O Presidente da República, Filipe Nyusi, profere hoje, às 20:00 horas, na Presidência da República, uma Comunicação à Nação no âmbito do Estado de Emergência.
A Comunicação do Chefe do Estado moçambicano é feita no contexto das medidas de prevenção da pandemia da Covid-19.
A Comunicação acontece depois da Assembleia da República ter aprovado a Lei de Gestão de Desastres que vai flexibilizar a gestão das medidas de prevenção e combate à Covid-19, no contexto do “Novo Normal”.
A mãe de uma jovem de 16 anos violada por oito homens em Dezembro do ano passado encontrou o vídeo que comprova o crime em Providence, nos EUA, e conseguiu que a polícia local abrisse investigação e acusasse os abusadores.
A jovem de 16 anos foi convidada para uma festa a 20 de dezembro de 2019 por dois rapazes. Na festa a jovem bebeu e fumou droga até que se começou a sentir mal e foi descansar para um dos quartos. Quando acordou estava nua no chuveiro rodeada por cerca de oito a 15 homens.
Segundo a polícia a adolescente saiu da festa com dores na zona genital e foi diretamente apresentar queixa às autoridades. Na altura não foi aberta qualquer investigação por falta de provas, apesar da jovem ter revelado alguns dos nomes dos rapazes presentes na casa-de-banho no momento em que acordou.
Foram encontrados os corpos de cinco crianças na quinta-feira (02) num apartamento na cidade alemã de Solingen, confirmou ao jornal germânico Bild a polícia local.
A polícia está no local a investigar o caso, de acordo com a agência de notícias alemã DPA.
O site Tag 24 dá conta de que a polícia foi chamada ao local por volta das 14 horas locais (menos uma hora em Lisboa). A área está cortada.
A avó das crianças relatou ao mesmo jornal alemão que foi a própria a chamar a polícia e denunciar o crime cometido pela filha, de 27 anos, e que esta estaria a viajar com o filho mais velho, de 11 anos, com o objetivo de se suicidar. O Bild avança que a mãe se terá tentado suicidar na estação central de Düsseldorf (a cerca de 35 quilómetros da habitação) às 13h46 locais, mas que sobreviveu ficando gravemente ferida.
O filho de 11 anos foi encontrado ileso com a avó.
As crianças que morreram tinham 1, 2, 3, 6 e 8 anos.
Responsáveis do Governo dos Estados Unidos disseram esta quarta-feira que vão continuar a exigir reformas na Organização Mundial da Saúde (OMS) e independência do Partido Comunista Chinês. E acrescentam “quando for correcto” podem considerar reentrar na agência das Nações Unidas.
Numa vídeoconferência para jornalistas, a que a Lusa teve acesso, Nerissa Cook, subsecretária de Estado adjunta para Assuntos de Organizações Internacionais, disse que os EUA podem voltar a considerar entrar na OMS se forem concluídas reformas e se houver “independência face ao Partido Comunista da China”.
A responsável do gabinete para organizações internacionais do Departamento de Estado disse que o Presidente Donald Trump será o responsável pelas decisões de reentrada na OMS, apesar de Trump ter deixado claro que não vai reconsiderar a saída no próximo ano.
Nerissa Cook defendeu que a OMS “tem de ser independente nos processos e procedimentos ao lidar com a pandemia” de covid-19 e que os Estados Unidos estão a “advogar por maior rapidez e qualidade na comunicação” dos membros, criticando a “falta de responsabilidade e transparência”.
Segundo a subsecretária de Estado adjunta, o Presidente dos EUA “deu a oportunidade à OMS de praticar reformas”, que a organização negou e que justificou a decisão de saída.
Os Estados Unidos estão neste momento a “tentar identificar parceiros alternativos” internacionais para o trabalho de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças em todo o mundo, declarou Alma Golden, administradora assistente para saúde global da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês).
A responsável da USAID acrescentou que, ainda este ano, os Estados Unidos vão contribuir “voluntariamente” e pontualmente com 68 milhões de dólares especialmente para assistência humanitária fornecida pela OMS à Síria e Líbia.
Garrett Grigsby defendeu ainda que os EUA vão continuar a pedir reformas na OMS até à conclusão do processo de saída, no próximo ano, porque, “se a organização funcionar melhor, será melhor para todos”.
O director do gabinete internacional do Departamento de Serviços Humanos e de Saúde, do Governo norte-americano, disse que o país é “líder em saúde a nível global e assistência humanitária” e que vai continuar a assegurar que a ajuda chega a pessoas necessitadas de todo o mundo.
Donald Trump continua a culpar China pela pandemia de covid-19, que já matou pelo menos 857.824 mortos e infectou mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência AFP.
Nord Stream II deve estar concluído no próximo ano e vai duplicar exportação de gás natural da Rússia para a Alemanha. Kremlin rejeita qualquer responsabilidade no envenenamento de Alexei Navalny e considera que sanções não fazem sentido.
A chanceler alemã, Angela Merkel, está a ser pressionada internamente para reconsiderar a construção conjunta do gasoduto Nord Stream II com a Rússia, depois de Berlim ter garantido que Alexei Navalny foi envenenado com Novichok.
A pandemia forçou as Nações Unidas a limitar a presença física dos líderes na sua sede, e por isso a organização convidou os chefes de Estado e de governo a discursarem por meio de vídeos pré-gravados, que serão transmitidos no plenário da Assembleia, onde os membros das delegações de cada país estarão sentados, em Nova Iorque.
Apesar do novo formato, as Nações Unidas planeiam respeitar tradições, como a de o Brasil abrir a sessão. Portanto, no próximo dia 22, o discurso do presidente Jair Bolsonaro será o primeiro entre os representantes nacionais, após pronunciamentos do secretário geral da ONU, o português António Guterres, e do novo presidente da Assembleia, Volkan Bozkir, da Turquia.
Depois de Bolsonaro, será a vez de Trump discursar.
No primeiro dia, o líder turco Recep Tayyip Erdogan, o presidente francês Emmanuel Macron, o presidente chileno Sebastián Piñera, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, o presidente colombiano Iván Duque e o presidente argentino Alberto Fernández, entre outros, têm pronunciamentos esperados.
Entre os países que não planeiam estar representados estão a Coreia do Norte, a Alemanha e a Arábia Saudita.
A princípio, o presidente do Governo da Espanha, Pedro Sánchez, discursará por meio de uma gravação de vídeo no dia 26.
Os debates de alto nível da Assembleia Geral serão concluídos em 29 de Setembro e terão como prévia uma cúpula no dia 21 para comemorar o 75º aniversário de fundação das Nações Unidas. Além disso, várias reuniões paralelas serão realizadas, todas virtualmente, um cenário muito diferente do das centenas de eventos e reuniões que normalmente acontecem todo mês de Setembro em Nova Iorque, aproveitando a presença de muitos líderes mundiais.
De acordo com as investigações da FGE, os autores do crime invadiram o velório por volta das 22 horas desta terça-feira, a bordo de vários veículos e dispararam longas sequência de tiros contra os presentes.
“Nas primeiras investigações que temos, foi estabelecida uma linha sólida de investigação que os actos de violência registados são derivados da acção de grupos criminosos, que operam na área da qual temos informações sobre eles”, declarou o Ministério Público estadual.
O relatório oficial aponta que quatro jovens identificados como Edgar Alexander “N”, de 18 anos, Roberto Eduardo “N”, de 21, Marcelino Alejandro “N”, de 18 e D.J.L., de 16, morreram no local do ataque. Depois de ter dado entrada num hospital, foi feita a remoção legal do corpo sem vida da pessoa identificada como Oscar David “N”, de 21 anos de idade.
Mais tarde, membros do Instituto Médico Legal encontraram Aylin Sherezada “N”, de 25 anos de idade, morto nas instalações da Cruz Vermelha, assim como o menor D.M.B., de 15 anos de idade. Além disso, outro homem, Victor Omar “N”, de 31, morreu no Hospital Geral do Instituto Mexicano de Seguridade Social (IMSS) em Cuernavaca.
Ainda de acordo com a FGE, até 14 pessoas foram feridas, entre homens e mulheres, incluindo dois adolescentes. No local, os peritos recolheram várias provas balísticas para investigação.
Porta-voz do Kremlin reafirma que “nenhuma substância tóxica” foi detetada pelos médicos russos durante a hospitalização inicial de Alexei Navalny na Sibéria. Os médicos alemães discordam.
O Kremlin rejeitou esta quinta-feira que haja motivos para acusar o governo da Rússia de estar na origem do envenenamento do opositor russo Alexei Navalny e pediu ao Ocidente que tome cuidado com qualquer “julgamento precipitado”.
“Não há razão alguma para acusar o Estado russo”, disse aos jornalistas o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, adiantando que Moscovo está pronto para o “diálogo” com Berlim e os europeus sobre está questão. “Gostaríamos que nossos parceiros na Alemanha e em outros países europeus não fizessem julgamentos precipitados”, insistiu.
Peskov reiterou que “nenhuma substância tóxica” foi detetada pelos médicos russos durante a hospitalização inicial de Alexei Navalny na Sibéria, no final de agosto.
“Até agora, não recebemos informação alguma” da Alemanha sobre as análises que levaram à conclusão de que o opositor foi envenenado, acrescentou ainda o porta-voz do Kremlin.
“Não acho, em geral, que o envenenamento dessa pessoa possa beneficiar alguém”, disse Peskov e também sublinhou não ver “alguma razão” para que sanções sejam decretadas contra a Rússia neste caso.
O executivo alemão anunciou na quarta-feira que testes realizados num laboratório militar mostraram evidências da presença de “um agente químico neurotóxico do grupo Novichok” no organismo de Navalny, que se encontra atualmente internado em Berlim.
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que o opositor russo Alexei Navalny foi “vítima de um crime” que tinha como propósito “silenciá-lo”, afirmando que só a Rússia “pode e deve” responder às “questões” levantadas por este caso.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, censurou na quarta-feira o “ato desprezível e cobarde” de atacar o opositor russo Alexei Navalny com um agente neurotóxico, exigindo o apuramento de responsabilidades.
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, por seu turno, considerou que o resultado do teste feito ao opositor russo Alexey Navalny “torna ainda mais urgente” uma “investigação completa e transparente” da Rússia.
A organização Médicos Sem Fronteiras, uma Organização Não Governamental, actuando nas áreas do HIV/SIDA, pretende admitir um (1) Suporte do Coordenador Médico. Saiba mais.
A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação baseado na Beira. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-representante de vendas . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Educação Visual. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Eng. Processamento de Alimentos. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Mecanização Agrícola. Saiba mais.
A Txeneca – Operador de Credito, Empresa com forte potencial no mercado pretende recrutar para os seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Txeneca – Operador de Credito, Empresa com forte potencial no mercado pretende recrutar para os seu quadro de pessoal Oficiais de Crédito. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Rádio Novela. Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal quatro (4) Técnicos Agrários. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva-Moçambique (ICRH-M), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Coordenador Provincial. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2)Docentes N1 – Engenharia Agronómica. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Avaliação e Monitoria. Saiba mais.
A Embaixada da Suécia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa para Energias Renováveis, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Ciências de Informação Geográfica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes – Economia/ Gestão e Relações Internacionais. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Termotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Docentes – Engenharia Civil/Construção Civil. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
A África do Sul está pronta a disponibilizar serviços de inteligência ou militares para ajudar Moçambique a enfrentar a insurgência em Cabo Delgado, mas o vizinho precisará primeiro de solicitar, disse a ministra dos Negócios Estrangeiros, nesta quarta-feira, 2.
A Reuters reporta que Naledi Pandor disse a uma comissão parlamentar que a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) pediu a Moçambique que fornecesse um roteiro sobre a assistência de que poderia necessitar, que seria analisada antes de se escolher o caminho a seguir.
Garrett Grigsby, diretor do gabinete de assuntos internacionais do Departamento de Serviços Humanos e de Saúde, garantiu que os “indivíduos” norte-americanos que ainda trabalham na OMS vão regressar aos Estados Unidos ou vão assumir outros cargos internacionais, sem especificar o número.
Garrett Grigsby defendeu ainda que os EUA vão continuar a pedir reformas na OMS até à conclusão do processo de saída, no próximo ano, porque, “se a organização funcionar melhor, será melhor para todos”.
O diretor do gabinete internacional do Departamento de Serviços Humanos e de Saúde, do Governo norte-americano, disse que o país é “líder em saúde a nível global e assistência humanitária” e que vai continuar a assegurar que a ajuda chega a pessoas necessitadas de todo o mundo.
Donald Trump continua a culpar China pela pandemia de Covid-19, que já matou pelo menos 857.824 mortos e infetou mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência AFP.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos (184.689) e também com mais casos de infeção confirmados (mais de seis milhões).
Jovem de 31 anos foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira 02, na sua residência no bairro 25 de Junho, na cifa de Chimoio.
Cabos eléctricos soltos, chão húmido e equipamento electrónico desmontado denotam a electrocussão como a provável causa da morte.
As autoridades policiais deslocaram-se ao local para investigar as reais causas da morte do indivíduo, tendo removido o corpo para a morgue do Hospital provincial de Chimoio.
Testemunhas disseram que acorreram ao local porque foram alertados sobre a ocorrência.
Um oficial da Polícia indicou à CNN que a acusada, de nacionalidade francesa, estava despida a filmar e a fotografar para promover a sua marca de jóias. “Filmou na Lakshman Jhula, que é considerada uma ponte sagrada. Nas fotos estava nua e publicou-as na rede social Instagram.”
Lakshman Jhula é uma ponte suspensa localizada cinco quilómetros a norte da cidade de Rishikesh. Segundo o hinduísmo, a divindade Lakshman atravessou o rio Ganges, também sagrado, no exacto local onde hoje está a ponte.
A Polícia foi alertada quando alguns dos seguidores da página de Instagram da mulher francesa reconheceram a ponte nas fotos e nos vídeos. De acordo com a mesma fonte da Polícia local, a mulher estava coberta por um xaile que a meio da filmagem deixa cair e surge nua, de costas, para a câmara.
Em declarações à Agência France-Presse, a mulher explicou que estava parcialmente despida como forma de protesto e de solidariedade com as mulheres indianas e turistas do sexo feminino pelo assédio que sentiu quando atravessou a ponte.
Entretanto libertada sob caução, a francesa, que foi acusada de comportamento obsceno em público e online, pediu desculpa pelas acções: “Não estava ciente das tradições e costumes locais, peço desculpa se as minha acções ofenderam a comunidade local.”
O país registou mais dois óbitos em pacientes infectados pelo novo coronavírus na cidade de Maputo, elevando para 25, o número de pessoas que perderam a vida devido a Covid-19.
Os dados constam de um comunicado do Ministério da Saúde recebido esta quarta-feira na nossa Redacção.
O documento indica que nas últimas 24 horas mais setenta e oito pessoas testaram positivo para a Covid-19 totalizando 4.117 pessoas infectadas pelo novo coronavírus.
O país registou igualmente mais quarenta e cinco casos recuperados da Covid-19 elevando para 2.328 o número de indivíduos livres da doença.
O comunicado do Ministério da Saúde refere que o país conta com 1.760 casos activos da Covid-19.
Pelo menos uma pessoa morreu e cerca de 2.400 refugiaram-se em abrigos temporários, após a chegada à Coreia do Sul do tufão Maysak, informaram hoje as autoridades.
A tempestade arrancou árvores, postes de eletricidade e semáforos e inundou ruas e casas, obrigando pelo menos 2.400 pessoas a procurar abrigo.
Uma mulher morreu quando uma rajada forte rebentou as janelas do seu apartamento, em Busan, na costa sul, devido a ferimentos com estilhaços de vidros, segundo a agência de notícias Associated Press (AP). Um homem de 60 anos ficou ferido após ser atingido por um frigorífico.
De acordo com a AP, mais de 270.000 casas ficaram sem eletricidade durante a noite no sul do país e na ilha de Jeju.
Na manhã de quinta-feira, a eletricidade foi restaurada em cerca de 200 mil das 278.600 casas que ficaram sem energia.
Mais de 950 voos domésticos foram cancelados, tal como os serviços ferroviários em algumas regiões do sul e leste.
Quatro reatores nucleares perto de Busan desligaram-se automaticamente, na sequência de problemas de fornecimento de electricidade, mas não foi detetada fuga de materiais radioativos, segundo o Ministério do Interior e Segurança da Coreia do Sul.
O Maysak dirige-se agora para leste da península, em direção ao Mar do Japão, com ventos que podem atingir velocidades de até 140 km/hora.
“O impacto do tufão no nosso país vai diminuir gradualmente”, informaram os serviços meteorológicos sul-coreanos, prevendo fortes chuvas e ventos no leste do país.
Esperava-se que o Maysak atingisse a cidade de Kimchaek e a província de Hamgyong, na Coreia do Norte, por volta das 04:00 em Lisboa.
Os desastres naturais causam geralmente mais danos na Coreia do Norte do que na Coreia do Sul, devido à fragilidade das infraestruturas em Pyongyang. O país também é muito vulnerável ao risco de inundações, por causa da desflorestação.
O Maysak causou danos menores no Japão, na terça-feira, e é o segundo tufão da semana na península.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) condenou na quarta-feira 02, as sanções “sem precedentes” e “inaceitáveis” dos EUA contra a procuradora Fatou Bensouda, que quer uma investigação de crimes de guerra no Afeganistão.
“O TPI condena as sanções económicas impostas hoje pelos Estados Unidos à procuradora do tribunal e a um membro do seu gabinete”, afirmou o TPI, que tem sede em Haia, numa declaração.
A administração de Donald Trump concretizou a ameaça contra a procuradora, fortemente criticada pelos conservadores norte-americanos, impondo-lhe sanções económicas sem precedentes.
O TPI foi criado em 2002 para julgar as piores atrocidades do mundo.
“Estes atos coercivos, dirigidos contra uma instituição judicial internacional e os seus funcionários, são sem precedentes e constituem ataques graves ao Tribunal, ao sistema de justiça penal internacional do Estatuto de Roma e ao Estado de direito em geral”, acrescentou o TPI.
O chefe da diplomacia norte-americano, Mike Pompeo, anunciou a inclusão na lista negra dos EUA da procuradora FatouBensouda e de PhakisoMochochoko, diretor da divisão de jurisdição, complementaridade e cooperação do Tribunal de Haia.
As sanções preveem que quaisquer bens que possuam nos Estados Unidos serão congelados e o seu acesso ao sistema financeiro dos EUA será vedado.
A decisão é uma aparente retaliação pela iniciativa do TPI, em março, de autorizar a abertura de uma investigação sobre crimes de guerra e crimes contra a humanidade no Afeganistão.
Donald Trump autorizou sanções económicas em junho para dissuadir o tribunal de processar militares dos EUA pelo seu envolvimento no conflito no Afeganistão.
A investigação, solicitada pela procuradora Bensouda, inclui alegações de abusos cometidos por soldados norte-americanos no Afeganistão e acusações de tortura contra a CIA.
“Rejeito firmemente estas medidas sem precedentes e inaceitáveis contra uma organização baseada em tratados internacionais”, disse o presidente da Assembleia dos Estados Partes do Tribunal, juiz O-GonKwon.
As sanções dos EUA “apenas enfraquecem o nosso esforço comum de combate à impunidade por atrocidades em massa”, acrescentou, anunciando que se realizaria em breve uma reunião da sua direção “para considerar as medidas”.
O Fórum Euro-África arranca hoje com o propósito de aproximar os dois continentes e conta com um debate virtual entre o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o seu homólogo do Gana.
O Fórum vai reunir personalidades dos setores público e privado, sociedade civil, empresários, ativistas e cientistas, que vão debater cinco desafios ao abrigo do tema “À procura de pontos comuns num mundo pós-covid“.
Os cinco painéis, que incluem uma conversa entre os Presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Gana, Nana Akufo–Addo, moderados pelo editor de África do Financial Times, vão debater as “Perspetivas sobre as relações entre a União Africana e a União Europeia”, a “Transição Justa da Matriz Energética”, “Made In Africa – Negócios Emergentes e em Aceleração”, “Cultura África a alimentar o Mundo”, e “Ligando os Desligados”.
O presidente do Conselho da Diáspora Portuguesa e organizador do Fórum Euro-África, Filipe de Botton, disse à Lusa que o grande objetivo do encontro é reaproximar dois continentes que estiveram de costas voltadas até há pouco tempo.
“Vemos dois continentes gémeos que têm vivido de costas voltadas nos últimos 50 anos, e o grande objetivo do Fórum é conseguir uma reaproximação da Europa com a África, e que Portugal seja a plataforma instrumental para a relação entre os dois continentes”, disse Filipe de Botton, na antecipação do Fórum, que se prolonga até sexta-feira, numa parceria com a Câmara de Cascais.
O presidente do Conselho da Diáspora Portuguesa explicou que o encontro foi readaptado “para ser um fórum digital”.
“Temos o prazer de ter mais de 3.500 inscritos para assistir, o que demonstra que a junção da plataforma Europa e África era algo que se impunha, já que mais de 70% dos inscritos são provenientes de África“, acrescentou.
“Procuramos zonas de entendimento nas relações entre África e a Europa, no primeiro ano falámos da confiança que não existia, depois sobre as parcerias, e agora três grandes pilares, que são a diversidade, as diásporas e as relações políticas, económicas e culturais”, concluiu Filipe de Botton.
O Conselho da Diáspora Portuguesa é uma organização privada sem fins lucrativos, com 95 membros em cinco continentes e tem por missão “alavancar o poder da diáspora, de forma a promover conversas e conexões globais sobre assuntos de cultura, impacto social, ciência, negócios e economia”, segundo a organização.
A cidade de Pemba, norte de Moçambique, conta com o maior centro de tratamento de Covid-19 no país, com capacidade para o Internamento de 200 doentes, que pode ser expandido para 400.
A cidade de Pemba, norte de Moçambique, conta a partir desta qiarta-feira com o maior centro de tratamento de Covid-19 no país, com capacidade para o internamento de 200 doentes, anunciou o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV).
Em comunicado, o CICV referiu que o empreendimento resulta de uma parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e governo moçambicano.
A capacidade do centro pode ser expandida para 400 pacientes, avançou a nota.
“Esperamos que não seja preciso fazer uso total da infraestrutura. Mas, se for o caso, temos todas as condições necessárias para responder”, afirmou Basílio Mwelus, chefe do Departamento de Planeamento da direção provincial da Saúde de Cabo Delgado, cuja capital é Pemba.
Basílio Mwelus avançou que o centro é oportuno, tendo em conta que milhares de deslocados de guerra chegaram à cidade de Pemba em fuga dos distritos que sofrem ataques de grupos armados em Cabo Delgado. Os deslocados estão acolhidos em casas de familiares, aumentando a exposição e vulnerabilidade da população local à infeção pelo novo coronavírus.
De acordo com o CICV, os centros de saúde de Pemba já estão a braços com sobrelotação, devido à maior afluência provocada pela presença de muitos deslocados na cidade.
Desde o anúncio do primeiro caso de Covid-19, em 22 de março, Moçambique regista um total de 4.117 casos positivos, havendo 2.328 e 25 óbitos, segundo a última atualização.
Mais de sete mil profissionais de saúde já morreram em todo o mundo após terem sido infetados com covid-19, o que revela “uma crise a uma escala impressionante”, concluiu uma nova investigação da Amnistia Internacional.
O México é o país que encabeça a lista, com pelo menos 1.320 vítimas, seguido dos Estados Unidos (1077) e Reino Unido (649), revela o comunicado da Amnistia Internacional a que a Agência Lusa teve acesso.
Já nações como a Índia (573) e África do Sul (240) “apresentam mais casos nos últimos meses” de vítimas mortais de profissionais de saúde infetados.
Para o responsável da Justiça Económica e Social da Amnistia Internacional, Steve Cockburn, “a morte de mais de sete mil pessoas enquanto tentavam salvar outras vidas é uma crise a uma escala impressionante”.
“Todo o profissional de saúde tem o direito de estar seguro no trabalho e é um escândalo que tantos estejam a pagar o preço mais elevado”, sublinha.
Steve Cockburn alerta ainda que “tantos meses depois do início da pandemia, os trabalhadores da saúde continuam a morrer a níveis terríveis, em países como México, Brasil e EUA“.
“A rápida disseminação das infeções na África do Sul e Índia mostra a necessidade de todos os Estados agirem”, aponta.
“Deve haver cooperação global para garantir que todos os profissionais de saúde recebem equipamentos de proteção adequados, para que possam continuar o seu trabalho vital sem arriscar as próprias vidas”, conclui Steve Cockburn.
Em 13 de julho a Amnistia Internacional tinha divulgado um relatório onde registava a morte de mais de três mil trabalhadores de saúde por covid-19.
Agora, o relatório mais recente desta organização aponta que os últimos números “são impulsionados pelo aumento das taxas de infeção em vários locais, bem como pela disponibilidade de novas fontes de dados”.
O documento realça ainda que os dados nem sempre podem ser diretamente comparáveis devido aos diferentes métodos de recolha usados e às definições dos profissionais de saúde usadas nos vários países.
“É também provável que estes números correspondam a uma estimativa significativamente mais baixa, graças à subnotificação dos casos pelas autoridades nacionais”, atira ainda.
O relatório da Amnistia Internacional explora ainda a situação da pandemia no Brasil, onde pelo menos 634 trabalhadores de saúde morreram infetados com covid-19.
Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), os profissionais de saúde reclamam a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), a falta de protocolos claros para o tratamento das infeções, a ausência de suporte de saúde mental ou os contratos precários para os trabalhadores recrutados em caráter de urgência, revela o documento.
A investigação da Amnistia Internacional foi realizada através da análise de dados relativos a mortes entre profissionais de saúde, obtidos através de várias fontes.
“As fontes incluem obituários, figuras governamentais, listas compiladas por associações médicas nacionais e listas e obituários publicados na comunicação social em todo o mundo”, explica o relatório.
A pandemia do coronavírus que provoca a covid-19 já provocou pelo menos 857.824 mortos e infetou mais de 25,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 1.827 pessoas das 58.633 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Responsáveis dos EUA disseram que o país vai continuar a pedir reformas na OMS e independência do Partido Comunista chinês, mas “quando for correto” podem considerar reentrada na estrutura.
Responsáveis do governo norte-americano disseram esta quarta-feira que os Estados Unidos da América vão continuar a pedir reformas na Organização Mundial da Saúde (OMS) e independência do Partido Comunista chinês, mas “quando for correto” podem considerar reentrada na estrutura.
Numa teleconferência para jornalistas, a que a Lusa teve acesso, Nerissa Cook, subsecretária de Estado adjunta para Assuntos de Organizações Internacionais, disse que os EUA podem voltar a considerar entrar na OMS se forem concluídas reformas e se houver “independência face ao Partido Comunista da China”.
A saída dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde foi anunciada no passado mês de julho e deverá acontecer até 6 de julho de 2021.
A responsável do gabinete para organizações internacionais do Departamento de Estado disse esta quarta-feira que o Presidente Donald Trump será o responsável pelas decisões de reentrada na OMS, apesar de Trump ter deixado claro que não vai reconsiderar a saída no próximo ano.
Nerissa Cook disse que os Estados Unidos vão redirecionar 62 milhões de dólares que ainda ia pagar à OMS este ano para operações da instituição mãe, Organização das Nações Unidas (ONU). A informação foi dada esta quarta-feira à OMS em Genebra, Suíça, por diplomatas norte-americanos.
Nerissa Cook defendeu que a OMS “tem de ser independente nos processos e procedimentos ao lidar com a pandemia” de Covid-19 e que os Estados Unidos estão a “advogar por maior rapidez e qualidade na comunicação” dos membros, criticando a “falta de responsabilidade e transparência”.
Em São Francisco, os salões só podem funcionar ao ar livre. Porta-voz da líder da Câmara dos Representantes disse que ela não sabia e que seguiu as indicações do salão. Até Trump criticou.
Alíder da Câmara dos Representantes dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, fez do uso de máscara social contra o coronavírus uma arma para criticar o presidente Donald Trump e outros republicanos, que recusam usar uma. Mas, desta vez, é a sua falta de máscara numa ida a um cabeleireiro em São Francisco que devia estar fechado que está a chamar a atenção.
Nas imagens, divulgadas pela Fox News, Pelosi tem a máscara à volta do pescoço enquanto caminha pelo eSalon. Mas, por causa da pandemia e segundo as regras da cidade, os salões de cabeleireiro não podiam estar abertos na segunda-feira – só desde terça é que podem funcionar ao ar livre, não podendo desenvolver a sua atividade dentro de portas.
Muitos republicanos aproveitaram a oportunidade para criticar Pelosi, incluindo o próprio presidente Trump.
“A maluca da Nancy Pelosi está a ser dizimada por ter um salão de beleza a abrir para ela, quando todos os outros estão fechados, e por não usar uma máscara — apesar de estar constantemente a dar lições aos outros sobre isso. Vamos seguramente voltar a ter o controlo da Câmara dos Representantes e mandar a Nancy de volta”, escreveu no Twitter.
Mas o seu porta-voz, Drew Hammil, já explicou que a democrata não sabia que havia a proibição de os salões abrirem na sua terra natal.
“Este negócio sugeriu à líder da Câmara dos Representantes que fosse na segunda-feira e disse-lhe que estavam autorizados pela cidade a ter um cliente de cada vez no local”, segundo um comunicado. “A líder cumpriu as regras que lhe foram pedidas pelo estabelecimento”, acrescentou.
A proprietária do salão, Erica Kious, disse à Fox News que aluga as cadeiras a um cabeleireiro, que a avisou de que a assistente de Pelosi tinha telefonado a dizer que a líder da câmara queria lavar e secar o cabelo.
“Foi como uma chapada na cara que ela tenha entrado, sabem, que sinta que pode entrar e tratar das suas coisas quando mais ninguém pode e eu não posso trabalhar”, referiu.
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