O cruzamento de Inchope, no distrito de Gondola, em Manica, tem sido um local frequentemente escolhido por assaltantes para incursões criminosas.
A onda de criminalidade preocupou a Polícia que lançou as suas linhas operativas no terreno, com vista a travar o fenómeno, o que culminou com o baleamento de três supostos elementos de uma quadrilha.
A Polícia diz não ter encontrado outra alternativa, senão abrir fogo contra o grupo, que tentava fugir.
Das mãos do grupo, a Polícia da República de Moçambique (PRM) recuperou bens como electrodomésticos, computadores e painéis solares.
Os indiciados estão detidos no Comando Distrital da PRM, em Gondola.
O Conselho Municipal da cidade de Maputo diz que vai retirar os vendedores dos passeios e bermas da estrada na Praça dos Combatentes, vulgarmente chamada de Xiquelene, devido ao risco que se expõem à ocorrência de acidentes de viação, além de produzirem muito lixo.
Não sendo a primeira vez que tal pretensão é avançada, a edilidade assegura que de tudo vai fazer para que os informais deixem o local para exercer a sua actividade em lugar mais seguro.
É que, devido a situação, há anos que no lugar de duas faixas de rodagem, as viaturas são obrigadas a circular em apenas uma, que aliás é dividida por automobilistas e peões, expondo estes últimos ao perigo de serem vítimas de acidentes de viação.
“Não temos marido e não temos outro lugar para ganhar a vida. Eu, por exemplo, tenho quatro filhos e ninguém para me ajudar a sustentar as bancas”, justifica Alice Arlindo, que partilha a estrada com os carros há quatro anos, mesmo tendo por várias vezes presenciado a ocorrência de acidentes de viação.
Já Marlene Pedro, vendedeira de tomate e outras hortícolas há 10 anos na Praça dos Combatentes, confessa que já foi por três vezes retirada naquele local mas regressou por alegada “falta de clientes” dentro do mercado.
Mucoreana é o nome do referido mercado, abandonado há anos pelos vendedores, justificando que além de não oferecer condições, não permitia o acesso aos clientes que não entravam no recinto. No entanto, desde o dia 10 de Novembro passado que o mercado tem uma nova imagem fruto da reabilitação feita pelo Município de Maputo. Contudo a reabilitação não resolveu o problema.
No Mucoreana, localizado há 200 metros do local, há 120 bancas desocupadas. As restantes foram ocupadas por alguns dias mas os proprietários voltaram à rua, abandonando as condições que o mercado oferece, como por exemplo a existência de sanitários, água e energia.
É pelos riscos de acidentes de viação e por já ter criado melhores condições para os informais, que o Município diz que não ter outra opção senão a retirada dos vendedores. “E tiramos não porque não reconhecemos a actividade. Reconhecemos olhando para a situação de pobreza, mas insistimos que é preciso exercer a actividade em condições de higiene ambiental. Mas aquele é um risco muito grande por causa dos acidentes”, explica o edil de Maputo, David Simango.
A edilidade não descarta o recurso a Polícia Municipal e outras forças para assegurar que os vendedores não regressem.
As imagens de um câmera de segurança mostraram o momento em que um pai carrega o filho recém-nascido e o joga em um contentor de lixo.
O caso chocou a cidade de Xuanwei, China. Segundo informações da polícia local, os pais decidiram abandonar a criança porque ela “começou a ficar roxa” e eles acreditavam que era algo “incurável”.
No entanto, quando tudo parecia perdido para o bebê, um verdadeiro anjo da guarda apareceu. Uma catadora de lixo revirou a lata e encontrou o bebé. Em uma foto cedida ao jornal Yuman Daily, a mulher aparece confortando a criança. Logo depois, ela chamou a polícia.
Imediatamente, as autoridades levaram o bebé para o hospital para passar por exames. Após a análise das imagens da câmera de segurança, a polícia identificou o pai e o prendeu. A criança será levada para um orfanato.
A Estátua da Liberdade, um dos pontos turísticos mais famosos dos Estados Unidos, ficou fechada neste sábado (20) com a paralisação do governo federal dos Estados Unidos.
Na madrugada de sexta para sábado, o Senado norte-americano não conseguiu a quantidade de votos necessária para aprovar uma medida de curto prazo que pretendia estender o financiamento ao governo de Donald Trump e elevar o tecto do endividamento, dando prosseguimento à paralisação da máquina pública.
Os visitantes que tentaram buscar informação sobre o funcionamento da estátua no website oficial se depararam com uma mensagem que dizia: “Com efeito imediato e até novo aviso, o monumento nacional da Estátua da Liberdade e a Ilha de Ellis estão fechados devido a anulações de dotações”.
Além da Estátua da Liberdade, todos os parques e monumentos públicos de responsabilidade do governo federal podem ter seu funcionamento interrompido ou alterado. Tal mudança deve prejudicar a economia norte-americana, caso se prolongue, na medida em que viagens podem ser canceladas, comprometendo regiões nas proximidades desses pontos turísticos.
O Departamento do Interior dos EUA se comprometeu em manter aberto o máximo de parques e áreas públicas possível. Mesmo assim, neste sábado, primeiro dia da paralisação, o funcionamento já foi irregular.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Especialista em Saúde e WASH. Saiba mais.
Gorongosa Restauration Project (GRP) – Parque Nacional de Gorongosa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos Agrários. Saiba mais.
O Fundo Nacional de Investigação (FNI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Redes especializado em Suporte e Integração de Redes. Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Realizador de Programas/ Sonorizador (M/F).Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Operador de Câmara (M/F). Saiba mais.
A GIZ – Cooperação Alemã para o Desenvolvimento pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor/a Municipal de Ordenamento Territorial. Saiba mais.
Global Programs for Research and Training pretende recrutar para o seu quadro um (1) Gestor de Projecto de Sistemas de Informação de Saúde. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Empreendedorismo e Negócio de Refinação e Petroquímicos. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Saúde, Segurança e Ambiente no Sector de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Contabilidade e Fiscalidade de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Gestão da Cadeia de Fornecimento de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Modelos Macroeconómicos de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Avaliação e Gestão do Risco de Projectos. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Mercados de Petróleo e Gás e Comércio de Mercadorias. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Gestão de Recursos Humanos e Gestão de Operações Estratégicas. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Regulação e Contractos de Projectos de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Desenvolvimento de Projectos de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Docente para leccionarem no curso de Mestrado em Economia e Gestão de Petróleo e Gás na disciplina de Fundamentos de Petróleo e Gás. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de vinte e um (21) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de trinta e nove (39) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de cento e cinquenta e três (153) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de cento e quarenta e quatro (144) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de setenta e dois (72) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de oitenta e quatro (84) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de sessenta (60) Brigadistas de Recenseamento Eleitoral. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de trinta e dois (32) Formadores Provincial de Brigadistas. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de sete (7) Operadores de Dados Eleitorais. Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de um (1) Técnico do Gabinete de Comunicação e Imagem (GCI). Saiba mais.
A Direcção do STAE da Cidade de Maputo (âmbito das 5ª Eleições Autárquicas) torna público que está aberto o concurso de avaliação curricular, seguido de entrevista profissional para o recrutamento de um (1) Jurista. Saiba mais.
Lauren Wasser, uma modelo norte-americana de 29 anos, sofre de Síndrome do Choque Tóxico e viu-se obrigada a amputar as duas pernas.
A perna direita foi-lhe amputada em 2012 e esta semana, a perna esquerda. A jovem modelo está a recuperar da cirurgia e partilhou nas redes sociais uma imagem para agradecer o apoio de Jennifer Rovero, que também foi amputada nas duas pernas.
O síndrome de que sofre Lauren pode ocorrer derivado da utilização de tampões e até de pensos higiénicos. Nos casos mais comuns, esta condição desenvolve-se quando uma mulher utiliza durante um largo período de tempo o mesmo tampão sem o mudar, algo que a jovem diz não ter acontecido.
Lauren revelou, após a amputação da primeira perna, que tudo começou quando surgiram sintomas a que associou a uma gripe. Sozinha em casa, foi encontrada mais tarde inconsciente caída no chão, rodeada de vómito e fezes. Já no hospital, acabou por sofrer um ataque cardíaco que lhe causou a falência de alguns órgãos. Foi induzida em coma e diagnosticada com síndrome de choque tóxico, que já lhe tinha afectado as pernas.
Apesar de tudo, o problema de saúde não impediu Lauren de continuar a sua carreira de modelo. Apesar de ter uma das pernas amputadas e utilizar uma prótese, jovem tem sido protagonista de várias campanhas de moda e até de desfiles.
Os populares do distrito de Macossa, província de Manica acordaram abalados, há dias, por um crime hediondo ocorrido naquele ponto do país.
Um homem está a contas com a Polícia, suspeito de ter assassinado sua esposa e bebé que a mesma trazia ao seu colo.
Foi com recurso a um machado que o indiciado, agora nas celas do comando distrital da PRM em Macossa, desferiu golpes fatais à sua esposa e ao bebé. Arrependido, este confessa o crime e diz que tal foi à mando de um curandeiro, para expulsar demónios que o apoquentavam.
“O curandeiro disse-me para bater numa árvore, para expulsar um espírito. Quanto tal o fiz, três dias depois briguei e lutei com minha esposa. Depois disso não apercebi-me de nada, só acordei nas celas, acusado de matar minha esposa e meu filho”, contou.
Após ter assassinado as vítimas, o homem ateou fogo na sua casa, acto que é visto pela Polícia como uma tentativa de apagar os vestígios do crime. A corporação diz não ter dúvidas que razões passionais devem estar por detrás do acto macabro, daí que deixa um apelo no sentido de se evitarem casos de violência doméstica, que muitas vezes terminam em danos humanos e materiais.
“Vamos privilegiar os mecanismos que foram criados para a resolução de conflitos e não termos que provocar danos humanos desnecessários e irreversíveis, tal como este caso do distrito de Macossa”, apelou Elsídia Filipe, chefe das Relações Públicas no Comando Provincial da PRM em Manica.
Contra o indiciado já foi instaurado um processo-crime que segue os seus trâmites legais. Este é o quarto caso de homicídios que o distrito de Macossa registou na primeira quinzena do corrente ano.
Um modelo da Louis Vuitton está a ser acusado, juntamente com dois outros homens, pela morte de outro modelo masculino.
Harry Uzoka, de 25 anos, foi encontrado em estado crítico em Old Oak Road, Londres, pelas 15h55 da passada quinta-feira. O jovem acabou por morrer no local.
A polícia suspeita de George Koh, de 24 anos, e Jonathan Okigbo, de 23. O primeiro enfrenta, aliás, um processo pela posse ilegal de uma arma.
Koh, que foi detido no passado domingo, é modelo e fez trabalhos para marcas como a Louis Vuitton e Paul Smith.
Também a vítima mortal trabalhava no mundo da moda e segundo os amigos estava numa fase ascendente da carreira, representando marcas como a Zara, Mercedes Benz ou a Levis.
Três funcionários da Vale Moçambique encontram-se detidos nas celas do Comando Distrital da Policia da República de Moçambique (PRM) em Moatize, província de Tete, acusados de roubar baterias.
Os três funcionários foram surpreendidos em flagrante delito, e recolhidos as celas da Policia da República de Moçambique.
Pelo menos 12 pessoas morreram e 48 outras ficaram feridas num duplo atentado bombista suicida que ocorreu num mercado da cidade de Maiduguri, no norte da Nigéria, indicaram residentes e fontes da emergência médica.
Ibrahim Usman, um comerciante no mercado de Muna Garage, disse que o ataque ocorreu quando um bombista suicida se fez explodir no interior das instalações. Um segundo bombista suicida detonou os explosivos no exterior, matando-se apenas a si.
O chefe das operações de resgate Bello Dambatta, da agência estatal nigeriana de gestão de emergências, disse que os bombistas suicidas envolvidos eram um homem e uma mulher.
Muna Garage, onde fica um campo de deslocados, foi atacada várias vezes nos últimos anos por combatentes armados do Boko Haram.
O Boko Haram, que nasceu em Maiduguri, já matou mais de 20 mil pessoas no decorrer dos nove anos de insurreição armada.
Está interrompida a ligação entre os distritos de Chiúre e Mecúfi, Chiúre e Ancuabe, além da ligação do distrito de Macomia à algumas aldeias em Cabo Delgado.
São estragos do mau tempo, que vem afectando a zona Norte desde segunda-feira. As autoridades anunciam um alerta e recomendam que se evite a travessia dos rios Megaruma e Messalo.
Em comunicado divulgado hoje, a Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos anuncia níveis elevados de água nas bacias dos rios Megaruma e Messalo, na província de Cabo Delgado.
O facto deve-se às chuvas fortes que se registam no norte do país desde o início da semana.
A bacia hidrográfica do rio Magaruma continua a registar níveis de água altos, mantendo-se em alerta, interrompendo a transitabilidade entre os distritos de Chiúre-Mecúfi, Chiúre-Ancuabe e inundando as aldeias.
A actriz pornô Stephanie Clifford, que teria recebido 130 mil dólares de um advogado de Donald Trump para se manter em silêncio, confirmou que teve uma relação de quase um ano com o magnata.
A história do relacionamento entre os dois foi contada pela atriz, mais conhecida pelo nome artístico de “Stormy Daniels”, a um jornalista da revista online “Slate”, entre Agosto e Outubro de 2016. Segundo o relato de Clifford, seu primeiro encontro com Trump ocorrera 10 anos antes, quando ele já era casado com Melania.
“Daniels me contou que ela havia ido ao quarto de Trump em um hotel após tê-lo encontrado em um torneio de golfe para celebridades em Nevada, em 2006. Eles começaram uma relação sexual que continuou por cerca de um ano”, escreve o repórter Jacob Weisberg.
A estrela pornô relatou que teve encontros com o magnata em Nova York e Los Angeles. No começo de 2007, foi convidada para promover uma festa organizada pelas empresas do republicano. “Ela não relatou nenhum tipo de abuso, insistiu que não era vítima. O pior que Trump havia feito, ela disse, foi quebrar promessas que ela nunca acreditou que ele cumpriria”, acrescenta Weisberg.
Além disso, ele diz que a actriz lhe contara que seus “intermediários” e os de Trump haviam fechado um acordo para o então candidato lhe pagar uma soma de “seis dígitos” para mantê-la em silêncio. A equipe de Trump foi representada pelo advogado Michael Cohen.
O temor de Clifford era que o republicano a enrolasse até as eleições e depois se recusasse a assinar o acordo ou a pagar a quantia devida. Por isso ela procurou o jornalista da “Slate”, a quem ela chegou a pedir dinheiro para divulgar sua história.
O relato é consistente com uma denúncia publicada na semana passada pelo diário “The Wall Street Journal”, que diz que um advogado de Trump pagou US$ 130 mil para Clifford não divulgar a suposta relação entre eles.
O acordo teria sido fechado em Outubro de 2016, um mês antes das eleições que levariam o magnata à Casa Branca. De acordo com o jornal, Clifford dissera em conversas privadas que havia feito sexo com o republicano em Julho de 2006, após encontrá-lo em um torneio de golfe para celebridades no lago Tahoe, em Nevada.
Na ocasião, Michael Cohen enviou ao “Wall Street Journal” um e-mail assinado por “Stormy Daniels” e negando que ela tenha tido relações sexuais com Trump. “Os rumores de que eu recebi dinheiro de Donald Trump são completamente falsos”, acrescentou a atriz. A Casa Branca não se pronunciou sobre a matéria da “Slate”.
O presidente da Associação Internacional dos Transportes Aéreos (IATA) disse em Luanda, que as autoridades angolanas estão bastante “receptivas” a ultrapassar o problema do repatriamento de dividendos das companhias aéreas internacionais.
Alexandre de Juniac, que falava hoje à imprensa no decorrer de uma visita às obras de construção do novo aeroporto Internacional de Luanda, disse que foi apresentada uma proposta para ultrapassar o problema, que poderá servir para os dois lados, mas sem avançar mais pormenores.
“Foram muito receptivos [Governo de Angola], tendo já feito algumas coisas”, referiu Alexandre de Juniac, acrescentando que as autoridades angolanas estão “muito receptivas em ter este plano de médio prazo”.
Devido à crise financeira, económica e cambial que afecta o país desde finais de 2014, as companhias aéreas queixam-se da existência de fundos provenientes da venda de bilhetes em Angola que não conseguem repatriar.
As dívidas de Angola às companhias aéreas tinham passado de 237 milhões de dólares em Junho de 2016, para 340 milhões de dólares um ano depois, segundo dados da IATA.
Estas dificuldades serviram de justificação aos árabes da Emirates para rescindir, em Julho passado, o contrato que tinham assumido para gerir a TAAG, companhia aérea de bandeira angolana.
A solução, admitiu hoje Alexandre de Juniac, “consiste num plano a médio prazo para resolver o problema definitivamente”.
“E num período, que terá de ser negociável, será apresentado este plano ao Banco Nacional de Angola e, em segundo lugar, podemos ajudar agrupando as companhias aéreas, alocar as empresas e preparar medidas para todos os nossos membros com total transparência e igualdade entre todos os membros, ou seja, para ambos os lados”, disse.
O Conselho Municipal da Beira (CMB) iniciou há dias com as demolições de casas erguidas no traçado das valas de drenagem nas zonas de expansão nos bairros da Chota e Macurungo.
A nossa Reportagem soube que nesta fase foram visadas apenas cinco habitações, que impediam a passagem da pá escavadora que está a fazer trabalhos de reabilitação das valas de drenagem danificadas ou em péssimas condições, para permitir um normal escoamento das águas dos referidos bairros.
Apesar de pequenos focos de resistência (gritos e insultos), a pá escavadora realizou o seu trabalho sob o olhar atento das autoridades policiais, que estiveram no local para controlar possível agitação.
O “Diário de Moçambique” soube ainda dos afectados e das autoridades comunitárias que a acção municipal liderada por Daviz Simango deverá continuar e poderá abranger mais de 600 famílias e mais de 300 casas construídas ilegalmente no traçado das valas de drenagem.
Adolfo Afonso e Baba Alves são donos das casas visadas na zona de expansão da Chota e contaram à nossa Reportagem que quando estavam a iniciar com as obras escalou o local uma equipa de fiscais do CMB, avisando para pararem de construir no traçado da vala de drenagem, mas não acataram a mobilização, justificando que não têm onde viver com as famílias e por isso decidiram dar continuidade com as obras.
Um deles disse que, “admito que quando estava em obras fui avisado pelos homens do CMB para parar com as construções. Mas não tenho outro espaço para construir. Tenho mulher e dois filhos. Ganhei coragem porque à semelhança de mim existe muita gente que construiu nas valas de drenagem. Não estou sozinho”, disse
Catarina Maneca, outra visada, repudiou com veemência a acção do CMB em ter destruído a sua casa e diz que gastou muito dinheiro, tempo e esforço para construção da mesma, que em minutos foi deitada a baixo por uma pá escavadora.
“Chegaram homens do município com uma máquina e destruíram a minha casa de tipo 1, ou seja um quarto e sala, e outra do meu vizinho de tipo 3, todas de blocos. Eles alegam que foram construídas na vala de drenagem. Então onde vou ficar com a minha família, pelo menos se me dessem um terreno seguro. Apenas destruíram e foram-se embora”, disse.
Para reagir a destruições das habitações, o “Diário de Moçambique” contactou o chefe do posto administrativo de Chiveve, Manuel dos Santos Mussanema, que referiu que houve violações de normas de ordenamento territorial e afastou qualquer possibilidade de compensação às pessoas afectadas que neste momento continuam abandonadas.
Dos Santos Mussanema assegurou que as demolições vão prosseguir, porque o objectivo é desencorajar tais práticas que não ajudam em nada e que a mesma acção visa a reabilitação das valas de drenagem danificadas ou em péssimas condições, para permitir um normal escoamento das águas. Ou seja, pretende-se melhorar o estado em que muitas valas de drenagem se encontram e evitar alguns alagamentos que com a chuva se registam por obstruções quer com construções e quer com lixo.
A fonte avançou que existem mais de 300 casas construídas ilegalmente no traçado das valas de drenagem e sarjetas.
Mussanema indicou que a cidade da Beira por estar numa zona pantanosa a sua vida depende das valas de drenagem, sendo por isso tem no total 20 quilómetros de drenagem divididos em dois sistemas, o primeiro a céu aberto para a captação das águas pluviais e o outro para as águas residuais, geridas pelo município.
“Beira se existe como cidade é porque existem valas de drenagem para facilitar o acesso das águas pluviais e é obrigação do município reabrir todas as valas para salvar a cidade das eventuais inundações, explicou.
Contou que antes das demolições houve uma campanha de sensibilização, lidera pelo edil da Beira, Daviz Simango, que teve o cuidado de passar nestes locais no sentido de mobilizar as pessoas a pararem de construir nas valas.
“Por isso todo munícipe que obstruiu com construções as valas ou caminho onde deve passar a máquina a sua casa será destruída. Seremos implacáveis porque se tolerarmos estas atitudes maléficas e vontades pessoais estaremos a pôr a vida de pessoas e da cidade em risco”, advertiu.
Manutenção das Valas
O chefe do posto administrativo de Chiveve, Manuel dos Santos Mussanema, disse que o CMB por si só não conseguirá fazer a gestão dos sistemas de drenagem e sarjetas da urbe sem envolvimento da comunidade. Para tal, a medida passa pela sensibilização da sociedade no sentido de se envolver para cuidar das infra-estruturas.
Ele explicou que para o bem destas infra-estruturas é indispensável o envolvimento do munícipe na manutenção e denúncia de casos de vandalização ou deposito de resíduos sólidos, de modo que haja maior esvaziamento das águas, principalmente na época chuvosa que se avizinha.
A fonte precisou que para além da obstrução do traçado das valas de drenagem com construções, várias valas e sarjetas encontram-se obstruídas com plásticos, garrafas, areia, capim, entre outros resíduos.
“Se formos a ver de igual modo, muitas valas e sarjetas, como são os casos da Munhava, apresentam dificuldades para escoar as águas, daí que sempre que chove a rodovia fica inundada e com riscos de provocar doenças hídricas como malária e cólera. Várias são as valas de drenagem que estão cheias de lixo, areia, capim, entre outros resíduos, dificultando o normal escoamento das águas, disse.
Reafirmou que a medida abrangerá a todos sem excepção e ninguém será poupado, muito menos recompensado, caso for necessário uma destruição o CMB será implacável.
O papa Francisco condenou qualquer recurso à violência dos indígenas chilenos para que as suas reivindicações sejam escutadas, numa missa celebrada no sul do Chile, bastião dos ‘mapuches’ e palco de ataques a polícias e a igrejas.
Algumas horas antes da sua chegada à região de Araucanía, a mais de 600 quilómetros a sul de Santiago do Chile, vários ataques com artefactos incendiários visaram a polícia, três igrejas católicas e um templo protestante.
Três helicópteros de combate a incêndios, propriedade de empresas florestais, também sofreram danos.
Na véspera, duas pequenas igrejas tinham sido totalmente destruídas nesta parte do Chile, tendo os autores dos atentados deixado para trás panfletos com as reivindicações mapuches de restituição de terras.
“É indispensável afirmar que uma cultura do reconhecimento mútuo não pode construir-se com base na violência e na destruição, que acabam por custar vidas humanas”, sublinhou o papa durante a missa em Temuco, perante 150.000 fiéis.
“Não podemos exigir o reconhecimento destruindo o outro, porque a única coisa que isso desperta é mais violência e divisão. A violência apela para a violência, a destruição aumenta a fractura e a separação. A violência acaba por desacreditar a mais justa das causas”, insistiu o líder da igreja católica, na sua homilia.
Francisco dedicou a missa, celebrada num aeródromo desactivado que serviu de centro de detenção e tortura durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), às vítimas do regime militar.
“[A missa celebrada] neste aeródromo de Maquehue onde ocorreram graves violações dos Direitos Humanos é oferecida a todos aqueles que sofreram e foram mortos e àqueles que, todos os dias, carregam às costas o peso de numerosas injustiças”, comentou o papa argentino, com solenidade.
Durante a ditadura, foram cometidas violações sistemáticas dos Direitos Humanos: as autoridades estimam que cerca de 40.000 pessoas foram assassinadas, encarceradas e torturadas por razões políticas.
Depois de dizer bom-dia aos fiéis em língua ‘mapuche’ – “Mari, Mari!” – no início da celebração, e de acrescentar, na mesma língua, “Küme tünngün ta niemün” (a paz esteja convosco), Jorge Bergoglio prestou homenagem à natureza luxuriante da região dos ‘mapuches’ (7% da população chilena).
“Muitas gerações de homens e mulheres amaram e amam este chão com uma gratidão ciumenta”, recordou.
Num ambiente colorido e caloroso, Francisco saudou “especialmente os membros do povo Mapuche, bem como os outros povos autóctones que vivem nestas terras austrais: Rapanui (Ilha de Páscoa), Aymara, Quechua e Atacameños”.
Na terça-feira, no primeiro discurso que proferiu nesta visita ao Chile – a primeira de um chefe da igreja católica em 30 anos – perante as autoridades políticas e civis do país, o papa apelou para o respeito “dos direitos e da cultura” dos povos autóctones.
Antes de partir, após menos de seis horas na região, Francisco almoçou com 11 pessoas, oito das quais ‘mapuches’, uma ementa de tonalidades muito italianas.
Os clientes que utilizam os serviços de Banco internético (e-banking) para aceder a conta bancária do Banco Standard Bank em Moçambique, devem redobrar a sua atenção.
Malfeitores criaram uma página de Internet semelhante à do banco e, a partir dela, envia e-mails aos clientes da instituição, pedindo que inicie sessão nas suas contas afim de examinar as actividades da conta antes de uma suposta manutenção programa.
Segundo relatório da Lugela Digital, ao entrar no site os utilizadores são levados a revelar seus dados de acesso aos criminosos acreditando estarem a aceder à sua conta bancária.
A amante de um senhorio quer processar a família do mesmo depois de ter sido ameaçada. Alice Bahar, de 37 anos, é agente imobiliária e conheceu Abraham Sanieoff no trabalho, em Manhattan, EUA.
A mulher, Charlet Sanieoff, ficou a saber do caso e não gostou, ameaçando a amante que lhe partia as pernas e a desfigurava. Como consequência, a amante quer agora cinco milhões de dólares da família do homem com quem teve um caso, alegando “sofrimento mental e emocional extremo” por causa das ameaças.
Alice assegura que foi ele quem a tentou conquistar e que ela, inicialmente, o afastou. “És um homem casado”, ter-lhe-á dito.
No entanto, e depois de muitas tentativas de sedução, acabou por ceder e envolver-se com Abraham, sendo que os dois chegaram mesmo a arranjar uma casa para as suas escapadelas.
Quando a mulher de Abraham, de 35 anos, descobriu o caso, ficou furiosa. Alice viu-se obrigada a arranjar um advogado para se defender após inúmeras ameaças.
“O que aconteceu neste caso é que um homem traiu a sua esposa e a família, em vez de ficar chateada com ele, atacou a mulher que ele seduziu, tentando destruí-la”, defendeu o advogado de Alice. “Eles tiveram um caso. Ela admite isso. Mas, depois disso ter acontecido, a mulher descobriu e começou a enviar as mensagens mais ameaçadoras que possa imaginar”, assegura.
Em tribunal, a amante defendeu-se mostrando uma mensagem de voz, onde Charlet a ameaça com uma cena de pancadaria caso esta não devolva jóias que o marido ofereceu à amante. “Escreve o que te digo, c*****. Se não devolveres todas as prendas que ele te deu em 24 horas, vou mandar alguém partir-te as pernas, que irá fazer com que tudo pareça um acidente”, terá dito a mulher de Abraham, que acabou por ser detida devido às ameaças.
Agora, Alice quer processar a mulher do amante. “Não tenho culpa de nada e tive de enfrentar dificuldades por causa destas pessoas, que nunca me deixaram em paz”, disse a amante.
Por motivos de segurança, os pais do menino de 5 anos, fotografado para o site da marca a vestir camisola com frase considerada racista, mudaram de casa, na Suécia, após ataques a lojas da H&M na África do Sul.
A família do menino de 5 anos que foi modelo de um anúncio considerado racista no site da loja H&M decidiu deixar a casa onde vivia, em Estocolmo, na Suécia, por “questões de segurança”.
Na semana passada, a fotografia do modelo Liam Mango a usar uma camisola que exibia a frase “coolest monkey in the jungle” (em português, “o macaco mais fixe da selva”), publicada no site da companhia sueca tornou-se viral pelos piores motivos: foi considerada racista e de mau tom por muitos.
A revelação que a família estaria a ser ameaçada foi feita pela mãe da criança em entrevista ao site da BBC. A mãe do menino, Terry Mango foi alvo da fúria dos cibernautas, por defender a marca sueca.
Apesar da polémica que a fotografia do filho gerou, Terry não acredita que a H&M tenha uma agenda racista. “Eu respeito a opinião dos outros. Eu sei que o racismo existe, mas para mim a camisola é racista? Não, não é”, afirmou.
Terry defendeu a marca nas redes sociais e pediu que o caso “fosse ultrapassado”. Desde então diz que foi atacada por outros negros por não condenar a marca. “Dizem que vendi o meu filho por dinheiro”, disse, acrescentando que a família se mudou por “precaução”.
Ainda de acordo com a BBC, a mãe do menino não entrou em detalhes sobre as medidas de segurança que motivaram a mudança. Porém, disse que os ataques às lojas da H&M na África do Sul foram um dos motivos para a decisão. Após os protestos, a rede sueca fechou temporariamente as suas lojas no país africano.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) confirmou, esta tarde, a morte de sete pessoas, vítimas de ataques de homens armados em Cabo Delgado.
Duas mortes foram registadas no distrito de Nangade, na noite passada. Segundo Inácio Dina, porta-voz do Comando Geral da PRM, as vítimas eram um enfermeiro uma outra cidadã civil, esposa de um agente económico.
As outras cinco mortes foram registadas no passado sábado, no distrito de Palma, também na sequência dos ataques de homens armados.
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