R$ 40 mil, cerca de 489 mil meticais, aos casais que quiserem se casar, mas caso o divórcio aconteça, os envolvidos deverão devolver o dinheiro com juros.
A Swanluv é uma nova empresa e pertence a Scott Avy. Ela permite às almas gémeas se unirem para o resto da vida e dá os pombinhos até 10 mil dólares, cerca de um terço do custo médio das despesas.
Só que caso se divorcie, o casal terá que devolver a quantia com juros. Estes juros são calculados com base em um software da empresa que analisa sua compatibilidade com a pessoa amada.
Em suma, quanto mais forte for seu relacionamento, maior a sua taxa de juros. A Swanluv afirmou que não esta lucrando com o divórcio (caso ele aconteça). Segundo ela, o dinheiro arrecadado e os juros custearão outros casamentos.
A Avy disse que as taxas de juros não serão altas, no entanto não entrou em detalhes a respeito. Ela alegou que a empresa está em busca de casamentos “eternos”.
Há algumas ressalvas. Os contratos incluem uma cláusula segundo a qual se o casamento acaba com um erro de uma das partes, somente o parceiro responsável por este será cobrado.
Um estudo revelou que os cães são capazes de mostrar empatia com os donos e com outros animais como eles.
Os cientistas acreditam ter feito um grande avanço e pensam que os cães possam ser capazes de mostrar empatia. Isso porque eles são capazes de “capturar” emoções, de acordo com o que sugere a pesquisa da Universidade de Pisa, Itália.
Para ficar mais claro, acredita-se que quando os seres humanos demonstram empatia eles tendem a imitar a expressão da pessoa com a qual interagem.
Agora pesquisadores liderados por Elisabetta Palagi descobriram que cães são capazes de imitar o comportamento emocional de outros animais como eles.
O estudo foi realizado em um parque localizado em Palermo e envolveu 49 animais. Em testes de dois comportamentos lúdicos considerados chave, os bichos copiaram um ao outro rapidamente.
Os autores disseram: “Nossos resultados revelam que o mimetismo rápido ocorre não só em humanos e outras espécies de primatas, mas também em cães sob o contexto lúdico”.
Palagi disse que o mimetismo é particularmente frequente entre os cães que são amigos, e acrescentou: “Estou confiante de que cães podem em algum sentido ‘pegar’ a emoção de seres humanos, nem de todos os seres humanos, mas especialmente de seus proprietários, porque eles os conhecem bem”.
A polícia da Turquia está procurando uma refugiada síria que está enganando homens se casando com eles, para depois desaparecer levando os presentes de casamento.
A mulher, cujo nome verdadeiro não se sabe, acredita-se ter realizado o golpe contra três homens inocentes na Turquia.
No caso mais recente, ela foi apresentada ao turco Riza Turkal, de 38 anos, por um organizador de casamentos que cobra em torno de R$ 20 mil, cerca de 245 mil meticais pelos serviços.
Encantado com sua nova esposa, Riza foi apresentado aos supostos primos e irmão da mulher, que concordaram em fazer dela a esposa do rapaz, que vive na cidade de Denizli.
No entanto, um dia após o casamento, Riza percebeu que a esposa tinha desaparecido junto com sua família e seus presentes de casamento que somavam a quantia de R$ 30 mil, cerca de 367 mil meticais (incluindo moedas de ouro, dinheiro e jóias dadas pela família do noivo).
Riza disse que gastou o equivalente a R$ 70 mil, cerca de 856 mil meticais para realizar o casamento.
Após relatar o caso à polícia e entregar as fotos da cerimónia, ele descobriu que a mulher tinha realizado o mesmo golpe pelo menos duas vezes antes.
Ele reclamou que sequer teve sua noite de núpcias com a esposa, já que ele caiu em um sono profundo durante a cerimónia. Riza suspeita que a mulher possa tê-lo embebedado para conseguir fugir sem ser vista pelo marido.
“Dezenas de pessoas” morreram na explosão de um depósito de gás butano na cidade nigeriana de Nnewi, no Sudeste do país, anunciou o Presidente, Muhammadu Buhari. O desastre ocorreu horas antes da noite de Natal e, segundo as autoridades, havia muita gente no posto para abastecer botijas para poder cozinhar para a celebração.
Uma testemunha contou que um camião começou a fazer o reabastecimento do posto sem esperar pela ordem de avançar, que só é dada depois de o equipamento ter tempo para arrefecer. “O camião incendiou-se e depois explodiu tudo”, disse um habitante de Nnewi, Joe Okeke, ao jornal nigeriano Vanguard.
A explosão deste depósito situado numa zona fortemente habitada destruiu casas e carros nas proximidades e o incêndio lavrou durante mais de cinco horas – os bombeiros da localidade não puderam acorrer ao local pois, disse um responsável a este jornal, o seu único carro foi vandalizado e não está operacional. Testemunhas citadas pela BBC disseram que os corpos dos funcionários e clientes deste posto de abastecimento de gás do estado de Anambra ficaram reduzidos a cinza.
“Aquilo transformou-se num enorme inferno”, disse o porta-voz da polícia, Ali Okechukwu.
“O meu coração e as minhas orações estão com as famílias enlutadas neste momento tão difícil“, disse o Presidente num comunicado.
Numa mensagem dirigida aos munícipes de Inhambane, na última quarta-feira (23), durante uma conferência de impressa que tinha por objectivo a busca de soluções para o combate a feitiçaria em Moçambique.
A presidente provincial da medicina tradicional em Inhambane Ruthe Samuel, defendeu que a maioria dos casos como o ódio e a feitiçaria registados no país e em particular na província de Inhambane são causados pelas diferenças sociais e pelos curandeiros mal informados.
“É notório ver famílias a procura de curandeiros para a cura dos problemas, e que muitos deles são mal informados ou seja que incitam a violência”, sublinhou.
Em Inhambane por exemplo, há muitos pais, avós que são assassinados pelos filhos ou netos, acusado-os de feiticeiros. Este fenómeno é mais comum durante a quadra festiva.
“Os jovens no seu íntimo devem saber que desde criança os pais não lhe enfeitiçaram e muito menos lhes desejaram o mal, não há motivos de se deixarem enganar por um certo grupo de curandeiros que cujo objectivo é destruir a família, separar os filhos dos pais ou netos dos seus avós. Queremos que as famílias passem uma quadra festiva num ambiente de paz”, sublinhou.
Por outro lado, Ruthe Samuel chama também atenção aos chamados curandeiros mal informados ou burladores, para que não usem do cargo para tirarem proveito, pois aquele que for encontrado ou denunciado por denegrir a imagem dos bons curandeiros será punido nos termos da lei.
Aliás a responsável avançou ainda que já está em curso o processo de investigação dos curandeiros a nível da província. A acção esta liderada pelos activistas da medicina tradicional, o objectivo é acabar com os falsos curandeiros.
A nível da província de Inhambane, a associação conta com perto de 1500 colaboradores, sendo que 400 são da Maxixe.
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