A China acusou ontem (18) Washington de prejudicar o comércio mundial com sanções que ameaçam paralisar a gigante de tecnologia Huawei, tendo garantido que irá proteger as empresas chinesas embora não tenha avançado com quaisquer retaliações.
O Departamento de Comércio dos Estados Unidos anunciou na segunda-feira que vai endurecer as sanções contra a chinesa Huawei e as suas 38 subsidiárias para impedir que tenham acesso a tecnologias norte-americanas para produzir `chips` de processador e outros componentes dos telemóveis.A administração dos Estados Unidos acusou a Huawei de usar as suas subsidiárias internacionais para contornar as sanções, referindo que o grupo representa um risco de segurança para o país devido aos seus laços com o Governo chinês, o que a Huawei nega.
Os Estados Unidos estão “a violar as regras do comércio internacional e a minar a cadeia industrial global, a cadeia de fornecimentos e a cadeia de valores”, acusou o Governo chinês através do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Zhao Lijian.
Pequim “tomará as medidas necessárias para salvaguardar os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas”, disse Zhao, sem adiantar que ações serão adotadas.
A Huawei escusou-se a comentar a decisão dos EUA.
O presidente de unidade de consumo da empresa, Richard Yu, admitiu este mês que a Huawei está a ficar sem `chips` de processador para os seus `smartphones`.
A Huawei projeta seus próprios `chips`, mas os mais avançados, a série Kirin, será interrompida em 15 de setembro porque a empresa depende de fabricantes externos que usam tecnologia norte-americana, anunciou Richard Zu.
A Huawei removeu vários componentes produzidos pelos Estados Unidos dos seus principais produtos quando o Presidente, Donald Trump, resolveu impor algumas sanções que impediam o acesso à tecnologia norte-americana.
As sanções anunciadas na segunda-feira visam alargar o controlo a componentes asiáticos e europeus desde que o processo de fabrico use tecnologia dos Estados Unidos, o que é comum.
As sanções anteriores já tinham impedido a Huawei de carregar músicas populares e outros serviços do Google nos seus `smartphones`, prejudicando a sua capacidade de competir em mercados fora da China.
A Huawei ultrapassou, no segundo trimestre deste ano, a Samsung e a Apple e tornou-se a marca de `smartphones` mais vendida do mundo, graças a um forte aumento das vendas no populoso mercado da China, de acordo com a analista de mercados Canalys. As vendas no estrangeiro caíram 27% em relação ao mesmo período do ano passado.
No entanto, durante o mesmo período, a Huawei vendeu mais 8% na China, onde já controla mais de 70% do mercado de `smartphones`.
Fundada em 1987 por um ex-engenheiro militar, a Huawei nega as acusações de ajudar a espionagem chinesa, enquanto as autoridades chinesas acusam Washington de usar a segurança nacional como desculpa para impedir o sucesso de um concorrente da indústria de tecnologia.
“Quanto mais exagerados são os obstáculos criados pelos Estados Unidos à Huawei e a outras empresas chinesas, mais se prova o sucesso dessas empresas e a hipocrisia e arrogância dos Estados Unidos”, defendeu Zhao Lijian.
“Pedimos aos Estados Unidos que corrijam imediatamente os seus erros, parem de caluniar a China e parem de abolir as empresas chinesas”, apelou, acrescentando que “o Governo chinês continuará a tomar as medidas necessárias para salvaguardar os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas”.
O conflito entre a China e os Estados Unidos tem aumentado desde que os dois países assinaram um acordo comercial histórico, em janeiro, para acalmar as relações.
“A China fez-nos coisas terríveis. Eles [responsáveis chineses] poderiam ter parado. Travaram essa doença, que eu chamo vírus chinês. Impediram que se propagasse na China, mas não nos Estados Unidos e no resto do mundo”, afirmou na segunda-feira Donald Trump, referindo-se, numa entrevista dada à Fox News, à Huawei como “espiões”.
A administração Trump tem também pressionado os seus aliados para banirem os equipamentos da Huawei, acusando o grupo de partilhar dados com os serviços secretos do regime chinês e de colocar a sua tecnologia ao serviço da vigilância dos dissidentes e da repressão de um milhão de uigures.
O Reino Unido já proibiu a compra de novos equipamentos Huawei a partir de 31 de Dezembro.
O ex-Presidente da Mauritânia, Mohamed Ould Abdel Aziz (2009-2019), foi detido na noite de segunda-feira (17) e privado de assistência jurídica, disse à agência de notícias EFE o advogado Taghioullah Eyda, da equipa de defesa de Aziz.
O antigo chefe de Estado foi intimado na noite de segunda-feira pela polícia de crimes económicos da Direcção-Geral de Segurança de Nouakchott e, desde então, os seus advogados perderam o contacto com o seu cliente, considerando a detenção “ilegal”.Abdel Aziz, junto com vários membros dos seus vários governos e a sua família, estão a ser processados por supostos atos de desperdício e enriquecimento ilícito durante a década em que esteve no poder.Nos últimos dias, a polícia revistou várias instalações, onde foram encontrados mais de 140 camiões e veículos todo-o-terreno pertencentes a pessoas próximas de Aziz, e congelou contas bancárias relacionadas com o antigo chefe de Estado.
Os seus advogados afirmaram na segunda-feira à noite, numa conferência de imprensa, que nem os bens nem as contas bancárias listadas estavam em nome de Aziz.
Abdel Aziz enfrenta estes processos no atual governo do seu sucessor e ex-aliado, o Presidente Mohamed Ould Ghazouani.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Ligação para Saúde. Saiba mais.
Uma Residencial sediada na Matola, no Bairro de Tsalala na Província de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro pessoal duas (2) Recepcionistas. Saiba mais.
Uma Residencial sediada na Matola, no Bairro de Tsalala na Província de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro pessoal quatro (4) Auxiliares de Limpeza. Saiba mais.
A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Crédito. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais em Salvaguardas Ambientais. Saiba mais.
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais em Salvaguardas Sociais .Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal quatro (4) Técnicos Agrários. Saiba mais.
A Heading Moz pretende recrutar para o seu cliente, uma empresa do ramo petrolífero, um (1) Assistente Administrativo e Controlador de Documentos. Saiba mais.
O Parque Nacional do Limpopo (PNL), pretende recrutar para reforçar o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Sistemas de Monitoria e Avaliação de Reassentamento. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Gestor de Projecto no Sector de Educação. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Enfermeiro do Estudo. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Videos Explicativos Sobre a Educação Sexual Abrangente. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva-Moçambique (ICRH-M), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Coordenador Provincial. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2)Docentes N1 – Engenharia Agronómica. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Avaliação e Monitoria. Saiba mais.
A Embaixada da Suécia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa para Energias Renováveis, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Serventes de Unidade Sanitária (Chókwè). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Docentes N1. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Docentes N3. Saiba mais.
A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.
Um antigo agente da CIA e linguista contratado pelo FBI foi acusado de espionagem a favor da China, incluindo entrega de segredos comerciais e informação sobre fontes, segundo documentos judiciais divulgados na segunda-feira 17.
Alexander Yuk Ching Ma é acusado de revelar segredos governamentais a agentes dos serviços de informações chineses, durante um período de três dias, em março de 2001, num quarto de hotel em Hong Kong, e de continuar em contacto com estes mesmo depois de conseguir um emprego no FBI.
Ma foi acusado num tribunal federal em Honolulu de conspiração para obter e transmitir informação sobre defesa nacional a uma nação estrangeira.
Israel bombardeou hoje várias posições militares do movimento islamita Hamas, em Gaza, em represália pelo lançamento de explosivos que provocaram dezenas de incêndios em território israelita.
“Hoje […] lançaram explosivos […] desde a Faixa de Gaza para Israel. Em resposta, aeronaves de combate da Força Aérea [de Israel] atacaram infraestruturassubterrâneas pertencentes à organização terrorista [considerada terrorista por Telavive] Hamas“, em território palestiniano, explicita um comunicado divulgado pelo Exército israelita, citado pela agência de notícias espanhola Efe.
Na última semana, Israel registou dezenas de focos de incêndio, 30 só na segunda-feira, nas áreas israelitas que fazem fronteira com a Faixa de Gaza, que queimaram centenas de hectares de bosque e campos agrícolas.
As Forças Armadas de Israel responderam com um bombardeamento de várias localizações do Hamas, que controla Gaza desde 2007.
Telavive foi mais longe ainda e bloqueou também os postos fronteiriços que permitem a entrada de vários produtos naquele território, como combustível, golpe que obrigará ao encerramento da única central elétrica de Gaza até quarta-feira.
O que já era especulado pelos veículos espanhóis se concretizou. O Barcelona anunciou a demissão de Quique Setién. Em comunicado oficial, o clube catalão disse que “um novo treinador será anunciado nos próximos dias”.
Além disso, após a goleada sofrida, o Barcelona passará por uma “ampla reestruturação da equipe, que será feita a partir do consenso entre a atual secretaria técnica e o novo treinador”.
As eleições no clube também foram antecipadas e serão no dia 15 de março. Josep Maria Bartomeu é um dos principais alvos de críticas da torcida catalã.
Passear o cão pode ser uma tarefa habitual, mas para Gao, o passeio de dia 14 de agosto tornou-se memorável… e não pelas melhores razões. Enquanto passeava o seu golden retriever, o homem ficou inconsciente devido a um gato que lhe caiu em cima.
O momento, que ocorreu em Harbin, na China, foi captado pelas câmaras de videovigilância do local.
Nas imagens, é possível ver o homem a passear o cão, quando de repente um gato branco e preto lhe cai em cima da cabeça, deixando-o no chão, inconsciente, reporta um meio de comunicação local, citado pelo The Sun.
De acordo com testemunhas, o gato, que pertence a um vizinho idoso, caiu da varanda.
Enquanto Gao está no chão, várias pessoas passam por ele, mas é o golden retriever que corre na sua direção quando o vê caído.
De acordo com o The Sun, a queda não foi inofensiva e levou a que Gao ficasse internado durante 23 dias.
O Gabão completa 60 anos de independência da França ao celebrar ontem (17) um feriado nacional. As tradicionais festividades do desfile foram canceladas devido à pandemia de 19 com apenas uma simples exibição patriótica em seu lugar para acompanhar o discurso presidencial habitual de Ali Bongo Ondimba, que homenageou antecessores e delineou projetos econômicos nacionais em andamento.
O Chefe da República abordou várias preocupações da população gabonesa – o estado das estradas e os desafios do desemprego, dos sistemas de saúde e educação. Ali Bongo até mencionou um projeto de rede de estradas cross-country que terá uma extensão de 780 km e está programado para ser concluído em 2023 e destacou a conquista na melhoria do sistema de saúde nos últimos dez anos. Mas ele nunca fez uma única menção ao ex-colonizador.
Joseph Tonda, sociólogo e professor da Universidade Omar Bongo, compartilhou sua posição sobre a relação complexa entre a França e o Gabão, “O presidente Leon Mba é conhecido por ser aquele que exigiu não independência, mas departamentalização da França, e aquela ideia que nasceu de tal ato de fundação continuou a assombrar as relações entre a França e o Gabão. ”
De fato, uma simples olhada nos supermercados da capital Libreville mostra ilhas repletas de produtos alimentícios.
Alain Rempanot Mepiat, assessor do grupo de supermercados SECAGADIS, explica este fenômeno econômico: “A França é o primeiro parceiro do Gabão. Naturalmente, foi à França que recorremos quando tínhamos que levar bens de consumo ao povo gabonês porque nossa produção local ainda é baixo e estamos trabalhando nisso. ”
Sessenta anos depois, o pequeno emirado do petróleo não conseguiu alimentar sua população. Quase todos os produtos alimentícios são importados de países vizinhos. A Europa e a América Latina fornecem carnes congeladas e aves, enquanto a Tailândia inunda o país com arroz.
O estudo decorreu “desde o início da pandemia, até meados de Abril”, mas os especialistas pretendem “fazer um acompanhamento de seguimento do estudo inicial”, replicando o que foi feito “com mais meses de observação e com mais países”. “Mas o que constatámos foi que os erros não diminuíram com o alargamento da pandemia, antes pelo contrário.
Com mais países a reportarem à OMS e a estes organismos, os erros aumentaram. Podia haver menor preparação na fase inicial e com o passar do tempo fossem preparando-se e ajustando-se às necessidades, mas o que constatámos foi que quanto mais países reportavam, mais problemas encontrávamos”.
Uma análise às bases de dados da OMS, do Centro Europeu para o Controlo e Prevenção de Doenças e do Centro Chinês para o Controlo e Prevenção de Doenças mostrou “bastantes inconsistências” nos dados relativos à covid-19.
A notícia avançada pelo “Público” no domningo dá conta de “erros e discrepâncias” entre as plataformas da Organização Mundial da Saúde, o Centro Europeu para o Controlo e Prevenção de Doenças e do Centro Chinês para o Controlo e Prevenção de Doenças, que agregam os dados das infeções pelo novo coronavírus de vários países, com, por exemplo, introdução de números negativos nos registos, ou datas que não coincidem.
À Lusa, o investigador Jorge Bravo, que juntamente com Afshin Ashofteh realizou o artigo publicado na revista da Associação Internacional de Estatística Oficial, “Statistical Journal”, explicou que foram encontradas “bastantes imprecisões, bastantes inconsistências entre as três grandes bases de dados”.
“Alguns países, por exemplo, reportavam óbitos negativos, o que é uma impossibilidade”, adiantou, acrescentando que na amostra que estudou, “que já era significativa, havia, em alguns casos, imprecisões significativas”.
O estudo decorreu “desde o início da pandemia, até meados de abril”, mas os especialistas pretendem “fazer um acompanhamento de seguimento do estudo inicial”, replicando o que foi feito “com mais meses de observação e com mais países”.
“Mas o que constatámos foi que os erros não diminuíram com o alargamento da pandemia, antes pelo contrário. Com mais países a reportarem à OMS e a estes organismos, os erros aumentaram. Podia haver menor preparação na fase inicial e com o passar do tempo fossem preparando-se e ajustando-se às necessidades, mas o que constatámos foi que quanto mais países reportavam, mais problemas encontrávamos”, afirmou o professor da Universidade Nova de Lisboa.
Jorge Bravo salientou que, “no fundo, os modelos epidemiológicos que estão a servir para tomar medidas várias, como o confinamento, depois de desconfinamento, como a reabertura dos comércios, escolas, várias medidas que continuam a ser tomadas pelos governos e mecanismos de saúde (…) são estimados com base em dados incorretos”.
“Estes procedimentos de carregar bases de dados, compilar informação localmente e depois agregar tudo e reportar internacionalmente, são processos que envolvem o fator humano”, apontou o especialista como uma das razões para a ocorrência destes erros.
Outro dos problemas é que “nem todos os países estavam a reportar os dados de forma digital, com um ficheiro que se pudesse agregar e ter uma série contínua”.
“Havia países que reportavam, como a DGS [Direção-Geral da Saúde], apenas os relatórios, em pdf (…). Há mais países que fazem esse procedimento e, ao transpor para uma base de dados agregada, é muito suscetível a que haja erros, de introdução, de digitação, etc.”, concretizou.
A solução passa por um sistema de validação, que “pode ser feita utilizando pessoas especializadas ou incluindo os novos mecanismos, recorrendo à inteligência artificial ou algoritmos computacionais, que fazem cruzamento de dados”.
“Muitas vezes, o fator humano é importante para investigar, como telefonar ao país para alertar. É um processo normal, feito por organismos responsáveis pela compilação de informação estatística. Não se percebe que aqui tenham surgido, e continuem a surgir, erros tão grosseiros na informação”, rematou o investigador.
Ainda assim, Jorge Bravo acredita que as instituições estão a “aprender com o que está a acontecer” e “estão mais do que nunca conscientes da importância da informação oficial ser transparente, oportuna e credível”.
Depois de 4 meses de suspensão retomou esta segunda feira 18, a emissão de Bilhetes de Identidade, prorrogação de DIREs e Vistos. A tramitação destes documentos nos balcões de atendimento é condicionada ao cumprimento rigoroso das medidas de prevenção da COVID-19.
Emissão do bilhetes de identidade suspensa desde Abril, um impasse para quem precisava de ter este documento para tratar assuntos particulares. Esse é o caso de Ramadan Samuel que durante este período esteve impedido de abrir uma conta bancária.
Cidadãos que não tem bilhetes de identidade por diversos motivos já podem requerer na Direcção Nacional de Identificação Civil.
Para o levantamento dos bilhetes de identidade além do alerta SMS há mudanças.
Do lado do Serviço Nacional de Migração a procura pelos serviços é notória.
Um alívio para cidadãos estrangeiros que já podem tratar da renovação e emissão de documentos de identificação e residência para o estrangeiro conhecido como DIRE e Renovação de vistos temporários.
Documentos de identificação caducados como o BI e passaporte continuam a ter validade até 30 Setembro.
A primeira-ministra da Nova Zelândia adiou as eleições por um mês, para 17 de Outubro, porque a cidade de Auckland continua em confinamento, devido a um novo surto de covid-19 cuja origem permanece um mistério.
Por isso estão a atacá-la e à sua administração por causa do reaparecimento do novo coronavírus na Nova Zelândia, que esteve 102 dias sem transmissão comunitária, beneficiando do seu isolamento no Pacífico. Além disso, a primeira-ministra ordenou rapidamente o encerramento da fronteira internacional e impôs algumas das medidas mais rígidas do mundo para travar a covid-19. O resultado permitiu eliminar a transmissão do vírus no país e valeu-lhe rasgados elogios.
Mas agora, com um novo surto em mãos, as análises aos genomas dos novos casos de covid-19 detectados na comunidade confirmaram que se trata de uma nova mutação do SARS-CoV-2, provavelmente com origem na Austrália ou no Reino Unido.
Com o tempo a contar para controlar o novo surto, as autoridades estão a tentar perceber como é que o vírus entrou num país que está de “portas fechadas” há meses, mas já se sabe alguma coisa sobre o “surto de Agosto de Auckland”.
Quando e como foi descoberto?
O primeiro caso que as autoridades identificaram até agora é um homem de 50 anos que trabalha numa sucursal da multinacional de distribuição de produtos congelados Americold Realty Trust em Auckland. O homem começou a manifestar sintomas a 31 de Julho e alguns dias depois fez o teste de despistagem da covid-19. Este caso, juntamente com o de três outros seus familiares directos, que entretanto ficaram infectados, foi divulgado por Ardern, numa entrevista que deu a 11 de Agosto.
Moçambique inicia, esta terça-feira 18, o relaxamento de algumas medidas de controlo da propagação da Covid-19, com a retoma de alguns sectores de actividade.
Manica:
A governadora de Manica, Francisca Tomás, insta os gestores das instituições públicas e privadas a reforçarem as acções de prevenção da covid-19, a partir desta semana em que se inicia o relaxamento de algumas medidas de controlo.
Sofala:
Em Sofala ainda não há condições para a retoma, esta semana, de cultos colectivos. Quem o diz é o director dos serviços provinciais da Justiça e Trabalho, Mário Xavier.
Ao todo oito confissões religiosas já foram inspeccionadas e nenhuma reúne as condições para a reabertura.
Mário Xavier apontou várias anomalias detectadas que vão desde a falta de água e de material de higienização até a ausência de garantia de distanciamento físico nos locais de culto.
“Já deixamos recomendações, iremos fazer a devida fiscalização em todas as igrejas da província” disse.
Os líderes religiosos garantem estar empenhados na criação de condições, mas queixam-se de haver muitos requisitos para a retoma de cultos.
O governo tem que ter uma ponderação em algumas outras coisas. Temos zonas rurais, para além disso a preparação da igreja neste momento pode ser ineficaz porque a igreja já esteve 4 meses sem colecta financeira, algumas condições são criadas a custo do próprio pastor” frisou.
Na província de Sofala há mais de duzentas confissões religiosas não licenciadas, cuja reabertura está para já proibida.
O Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos já alertou que não vai tolerar casos de confissões religiosas que não observarem os protocolos sanitários para a realização de cultos.
Um homem que tentou esfaquear um agente policial na Cidade Velha de Jerusalém foi abatido esta segunda-feira pelas forças de segurança israelitas, indicou um porta-voz da polícia local.
Segundo Micky Rosenfeld, a polícia israelita indicou que o atacante foi “neutralizado” pelas forças da ordem, termo habitualmente utilizado pela segurança local para indicar que foi abatido a tiro.
O agente da polícia, de 19 anos, ficou ligeiramente ferido no peito e não perdeu a consciência, referiu entretanto fonte do Hospital Hadassa, em Jerusalém. Num comunicado, a polícia indicou que uma mulher que se encontrava próximo do local do ataque também ficou ligeiramente ferida face aos tiros disparados pelas forças de segurança israelitas.
Testemunhas citadas pela agência noticiosa France-Presse (AFP), adiantaram que, após o incidente, o presumível atacante, cuja identidade e nacionalidade não foi revelada, jazia no solo, ensanguentado.
O ataque ocorreu no centro da Cidade Velha de Jerusalém, situada na parte oriental da Cidade Santa, ocupada e anexada por Israel em 1967 e que é frequentemente palco de escaramuças.
O incidente ocorreu horas depois de guardas israelitas dispararem e ferirem um palestiniano que, sendo surdo, não ouviu as suas ordens para parar num posto de controlo na Cisjordânia ocupada. Segundo Rosenfeld, o homem, de 60 anos, estava a andar na zona da Passagem de Kalandia, no norte de Jerusalém, onde apenas são permitidos veículos.
Rosenfeld indicou que os guardas disseram ao homem para parar, mas que ele continuou a “aproximar-se deles de modo suspeito”, o que levou as forças de segurança a disparar na direção das pernas da vítima, “ferindo-o moderadamente”. Só depois é que os guardas descobriram que o suspeito não respondeu porque “não ouve ou comunica”, disse Rosenfeld.
Os dois incidentes ocorreram também menos de três meses depois de a polícia israelita ter matado um palestiniano de 32 anos com autismo. O homem foi perseguido por forças policiais até um recanto na Cidade Velha de Jerusalém, onde dispararam sobre ele quando se encolheu junto a um caixote do lixo, aparentemente por o confundirem com um agressor.
A atuação da polícia suscitou muitas críticas e apelos para as forças de segurança reverem as suas regras para disparar, tendo em conta as pessoas deficientes. Palestinianos e organizações de direitos humanos israelitas acusam há muito as forças de segurança do Estado hebreu de utilizarem força excessiva nalguns casos.
A África do Sul lançou um novo ensaio para testar uma eventual vacina contra a covid-19, desenvolvida pelo laboratório norte-americano Novavax, que será testado em paralelo com a experiência da vacina da Universidade de Oxford, lançada em Junho.
A Universidade de Witwatersrand (Joanesburgo), que irá liderar o ensaio no país, anunciou hoje que os testes médicos dos primeiros candidatos começarão desde já, com cerca de 2.900 voluntários inscritos, com idades compreendidas entre os 18 e 64 anos.
Cerca de 240 dos voluntários serão pacientes portadores do vírus da imunodeficiência humana (VIH, o vírus que desencadeia a Sida). O ensaio faz parte da fase 2 do desenvolvimento desta vacina eventual – designada NVX-CoV2373 -, que já deu resultados positivos na criação de anticorpos em testes pré-clínicos.
“A principal motivação para que as vacinas contra a covid-19 sejam avaliadas nas fases iniciais na África do Sul é a de percebermos como funcionam no contexto africano, em locais como o nosso”, explicou o líder do estudo, Shabir Madhi, citado pela agência Efe. “Isto permitirá que sejam tomadas decisões informadas quando tivermos que defender a adopção desta ou de outras vacinas contra a covid-19 nos países africanos, uma vez provada a sua segurança e eficácia. A participação precoce no desenvolvimento clínico destas vacinas ajudará a colocar os sul-africanos na linha da frente do acesso” às mesmas, acrescentou o especialista sul-africano.
De acordo com a Universidade de Witwatersrand, o ensaio realiza-se por iniciativa da África do Sul, e o próprio Madhi falou pessoalmente com o Novavax para fazer avançar o projecto.
O especialista e a sua equipa já estão a realizar outro ensaio na África do Sul, esse numa fase mais avançada, com outro potencial tratamento imunitário – a eventual vacina ChAdOx1 nCoV-19, desenvolvida por investigadores do Instituto Jenner, da Universidade de Oxford (Reino Unido).
A África do Sul tornou-se com esse projecto iniciado em Junho último o primeiro país africano a participar em ensaios de potenciais vacinas contra a covid-19.
A África do Sul é o quinto país do mundo e o mais afectado pelo novo coronavírus no continente africano, com 587.345 infecções e 11.839 mortos. O número aponta para o facto de mais de metade de todos os casos de covid-19 detectados em África terem sido registados na África do Sul, ainda que deva ser sublinhado que nem todos os 55 países do continente fornecem dados tão fiáveis como a nação no seu extremo sul.
Apesar dos grandes números, o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, confirmou no domingo que o país parece ter finalmente ultrapassado o seu pico epidémico e que a pandemia se encontra em regressão.
A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 770.429 mortos e infectou mais de 21,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O sector terciário decresceu em 4,06%, com maior destaque para o ramo de Hotelaria e Restauração com uma variação de menos 35,84%. Segue-se o “ramo do Comércio e Serviços de Reparação com menos 5,69%”.
A economia de Moçambique contraiu-se 3,25% no segundo trimestre face ao mesmo período do ano passado, tendo piorado o crescimento de 1,68% registado no primeiro trimestre, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O desempenho negativo da atividade económica no segundo trimestre de 2020 é atribuído em primeiro lugar ao setor terciário que decresceu em 4,06%, com maior destaque para o ramo de Hotelaria e Restauração com uma variação de menos 35,84%”, lê-se na nota disponível no site do INE moçambicano.
Segundo a nota, seguem-se o “ramo do Comércio e Serviços de Reparação com menos 5,69% e Transportes e Comunicação com cerca de menos 4,68%”. Nas razões da queda do Produto Interno Bruto (PIB) “ocupa a segunda posição o setor primário com uma variação de menos 2,65% induzido pelo ramo da Indústria Extrativa com menos de 25,55% seguido pelo ramo da Pesca com menos 1,83%”, acrescenta-se na nota.
“Entretanto a agricultura teve um variação positiva de 3,53%”, referiu ainda o INE.
No país, mais cinquenta e nove indivíduos foram infectados pelo novo coronavírus, nas últimas 24 horas, elevando para dois mil, novecentos e catorze o cumulativo de casos da Covid-19.
Dos casos reportados, cinquenta e sete são moçambicanos e dois estrangeiros, sendo um ruandês e um ucraniano.
A informação foi partilhada na tarde desta segunda-feira 17, pela directora nacional-adjunta da Saúde Pública, Benigna Matsinhe, na conferência de imprensa de actualização de dados sobre a Covid-19.
“Dos 59 casos, 46 são de transmissão local e treze importados. A distribuição de casos por província é a seguinte: Temos 7 em C. Delgado, 5 na província de Nampula, 15 em manica, 2 em Sofala, 1 caso em Gaza, 4 na província de Maputo e 25 casos na cidade de Maputo”, disse.
Nas últimas 24 horas 33 pacientes recuperaram da doença totalizando 1.196, o número de recuperados no país.
Neste momento 16 indivíduos estão sob cuidados médicos nos centros de isolamento de um cumulativo de 63 internados.
Só nos últimos oito dias, o país registou seiscentos e quarenta e cinco novos casos de Covid-19.
Um partido brasileiro entrou esta segunda-feira com uma ação no Ministério Público contra a militante Sara Winter, uma fiel apoiante do Presidente, Jair Bolsonaro, por ter divulgado dados de uma menina de 10 anos que abortou após ser violada.
A ação foi desencadeada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL, de esquerda), que acrescentou que, além do Ministério Público, acionou ainda a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão.
Sara Winter, chefe do grupo de extrema-direita “300 do Brasil” e uma fiel apoiante de Jair Bolsonaro, expôs no domingo, nas suas redes sociais, dados pessoais e a localização de uma menina de 10 anos que se preparava para abortar, após ser violada ao longo de vários anos por um tio. A Justiça brasileira autorizou no domingo que a interrupção da gravidez fosse consumada, o que gerou várias manifestações de grupos antiaborto.
Após Sara Winter, que se autoproclama como “ex-feminista” e antiaborto, ter divulgado em que hospital a criança se encontrava, vários manifestantes reuniram-se em frente à unidade hospitalar e chamaram “assassina” à equipa médica responsável pelo caso. Alguns dos ativistas tentaram entrar nas instalações do hospital, mas a polícia conseguiu impedir a ação e reforçou a segurança no local.
Houve, também, uma iniciativa de apoio à interrupção da gravidez e defesa do direito da criança, com a presença de mulheres. A divulgação dos dados da menor é uma violação do Estatuto da Criança e do Adolescente do Brasil, que assegura a preservação da identidade da criança.
Atualmente, o aborto apenas é permitido no Brasil quando a gravidez é resultado de uma violação, quando há risco de vida para a mulher e se o feto for anencéfalo (malformação que consiste na ausência de cérebro ou de parte dele). No entanto, apesar de o caso em questão se enquadrar na lei do aborto, este causou bastante polémica e reabriu o debate sobre a descriminalização da interrupção voluntária da gravidez no país sul-americano, que possui uma das leis mais duras do mundo.
Esta situação veio a público na semana passada, quando a criança foi levada a um hospital da cidade de São Mateus, no estado do Espírito Santos, com fortes dores abdominais, tendo revelado aos médicos que havia sido violada pelo tio, de 33 anos, que se encontra foragido. Após um exame, foi confirmada a gravidez da menina, que relatou ser vítima de violações sexuais recorrentes por parte do tio desde os 6 anos.
A criança disse ainda que nunca falou sobre os abusos sofridos porque o tio ameaçou fazer mal à sua família. Na última quinta-feira, a Polícia Civil acusou formalmente o tio da vítima e a justiça decretou a sua prisão preventiva, mas até ao momento as autoridades não descobriram o paradeiro do suspeito.
Após a publicação dos dados pessoais da criança, a Justiça brasileira determinou que as plataformas Google Brasil, o Facebook e o Twitter retirassem da internet, em 24 horas, as informações.
O Presidente em exercício da Comunidade de desenvolvimento da África Austral (SDADC), Filipe Nyusi, diz que a integração económica deve caminhar, progressivamente, para uma união aduaneira e um mercado comum.
Na visão do Presidente Filipe Nyusi, a criação de um mercado mais alargado propicia economias de escala e eficiências económicas, tornando a SADC mais atractiva para os investimentos.
Filipe Nyusi falava, esta segunda-feira, em Maputo, no encerramento da quadragésima Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da SADC, na qual Moçambique assumiu a presidência rotativa do Bloco regional.
“A perspectiva de um mercado da SADC, num contexto de globalização, lança bases sustentáveis para uma sincronização e harmonização de projectos de industrialização e infra-estruturas que permitam o acréscimo de valor aos nossos produtos primários, a diversificação da base económica e das exportações, assim como a gestão sustentável dos recursos hídricos”, disse.
A quadragésima Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da SADC decorreu sob o lema: “40 Anos Construindo a Paz e Segurança, Promovendo o Desenvolvimento e Resiliência Face aos Desafios Globais”.
O Presidente em exercício da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Filipe Nyusi, defende o reforço da coesão e cooperação entre os estados- membros na prevenção e combate ao crime transfronteiriço, com evidência para o terrorismo nas suas mais variadas formas e manifestações.
Filipe Nyusi falava em Maputo no encerramento de quadragésima Cimeira ordinária dos Chefes de estado e de Governo da SADC,via virtual, em que Moçambique assumiu a presidência rotativa da Organização, por um ano, sucedendo ao Presidente da Tanzânia, John Magufuli.
Segundo Nyusi, o binómio paz e desenvolvimento marcou os debates da cimeira de Maputo.
“ O processo de industrialização e a manutenção de valores de governação democrática são progressos de que nos devemos orgulhar, porque foram alcançados num quadro de imensos desafios, como as de mudanças climáticas, a crise económica e financeira, o crime organizado transnacional, extremismo e terrorismo a que se juntaram doenças endémicas tais como a malária, cólera, HIV/Sida, ébola, entre outras…Estamos confiantes de que o conjunto de decisões que sairão desta cimeira vai impulsionar a nossa organização para novos patamares de prosperidade e bem-estar pelos quais os nossos povos sempre lutaram”, declarou Nyusi.
O Chefe de Estado moçambicano prometeu dedicação no exercício da presidência rotativa da SADC, para o sucesso da missão.
A quadragésima Cimeira ordinária dos Chefes de estado e de Governo da SADC, decorreu sob o lema: “40 anos construindo a paz e segurança, promovendo o desenvolvimento e resiliência, face aos desafios globais”.
A SADC é uma organização integrada por 16 Estados-membros estabelecida em 1980, como Conferência de Coordenação do Desenvolvimento da África Austral (SADCC) e, mais tarde, em Agosto de 1992, transformada em Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
A organização visa promover o crescimento e desenvolvimento socioeconómico da região com o objectivo de assumir “um papel mais competitivo e efectivo nas relações internacionais e na economia mundial”.
África do Sul, Moçambique, Angola, Botswana, Comores, República Democrática do Congo, eSwatini, Lesotho, Madagáscar, Malawi, Ilhas Maurícias, Namíbia, Ilhas Seycheles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe são os Estados-membros da SADC.
A cidade chinesa de Wuhan, onde surgiram os primeiros casos de Covid-19, foi palco de uma festa de música eletrónica que juntou milhares de pessoas este sábado.
As imagens do evento, realizado no parque aquático Maya Beach Water Park, mostram pessoas a dançarem sem máscara de proteção e a ignorarem os pedidos da OMS em relação ao distanciamento físico.
A agência AFP publicou alguns vídeos e fotografias da festa que foi criticada nas redes sociais.
“Fizeram o mundo sofrer e agora estão a divertir-se”, disse um dos indigandos no Twitter. A cidade esteve sujeita a uma dura quarentena entre janeiro e abril.
Segundo a imprensa local, o parque aquático reabriu as portas em junho e tem capacidade limitada a 50%.
Desde o início da pandemia em dezembro, a China regista um total de 84.849 casos de coronavírus e 4.634 mortes, sendo que Wuhan não tem nenhum caso de infeção por Covid-19 desde maio.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, destacou a necessidade de o país abandonar a dependência do modelo de exportação de recursos e...
O Presidente da República, Daniel Chapo, ressaltou a importância do sector privado como o principal motor de emprego no país. Esta declaração foi feita durante...