O ex-presidente da Nissan Motor Carlos Ghosn acusou esta terça-feira os executivos da empresa japonesa de conluio contra ele “por medo de que a empresa perdesse autonomia” durante o processo de integração com a fabricante francesa Renault.
Numa mensagem gravada em vídeo, antes da sua nova detenção na última quinta-feira em Tóquio, só esta terça-feira divulgada, o franco-brasileiro afirmou ser “inocente de todas as acusações” e que as mesmas estão “fora de contexto e [são] tendenciosas”.
A razão para o “enredo” é “o medo que tiveram alguns executivos da Nissan” de que uma maior integração da empresa japonesa dentro da aliança que se formou com a Renault “poderia trair a essência [da empresa] e comprometer a sua autonomia” disse Ghosn, na mensagem divulgada pelos seus advogados.
A parceira francesa Renault detém 43% da Nissan. Na quinta-feira, Carlos Ghosn foi detido novamente por suspeita de ter desviado cinco milhões de dólares (4,4 milhões de euros). Os procuradores do Ministério Público japonês adiantaram que o dinheiro terá sido desviado de uma subsidiária da Nissan para uma concessionária fora do Japão.
A detenção aconteceu cerca de um mês depois de Ghosn ter sido libertado sob fiança, quando se encontrava sob custódia das autoridades, suspeito de má conduta financeira enquanto liderava o fabricante japonês.
Na segunda-feira, os accionistas da Nissan nomearam o presidente da Renault para o conselho de administração da fabricante nipónica e formalizaram a saída de Carlos Ghosn.
Durante a assembleia-geral extraordinária, que decorreu em Tóquio, com mais de 4.000 accionistas presentes, foi ainda aprovada a demissão de Greg Kelly, membro do conselho de administração e assessor de Carlos Ghosn, e considerado figura central nas irregularidades financeiras que a empresa sofreu nos últimos anos.
O presidente da Renault, Jean-Dominique Senard, que detém 43% da Nissan, vai ocupar o lugar no conselho de administração que pertencia ainda formalmente a Carlos Ghosn. A administração tinha dispensado Ghosn da presidência, logo após a primeira detenção, em 19 de Novembro, contudo, era necessário a aprovação formal da medida pelos accionistas.
Uma mulher, incapaz de aceitar que o seu ex-namorado encontrara de novo o amor, decidiu surpreendê-lo no dia do seu casamento e, numa última tentativa, pedir-lhe perdão.
Segundo o jornal britânico Metro, a mulher surgiu vestida de noiva no preciso momento em que o casal se preparava para selar o matrimónio com um beijo.
Em lágrimas, a mulher ajoelhou-se e pediu ao ex-namorado que a perdoasse.
O noivo parece não ter ficado agradado com a ‘surpresa’, bem como a verdadeira noiva que, assim que conseguiu, fugiu com ar de quem, naturalmente, não gostou que lhe roubassem a atenção no dia mais importante da sua vida.
A polícia israelita retirou hoje mais de mil câmaras de filmar que auditores e observadores do partido Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, tinham levado para os locais de votação das cidades árabes de Israel.
A coligação Hadash-Taal, que integra comunistas, partidos de esquerda e árabes, apresentou uma queixa à Comissão Eleitoral por ter encontrado dispositivos de gravação escondidos por simpatizantes do Likud, tendo a polícia sido chamada para retirar mais de 1.200 câmaras e “garantir o direito ao voto secreto”.
Questionado sobre a situação, Netanyahu defendeu que as câmaras servem para “garantir o voto legítimo”.
A Comissão Central Eleitoral de Israel proíbe gravações nos centros de voto tanto dos eleitores como do processo em si, excepto por jornalistas acreditados, tendo considerado esta situação como “ilegal”.
Cinco horas depois de terem aberto as urnas para eleger o parlamento israelita do qual sairá o novo Governo — ou seja às 12:00 locais — já tinham votado um quarto dos eleitores, incluindo o primeiro-ministro, Benjamim Netanyahu, e o seu principal opositor, Benny Gantz, informou a televisão pública israelita Kan.
Os dois líderes votaram de manhã e apelaram aos israelitas para que participem e vão votar.
Netanyahu, que votou em Jerusalém, ao lado da mulher, Sara, pediu a todos os israelitas que votem porque se trata de um “ato sagrado”.
Gantz, que votou na sua cidade natal, Rosh Haayin, no centro de Israel, ao lado da sua mulher, Revital, exortou os israelitas a votar e a “assumir a responsabilidade” pela democracia no país.
“Vão votar. Escolham a pessoa em quem mais acreditam. Respeitem uns e outros e vamos acordar para um novo dia, uma nova história”, afirmou.
Os eleitores israelitas decidem hoje se o primeiro-ministro Benjamim Netanyahu continua a chefiar o Governo depois de uma década de poder numa eleição nacional que se tornou uma espécie de referendo ao líder.
Marcado por uma série de acusações de corrupção, Netanyahu está a tentar ser eleito pela quarta vez consecutiva (quinta vez no total), o que o tornaria o líder israelita com mais tempo de poder, ultrapassando até o fundador do Estado, David Ben-Gurion.
Netanyahu tem como mais forte opositor o militar aposentado Benny Gantz, cujo Partido Azul e Branco tem ficado à frente do partido Likud, de Netanyahu, nas sondagens.
Benjamin Netanyahu ainda tem o trunfo de ter mais possibilidades de fazer uma coligação com pequenos partidos nacionalistas.
A eleição tem sido vista como um referendo a Netanyahu e aos 13 anos em que ocupa a cadeira de primeiro-ministro, até porque as principais questões que Israel enfrenta foram apenas raramente discutidas durante a campanha.
As urnas abriram às 7h00 para os cerca de 6,4 milhões de eleitores, que vão eleger 120 deputados do parlamento (Knesset) e as primeiras projecções deverão ser conhecidas por volta das 22h00.
Os resultados oficiais só vão começar a ser divulgados na manhã de quarta-feira, mas, dado o estado fragmentado da política israelita, o veredicto final poderá demorar alguns dias até ser conhecido.
O roubo de medicamentos nas unidades sanitárias esta a provocar a ruptura de stocks de fármacos do Sistema Nacional de Saúde, em Cabo Delgado.
A maior parte dos medicamentos vendidos no mercado informal, em Cabo Delgado, são roubados nas unidades sanitárias públicas, onde nos últimos tempos tem registado ruptura de stocks de fármacos, obrigando aos pacientes a encontrar alternativas para a cura das doenças diagnosticadas.
O facto foi confirmado pelo médico Chefe provincial, Magido Sabuna, durante o lançamento da campanha de combate a venda ilegal de medicamentos.
A maior parte dos medicamentos são desviados por farmacêuticos, e alguns dos quais já foram detidos e processados criminalmente, segundo confirmou o Procurador chefe provincial de Cabo Delgado, que também está preocupado com o problema, considerado crónico no sistema nacional de saúde.
A campanha de combate a venda ilegal de medicamento vai decorrer durante um mês, em todos distritos da província, onde a saúde vai sensibilizar a população a não comprar fármacos em locais não autorizados, através de palestras, teatro e música.
Um indivíduo do sexo masculino foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira no bairro George Dimitrov, também conhecido por Benfica, na cidade de Maputo.
Segundo fontes familiares, citadas pelo Jornal Notícias, supõe-se que a morte tenha ocorrido na noite de domingo, pois na noite do mesmo dia receberam uma chamada a partir do telefone da vítima informando que havia sido assassinado.
O corpo foi encontrado numa área desabitada, propriedade do Estado, onde já houve registo de várias execuções da mesma natureza.
Uma equipa dos Serviços de Investigação Criminal deslocou-se ao local da ocorrência para proceder à remoção do corpo.
O ex-presidente Joaquim Chissano apelou para que a ajuda a Moçambique continue três semanas depois da passagem do ciclone Idai e pediu solidariedade aos países mais ricos e que mais contribuem para as alterações climáticas.
“O apelo para a ajuda continua. A resposta já veio, mas não podemos parar por aqui. O número de mortos é elevado. É possível que se encontrem mais corpos, sem contar com as pessoas que estão a morrer por causa da cólera e da malária”, disse Joaquim Chissano.
O antigo chefe de Estado moçambicano falava agência Lusa em Abidjan, Costa do Marfim, à margem do fim de semana sobre governação da Fundação Mo Ibrahim, que se dedica à promoção da boa governação em África.
A ginasta Samantha Cerio sofreu um grave acidente durante a disputa do NCAA Gymnastics, um campeonato universitário nos Estados Unidos, na sexta-feira (05). Depois de uma acrobacia, ao parar em cima do tablado, as duas pernas delas se dobraram para a frente e quebraram. As imagens circularam nas redes sociais no fim de semana.
Ao gritar de dor, o técnico e as amigas ginastas correram para socorrer a jovem. Segundo o jornal New York Post, Samantha teve as pernas imobilizadas e foi levada para o hospital. Segundo Jeff Graba, técnico da jovem, ela saiu do local, mas pediu para que as amigas não se preocupassem e continuassem a competir.
Pelo Instagram, horas depois, a ginasta se pronunciou e anunciou a aposentadoria. “Sexta à noite foi a minha última como ginasta. Depois de 18 anos, eu estou pendurando meus colantes e deixando o pó de giz para trás. Eu não poderia estar mais orgulhosa da pessoa que a ginástica fez eu me tornar. Me ensinou trabalho árduo, humildade, integridade e dedicação. Ela me deu desafios e obstáculos que eu nunca imaginei que me testariam como pessoa. Pode não ter terminado como planejei, mas nada acontece como planejado”, disse.
“Obrigado família Auburn por me dar uma casa e uma chance de continuar fazendo o esporte que sempre será meu primeiro amor. Estou honrada por ter tido o privilégio de representar a Marinha e a AU nos últimos 4 anos com minha equipe ao meu lado. Obrigada por me deixar compartilhar minha paixão com vocês. Obrigada por me deixar fazer parte de algo maior que eu”, finalizou a garota. Ainda hoje será realizada uma cirurgia nas pernas.
O Tribunal de Kempton Park, na África do Sul, disse haver provas suficientes para o antigo ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, ser julgado nos Estados Unidos ou em Moçambique, abrindo assim caminho à sua extradição.
Na sua sentença, o juiz William Schutte disse nesta segunda-feira, 8, que tanto a justiça americana como a moçambicana tem provas suficientes para julgar Chang.
Nos Estados Unidos, o antigo ministro e actual deputado da Frelimo é acusado pelos crimes de conspiração para fraude, conspiração para fraude com valores imobiliários e conspiração para lavagem de dinheiro.
Por seu lado, em Moçambique Manuel Chang é acusado de sete crimes que envolvem cerca de 17 milhões de dólares.
Com as sentenças do juiz, cabe agora ao ministro da Justiça sul-africano Michael Masutha tomar a decisão final sobre a extradição de Manuel Chang, para os Estados Unidos ou para Moçambique.
Durante uma das audiências, Chang manifestou o seu desejo de ser extraditado para Moçambique, por, segundo ele, ficar mais perto da família.
Manuel Chang foi detido a 29 de Dezembro na África do Sul a pedido dos Estados Unidos, ao mesmo tempo que foram presos um empresário libanês em Nova Iorque, Jean Boustani, responsável de vender os barcos e equipamentos de um contrato que ascende a dois mil milhões de dólares, e três antigos directores da Credit Suisse em Londres.
O Presidente da Comissão Nacional de Eleições, Abdul Carimo, diz haver condições para o arranque do recenseamento eleitoral a 15 de Abril, nas zonas devastadas pelo Ciclone Idai e na província de Cabo Delgado onde tem-se registado ataques de insurgentes.
São 45 dias a contar a partir de 15 de Abril corrente para recensear 13 milhões de potenciais eleitores no país e no estrangeiro. Este processo vai arrancar numa altura em que o país ainda se ressente do impacto do ciclone IDAI.
Aquele órgão de gestão eleitoral diz já estar no terreno, sendo que o objectivo é o de recensear até ao último cidadão com idade eleitoral.
Para a província de Cabo Delgado, onde há distritos em que algumas populações estão dispersas devido a acção de insurgentes, Abdul Carimo, diz haver garantias de protecção do pessoal pelas Forças de Defesa e Segurança.
Quanto à proposta da Renamo de adiar o recenseamento eleitoral por mais 45 dias, o presidente da CNE entende ser uma opinião daquele partido, entretanto avançou que o seu organismo irá obedecer o decreto do Conselho de Ministros que determina o arranque do processo para 15 de Abril.
Pelo menos 14 crianças morreram e 16 outras ficaram feridas, a maioria com menos de 9 anos, numa explosão que ocorreu no domingo em Sana, no Iémen, anunciou hoje a agência das Nações Unidas para a infância (Unicef).
Num balanço anterior, a coordenadora humanitária da ONU para o Iémen, Lise Grande, havia anunciado a morte de 11 civis, incluindo cinco estudantes.
Num comunicado, a Unicef destacou que, entre as crianças feridas, algumas estão em estado “crítico” e que o número de mortos pode aumentar.
“O incidente ocorreu perto de duas escolas”, referiu a nota, sem esclarecer a causa da explosão.
Os rebeldes Huthis, que controlam a capital iemenita, disseram que os civis foram vítimas de um ataque aéreo da coligação liderada pela Arábia Saudita, mas nenhuma fonte independente corroborou a acusação.
A coligação controlada pela Arábia Saudita negou o bombardeamento da capital iemenita no domingo.
O Iémen foi atingido por uma guerra devastadora entre o Governo, apoiado em particular pela Arábia Saudita, e os rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão.
A coligação liderada pela Arábia Saudita interveio militarmente no Iémen em 2015 para ajudar o Governo a deter o progresso dos rebeldes que capturaram grandes áreas do país, incluindo a capital Sana.
O conflito, que segundo a ONU causou o pior desastre humanitário no mundo actualmente, levou milhões de iemenitas à beira da fome e deixou desde 2015 cerca de 10 mil mortos, a maioria civis, segundo uma avaliação parcial da Organização Mundial da Saúde (OMS).
As organizações não-governamentais estimam que o número de mortes é significativamente maior, sendo que algumas citam um número cinco vezes maior em relação ao da OMS.
As vítimas do ciclone Idai, que foram afectados por este fenómeno natural na cidade da Beira e as de inundações no distrito do Búzi, em Sofala, estão desavindos. Os afectados dos dois desastres naturais que estão acomodados no mesmo centro, o centro de acomodação do IFAPA, não querem partilhar o mesmo espaço.
“Os reassentados de Búzi não nos querem aqui, dizem que temos que voltar para as nossas casa porque vivemos perto”, contou uma das reassentadas.
Para os afectados a solução passa por cada afectado retornar imediatamente as suas zonas de origem, com apoio básico do governo para retomarem as suas vidas normalmente.
O INGC diz que está a par das necessidades das vítimas pretenderem regressar às suas zonas de origem e que estão em curso medidas visando satisfazer este desejo, que poderá iniciar ainda esta semana.
“Está a decorrer neste momento a demarcação de talhões para as famílias serem alojadas em locais seguros”, informou o representante do INGC.
Neste momento, para minimizar o conflito entre os afectados do Búzi e Beira, decorrem trabalhos de sensibilização.
O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em TCI – Tecnologia de Comunicação e Informação. Saiba mais.
Empresa de Construção Civil e Obras Públicas, com representação em Moçambique, está a recrutar um (1) Motorista de Camião de Longo Curso (M/F). Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 1 – Unidade 2-6, pretende contratar dois (2) Motoristas. Saiba mais.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch – Operadora Offshore da Área 4, pretende contratar um (1) Especialista em Autorizações de Trabalho e Vistos. Saiba mais.
A ENI Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch – Operadora Offshore da Área 4, pretende contratar um (1) Especialista de Telecomunicações e Rede. Saiba mais.
A Escola Superior de Jornalismo pretende recrutar um (1) Docente, na carreira de Assistente Universitário na área/ disciplina de Jornalismo Especializado e Técnicas de Jornalismo. Saiba mais.
A Escola Superior de Jornalismo pretende recrutar um (1) Docente, na carreira de Assistente Universitário,na área/ disciplina de Assessoria de Imprensa. Saiba mais.
A Escola Superior de Jornalismo pretende recrutar um (1) Docente, na carreira de Assistente Universitário, na área/ disciplina de Introdução à Informática. Saiba mais.
A Escola Superior de Jornalismo pretende recrutar um (1) Docente, na carreira de Assistente Universitário, na área/ disciplina de Laboratório de Impresso. Saiba mais
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar dois (2) Gestores de Procurement e Logística (Supply Chain) de Resposta a Emergência IDAI. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente de Serviço (Servente). Saiba mais.
O Ministério da Juventude e Desportos (MJD) pretende contratar um (1) Técnico Especialista Júnior em Educação e Empoderamento de Adolescentes e Jovens. Saiba mais.
O Ministério da Juventude e Desportos (MJD) pretende contratar um (1) Técnico(a) Especialista Júnior em Promoção de Oportunidades Económicas. Saiba mais.
A KUWUKA JDA pretende contratar serviços de um/a (1) Consultor/a Individual, para facilitar o processo de desenvolvimento de um Plano e Ferramentas de Segurança de dados/informação da organização e seus colaboradores. Saiba mais.
O internacional moçambicano, Mexer, a militar no Rennes da França, desmentiu os rumores que dão conta do interesse do Real Madrid e Juventus.
Para Mexer, que falava ao Canal Plus, televisão francesa, tudo não passa de especulações, algo que o futebolista diz ter sido frequente desde que está no Rennes.
“Há sempre especulações sobre o meu nome. Desde que sou futebolista profissional que sempre se falou que eu ia deixar o meu clube para ir para outro, nada de concreto. Quando houver algo certo falarei com todos”, esclareceu.
Titular indiscutível do Rennes e dos Mambas, Mexer tem feito a sua melhor época desde que se mudou para o futebol francês em 2014. Recentemente participou no jogo que ditou o apuramento do Rennes para a final da Taça da França, que será disputada a 27 de Abril diante do PSG.
Refira-se que antes de assinar pelo Rennes, Mexer já tinha representando em Portugal, o Olhanense e Nacional da Madeira.
Alguns dos partidos mais tradicionais da história da Alemanha pós-Hitler atacaram o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), por seus comentários sobre a origem do nazismo. As informações são do UOL.
Ao blog, a deputada do Partido Social-Democrata (SPD), Yasmin Fahimi, não poupou críticas ao chefe do Executivo. “Os nazistas também usaram o termo ‘social’ como uma máscara para seu real programa político”, disse Fahimi, que faz parte do Comité de Relações Exteriores do Parlamento alemão.
“O fato de Jair Bolsonaro estar usando a mesma estratégia de mentiras é uma ridicularizarão inaceitável das vítimas que foram mortas pelos nazistas”, disse Fahimi.
O chefe do Comité Internacional do partido Die Linke, Heinz Bierbaum, criticou tanto quanto Fahimi o presidente. Bierbaum disse que Bolsonaro pode ser chamado de fascista. “Desprezando a democracia, as conquistas do Estado de Direito, ele ataca esquerda, LGBT’s, povos indígenas, afro-brasileiros, minorias e ativistas”, declarou.
Bierbaum completou ainda que as declarações do magistrado sobre o nazismo são uma “completa distorção dos fatos históricos”. “Eles não foram responsáveis apenas pela morte de seis milhões de judeus, mas também de 20 mil membros de partidos de esquerda”, completou.
“Nazismo é de esquerda”
Em viagem a Israel, o presidente se encontrou com integrantes da comunidade brasileira que vive na cidade de Raanana, a 30 km de Tel Aviv, em Israel. Na ocasião, Bolsonaro fez coro ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ao dizer que o nazismo foi um movimento de esquerda.
Ao ser questionado se concorda com a opinião defendida por Araújo, o presidente concordou. “Não há dúvida. Partido Socialista… como é que é? Da Alemanha… Partido Nacional Socialista da Alemanha. Não há dúvida [que era de esquerda]”, disse.
A epidemia de Ébola no nordeste da República Democrática do Congo (RDCongo) provocou 690 mortos desde 01 de Agosto de 2018 e contagiou 1.100 pessoas até à passada terça-feira, indicou hoje o Ministério da Saúde congolês.
O contágio alargou-se a 1.100 pessoas, 1.034 com confirmação de infecção com o vírus Ébola e 66 prováveis.
Desde 31 de Março até à última terça-feira, registaram-se mais 11 mortes e igual número de casos de contaminação.
Quanto a pessoas curadas desde que a epidemia foi decretada, em 01 de Agosto de 2018, mais sete foram dadas como restabelecidas entre 31 de Março e 02 de Abril.
Esta epidemia de Ébola, que se transmite através de fluidos corporais infectados e que provoca febre hemorrágica, foi constatada em Mangina, na província de Kivu Norte.
O Ministério da Saúde da RDCongo admitiu que a epidemia de Ébola é já a maior da história do país relativamente ao número de contágios.
A RDCongo foi atingida nove vezes pelo Ébola, depois da primeira aparição do vírus naquele país africano, em 1976.
É a primeira vez que uma epidemia de Ébola é declarada numa zona de conflito, onde existe uma centena de grupos armados, o que leva à deslocação contínua de centenas de milhares de pessoas que podem ter estado em contacto com o vírus e a dificuldades na resposta das organizações de socorro à doença.
O médio, que custou 8,5 milhões (2017), tem contrato até 2023 e uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros.
A exibição frente ao Benfica foi mais uma montra para um futebolista que em Alvalade é considerado um líder nato – no balneário e no campo. É a extensão do técnico Marcel Keizer. E são estas características que, de acordo com as fontes contactadas, colocam alguns tubarões europeus no seu encalço.
O Manchester United, sabe o CM, está ligeiramente à frente dos restantes concorrentes, nos quais se incluem PSG, Atlético Madrid, Chelsea e também o Inter Milão. Aliás, Bruno Fernandes começou a dar nas vistas em Itália ao serviço de Novara, Udinese e Sampdória.
A direção de Frederico Varandas não tem escondido que continua com problemas financeiros e vai aproveitar o leilão para fazer de Bruno Fernandes a venda recorde dos leões, superando João Mário, que saiu para o Inter por 45 milhões de euros.
Certo é que Bruno não tem escondido aos que lhe são mais próximos que quer deixar a sua marca em Alvalade. E para isso terá de ganhar a Taça de Portugal. É que o Sporting não vence dois troféus na mesma época há 11 anos. Já ganhou a Taça da Liga ao FC Porto e, no dia 25 de maio, pode conquistar a Taça de Portugal, diante do mesmo adversário. 26 golos em 45 jogos nesta temporada Bruno Fernandes soma 26 golos em 45 jogos nesta época.
Só no campeonato tem um registo de 14 finalizações certeiras em 26 partidas realizadas. Conta ainda com 10 assistências para golo. Igualou um feito de Rui Jordão ao marcar em três jogos seguidos ao Benfica (1979/80).
A Correios de Moçambique deve mais de 50 milhões de meticais aos trabalhadores. Devido às dificuldades financeiras, a empresa vai diminuir metade dos trabalhadores e vender acções no âmbito da restruturação já aprovada pelo governo.
Foram quase 50 trabalhadores que esta quarta-feira paralisaram as actividades na empresa Correios de Moçambique para reivindicar o pagamento de salários atrasados, mas o problema é, afinal, muito mais profundo do que se podia imaginar.
As dificuldades financeiras são antigas, mas pioraram quando o serviço Post-bus sofreu com os impactos do ciclone Idai. Aliás, essa foi a causa do atraso do salário de Março.
Para tirar as contas do vermelho, o conselho de administração decidiu restruturar a empresa, uma solução que pela redução de 362 dos 650 trabalhadores através de despedimentos e reformas antecipadas, venda de cinco imóveis e privatização da empresa com a venda de quase metade das acções.
O plano de reestruturação da empresa já foi aprovado pelo governo, e no próximo mês inicia a análise da proposta alienação, um trabalho que irá envolver o Banco de Moçambique e o Ministério da Economia e Finanças.
Em Moçambique, a oposição tem passado despercebida na onda de solidariedade generalizada para com as vítimas do Ciclone Idai. A Renamo, o maior partido da oposição, garante que não está de braços cruzados, mas há no país quem entenda que a oposição não passa de um embrião crítico habituado a apontar as falhas do Governo, embora se tenha demitido de cumprir o papel de cidadão.
Resposta da oposição
Nas campanhas de solidariedade a favor das vítimas do Ciclone Idai, que atingiu a zona centro em meados de Março, gente dos mais variados sectores e extractos sociais, a nível individual ou colectivo, manifestou o seu apoio moral ou material, numa iniciativa sem igual em Moçambique. Se é verdade que a solidariedade não é de carácter obrigatório, também é verdade que a apatia generalizada de boa parte da oposição levanta interrogações, afinal identificam-se sempre como defensores dos direitos dos seus eleitores, pelo menos em tempo da caça ao voto. Por isso procuramos saber da Renamo o que fez pelas vítimas do Idai. José Manteigas porta-voz do maior partido da oposição explica a situação.
“Há um apelo que o partido fez, primeiro a nível central, a todos os membros e simpatizantes do partido a manifestarem o seu sinal de solidariedade apoiando naquilo que puderem fazer. Também ao nível das províncias, todos os delegados políticos provinciais foram instruídos a fazerem conferências de imprensa públicas para mobilizarem e encorajar os nossos membros simpatizantes para também envolverem-se de forma directa, ao nível dos distritos, nesses apoios.”
A resposta de Manteigas fez saber também que a sua formação doou um milhão de meticais. E por coincidência a zona mais afectada é o principal bastião da Renamo e é nessa região onde supostamente estão os seus homens armados, que talvez, à semelhança das Forças de Defesa e Segurança, poderiam excepcionalmente dar o seu apoio no terreno, dada a gravidade da situação. Mas Manteigas diz que tal não é possível e justifica.
“Não, da parte política está-se a trabalhar, temos lá os nossos quadros centrais que estão a apoiar o trabalho está a ser desencadeado ao nível da província. Relativamente aos nossos combatentes que ainda estão nas bases, é óbvio que eles não têm as condições objectivas para poderem dar um apoio directo as populações. Como sabe, eles estão praticamente acantonados e então não é possível de forma presencial apoiar os nossos compatriotas.”
Críticas ao Governo
Enquanto isso, o Governo prossegue com as suas acções de apoio no terreno. As críticas da sua actuação são muitas bem como as suspeitas em relação a gestão dos fundos e bens que está a fazer, através do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, o INGC. Há mesmo denúncias de desvios de bens por parte dos colaboradores e a instituição confirma irregularidades.
Convidado a avaliar os esforços das autoridades neste momento o porta-voz da Renamo comentou o seguinte: “Há algum esforço, mas há inúmeras denúncias que dão conta de que há desvio de produtos e das ajudas e é isso que condenamos. Não se pode aceitar que as pessoas se estejam a aproveitar da situação difícil em que se encontram outros moçambicanos para alcançar os seus próprios fins. Esperamos que o Governo, em parceria com outras instituições, consigam estancar isso o mais rapidamente possível. Inclusivamente há sinais exclusão na base de cores partidárias.”
Análise ao papel da oposição
Mas há quem entenda que a oposição está a focar as suas energias para alvos errados e que ela está viciada em certos hábitos. Luis Nhachote é jornalista e avalia o papel da oposição neste momento de catástrofe: “Parece-me que a oposição em Moçambique é um embrião crítico e não está a passar dai, habituou-se a fazer críticas as falhas governamentais e não está a passar daí, como se está a assistir neste momento. Eles demitiram-se do seu papel de cidadãos moçambicanos de solidarizarem-se fazerem campanhas dentro do seu partido para angariarem apoios para as vítimas, mas dedicaram a maior parte do seu tempo e as suas energias a procurarem identificar onde aparentemente o Governo não tenha dado provisões. É um pouco triste…”
Foram revelados esta quarta-feira à noite pormenores relativamente à queda do avião da Ethiopian Airlines que matou 157 pessoas no início de Março.
Segundo a ABC News, um dos sensores da aeronave ficou danificado pouco tempo após o avião levantar voo. Não se sabe ainda o que poderá ter danificado o sensor, mas os primeiros relatos apontam para a possibilidade de uma ave ter estado na origem do acidente, avança o mesmo meio segundo fontes próximas da investigação.
As falhas, na sequência do problema no sensor, levaram a que muita informação recolhida pela aeronave estivesse errada, o que acabou por ser fatal para todos os que iam a bordo do avião.
Os pilotos perderam o controlo da aeronave que acabou por cair, vitimando passageiros de mais de 30 países.
Primeiro relatório oficial diz que pilotos seguiram todas as normas
O relatório preliminar aos dados das caixas negras do avião da Ethiopian Airlines que se despenhou em 10 de Março concluiu que a tripulação “cumpriu todos os procedimentos”, mas não conseguiu controlar o aparelho.
Os resultados foram apresentados esta quinta-feira em conferência de imprensa pelo ministro dos Transportes etíope, Dagmawit Moges.
O Boeing 737 Max 8 Jet despenhou-se em 10 de março pouco depois de ter descolado de Adis Abeba, capital da Etiópia, matando todas as 157 pessoas a bordo.
Este foi o segundo acidente com este modelo de avião em cinco meses, depois da queda de outro aparelho da Lion Air, na Indonésia, que provocou 189 mortos. As 157 vítimas do voo 302 da Ethiopian Airlines, que tinha como destino Nairobi, eram de 35 países e pelo menos 19 eram funcionários das Nações Unidas.
A agência governamental francesa de investigação sobre segurança da aviação civil já iniciou as análises às caixas negras do aparelho da Ethiopian Airlines.
Após este segundo acidente, perto de 60 países interditaram o seu espaço aéreo ou suspenderam temporariamente a utilização de aeronaves Boeing 737 Max.
Companhia presta primeiras declarações após divulgação do relatório
A Ethiopian Airlines já reagiu ao primeiro relatório preliminar sobre a queda do avião. Através do Twitter, a companhia garantiu que vai continuar a cooperar com a investigação. “Estamos muito orgulhosos dos nossos pilotos”, garantiu o CEO da companhia.
O ex-ministro das Obras Públicas são-tomense Carlos Vila Nova foi hoje impedido pela Polícia Judiciária (PJ) de viajar, quando já estava no aeroporto, e foi convocado para ser ouvido por esta polícia, disse o próprio à Lusa.
O antigo governante e actual deputado do partido Acção Democrática Independente (ADI, na oposição em São Tomé e Príncipe) relatou que se encontrava “na sala VIP do aeroporto” são-tomense, quando foi abordado por “elementos da PJ”, que indicaram que deveria comparecer na sexta-feira, pelas 09:00 (a mesma hora em Lisboa), nas instalações da polícia para ser ouvido.
Este é o segundo caso envolvendo governantes do anterior executivo do ADI, liderado por Patrice Trovoada (2014-2018), em dois dias, após a detenção, na quarta-feira, do antigo ministro das Finanças Américo Ramos, que ficou hoje em prisão preventiva, decretada pelo tribunal de primeira instância.
Carlos Vila Nova afirmou à agência Lusa desconhecer em que âmbito ou por que motivo vai ser ouvido pela PJ, referindo que lhe foi entregue uma carta que apenas indica que deve apresentar-se à Polícia Judiciária “a fim de ser ouvido”.
Contactada pela Lusa, fonte do Ministério Público (MP) disse que não pediu à PJ para realizar esta diligência, tal como tinha ocorrido na quarta-feira, aquando da detenção, nas imediações da sua casa, do antigo responsável da pasta das Finanças e actual assessor do Presidente da República, Evaristo Carvalho.
Em declarações à Lusa, Celisa Deus Lima, advogada de Américo Ramos, acusou a PJ de usurpar competências que cabem ao MP, referindo que “não houve mandado de detenção” emitido por este órgão, que é o “titular da acção penal”.
“Esta actuação da Polícia Judiciária é manifestamente ilegal, inconstitucional e atentatória dos direitos, liberdades e garantias do meu constituinte”, afirmou hoje a advogada, garantindo: “Vamos reagir veementemente”.
Após ser presente ao tribunal de primeira instância, Américo Ramos ficou hoje sujeito à medida de coação mais gravosa, prisão preventiva.
Perante o juiz, o MP “defendeu, junto do juiz, que os actos praticados [a detenção de Américo Ramos] não foram pedidos” por este órgão, pelo que “não são válidos”, disse à Lusa fonte do MP.
“O MP tem o processo-crime a decorrer, mas não delegou o processo em nenhum órgão da polícia criminal”, indicou a mesma fonte.
Um acidente ferroviário ocorreu na aldeia de Bialosliwie, na região centro-oeste da Polónia, na tarde desta quinta-feira, quando dois comboios de passageiros colidiram.
O incidente...
Após os terramotos que abalaram a Venezuela na noite de quarta-feira (24), cerca de 40 mil pessoas estão registadas como desaparecidas.
Essa informação foi disponibilizada...
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) chamou a atenção para a necessidade urgente de adoptar respostas humanitárias mais inclusivas, enfatizando...