Segundo adianta o Super Deporte, o Valência terá identificado João Cancelo, defesa lateral do Manchester City, como principal alvo de transferência já para Janeiro.
De acordo com o jornal espanhol, a ideia da equipa técnica valenciana é que Cancelo tome o lugar Thierry Correia, a fim de colmatar as falhas no sector defensivo, uma vez que a possibilidade de voltar ao Valência parece agradar o internacional português, visto não estar a desempenhar o papel esperado na Premier League.
Lembre-se que o jogador de 25 anos, assinou pelo Valência em 2015, proveniente do Benfica, tendo deixado o clube para rumar a Turim em 2018.
Em dia de um dos confrontos mais aguardados pelos amantes do desporto rei, é impossível não referir o El Classico, que coloca frente a frente o Barcelona e o Real Madrid, como um dos temas principais de ontem.
Desta feita, os blancos deixaram na sua conta de Twitter um vídeo de incentivo à equipa, onde resumiram os melhores golos marcados pelo conjunto madrileno frente ao Barcelona, em Camp Nou, no entanto, esqueceram-se de…Cristiano Ronaldo, o que levantou uma onda de indignação entre os adeptos do clube.
Desde «Onde estão os golos o rei Cristiano?», até «O Real Madrid precisa de respeitar o Cristiano, é vergonhoso», ou «Estão a dizer-me que o Ronaldo nunca marcou em Camp Nou?», houve críticas para todos os gostos e feitios.
Uma organização de defesa dos Direitos Humanos acusou a Apple, a Google, a Microsoft, a Dell e a Tesla de “beneficiarem conscientemente” do trabalho de crianças na exploração de minas de cobalto, material usado em baterias de telemóveis e computadores, na República Democrática do Congo.
A International Rights Advocates colocou uma acção colectiva contra as cinco empresas. A denúncia alega que as empresas estão “conscientemente a beneficiar e a ajudar o uso cruel e brutal de crianças” para extrair cobalto em condições bastante perigosas.De acordo com a International Rights Advocates, “as empresas acusadas estão cientes de que o setor mineiro do Congo depende da exploração do trabalho infantil. Além disso, as condições em que essas crianças trabalham têm sido bastante divulgadas pelos media”.O cobalto é um componente importante nas baterias de lítio, que se encontram praticamente em todos os aparelhos electrónicos recarregáveis. Cerca de dois terços do cobalto do mundo é proveniente da República Democrática do Congo.O processo foi aberto anonimamente por um grupo de pessoas descritas como “guardiões de crianças mortas em túneis ou colapsos de paredes” durante a mineração, ou “crianças que foram mutiladas em tais acidentes”.
O processo afirma que as crianças são forçadas pela pobreza extrema a abandonar a escola e a trabalhar em minas de cobalto da empresa britânica Gelncore, que já tinha sido acusada de exploração de trabalho infantil.
A International Rights Advocates diz que, alegadamente, as crianças foram exploradas e feridas em várias operações de mineração ligadas às empresas Glencore, Umicore e Huayou Cobalt.
Empresas reagem
A Glencore declarou à CNN Business que está atenta as alegações do processo e que a empresa “não tolera qualquer tipo de trabalho infantil, seja ele forçado ou compulsivo”.
A empresa acrescentou que “a produção de cobalto da Glencore é um subproduto da nossa produção industrial” e que trabalha com organizações locais “para ajudar as crianças a ficar fora da exploração mineira”.
Num comunicado enviado à CNN, a Apple afirmou que está “profundamente comprometida com o funcionamento responsável de materiais que entram nos nossos produtos”.
A Dell, à semelhança da Apple, declarou que “está comprometida com o fornecimento responsável de minerais” e que preserva “os direitos humanos dos trabalhadores em qualquer nível da nossa cadeia, tratando-os com dignidade e respeito”.
A empresa acrescentou que “nunca adquirimos operações, pelo menos conscientemente, onde fosse usado qualquer tipo de trabalho involuntário, práticas fraudulentas de recrutamento ou trabalho infantil”.
Já a Google, cuja empresa mãe é a Alphabet, declarou à CNN Business: “O nosso Código de Conduta de Fornecedores proíbe estritamente essa actividade. Estamos comprometidos em fornecer todos os materiais de forma ética e eliminar a exploração do trabalho infantil nas cadeias globais”.
Esta é a primeira vez que a indústria tecnológica enfrenta uma acção legal sobre a fonte do cobalto que utiliza nos seus produtos.
Nos EUA, entrou em vigor uma medida obrigando aqueles que solicitam um visto a preencher um formulário onde indicam as suas redes sociais. O Departamento de Estado dos EUA justifica esta medida como um reforço na verificação da identidade daqueles que entram no país, mas muitos questionam a sua necessidade.
Embora tendo passado despercebido a muitos, um novo requisito entrou em vigor em Junho que obriga a maioria das pessoas que pede um visto para os EUA a preencher um formulário onde indica o seu nome de utilizador nas redes sociais.Através deste novo formulário, o Governo norte-americano tem acesso às publicações nas redes sociais, fotografias e outros dados pessoais das mais de 14 milhões de pessoas que visitam os EUA a cada ano.
O executivo de Donald Trump justifica esta medida com a protecção da segurança nacional:
“A segurança nacional é a nossa principal prioridade ao avaliar solicitações de vistos, e todos os futuros turistas e imigrantes nos EUA passam por uma extensa inspecção de segurança. Estamos constantemente a trabalhar para encontrar mecanismos que melhorem o nosso processo de controlo para proteger os cidadãos norte-americanos, enquanto apoiamos viagens legítimas para os EUA”, explica o Departamento de Estado, numa nota publicada online. Os requerentes de vistos diplomáticos são os únicos que estão dispensados do preenchimento deste requerimento.
“Já solicitamos certas informações de contacto, histórico de viagens, dados familiares e antigos endereços de residência a quem pede vistos. Recolher estas informações adicionais fortalecerá o nosso processo de verificação de todos os requerentes de visto e confirmação da sua identidade”, continua a justificar o Departamento.
As manifestações na Índia contra uma lei sobre cidadania considerada discriminatória para os muçulmanos provocaram pelo menos seis mortos e dezenas de feridos, refere um último balanço divulgado na terça-feira (17) pelas autoridades.
Os protestos voltaram a eclodir esta terça-feira em várias cidades do vasto país asiático, com novos confrontos com a polícia em particular na capital Nova Deli. O movimento de contestação, de uma amplitude pouco habitual desde a chegada ao poder em 2014 dos nacionalistas hindus do primeiro-ministro Narendra Modi, decorre há uma semana na sequência da nova legislação.
O texto facilita a atribuição da cidadania indiana aos refugiados do Afeganistão, Bangladesh e Paquistão, mas na condição de que não professem a religião muçulmana. Na tarde de terça-feira, no bairro de maioria muçulmana de Seelampur, leste da capital, os disparos de gás lacrimogéneo encheram as ruas enquanto milhares de manifestantes lançavam pedras em direcção às forças policiais, que segundo um habitante local tentaram dispersar previamente uma marcha de protesto.
Na cidade de Calcutá (capital de Bengala ocidental, leste), mais de 20.000 pessoas concentraram-se para um grande desfile na sequência do apelo de Mamata Banerjee, virulento adversário do chefe de Governo. “Não é senão o início do nosso movimento contra o CAA e o NRC”, referiu o chefe do executivo de Bengala ocidental, numa referência aos respectivos acrónimos da lei sobre a cidadania (“Citizenship Amendment Act”) e um controverso registo dos cidadãos (“National Registry of Citizens”).
Este último texto já foi concretizado no Estado de Assam (nordeste), e poderá deixar dois milhões de pessoas apátridas. O poder nacionalista hindu pretende aplicá-lo em toda a Índia. Presente no cortejo de Calcutá, o realizador Gautam Ghosh considerou que a lei de cidadania terá como consequência a “divisão do país”. “Se o Governo federal tentar aplicar a lei, vai correr ainda mais sangue. As pessoas não vão aceitá-la”, afirmou em declarações à agência noticiosa AFP.
Outras manifestações foram registadas nos Estados de Querala e Tamil Nadu, no sul da Índia. Para o início da noite de hoje foi também agendado um protesto em Nova Deli. No decurso de um comício eleitoral no Jharkhand (leste), Narendra Modi acusou o Partido do Congresso (oposição) de “propagar a violência e criar um clima de medo”, e assegurou que a nova lei “não afectará qualquer cidadão”.
O CAA apenas se aplica às pessoas provenientes de países estrangeiros, mas para os críticos inscreve-se na vontade e na tendência geral dos nacionalistas hindus em marginalizar os muçulmanos na Índia.
Nos últimos dias, as autoridades cortaram o acesso à Internet e utilizaram a força para dispersar as marchas e concentrações em várias regiões deste país de 1,3 mil milhões de habitantes. A contestação teve início na semana passada no nordeste do país, com a morte de seis pessoas e diversos tumultos, num momento em que o parlamento indiano examinava e aprovava o texto.
Pelo menos doze pessoas morreram e outras 13 ficaram feridas na sequência de um tiroteio entre reclusos numa prisão do Panamá, na terça-feira (17).
Segundo as autoridades, foram ainda apreendidas várias armas após o incidente no estabelecimento prisional de La Joyita, a 25 quilómetros este da capital, incluindo cinco pistolas e três armas de fogo de cano longo.
O subdirector-geral da polícia, Alexis Muñoz, revelou que “12 reclusos perderam a vida, 11 ficaram feridos, dois em estado grave”, citado pela France-Presse. “As causas foram conflitos internos”, acrescentou ainda, esclarecendo que entre os mortos ou feridos não há “guardas prisionais ou agentes da polícia”.
O presidente panamense, Laurentino Cortizo, disse que o incidente sugeria que os guardas prisionais ajudavam a contrabandear as armas para o interior. “Estas armas de fogo não caiem do céu, houve obviamente algum tipo de cooperação para que conseguissem levá-las para dentro”, disse em comunicado citado pela Reuters.
A causa do tiroteio ainda está sob investigação. A prisão de La Joyita, com 3.700 reclusos, tem a maior população carcerária do país.
A Alemanha se aproximou da proibição das chamadas “terapias de conversão” gay na quarta-feira (18), quando o gabinete apoiou uma lei que puniria praticantes falsos com até um ano de prisão.
Os activistas saudaram a decisão, dizendo que a Alemanha se tornaria a primeira grande potência europeia a proibir as tentativas de mudar a orientação sexual de uma pessoa com técnicas que incluem hipnotismo e tratamento por choque eléctrico.
“A homossexualidade não é uma doença. Portanto, o termo terapia em si é enganoso ”, afirmou o ministro da Saúde, Jens Spahn – membro dos Democratas Cristãos de centro-direita da chanceler Angela Merkel – em comunicado.
Os tratamentos – às vezes realizados por parentes ou conselheiros religiosos – causavam graves danos físicos e mentais, acrescentou. “Essa alegada terapia deixa você doente e não saudável”, disse Spahn.
A legislação, que o parlamento deve aprovar no verão, punirá violações com prisão de até um ano ou multa de até 30.000 euros (US $ 33.100).
Estima-se que 1.000 pessoas são submetidas a “terapias de conversão” todos os anos na Alemanha, de acordo com a Fundação Magnus Hirschfeld, uma organização com sede em Berlim que combate a discriminação.
Um porta-voz da fundação disse que a Alemanha deve se tornar o primeiro grande país europeu a proibir “terapias de conversão”, acrescentando que a decisão de Berlim pode motivar outros países industrializados a seguir o exemplo.
Brasil, Equador, Malta e pouco mais de uma dúzia de estados dos EUA proibiram a terapia de conversão, de acordo com a ILGA, uma rede de grupos de direitos LGBT +. Países como Grã-Bretanha, Nova Zelândia e Austrália estão considerando proibições.
Cerca de 700.000 americanos foram forçados a se submeter a uma forma de terapia de conversão, de acordo com o Instituto Williams da Universidade da Califórnia.
Na Grã-Bretanha, um quinto das pessoas gays, lésbicas e bissexuais que tentaram mudar de sexualidade tentaram o suicídio, segundo um estudo da Fundação Ozanne, divulgado em Fevereiro.
O sacerdote Eduardo Lorenzo suicidou-se. O padre argentino estava envolvido num caso de abuso sexual de menores. Pôs fim à vida com um tiro no coração, na noite de segunda-feira (16), na sede da Caritas de La Plata, em Buenos Aires.
O suicídio aconteceu horas depois de ficar a saber que tinha sido emitido um mandado de prisão contra ele. A justiça argentina começou a investigar este padre há mais de 10 anos depois de uma denúncia, mas o mandado de prisão só se concretizou este ano – altura em que várias vítimas e testemunhas dos abusos vieram à luz.
María Belén Bartoli, irmã de uma das alegadas vítimas, manifesta a sua indignação relativamente ao desfecho do caso dizendo que a “responsabilidade é da Igreja e da justiça”:“A responsabilidade pelo suicídio de Lorenzo é do arcebispo (Victor Manuel)” Tucho” Fernandez, da procuradora Ana Medina, que teve o caso nas mãos durante 11 anos sem nunca fazer justiça, e o juíz (…) Responsabilizamos a igreja e os tribunais e reforçamos que as únicas vítimas são as crianças – que tiveram a coragem e a valentia de denunciar este pedófilo”.
O arcebispo de La Plata emitiu uma declaração na qual diz: “Depois da morte do nosso irmão Eduardo Lorenzo, que tirou a própria vida após longos meses de grande tensão e sofrimento, só nos podemos unir em oração por ele, para que o Deus o receba no amor infinito”.
O caso de suicídio do padre Eduardo Lorenzo acontece numa altura em que o Papa Francisco decidiu eliminar o segredo papal, para que o silêncio não dificulte investigações sobre crimes sexuais dentro da Igreja Católica.
A empresa pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique vai passar a explorar o porto de Nacala, no norte do país, a partir de Janeiro, quando terminar a concessão à Corredor de Desenvolvimento do Norte (CDN), anunciou o Governo.
“A exploração comercial do serviço portuário no perímetro da Concessão Portuária do Porto de Nacala passa para a responsabilidade da Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique”, lê-se no comunicado sobre as decisões da reunião de ontem do Conselho de Ministros.
A CDN é uma sociedade anónima constituída e registada no país, cujo objectivo é a gestão, reabilitação e exploração comercial de forma integrada das infraestruturas do porto de Nacala e da rede ferroviária do norte de Moçambique através de concessões que começaram em Janeiro de 2005.
A concessão do sistema ferroviário é válida por 30 anos, enquanto que a do porto de Nacala dura 15 anos, terminando em Janeiro.
A extracção de carvão pela empresa mineira brasileira Vale na região de Tete tornou viável a construção de uma ferrovia de 912 quilómetros, incluindo 200 que atravessam o território do Maláui, e um terminal portuário de águas profundas em Nacala.
Para poder exportar por via marítima, a Vale associou-se à japonesa Mitsui e à empresa pública Caminhos de Ferro de Moçambique, num investimento de 4,5 mil milhões de dólares (cerca de 4,067 mil milhões de euros).
Actualmente, a linha permite transportar todo o tipo de cargas e passageiros – nomeadamente até Lichinga, capital da província do Niassa, a mais remota de Moçambique.
Na mesma reunião do Conselho de Ministros, foi aprovada a concessão de várias estradas construídas nos últimos anos à Sociedade Rede Viária de Moçambique.
Entre elas estão a N6, que liga a cidade da Beira à fronteira com o Zimbábue, em Machipanda, bem como a estrada circular de Maputo, a ponte Maputo-Katembe e respectivas estradas de ligação.
“O decreto estabelece a base legal que permite a concessão para expansão, operação, manutenção e devolução das infraestruturas rodoviárias”, conclui.
A decisão “visa potenciar a gestão integrada da paisagem com qualidades estéticas, ecológicas e culturais específicas e excepcionais no distrito de Matutuine e ilha de lnhaca”, lê-se no comunicado sobre as decisões do encontro.
Espera-se que a nova área de protecção incentive “um desenvolvimento de actividades que beneficiem e promovam serviços ecológicos”.
As áreas de conservação representam 25% do território nacional e foram criadas para assegurar o equilíbrio de ecossistemas essenciais para o desenvolvimento do ecoturismo em Moçambique.
A gestão está a cargo da Administração Nacional das Áreas de Conservação.
O líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, denunciou na quarta-feira (18), o rapto de quatro membros da família do fundador da Renamo, André Matsangaissa.
A esposa e três filhos de André Matsangaissa Júnior, sobrinho do primeiro presidente da Renamo, foram raptados no início da manhã na sua residência, no bairro Nhamaonha, nos arredores de Chimoio, capital da província moçambicana de Manica.
Matsangaisse Júnior juntou-se à autoproclamada Junta Militar da Renamo em Julho, nas vésperas da reunião extraordinária do grupo de dissidentes da Renamo, na Gorongosa.
Ele integra a direcção da autoproclamada Junta, liderada por Mariano Nhongo, um general da Renamo que criou a facção militar, após não reconhecer a liderança de Ossufo Momade.
Um cidadã de 78 anos de idade foi violada sexualmente e posteriormente assassinada por desconhecidos no passado domingo (15) no bairro de Chambone, na Província de Inhambane.
O cadáver de Isabel Rungo, que residia sozinha numa casa de construção precária, foi descoberto pelo irmão que estranhou o silêncio durante dois dias.
A AM Capital Humano e Consultoria Lda, empresa de prestação de serviços e consultoria de Gestão de Capital Humano, pretende recrutar para o seu cliente um (1) Controlador de Frota. Saiba mais.
A AM Capital Humano e Consultoria Lda, empresa de prestação de serviços e consultoria de Gestão de Capital Humano, pretende recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de divisão. Saiba mais.
A AM Capital Humano e Consultoria Lda, empresa de prestação de serviços e consultoria de Gestão de Capital Humano, pretende recrutar para o seu cliente Camionistas de Longo Curso. Saiba mais.
A Electricidade de Moçambique (EDM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Engenheiro Mecânico para central hídrica baseado em Mavuzi. Saiba mais.
A Electricidade de Moçambique (EDM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Engenheiro Mecânico para central hídrica baseado em Chicamba. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Para a Elaboração de um Plano Curricular. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva – Moçambique (ICRH-M), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto Júnior. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva – Moçambique (ICRH-M), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto Júnior. Saiba mais.
A Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa – TB Busca Activa. Saiba mais.
A Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Matérias de Conteúdo. Saiba mais.
A International Commercial and Engineering – ICE Seguros, SA pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Escriturário Administrativo de Seguros. Saiba mais.
A Braz & Associados, Lda empresa líder na prestação de serviços na área da propriedade industrial, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente Oficial de Propriedade Industrial. Saiba mais.
A Residência Xisaka & Centro de Bem-Estar, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador do Departamento de Holística e Actividades. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Motoristas. Saiba mais.
A Women and Law in Southern Africa Research and Education Trust (WLSA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Coordenadora da WLSA. Saiba mais.
Um juiz federal condenou Rick Gates, um antigo assessor de campanha de Donald Trump, a 45 dias de prisão e três anos de liberdade condicional, por conspiração contra os EUA.
Rick Gates, que acabou por colaborar com as autoridades, foi investigado pelo procurador-especial Robert Mueller no âmbito de uma investigação sobre um alegado conluio entre a equipa de campanha de Donald Trump, onde trabalhou, e o Governo russo, para interferência nas eleições presidenciais de 2016.
Rick Gates declarou-se culpado por acusações de falsas declarações e conspiração contra os Estados Unidos, quando investigado sobre o seu trabalho como consultor político, disponibilizando-se para colaborar com a justiça na investigação do caso russo.
O Departamento de Justiça disse que a “assistência extraordinária” em várias investigações sobre o Presidente levaram os procuradores a não se opor ao pedido dos advogados de Gates de pena de liberdade condicional.
Ainda assim, um juiz federal condenou o antigo colaborador de Trump a 45 dias de prisão e três anos de liberdade condicional.
Gates é um de vários colaboradores de Trump acusados na investigação do procurador-especial Robert Mueller sobre o caso russo, tendo-se declarado culpado das acusações de falsas declarações e conspiração contra os Estados Unidos e tendo sido elogiado pelo Departamento de Justiça pela sua cooperação “consistente e leal”.
Todos os colaboradores de Trump acusados se declararam culpados no julgamento e os três que anteriormente já tinham sido condenados sofreram igualmente penas de prisão efetiva.
Dois outros colaboradores ainda aguardam uma sentença judicial.
O Conselho Constitucional (CC) fixou o dia 23 de Dezembro corrente, para a proclamação dos resultados das Eleições Gerais e das Assembleias Provinciais, realizadas a 15 de Outubro deste ano.
Uma nota do Conselho Constitucional recebida indica que o acto de proclamação, em sessão pública, terá lugar às 11.00h, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano.
O documento convida a assistir ao acto de proclamação, os partidos políticos, coligações de partidos políticos, grupos de cidadãos eleitores, observadores eleitorais, órgãos de comunicação social e demais interessados.
O Ferroviário de Maputo venceu, na terça-feira (17), Cobra do Sudão por 74-59 em jogo da primeira jornada do grupo “B” da última fase de apuramento para a Liga Africana de Basquetebol.
Controlar Todos Quartos
Os campeões nacionais começaram da melhor forma a luta por uma vaga na fase regular da Liga Africana de Basquetebol 2020.
Esta terça-feira, na Arena de Kigali, no Ruanda, a equipa de Milagre “Mila” Macome controlou o primeiro quarto do jogo com parcial de 18-16.
No segundo quarto, os verde-e-brancos voltaram a estar mais esclarecidos na quadra, tendo saído com um parcial de 24-15. Ao intervalo, a equipa moçambicana vencia por 11 pontos: 42-31.
Com boa abordagem defensiva e ofensiva, o Ferroviário de Maputo fugiu no resultado para 15 pontos no terceiro quarto: 57-42, com 1:26 minutos por se jogar nesta etapa. Os sudaneses tentaram reagir, sendo que no final desta fase do jogo o marcador indicava 57-46.
O quarto trouxe uma equipa sudanesa disposta a recuperar o resultado, reduzindo para nove pontos, 60-5, com seis minutos por se jogar. Os “locomotivas” controlaram o jogo e, no final, venceram por 74-59.
Com 16 pontos contabilizados em 27 minutos na quadra, Elton Ubisse foi o melhor cestinha dos “locomotivas”.
Ubisse foi secundado por Alvaro Manso, espanhol que terminou o jogo com 11 pontos e sete ressaltos.
O Ferroviário de Maputo contabilizou 23 pontos em situação de perdas de bola do seu adversário que fez oito.
Mais: os “locomotivas” marcaram 16 pontos em aproveitamento das segundas bolas, contra 18 dos sudaneses.
A estatística indica ainda que, nos lançamentos de campo, o Ferroviário de Maputo esteve melhor com média de 42.9% de aproveitamento contra 32. 9.% do adversário da primeira jornada.
Ao nível dos tiros exteriores, os campeões nacionais apresentaram-se com fraca média de 25%, o mesmo acontecendo com os sudaneses com 23.33%.
Já na linha de lances livres, o Ferroviário de Maputo teve um registo de 33.33%, contra 50% da equipa do Sudão.
Um comentário em uma publicação no Facebook fez um homem percorrer mais de seis mil quilómetros para conhecer uma jovem, que acabou se tornando sua amiga e possível namorada.
O designer gráfico Adam Lawrence, 28 anos, postou duas fotos em um grupo no Facebook dedicado a gatos. Nas imagens, o jovem, que mora em Londres, no Reino Unido, aparecia com o animal de estimação. De Chicago, Illinois, Anna Hosey, 25, tinha acabado de entrar no grupo e comentou as fotos, falando que os dois eram “fofos”.
Ao jornal britânico Metro, Anna conta que o rapaz enviou uma mensagem privada para ele, e começaram uma amizade. “Adam me enviou uma mensagem privada e imediatamente nos demos bem, com base em nossas enormes semelhanças no gosto musical e descobrimos que tínhamos muito mais em comum depois disso”, contou.
Ao longo dos meses, conversando por vídeos e telefone, Adam resolveu ir a Chicago para conhecer a jovem e o gato dela. De Londres, a Chicago, ele percorreu 6.349 km.
Nas redes sociais, ela postou várias fotos dos passeios com Adam.
Segundo Anna, ela e Adam agora “estão em algum lugar entre namoro e um relacionamento” e ainda estão tentando descobrir as coisas, pois a conexão ainda é recente. A jovem planeia visitar Londres para ver Adam novamente em Fevereiro.
Ela compartilhou a história no grupo This Cat is Chonky. “Eu realmente nunca pensei que encontraria um garoto fofo por comentar em uma de suas postagens”, afirmou
Escolas fechadas, hospitais a meio gás, transportes paralisados e a torre Eiffel encerrada é o cenário que França enfrenta na terça-feira (17), em novo dia de greve geral contra a proposta de reforma do sistema de pensões apresentada pelo Governo, desta vez com o reforço da central sindical Confederação Francesa Democrática do Trabalho (CFDT).
Professores, médicos, enfermeiros, farmacêuticos, advogados, magistrados e trabalhadores do sector dos transportes e outros funcionários públicos aderiram à greve convocada por todos os sindicatos para contestar o novo sistema universal de pensões, que pretende substituir os 42 subsistemas actuais, e que, entre outras medidas, incentivará o aumento da idade de reforma dos franceses. Embora mantenha a idade legal de reforma nos 62 anos, estabelece uma majoração para quem deixar o trabalho mais tarde, e penalizações para quem sair mais cedo, estabelecendo a chamada “idade de equilíbrio” aos 64 anos.
Segundo uma sondagem da empresa Harris Interactive, 62 % dos franceses apoiam a greve, ainda que 69% dissessem que seria bom haver uma trégua para o período de Natal. Isto porque o sector mais afectado são os transportes públicos, sobretudo os caminhos-de-ferro e o Metro. Segundo os sindicatos, um terço dos trabalhadores dos caminhos-de-ferro e 75% dos maquinistas aderiram à greve desta terça-feira, e há oito linhas de Metro paradas em Paris. São números inferiores aos registados no primeiro dia da greve, a 5 de Dezembro, diz o Le Monde, mas é já 13.º dia de greve dos transportes, que ameaça durar até ao final do ano, sem pausas para o Natal ou passagem de ano.
Entre os professores há 24% em greve, de acordo com o Ministério da Educação. Muitos médicos juntaram-se ao movimento de protesto, porque os hospitais enfrentam uma enorme crise de falta de fundos – estima-se que faltem 1300 milhões de euros para que os hospitais possam funcionar em 2020, quando o Orçamento de Estado apenas destina 300 milhões suplementares, escrevem 600 médicos numa carta de protesto tornada pública na segunda-feira.
O papa Francisco aceitou a renúncia do arcebispo Luigi Ventura, embaixador da Santa Sé na França, acusado de abuso sexual, informou o Vaticano na terça-feira (17).
Na semana passada, Ventura completou 75 anos, idade em que todos os bispos são obrigados a entregar suas renúncias ao papa. Francis às vezes os aceita rapidamente, como no caso de Ventura, e às vezes mantém as pessoas em seus empregos por mais tempo.
As autoridades francesas abriram uma investigação sobre Ventura em Janeiro, depois que um funcionário da prefeitura de Paris o acusou de abuso sexual.
O Vaticano levantou a imunidade diplomática de Ventura em Julho para que ele pudesse ser interrogado pelos promotores.
Evo Morales foi forçado a renunciar ao cargo a 10 de Novembro, após três semanas de manifestações para protestar contra as fraudes nas eleições presidenciais denunciadas pela oposição e Organização dos Estados Americanos.
O ministro do Interior interino da Bolívia afirmou nos EUA que será emitido “nas próximas horas” um mandado de detenção contra o ex-Presidente boliviano Evo Morales, exilado na Argentina após ser forçado a deixar o poder.
“Acredito que nas próximas horas a ordem de urgência contra ele será divulgada”, disse Arturo Murillo em Washington numa referência a Morales, acrescentando ter sido já emitida uma ordem de captura contra o ex-ministro da Presidência, Juan Ramón Quintana, que se encontra na embaixada mexicana na Bolívia.
Esta foi a primeira visita aos Estados Unidos de um responsável da Administração Interina da Bolívia, que é chefiada pela Presidente interina, Jeanine Áñez.
Pressionado pela polícia e pelo exército, Evo Morales foi forçado a renunciar a 10 de Novembro, após três semanas de manifestações para protestar contra as fraudes nas eleições presidenciais denunciadas pela oposição e Organização dos Estados Americanos (OEA).
Morales tentava um quarto mandato consecutivo, depois de quase 14 anos no poder na Bolívia. O parlamento boliviano aprovou uma lei no final de Novembro a convocar novas eleições presidenciais e legislativas, sem Evo Morales, que não poderá concorrer.
O ex-Presidente boliviano denunciou que a proclamação da senadora Jeanine Añez como Presidente interina foi um “golpe de Estado”.
Quanto a estas acusações, o ministro interino Arturo Murillo afirmou que não houve qualquer golpe contra o ex-Presidente boliviano e que “o país estava à beira de entrar num desastre”.
O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, reafirmou o compromisso do governo com o empoderamento económico das mulheres, através da implementação do Fundo Pro-Mulher.
Esta iniciativa visa...
Um projecto ambicioso denominado "Raparigas Alcançam a Igualdade" oferecerá, até 2029, formações técnico-profissionais e material de auto-emprego a mais de dois mil adolescentes e...
A Administração Nacional de Estradas (ANE) na província do Niassa enfrenta um importante desafio: a implementação de projectos viáveis que garantam a durabilidade das...