O Governo sul-africano convocou um diplomata sénior da embaixada dos Estados Unidos na África do Sul na sequência dos comentários feitos pelo presidente norte-americano, Donald Trump, sobre as Nações africanas e o Haiti.
Numa declaração, o Ministério dos Negócios estrangeiros sul-africano indicou ter chamado à Presidência, em Pretória, o encarregado de negócios da missão diplomática norte-americana no país para lhe dar “uma oportunidade” para “explicar a consideração (de Trump) de que as Nações africanas são ‘países de merda’, e de onde os migrantes que vão para os Estados Unidos são indesejáveis”.
Na semana passada, Trump foi acusado de ter usado aquela expressão num encontro com senadores para se referir às nações africanas.
Trump negou ter proferido essa expressão, bem como as acusações de que é racista.
A embaixada dos Estados Unidos na África do Sul confirmou a recepção da convocação e indicou que as relações entre Washington e Pretória “devem ser baseadas no respeito mútuo”.
Um novo ataque de um grupo de insurgentes, alegadamente com inspiração islâmica, no fim-de-semana contra o posto administrativo de Olumbi, no distrito de Palma, na província moçambicana de Cabo Delegado, provocou a morte de cinco pessoas e destruição de várias infraestruturas.
A informação foi confirmada a VOA por várias fontes nesta segunda-feira (15).
Este é o segundo ataque que ocorre desde o inicio da insurgência em Outubro a Olumbi, a zona onde até agora foi feita a única perfuração em terra na pesquisa pelo petróleo, por uma empresa canadiana, voltando a gerar pânico nas multinacionais que exploram petróleo e gás na região.
Um morador de Olumbi contou à VOA, que um grupo de homens armados entrou na sede do posto administrativo, cerca das 20 horas de sábado 13, e abriu fogo contra o edifício do Governo local matando cinco pessoas.
“Os disparos duraram algum tempo e a população entrou em pânico”, disse o mesmo morador, descrevendo uma situação mais calma na manhã desta segunda-feira 15, mas com medo, sobretudo das pessoas em comentarem sobre a situação.
Um outro morador, que se identificou como Tagir, contou que todas as barracas no mercado local foram queimadas, a secretaria do Posto Administrativo de Olumbi foi vandalizada, incluindo a residência do chefe do posto, além da motorizada oficial do Governo ter sido incendiada.
Há relatos de haver vários feridos que foram socorridos na sede distrital de Palma e outros transferidos para o distrito vizinho da Mocimboa da Praia, o berço da insurgência do grupo, quando a 5 de Outubro de 2017, matou policias e sitiou a vila.
O administrador de Palma, David Machimbuko, confirmou à VOA o ataque, sem dar detalhes, e remeteu mais informações para a Polícia.
Contudo a Polícia de Cabo Delegado ainda não se pronunciou sobre o novo ataque, que ocorre numa área sensível, onde se prevê o início da exploração de gás por empresas norte-americanas e canadianas no nordeste de Moçambique.
Um americano do Missouri preferiu a lei ao filho. Após achar fotos de uma menina de 2 anos nua no celular do adolescente, de 17 anos, Paul Spensberger chamou os policiais e fez a denúncia.
O jovem foi preso. O pai se recusou a pagar a fiança de 10 mil dólares porque, de acordo com a imprensa local, achou que seria uma boa lição para o filho.
Andrew Spensberger está sendo investigado por pornografia infantil. Os investigadores acreditam que as imagens são de um parente da namorada dele. Ainda segundo a polícia, o garoto pretendia vender as fotos para um colega de sala, suspeito de pedofilia, por 300 dólares.
O acusado afirmou que tirou as fotografias em sua casa, enquanto a criança dormia. A denúncia foi feita no dia 30 de Dezembro e, de acordo com a Fox News, uma audiência sobre o caso deve acontecer às 9h de hoje (16).
A partida do Presidente sul-africano, Jacob Zuma, vai provocar um caos económico e pode desencadear violência generalizada na África do Sul, advertiu uma organização de profissionais representantes de diferentes comunidades locais.
Esta entidade denominada Transform SA endereçou uma carta ao comité executivo do Congresso Nacional Africano (ANC), partido no poder, advertindo-o de um debate sobre a destituição de Zuma.
A carta, escrita pelo consultório de advogados Maubane Mphhlele IC, pede ao ANC para “não ter a intenção de discutir, debater ou decidir sobre a destituição do Presidente Zuma”.
“Qualquer tentativa de qualquer estrutura sob o controlo do ANC de destronar o Presidente Zuma seria ilegal e inconstitucional”, declarou nesta carta datada de 10 de Janeiro corrente.
News 24 relatou sexta-feira que a carta foi endereçada ao ANC algumas horas antes da abertura da primeira reunião anual de um órgão do ANC que devia discutir sobre o rumo de Zuma.
Contudo, esta questão não foi evocada durante a curta reunião do comité que se concertou antes sobre o conteúdo da declaração de 8 de Janeiro para a celebração do 160 aniversário do partido em East London, sábado.
O líder de Transform SA, Adil Nchabeleng, declarou a News 24 que o Comité Executivo do ANC (NEC) não têm competência para destituir Zuma do seu cargo de Presidente da República e que esta prerrogativa cabe ao Parlamento.
“O Presidente do país não é eleito pelo NEC, mas pelo Parlamento. Assim o poder deste comité é limitado a menos que não emende os estatutos do partido”, revelou Nchabeleng.
O futuro de Zuma parece incerto desde que Cyril Ramaphosa foi eleito o presidente do ANC depois da conferência electiva deste em Dezembro.
Uma mulher, de 24 anos, foi morta à facada pela vizinha durante a noite de sábado, em São Paulo, no Brasil. O crime terá sido motivado pelo facto de a agressora querer o emprego da vítima, relataram familiares.
Érica Oliveira da Silva era assistente administrativa numa empresa de cimento, na zona onde mora. “Ela estava desempregada e queria a vaga da minha irmã. Sempre que a Érica passava, elas provocavam-se e isso acontecia todos os dias”, explicou a irmã ao G1.
Ao início da noite do passado sábado, Érica e as irmãs regressavam a casa, quando foram atacadas por Angélica, a agressora, o pai , o irmão e o seu marido.
Segundo a irmã da vítima, esta foi imobilizada pelo pai da agressora para que esta conseguisse esfaquear Érica. A faca foi entregue a Angélica pelo marido, acrescentando que chamou logo uma ambulância, mas que esta demorou a chegar.
Segundo a polícia, Angélica fugiu do local logo depois do crime e nunca mais foi vista.
Além da mulher, as irmãs desta também ficaram feridas. Até ao momento não foi feita qualquer detenção.
Flames and smoke from the Iranian oil tanker Sanchi is seen in the East China Sea, on January 15, 2018 in this photo provided by Japan's 10th Regional Coast Guard. 10th Regional Coast Guard Headquarters/Handout via REUTERS ATTENTION EDITORS - THIS PICTURE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY.
O petroleiro iraniano que estava em chamas desde que colidiu, há oito dias, com um cargueiro chinês no Mar da China, foi totalmente consumido pelo fogo neste domingo (14) e afundou.
Pela manhã, o porta-voz da equipe de resgate enviada pelo Irã afirmou à televisão estatal que não havia mais esperança de encontrar sobreviventes entre os 29 membros da tripulação do petroleiro ainda desaparecidos. A embarcação tinha 32 tripulantes a bordo, sendo 30 iranianos e dois bengaleses. Três corpos foram encontrados desde o acidente.
“Os membros da tripulação do navio morreram durante a primeira hora após o acidente, por causa da explosão e da fumaça tóxica de gás”, indicou o porta-voz iraniano Mohammad Rastad.
O petroleiro iraniano “Sanchi” colidiu no dia 6 de Janeiro com o cargueiro “CF Crystal”, registrado em Hong Kong, cujos 21 tripulantes, todos de nacionalidade chinesa, puderam ser resgatados. O “Sanchi”, registrado no Panamá, transportava 136 mil toneladas de petróleo condensado. ONGs ambientais internacionais temem um desastre ambiental no mar, enquanto a China garante que a situação está sob controle.
A Inspecção do Trabalho da província de Maputo acaba de suspender 12 trabalhadores estrangeiros, em situação laboral ilegal no País.
A suspensão dos referidos trabalhadores foi consumada, durante a acção de uma brigada inspectiva, realizada entre os dias 4 a 9 de Janeiro do corrente mês e que teve incidência em diferentes tipos de estabelecimentos, de entre os quais supermercados, armazéns, casas de pasto, entre outros.
Dentre os 12 suspensos estão sete indivíduos de nacionalidade chinesa, que se encontravam a trabalhar na empresa “Sinohydro Moz Trading”, quatro sul-africanos, dos quais três em estâncias turísticas, como “Palma Grove” e “Pisane Lodge”. O outro cidadão de nacionalidade sul-africana trabalhava ilegalmente na “Protea” e uma cidadã portuguesa que igualmente trabalhava ilegalmente no restaurante “O Parafuso”.
De referir que os cidadãos em causa foram encontrados em pleno exercício de suas actividades, sem a devida observância do preconizado no n.º 1 do artigo 16 do Regulamento Relativo aos Mecanismos e Procedimentos para Contratação de Cidadãos de Nacionalidade Estrangeira, aprovado pelo Decreto 37/2016, de 31 de Agosto, que estabelece: “A contratação de cidadãos estrangeiros faz-se mediante requerimento dirigido ao Ministro que superintende a área do trabalho ou às entidades a quem este delegar.”
Assim, a brigada da Inspecção do Trabalho, suspendeu os referidos trabalhadores ilegais e aplicará sanções às empresas implicadas.
Uma jovem está detida no comando distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Gondola, acusada de ter deitado o seu bebé na latrina. A indiciada é confessa, diz ter sido guiada por maus espíritos para cometer o crime.
O caso deu-se há dias no posto Administrativo de Cafumpe, quando Cândida Fernando, de 18 anos de idade e mãe de segunda viagem, após um parto normal decidiu abandonar o bebé numa latrina da sua vizinhança.
Já a contas com a Polícia, Cândida atribui culpa a alegados maus espíritos que a induziram ao acto.
Neste momento, o bebé que foi recuperado pelos vizinhos depois da mãe ter tentado empreender uma fuga, foi encaminhado ao Hospital Distrital de Gondola, que diz estar a gozar de boa saúde.
O bebé de menos de quinze dias deverá ser encaminhado nos próximos dias para os serviços distritais de Acção Social de Gondola, para a prestação dos cuidados necessários.
A pressão exercida por pescadores ilegais na albufeira de Cahora Bassa, na província central de Tete, está a concorrer para a extinção do peixe “kapenta”.
Esta é a advertência feita pelos proprietários das empresas de pesca semi-industrial licenciadas para a captura deste recurso na albufeira onde está implantada a barragem de Cahora Bassa, uma das maiores do mundo.
Informações avançadas à reportagem da AIM indicam que estão envolvidos na pesca ilegal de “kapenta” cidadãos de nacionalidade congolesa, tanzaniana, zambiana e zimbabueana, uma situação que é do conhecimento da Direcção Provincial do Mar, Águas Interiores e Pescas de Tete, disse quinta-feira a jornalistas, o substituto da directora provincial, Abner Foia.
O peixe kapenta é muito apreciado no Zimbabué, República Democrática do Congo, Tanzânia, Zâmbia e outros países africanos.
“A pesca ilegal é uma das preocupações que a indústria pesqueira de ‘kapenta’ nos tem apresentado, uma situação que tem contribuído para a baixa produção. Por exemplo, o ano passado a captura fixou-se em apenas 6.969 toneladas, contra 11.915 toneladas obtidas em 2016. O decréscimo foi de 41%”, afirmou, Abner Foia.
“O decréscimo foi motivado, fundamentalmente, pela pesca de embarcações não licenciadas. Estou a falar da pesca ilegal, porque nós apenas reportamos os dados estatísticos das empresa legalizadas, pois é difícil captar os dados das empresas não legalizadas”, disse.
A baixa produção também deve-se à paralisação das empresas licenciadas ao longo da campanha de pesca. No total foram 30 firmas, com 117 embarcações, que interromperam as suas actividades piscatórias, devido a avarias, férias colectivas, segundo Abner Foia.
“As férias foram, nalgumas vezes, motivadas pela baixa produção, pois, vendo que a produção não está a render, os proprietários decidem dar férias aos trabalhadores”, explicou.
Outro factor que ameaça os stocks de “kapenta” na albufeira de Cahora Bassa é o uso de artes nocivas à pesca, tais como redes mosquiteiras, por pescadores artesanais, que arrastam consigo o peixe miúdo, colocando em causa a sua reprodução.
Na albufeira de Cahora Bassa estão envolvidas na pesca semi-industrial de “kapenta” 250 embarcações legais.
Medidas para travar à pesca ilegal
Abner Foia afirmou que, uma vez identificado o problema da pesca ilegal de “kapenta”, o sector do Mar, Águas Interiores e Pescas vai tomar medidas adequadas.
A fonte explicou que na albufeira de Cahora Bassa a fiscalização está a ser feita por meio de binóculos, trazidos, recentemente, à província de Tete pelo ministério do sector do Mar, Águas Interiores e Pescas, para identificar os ilegais à distância.
“Outra medida é a criação de uma equipa de fiscalização multissectorial, que envolve a Polícia da República de Moçambique, Administração Marítima, Migração, Turismo, Indústria e Comércio, o Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas, entre outros sectores”, disse.
Segundo Foia, trata-se de uma equipa coordenada pelo governador da província de Tete, Paulo Auade, que além da pesca também fiscaliza todas as actividades exercidas na albufeira de Cahora Bassa.
“Acreditamos que este é um grande passo para travar a pesca ilegal na albufeira de Cahora Bassa”, sublinhou.
Segundo Abner Foia, no âmbito do levantamento estatístico foram detectadas 92 embarcações que estavam a pescar ilegalmente kapenta. “Para não prejudicar os proprietários, bem como as suas famílias, porque esta actividade é fonte de rendimento, o Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas lançou um concurso público o ano passado os mesmos possam legalizar a sua situação”.
“Esta foi outra medida encontrada pelo nosso sector para impedir a pesca ilegal de kapenta. Esta acção culminou com a selecção de oito empresas de Mágoè, com um total de 23 embarcações, oito empresas de Cahora Bassa, com um total de 24 barcos e uma empresa do Zumbo, com três embarcações, totalizando assim 17 empresas e um total de 50 embarcações”, acrescentou.
Revelou que neste momento os respectivos proprietários já estão no processo de legalização. Assim, restam 42 embarcações em situação ilegal.
Foia afirma que se as restantes 42 embarcações não forem regularizadas serão definitivamente retiradas da albufeira de Cahora Bassa. “Mas chegaremos a este extremo se os proprietários não mostrarem interesse em legalizar a sua actividade. Trabalharemos com eles para que deixem de exercer a pesca ilegalmente”.
Apesar de os prazos das inscrições terem terminado, no dia 31 de Dezembro, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) continua aceitar a inscrição de novos ingressos, escreve a AIM.
As matrículas de novos ingressos iniciaram a 1 de Outubro com a previsão de registo de um milhão e trezentos mil alunos, até agora foram registados 77 por cento das crianças em todo o país.
De acordo com Manuel Simbine, porta-voz do MINEDH, as matrículas do ensino secundário iniciaram no dia 15 de Dezembro e terminam hoje. Na primeira semana, segundo a fonte, houve pouca adesão, mas nos últimos dias o cenário é diferente.
Simbine garantiu que em todos os estabelecimentos de ensino não há problemas de vagas, tanto para o ensino primário como para o secundário.
“Pela estratégia do MINEDH, vamos continuar a registar novos ingressos porque pretendemos que todas as crianças com idade escolar não fiquem sem estudar. Mesmo se aparecer um pai a pretender registar o seu filho no dia de abertura do ano lectivo, nós vamos recebê-lo”, precisou Simbine.
O porta-voz indicou que a orientação que foi dada a todas as escolas é que, independentemente de ter vencido o prazo para a realização das matrículas, qualquer criança que aparecer em idade escolar deve ser inscrita.
O Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, desafiou os empresários moçambicanos a unirem-se e delinearem estratégias com vista a erradicar o comércio ilegal, uma prática que tem vindo a lesar a actividade da maioria dos empresários.
O repto foi lançado em Maputo, durante a visita do ministro à Câmara do Comércio de Moçambique (CCM).
“Tem que ser o sector empresarial, de forma organizada, e individual, a embarcar connosco contra o comércio ilegal. O Estado pode mudar o director da fronteira ou das alfândegas, mas isso resolve totalmente o problema? Temos a sensibilidade que não”, afirmou o Ministro.
Na ocasião, ele explicou que a acção pode ser feita em conjunto entre o governo e os empresários, sublinhando que cada um deverá cumprir cabalmente o seu papel.
O combate ao comércio ilegal, segundo o ministro, deve ser levado de forma acérrima, sobretudo pelos empresários, embora reconheça que toda sociedade é lesada pelo crime.
Sem revelar números, o governante referiu que o comércio ilegal tem lesado não apenas aos empresários, mas também ao Estado moçambicano, através da ausência do pagamento dos impostos.
Ragendra de Sousa reconheceu, por outro lado, que este crime não será totalmente erradicado de dia para noite, “não vai acabar. Vai reduzir”, afirmou.
Durante a visita, também exortou aos empresários para evitarem corromper os funcionários e agentes do Estado durante a tramitação de sua documentação nas instituições estatais.
“Pedimos aos senhores empresários que têm documentos para levantar ou despachos: Não paguem ‘refrescos’, por favor. Pagar refrescos não ajuda a ninguém. Nem a vocês, nem ao Estado, nem a moralização da sociedade”, vincou.
Os dois atentados suicidas em Bagdad, fizeram pelo menos 38 mortos e 105 feridos disseram à Associated Press fontes oficiais iraquianas.
Os dois atentados registados no centro da capital do Iraque é o segundo do mesmo género ocorrido em menos de três dias, na mesma zona.
“Dois ‘kamikazes’ fizeram-se explodir na praça Tayyaran, no centro de Bagdad”, disse o general Saad Maan, porta-voz do comando conjunto de operações que integra a polícia e os militares.
Até ao momento os ataques não foram reivindicados.
O berçário do Hospital Geral de Mavalane pegou fogo, com cinco bebés no interior. O incêndio deflagrou por volta da uma hora de madrugada, no edifício da enfermaria de Pediatria.
A situação causou pânico instantâneo para as mães que têm os seus filhos na enfermaria, contudo, o director do Hospital garantiu que ninguém ficou ferido. Apesar da intensidade da fumaça, todos os bebés foram salvos e evacuados ao Hospital Central de Maputo, e gozam de boa saúde.
Um curto-circuito num dos equipamentos é a possível causa do incêndio. Com o incidente, o Hospital Geral Mavalane acumulou prejuízos materiais que ainda não foram quantificados.
Pânico e desespero são os sentimentos que Elisa Chichava diz ter sentido quando se apercebeu do incêndio. Mãe de um dos bebés que se encontrava no berçário, por nascimento prematuro, Elisa disse que, no momento, a sua grande preocupação era salvar o seu filho.
Agora mais tranquila depois do choque, Elisa espera que o seu herdeiro recupere rápido e possa se juntar à família.
O edifício da enfermaria de Pediatria, que pegou fogo, foi construído recentemente, estando a funcionar há alguns meses.
Autoridades do Havaí desmentiram neste sábado (13) um alerta enviado por engano sobre a chegada iminente de um míssil balístico ao arquipélago americano.
Em tuítes separados, o governador do Havaí, David Ige, e a agência local de situações de emergência afirmaram que o território americano no Pacífico não estava sob a ameaça de um míssil balístico, em meio a um contexto geopolítico tenso, devido às ameaças de ataque nuclear feitas pela Coreia do Norte contra interesses americanos.
O alerta foi enviado por engano às 8 horas locais para alguns celulares, com a mensagem: “Ameaça de míssil balístico em direcção ao Havaí. Busque um abrigo imediato. Isto não é um exercício”.
A advertência se propagou rapidamente pelas redes sociais, causando pânico no arquipélago, após meses de tensão entre Washington e Pyongyang.
“Havaí, isso é um alarme falso”, publicou a deputada democrata Tulsi Gabbard no Twitter. “Confirmei com autoridades que não há um míssil a caminho”.
David Benham, porta-voz do centro de comando militar americano para aquela zona do Pacífico, afirmou que não havia detectado ameaça de míssil balístico sobre o Havaí.
Benham explicou que “a mensagem anterior foi enviada por engano” através do Sistema de Alertas de Emergência que as autoridades nacionais usam para enviar informações urgentes para os cidadãos.
O serviço de emergências do Havaí confirmou que não havia ameaça de míssil, e o senador democrata pelo Havaí, Brian Schatz, publicou um tuíte afirmando que o incidente se deu por “falha humana”, sem divulgar detalhes.
Segundo o serviço meteorológico nacional em Honolulu, a mensagem teria sido um teste enviado por engano, segundo um comunicado publicado em seu site.
“Não há nada mais importante do que profissionalizar e colocar salvaguardas neste sistema de alertas Amber”, advertiu o senador.
Lojas da marca H&M foram destruídas no sábado (13) na África do Sul, após a grife ter lançado uma campanha polémica e considerada racista. As informações são da Exame.
Imagens publicadas nas redes sociais mostram os estabelecimentos destruídos, com espelhos quebrados, manequins derrubados e roupas espalhadas pelo chão.
Os estragos teriam sido feitos por manifestantes do grupo EFF — partido político que se declara revolucionário de esquerda. Floyd Shivambu, um dos líderes da legenda, afirmou no Twitter que todas as lojas da rede no país foram fechadas após as invasões no sábado. A H&M ainda não se pronunciou sobre os estragos.
Racismo
A H&M errou feio em uma publicidade e a internet não perdoou. Vários usuários do Twitter chamaram a atenção da marca e ameaçaram boicote.
O caso repercutiu após o colunista do The New York Times Charles M. Blow postar a foto de um anúncio da marca no Twitter. Na imagem, um garoto negro usa um moletom verde escrito “Macaco mais legal da selva”. Blow perguntou se a loja tinha perdido a cabeça.
A situação da H&M ficou ainda pior quando usuários da rede social perceberam que o mesmo casaco está disponível em laranja, mas foi promovido de forma diferente. No site da loja, esse moletom é vestido por uma criança branca e tem a frase “Especialista em sobrevivência” como estampa.
O candidato da Frelimo, Amisse Cololo, visitou na tarde de sábado (13) a família de Mahamudo Amurane, edil de Nampula assassinado em Outubro passado. Cololo foi recebido pela viúva e alguns familiares.
Cololo endereçou pêsames e disse que foi pedir o apoio dela na campanha eleitoral em curso, apesar de reconhecer e respeitar o luto que ela está a observar.
A senhora Amurane começou por dizer que a sua família protesta o uso do nome e a obra de Mahamudo Amurane por outros partidos e que a mensagem que circulou nas redes sociais do seu filho a fazer o mesmo repúdio espelhava o sentimento da família. No momento a viúva enfatizou que a família Amurane apoia incondicionalmente o candidato da Frelimo e será nele que irá votar no dia 24 de Janeiro.
O Chefe-Adjunto da Brigada Central da Frelimo que assiste Nampula, Caifadine Manasse disse que o seu partido vai dar toda assistência necessária àquela família e pediu ao candidato e ao Primeiro Secretário Provincial da Frelimo para nunca deixarem a família Amurane abandonada e desamparada. Por outro lado, pediu ao candidato para que caso vença o escrutínio preserve e proteja o legado de Mahamudo Amurane para além de dar continuidade à sua obra.
O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, afirmou que se sente “traído” pelo ex-conselheiro Steve Banon, na sequência de revelações feitas no novo livro sobre os prós e contras da Casa Branca.
No livro “Fogo e Fúria”, de Michael Wolff, lançado na última sexta-feira, que tem Bannon como uma das fontes, Trump é visado pelo seu mau carácter, pela sua inexperiência política e pelas fortes divisões na sua equipa.
“Sinto-me traído porque não devias fazer isso”, disse Trump numa entrevista ao The Wall Street Journal, na qual aborda vários temas, incluindo seu relacionamento com Bannon, segundo a agência de notícias espanhola Efe.
Bannon, representante do sector político mais conservador que trouxe Trump para a Casa Branca, desempenhou um papel fundamental durante a campanha eleitoral e, na nova administração, foi o estratega chefe até abandonar o cargo, a 18 de Agosto do ano passado.
Na entrevista, Trump minimizou o papel que Bannon teve para a sua chegada à Casa Branca, e disse que havia muitas mais pessoas que contribuíram para a sua vitória.
“A maior conquista de Steve (Banon) é que ele conseguiu convencer um meio corrupto de que ele era responsável pela minha vitória”, afirmou Trump, acrescentando que Banon “não teve nada a ver” com a sua vitória ou teve “muito pouco”.
A GIZ – Cooperação Alemã para o Desenvolvimento pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor/a Municipal de Ordenamento Territorial. Saiba mais.
Global Programs for Research and Training pretende recrutar para o seu quadro um (1) Gestor de Projecto de Sistemas de Informação de Saúde. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Empreendedorismo e Negócio de Refinação e Petroquímicos. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Saúde, Segurança e Ambiente no Sector de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Contabilidade e Fiscalidade de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Gestão da Cadeia de Fornecimento de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Modelos Macroeconómicos de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Avaliação e Gestão do Risco de Projectos. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Mercados de Petróleo e Gás e Comércio de Mercadorias. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Gestão de Recursos Humanos e Gestão de Operações Estratégicas. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Regulação e Contractos de Projectos de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Desenvolvimento de Projectos de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Fundamentos de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de vinte e um (21) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de trinta e nove (39) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de cento e cinquenta e três (153) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de cento e quarenta e quatro (144) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de setenta e dois (72) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de oitenta e quatro (84) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de sessenta (60) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de trinta e dois (32) Formadores Provincial de Brigadistas. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de sete (7) Operadores de Dados Eleitorais. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de um (1) Técnico do Gabinete de Comunicação e Imagem (GCI). Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de um (1) Jurista. Saiba mais.
Milhares de peruanos manifestaram-se, na quinta-feira em diferentes cidades, contra o indulto concedido ao antigo Presidente Alberto Fujimori, que cumpria uma pena de prisão de 25 anos por crimes contra a humanidade.
O protesto com maior adesão foi registado na capital, Lima, com mobilizações formadas em distintos pontos da cidade a percorrerem as ruas até convergir no ponto central: a praça Dos de Mayo.
Também foram realizadas marchas em cidades do interior do país, como em Barranca, Ayacucho, Cuzco, Piura e Arequipa, onde organizações civis e sociais se manifestaram pacificamente sob escolta da polícia para exigir a revogação do indulto concedido a Alberto Fujimori (1990-2000) na véspera de Natal.
“O indulto é um insulto” foi o lema principal do protesto a nível nacional em que foi notória a presença de afiliados da Confederação Geral de Trabalhadores do Peru (CGTP), o maior sindicato do país.
Também participaram na manifestação representantes de partidos políticos, como os esquerdistas Nuevo Peru e Frente Amplio, cujo principal líder, o deputado Marco Arana, afirmou que vão insistir na apresentação de uma moção ao Congresso para destituir o Presidente peruano, Pedro Pablo Kuczynski, que concedeu o indulto a Alberto Fujimori.
“Decorrem consultas com diversos congressistas e bancadas para se conseguir os votos necessários para apresentar essa moção”, explicou ao Canal N.
Arana salientou que “a rejeição [por parte dos cidadãos é clara” e qualificou o indulto de “pacto de imunidade” entre Kuczynski e uma fação do ‘fujimorismo’, liderada pelo também congressista Kenji Fujimori, o filho mais novo do antigo Presidente peruano.
“Quis-se fazer passar um indulto negociado como um indulto humanitário”, sustentou.
Kuczynski concedeu o indulto, por razões humanitárias, três dias depois de a fação do `fujimorismo` liderada por Kenji se ter abstido de votar a proposta de destituição apresentada no Congresso contra o chefe de Estado pelos vínculos de uma empresa sua à construtora brasileira Odebrecht, protagonista do maior escândalo de corrupção da América Latina.
A líder do Nuevo Peru, Verónika Mendoza, que aderiu à manifestação em Cuzco, declarou que o povo peruano está “carregado de indignação, mas também de esperança”.
“O senhor Kuczynski tem que ir embora porque atraiçoou a pátria, porque mentiu ao povo peruano de forma descarada”, observou.
Horas antes das mobilizações, o Presidente do Peru afirmou, num ato público realizado em Piura, que “há muito por fazer” no país, pelo que o seu Governo quer trabalhar e não está interessado em discussões.
Alberto Fujimori, de 79 anos, deixou no início do ano a clínica privada em Lima onde tinha sido internado devido a tensão arterial baixa e arritmia.
Após o perdão a Fujimori, quando ainda estava internado, milhares de peruanos têm saído para a rua nas principais cidades do país em protesto.
Contudo, de acordo com uma sondagem do Instituto Ipsos, publicada no final de Dezembro, a amnistia granjeia a aprovação da maioria dos peruanos.
Segundo a sondagem, publicada pelo jornal El Comercio, 56% dos peruanos mostraram-se a favor do indulto concedido a Alberto Fujimori, e 40% contra.
Jalandhar, um homem que vive numa aldeia remota da Índia, construiu sozinho uma estrada, com cerca de oito quilómetros, ao longo de um terreno montanhoso, para que os filhos pudessem ir à escola.
O vendedor de vegetais trabalhou oito horas por dia, durante dois anos, para conseguir dar aos filhos o acesso à educação que ele próprio nunca teve.
A família de Jalandhar é a única que vive naquela aldeia. Todos os outros residentes já se mudaram para outros locais, com melhores condições e acessibilidades.
Jalandhar Nayak, de 45 anos, tem três filhos, que demoram três horas até à escola, ao longo de um caminho estreito e rochoso. “Os meus filhos tinham dificuldade em percorrer o caminho estreito e pedregoso até à escola. Eu via-os frequentemente a tropeçarem contra as rochas e por isso decidi fazer uma estrada pela montanha para que eles pudessem caminhar mais facilmente”, contou no programa News World Odisha.
Depois da história de Jalandhar ter começado a ser divulgada durante a semana passada, nas redes sociais, o governo indiano local comprometeu-se a acabar a obra e a prestar homenagem a Jalandhar, recompensando-o pelo tempo que despendeu a construir o caminho entre a vila de Gumsahi e a escola de Phulbani.
Para completar a estrada, ainda faltam aproximadamente sete quilómetros, que Jalandhar planeia construir nos próximos três anos.
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Mais de 20 jornalistas de diversos órgãos de comunicação social estão a participar, desde ontem, numa ação de formação em Quelimane, província da Zambézia,...