Os trabalhos de construção do muro na fronteira Estados Unidos-México prosseguiam ontem, dia depois de o novo presidente, Joe Biden, ter ordenado a sua suspensão.
A ordem executiva suspendendo a construção do muro, uma bandeira do seu antecessor na Casa Branca, Donald Trump, foi um dos primeiros assinados na quarta-feira por Joe Biden, horas depois de tomar posse como 46º presidente dos Estados Unidos.
Contudo, conforme relataram à EFE fontes de organizações não-governamentais em áreas de construção do muro, na quarta-feira foi dinamitada uma secção de uma montanha dentro do desfiladeiro de Guadalupe, na fronteira do Estado do Arizona com o México, e já esta manhã foram retomados trabalhos em vários pontos.
“A construção prossegue (…) esta manhã vimos camiões a transportar materiais, estão a trazer equipamento pesado para esta região”, afirmou a diretora executiva do Centro de Estudos Internacionais de Rio Grande, no Estado do Texas, Tricia Cortez.
Cortez, co-fundadora de uma coligação contra a construção do muro, entrou em contacto com o Gabinete de Alfândegas e Segurança de Fronteiras (CBP, na sigla inglesa), exigindo que seja dado cumprimento à nova ordem presidencial.
A ordem executiva de Biden determina que as obras de construção parem “tão brevemente quanto possível”, dando um prazo máximo de 7 dias para cumprimento.
Os projetos de construção, adianta, devem parar imediatamente, para permitir uma revisão sobre a legalidade e os métodos usados para financiamento e contratação utilizados e avaliar as “consequências administrativas e contratuais” de suspensão.
Durante a presidência de Donald Trump, que fez do muro uma medida central para conter a imigração ilegal, foram construídas cerca de 450 milhas (720 quilómetros) de muro, em grande parte substituindo valas anteriormente existentes.
A extensão da fronteira norte-americana com o México é de quase 2.000 milhas (cerca de 3.200 quilómetros).
Na última semana antes da transição para a administração Biden, Donald Trump deslocou-se a Alamo, Texas, para enaltecer o combate à imigração ilegal.
Nos últimos quatro anos, Trump e o seu Governo tomaram medidas extremas para tentar conter a imigração ilegal e legal, vendo os seus esforços a ser auxiliados pela pandemia de covid-19, que paralisou as viagens internacionais.
Contudo, o número de pessoas que tentaram atravessar a fronteira do sul dos Estados Unidos tem aumentado nos últimos meses e os dados de dezembro mostram quase 74.000 tentativas, um crescimento de 03% em relação a novembro e um crescimento de 81% em relação ao ano anterior.
Biden prometeu suspender a construção do muro de fronteira e tomar medidas executivas sempre que possível para reverter algumas das restrições de Trump à imigração legal e aos requerentes de asilo.
Ainda assim, Biden e os seus assessores reconheceram a possibilidade de uma nova crise na fronteira, se agirem depressa demais, e o Presidente eleito disse mesmo que o seu Governo pode demorar até seis meses a garantir o financiamento e colocar em prática uma estratégia alternativa à de Trump.
Um padre, desaparecido desde terça-feira no Burkina Faso, foi encontrado sem vida numa floresta no sudoeste daquele país, onde grupos jihadistas e de outros insurgentes estão presentes, revelaram na quinta-feira (21) fontes locais e de segurança.
“O corpo do padre, sem vida, foi encontrado ontem na floresta de Toumousseni”, na região de Cascades, revelou uma fonte das forças de segurança.
As circunstâncias do seu desaparecimento e morte continuam por determinar.
Esta é a primeira vez que um padre é encontrado morto nesta região do sudoeste de Burkina Faso, na fronteira com o Mali e a Costa do Marfim, onde a presença de grupos jihadistas é abundante.
Rodrigue Sanon começou uma viagem na manhã de terça-feira em Soubaganyedougou, com destino a Banfora, capital daquela região.
No entanto, “ele nunca chegou ao seu destino”, tinha revelado na quarta-feira Lucas Kalfa Sanou, bispo de Banfora, em comunicado, após o carro do padre ter sido encontrado, sem sinais do ocupante,numa estrada.
As operações de busca foram iniciadas pelas forças de segurança assim que a notícia de seu desaparecimento foi anunciada.
Segundo uma fonte de segurança de Ouagadougou, contactada pela AFP, “tudo sugere que se trata de um rapto por grupos terroristas armados”, sendo esta a terminologia utilizada pelas autoridades do Sahel para definir os grupos jihadistas.
O Burkina Faso tem sido palco crescente de ataques jihadistas, desde 2015, especialmente no norte e no leste do país.
Estes grupos jihadistas, que são filiados da Al-Qaeda ou do Estado Islâmico (EI), são abundantes naquele país e na sub-região.
Na fronteira com o Mali e a Costa do Marfim, inicialmente menos afetada pelos ataques, tem-se tornado gradualmente numa zona com fortepresença destes grupos jihadistas.
Os ataques jihadistas, que também têm como alvo igrejas e religiosos, deixaram quase 1.100 mortos e mais de um milhão de desalojados desde 2015, no país pobre do Sahel, na África Ocidental.
Em agosto, o imã de Djibo e presidente da comunidade muçulmana daquela cidade importante do norte do país, Souaibou Cissé, foi encontrado morto três dias depois do seu sequestro.
Um ano antes, em março de 2019, o padre da mesma cidade também tinha sido sequestrado.
Em 15 de fevereiro de 2018, o padre César Fernandez, missionário espanhol, foi morto no centro de Burkina Faso.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma empresa que actua no ramo de Petróleos um (1) Jurista. Saiba mais.
A Agência de Cooperação Austríaca para o Desenvolvimento (CAD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A Agência de Cooperação Austríaca para o Desenvolvimento (CAD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellsschaft fur Internationale Zusammenarbeit pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) Administrador(a) de Projecto. Saiba mais.
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A GIZ – Deutsche Gesellschaft fur Internationale Zusamemenarbeit pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assessor/a de Recursos Humanos. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Designer Gráfico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Agente de Limpeza. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Motoristas Mecânicos. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente de Escritório. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Administração e Recursos Humanos. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Procument e Logística. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Procument e Logística. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial Sénior de Finanças. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador(a) Provincial. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador(a) Nacional de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Provinciais de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Provinciais de Capacitação e Comunicação. Saiba mais.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Oficiais de Campo. Saiba mais.
A Aldeia das Crianças SOS Kinderdorf International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director da Escola Primária e Secundária para Maputo. Saiba mais.
World Vision-Moçambique (WV-Moç), no âmbito de implementação dos projectos de recuperação pós Ciclone Idai, torna público que pretende recrutar um (1) Motorista para o Projecto UNICEF Education. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Caixa. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente dois (2) Motoristas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civíl (CESC) está a recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Gestor/a de Projecto para Maputo. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar um (1) Assistente Administrativo e Financeiro para Sofala. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI) baseadas na provincia de Sofala. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente uma (1) Recepcionista. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Técnico de Contabilidade. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Nampula. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Beira. Saiba mais.
A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos para Maputo. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda. pretende recrutar para o seu quadro 30 Agentes de Crédito, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda pretende recrutar para o seu quadro 20 Agentes Comerciais, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços, entre outras o agente de crédito. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director do Projecto. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente três (3) Contabilistas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de Projectos. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Engenheiro Mecânico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro e de Administração. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente (1) Secretária Executiva. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma Empresa de Consultoria em Recursos Humanos está a rectutar para uma Instituiçâo privada de Ensino, Professores. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.
Um total de 7,6 milhões de euros em financiamento da União Europeia (UE) está a ajudar o Programa Mundial para a Alimentação (PMA) a atender às crescentes necessidades alimentares em Moçambique, impulsionadas pelas mudanças climáticas, insegurança, deslocamento e impacto socioeconómico da pandemia da Covid-19. As doações são também fundamentais para o fortalecimento da capacidade nacional de resposta a desastres naturais.
Mercê das doacções como as da UE, o PMA tem fornecido assistência alimentar a quase 323.000 pessoas afectadas pela crise em Cabo Delgado, onde a escalada da violência deslocou mais de 500 mil pessoas.
“Apesar dos desafios e desenvolvimentos sem precedentes nos últimos meses, a nossa parceria com o PMA tem garantido assistência ininterrupta a muitas famílias vulneráveis em Moçambique e, especialmente, ao aumento do número das populações deslocadas em Cabo Delgado,” disse Annabelle Vasseur, assistente técnica da Ajuda Humanitária da UE em Moçambique.
A UE é também um dos parceiros da resposta do PMA à época de escassez em Sofala, Manica, Tete, Gaza, Maputo-Província e Inhambane. Graças a doacções como as da UE, o PMA planeia fornecer assistência alimentar a quase 470 mil pessoas, enquanto auxilia o Instituto Nacional de Gestão do Risco de Desastres (INGD) a fortalecer sua capacidade de resposta a desastres usando veículos aéreos não tripulados (drones), que colectam dados essenciais de maneira eficiente.
“As necessidades em Moçambique têm aumentado a cada dia. Estamos gratos à UE pelo apoio contínuo que nos permite chegar àqueles que mais precisam”, disse Antonella D’Aprile, representante do PMA em Moçambique.
“Os investimentos contínuos da UE em tecnologias inovadoras também desempenharam um papel fundamental no aprimoramento da capacidade de resposta a catástrofes, permitindo salvar vidas e realizar análises logo após desastres naturais”, referiu.
O financiamento da UE também está a permitir que o PMA desenvolva projectos inovadores para o fortalecimento da resiliência climática em comunidades nos distritos de Gaza e Tete, propensos à seca. Uma dessas inovações é o desenvolvimento de um sistema de alerta de seca que permite aos agricultores se prepararem para períodos prolongados de seca. Quando o sistema estiver totalmente operacional, ele aumentará a resiliência dos agricultores a desastres naturais e reduzirá o dano potencial aos seus meios de subsistência.
A União Europeia é um parceiro de longa data do PMA, contribuindo com mais de 32,8 milhões de euros para as actividades do PMA em Moçambique nos últimos cinco anos.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou uma mensagem de condolências ao seu homólogo da República do Zimbabwe, pela morte do Tenente-General, Sibusiso Moyo, ministro dos Negócios Estrangeiros e Comércio Internacional.
“Fiquei profundamente chocado e triste com a notícia do falecimento, na manhã de 20 de Janeiro de 2021, vítima de doença, do Tenente-General (na reserva), Dr. Sibusiso Moyo, ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional da República do Zimbabwe”, disse o Presidente da República, de acordo com uma nota enviada ao “O País”.
De acordo com a mensagem, a morte prematura do ministro Moyo é um golpe duro e uma perda irreparável, não só para o povo e Governo da República do Zimbabwe, mas também para a República de Moçambique e toda a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).
“O Dr. Moyo, um distinto patriota com uma carreira militar brilhante, logo provaria as suas excelentes habilidades diplomáticas ao cumprir funções como Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comércio Internacional, fazendo mais amigos em conformidade com a política externa da República do Zimbábue”, escreve o Chefe do Estado.
Segundo a mensagem, estas aptidões foram demonstradas, tanto na interacção bilateral como na SADC, onde presidiu o Comité Ministerial do Órgão da SADC para a Cooperação nas áreas da Política, Defesa e Segurança, bem assim na União Africana e nas Nações Unidas, onde enquanto defendia a criação de consenso, defendeu os interesses soberanos do seu querido País.
“Ao consternarmos pela morte deste combatente pela liberdade e progresso do Zimbabwe, em nome do Povo e do Governo da República de Moçambique e no meu próprio, gostaria de transmitir as nossas sentidas condolências a Si, Excelência e Caro Irmão, ao povo e ao Governo do Zimbabwe e, por seu intermédio, à família enlutada”, afirma Filipe Nyusi.
Um total de 23 alunos da Casa do Gaiato, um dos mais conhecidos centros de acolhimento e ensino de adolescentes de famílias sem recursos no país, testaram positivo para a covid-19, noticiou na terça-feira (19) a Rádio Moçambique (RM).
A RM, que cita as autoridades da educação da província de Maputo, onde está localizada a Casa do Gaiato, avança que outros 90 alunos internos da instituição aguardam os resultados do teste à covid-19 a que foram submetidos, na sequência da eclosão do surto.
Vivem no estabelecimento 123 alunos.
Os internos que testaram positivo terão sido infectados fora da Casa do Gaiato, uma vez que foram dispensados para passar as festas de fim de ano nas suas casas.
A Casa do Gaiato é uma instituição ligada à Igreja Católica.
OS utentes do Hospital Militar de Nampula (HMN) denunciam cobranças ilícitas, supostamente praticadas por funcionários afectos àquela unidade sanitária, na testagem e controlo da febre tifóide.
Para além das clínicas privadas, o Hospital Militar na cidade de Nampula é a única entidade pública, cujo laboratório realiza exames da febre tifóide, por valores relativamente modestos.
A cidade de Nampula, é uma das que ao nível do país tem registado casos de tifoide. Nas clinicas privadas, cada exame para esta doença custa acima de mil meticais. O HMN é a ‘salvação’ para a maioria da população, já que outras unidades sanitárias públicas alegam não possuir reagentes para este tipo de análises.
Algumas pessoas contactaram a nossa Reportagem para denunciar as supostas cobranças no Hospital Militar. Disseram que um dos métodos adoptados pelos funcionários para conseguir os seus objectivos, consiste aparentemente em não dar recebidos dos valores cobrados na realização dos testes e controlos médicos.
“Fui ao hospital para fazer um teste à febre tifoide. Cobraram-me 500 meticais e disseram que não facultam recibo. Eu precisava do recibo para apresentar no serviço, para efeitos de comparticipação”, contou uma senhora que se disse vítima de cobrança ilícita.
Segundo a denunciante, o que a deixou mais espantada é que depois foi obrigada a desembolsar mais 500 meticais quando voltou para aquele hospital a fim de fazer o controlo, segundo a recomendação médica, igualmente sem qualquer recibo.
As alegadas cobranças ilícitas não só são feitas aos utentes civis, na sua maioria da cidade de Nampula, como também os próprios membros das Forcas Armadas de Defesas de Moçambique (FADM), que estão isentos de qualquer pagamento dos serviços prestados pelo HMN.
Alguns trabalhadores desta unidade sanitária disseram que há muito que a testagem à doença é cobrada e os recibos não são emitidos, não se sabendo como se controla e a quem beneficiam os valores resultantes das cobranças.
Contactado pela nossa Reportagem, o director clínico do Hospital Militar de Nampula, Lúcio Changa, recusou-se a comentar o assunto, alegadamente, por falta de autorização.
Cem novos autocarros movidos a gás natural e a diesel serão alocados para diferentes rotas da região metropolitana de Maputo, entre os meses de Julho e Agosto.
A iniciativa é da Agência Metropolitana de Transportes (AMT), sob orientação do Governo, e conta com a participação dos operadores privados. Os novos autocarros vão se juntar aos 362 que já operam na cidade e província de Maputo.
António Matos, Presidente do Conselho de Administração (PCA) da AMT, reconheceu ontem que estes veículos não vão satisfazerá procura, mas, diz, poderão minimizar o problema da falta de transporte.
“Para responder à demanda na área metropolitana de Maputo deve-se alocar mais de mil autocarros, para satisfazer a cerca de três milhões de habitantes”, sublinhou.
A aquisição de autocarros movidos a gás natural tem como objectivo introduzir um sistema de transporte urbano de passageiros amigo do ambiente.
Por outro lado, a entidade está a desenvolver várias actividades nos transportes públicos de passageiros visando garantir que estes não sejam focos de propagação da Covid-19.
Neste contexto, a AMT procedeu, ontem, à entrega de 480 litros de javel e 180 litros de álcool em gel à Federação Moçambicana das Associações dos Transportes Rodoviários (FEMATRO).
“Reforçamos a ligação e coordenação com o Instituto Nacional de Transportes Terrestres (INATTER), Polícia de Protecção e Municipal, da província e cidade de Maputo, visando acabar com o problema de excesso de lotação nos veículos”, apontou.
O Banco de Moçambique (BM) irá efectuar, ainda este mês, a colocação de Bilhetes do Tesouro (BT) em leilão do tipo “B”, dirigido às instituições financeiras não monetárias.
Designadamente sociedades financeiras de corretagem, sociedades corretoras, sociedades gestoras de fundos de pensões, sociedades gestoras de fundos de investimento e empresas seguradoras.
Em comunicado de imprensa, o BM justifica a decisão com o cumprimento no disposto na alínea b) do número 3 do artigo 5 do Aviso n.º 11/GBM/2017, de 31 de Maio – Regulamento sobre a Emissão e Transacção de Bilhetes do Tesouro.
De referir que o Mercado de Valores Mobiliários (MVM) nacional tem registado um incremento da capitalização bolsista decorrente da dinâmica das obrigações do Tesouro.
“A capitalização bolsista, que constitui o principal indicador do mercado bolsista moçambicano, incrementou, ao transitar de 102.139 milhões de meticais em Dezembro de 2019 para 107.862 milhões de meticais em Junho de 2020, consubstanciando um crescimento em 5,6%, influenciado pela dinâmica das obrigações do Tesouro”, refere o BM no seu mais recente boletim de estabilidade financeira.
Segundo a fonte, este aumento registado na capitalização bolsista também “sinaliza o peso cada vez crescente do Estado no segmento de valores mobiliários”.
“Este cenário incrementa o risco soberano a que estão sujeitos os detentores destes títulos, com particular destaque para os integrantes dos sectores bancário e de seguros, influenciando, de igual modo, o risco sistémico e a estabilidade financeira no geral”, refere o banco central.
Na sua análise, o BM refere estar a registar-se um reduzido volume de transacções nos segmentos das acções e obrigações corporativas, sobretudo no semestre em análise (apenas 3,8% e 2,6%,respectivamente).
“Isto sugere que o mercado de capitais continua a não constituir alternativa para o financiamento corporativo privado, agravado pelo facto de estar com tendência decrescente, desde Junho de 2019, no caso das obrigações corporativas. Este facto é igualmente atestado pelo número de instrumentos cotados por cada segmento do MVM, onde as obrigações corporativas e as acções, têm uma participação relativamente reduzida se comparadas às obrigações do Tesouro”, frisa a fonte.
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, congratulou hoje o novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, considerando ser “o início de um novo capítulo” e desejou manter uma “estreita cooperação” com a nova administração norte-americana.
“Felicito o presidente Joe Biden pelo dia de toma de posse. Uma NATO forte é bom para a América do Norte e para a Europa, pois nenhum de nós pode enfrentar os desafios que enfrentamos sozinhos. Hoje é o início de um novo capítulo e aguardo ansiosamente a nossa estreita cooperação”, escreveu o antigo primeiro-ministro norueguês no Twitter.
Numa nota publicada no sítio oficial da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Stoltenberg insistiu que o entendimento entre os Estados Unidos da América e a Europa “é a base da segurança” da entidade.
“Ao longo de mais de 70 anos, a Aliança transatlântica garantiu paz e segurança ao nosso povo. A liderança dos Estados Unidos continua a ser essencial, porque trabalhamos juntos para proteger as nossas democracias, os nossos valores e a ordem internacional baseada em regras”, disse.
Jens Stoltenberg acrescentou que os aliados precisam de permanecer “unidos” para “enfrentar as preocupações de segurança devido à ascensão da China, às ameaças de terrorismo, inclusive no Afeganistão e no Iraque, e uma Rússia mais forte”.
“Nenhum de nós pode enfrentar estes desafios sozinho, mas juntos — na NATO — somos mil milhões de pessoas e metade da força militar e económica do mundo”, atentou.
Stoltenberg reiterou ainda o seu desejo de trabalhar com Joe Biden e recebê-lo na próxima cimeira da NATO a ser realizada em Bruxelas, na Bélgica.
Na terça-feira, o político nórdico afirmou que a Aliança Atlântica e a União Europeia (UE) estão “desejosas” de trabalhar com o novo presidente norte-americano para reforçar as relações dos Estados Unidos com a Europa.
Após um jantar de trabalho com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, Stoltenberg afirmou através da rede social Twitter que NATO e UE aspiram a trabalhar com o chefe de Estado norte-americano para “reforçar os laços entre os Estados Unidos e Europa”.
Na véspera da tomada de posse de Joe Biden como 46º presidente norte-americano, Jens Stoltenberg adiantou que Estados Unidos e o bloco europeu “enfrentam desafios globais que nenhum delas pode resolver sozinha”.
O democrata Joe Biden tomou posse como 46.º Presidente dos EUA, após ter feito o juramento de funções perante o presidente do Supremo Tribunal, John Roberts, nas escadas do Capitólio, em Washington.
Joe Biden – que sucede a Donald Trump, após ter vencido o republicano nas eleições presidenciais de 03 de novembro – prestou juramento na escadaria oeste do Capitólio, numa cerimónia sob um forte dispositivo de segurança, após o violento ataque ao Congresso, na passada semana, por uma multidão de apoiantes de Donald Trump.
“É um novo dia para a América”, escreveu Biden, 78 anos, três horas antes da posse como Presidente, na sua conta da rede social Twitter, momentos depois de ter assistido a uma cerimónia religiosa em Washington, acompanhado da mulher, Jill, e de Kamala Harris, que também toma hoje posse como sua vice-Presidente.
A China impôs sanções ao ex-secretário de Estado norte-americano cessante, Mike Pompeo, e a outros funcionários da administração do antigo Presidente, Donald Trump, por “violar” a soberania do país asiático.
Numa declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, lê-se que para além de Pompeo, foram sancionados outros membros da antiga administração de Trump: Peter Navarro, antigo conselheiro comercial da Trump, Robert O’Brien, subsecretário para os Assuntos da Ásia Oriental e Pacífico, Alex Azar, secretário de Saúde e Serviços Humanos, entre outros.
Todos eles tiveram fricções com Pequim em algum momento: por exemplo, Azar tornou-se em agosto do ano passado o mais alto funcionário norte-americano a fazer uma visita oficial a Taiwan – que a China reivindica como parte da sua soberania – desde 1979, provocando um forte protesto de Pequim.
O país asiático também sancionou o antigo conselheiro de segurança nacional de Trump, John Bolton, e antigo conselheiro Steve Bannon, um antigo estratega da Casa Branca e a quem foi concedido um perdão presidencial pelo Presidente cessante algumas horas antes de deixar o cargo.
“Todos eles, bem como as suas famílias, não poderão entrar na China, Hong Kong e Macau, e as suas empresas e instituições ficarão impedidas de fazer negócios no país”, informou hoje o ministério chinês.
Na declaração acrescenta-se que nos últimos anos “alguns políticos anti-China, motivados pelo interesse próprio, preconceito e ódio, sem demonstrar qualquer consideração pelos interesses do povo chinês e americano, planearam, promoveram e executaram uma série de medidas absurdas que interferiram seriamente nos assuntos internos da China, minaram os seus interesses, ofenderam o seu povo e alteraram gravemente as relações bilaterais”.
Na passada terça-feira, Pompeo tinha chamado “genocídio” à repressão de Pequim contra a minoria uyghur, quando declarou que “a China, sob a liderança e controlo do Partido Comunista da China, cometeu genocídio contra os uyghurs predominantemente muçulmanos e outras minorias étnicas e religiosas em Xinjiang”.
Anteriormente, Pompeo tinha marcado a China como uma “frágil ditadura” que não pode aspirar à “liderança global” depois de um tribunal chinês ter condenado dez dos doze habitantes de Hong Kong que tentaram fugir do território para Taiwan em agosto.
Conter a ascensão da China foi uma das obsessões do Presidente norte-americano cessante Donald Trump, cujas políticas protecionistas terão de ser calibradas pelo seu sucessor, Joe Biden, à medida que Pequim avança na sua campanha para expandir as suas redes de influência.
Resta saber como o sucessor de Pompeo, Antony Blinken, irá lidar com a China. Blinken disse na terça-feira que concordava “em termos gerais” com a abordagem da administração Trump à China, embora tenha dito que não concordava com os seus métodos.
O Ciclone tropical Eloise poderá atingir a costa moçambicana no próximo fim-de-semana, afectando as províncias de Sofala, Inhambane e Gaza.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) indica que a tempestade tropical moderada Eloise deverá evoluir para ciclone amanhã, ao entrar no canal de Moçambique.
Na manhã da terça-feira (19) o sistema atingiu a categoria de tempestade severa sobre Madagáscar. O INAM continua a monitorar o fenómeno e apela à população para que continue a acompanhar a informação meteorológica e os avisos difundidos pelas autoridades competentes.
Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) de Vilankulo acaba de activar o Comité Operativo de Emergência (COE) para responder a uma eventual manifestação do ciclone Eloise, segundo anunciou na terça-feira o governo local.
Em comunicado o INAM apresenta projecções que indicam que a tempestade poderá evoluir até atingir o estágio de ciclone tropical no canal de Moçambique, podendo o epicentro atingir as províncias meridionais de Inhambane e Gaza, e a central de Sofala.
É na sequência desta ameaça que o COE, órgão criado para atender a eventos extremos ao nível do distrito de Vilankulo, reuniu na manhã de segunda-feira para orientar aos diversos sectores um desdobramento de esforços com vista a fazer face à probabilidade da ocorrência do fenómeno.
O órgão abordou, em encontro dirigido pelo administrador distrital, Edmundo Galiza Matos, “a necessidade de difusão de informações no seio das comunidades sobre os potenciais estragos que poderão ser causados pela tempestade”.
Na ocasião, responsáveis por sectores considerados fulcrais, como a saúde, educação e Polícia, apresentaram informações sobre o nível de prontidão.
Escolas com internatos poderão acolher potenciais vítimas da tempestade, em casos de necessidade, anunciou o director distrital da Educação, Florêncio Vilanculos.
Já o director distrital de Saúde, Arlindo Severiano, assegurou que o sector que dirige está pronto para responder a quaisquer emergências. A mesma garantia deu o comandante distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM), Carlos Nhaca.
Os centros operativos de emergência são usados em casos de calamidades. Muito recentemente, estes órgãos tiveram um papel fundamental na sequência da passagem, em finais de Dezembro, do ciclone Chalane, que abalou o Centro do país, região que já tinha sido fustigada pelo ciclone Idai, em 2019. Pelo menos sete pessoas morreram de um total de 73.500 afectadas.
O internacional moçambicano Stélio Ernesto, mais conhecido no mundo do futebol por Telinho, contraiu uma lesão grave que o vai afastar dos relvados por sessenta dias.
Baixa de vulto para o Costa do Sol. Telinho vai parar dois meses, devido a uma lesão-fissura-sofrida no jogo da primeira jornada do Moçambola 2021 diante do Ferroviário da Beira, no qual os “canarinhos” perderam por 3-1.
O internacional moçambicano vai, desta forma, falhar a recepção domingo ao Incomáti de Xinavane, em desafio inserido na segunda jornada do campeonato nacional de futebol.
Em princípio, o jogador, que este ano trocou a União Desportiva do Songo pelos campeões nacionais, deverá regressar em Março próximo.
Não se sabe, para já, se Telinho volta antes mesmo do embate entre as selecções nacionais de futebol do Ruanda e Moçambique, a 23 de Março, inserido na quinta jornada do grupo “F” de qualificação para o CAN-2021, nos Camarões.
Para além de Telinho, Nilton vai desfalcar os “canarinhos” por igual período, duas baixas a lamentar pela formação “”canarinha”.
Entretanto, o capitão Isac já está recuperado da lesão e poderá dar o seu contributo no embate de domingo diante do Incomáti de Xinavane. É um jogo no qual o Costa do Sol quer corrigir os erros cometidos na estreia no Caldeirão do Chiveve e arrancar os três pontos na corrida à revalidação do título.
VENCER INCOMÁTI DOMINGO
“O Costa do Sol não é uma equipa que apenas planificou vencer na primeira jornada. Nós temos um plano de trabalho que nos vai permitir ganhar o campeonato nacional. Por isso, a primeira jornada não nos diz nada”, disse o Director Desportivo (DD) do Costa do Sol, Artur Faria. A fonte ajuntou que “ainda faltam muitos jogos daí que o nosso objectivo é a conquista do campeonato e não ganhar apenas um jogo”.
As províncias de Cabo Delgado, Nampula e Zambézia poderão ser fustigadas pela tempestade “Eloise”. O fenómeno pode criar ventos fortes localmente muito fortes com uma velocidade até 70 quilómetros por hora, com rajadas que podem atingir 120 quilómetros por hora, gerando agitação marítima com ondulação até 10 metros.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), a previsão da situação é para os paralelos 10 – 24 graus sul. “Espera-se também a ocorrência de chuva muito forte (mais de 100 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas”, refere um comunicado da instituição, enviado ao “O País”.
Apela-se à tomada de medidas de precaução e segurança por conta do risco associado a ventos fortes, chuvas intensas acompanhadas de trovoadas severas.
Num outro comunicado, o INAM diz que a “tempestade tropical severa “Eloise” enfraqueceu e tornou-se depressão tropical, desde a última terça-feira, no final da tarde, quando atingiu Madagáscar”.
“Na manhã de ontem, o seu epicentro localizava-se sobre Madagáscar, onde permanecerá até hoje, deslocando-se em direção ao Canal de Moçambique, a uma velocidade de 26 quilómetros por hora”.
Todavia, ainda prevê-se que a tempestade entre no canal de Moçambique no dia 21 de Janeiro, podendo afectar a navegação marítima, entre os paralelos 15 e 20 graus Sul de latitude.
“As projecções actuais continuam a indicar que esta tempestade pode evoluir até ao estágio de ciclone tropical, ainda no Canal de Moçambique, podendo o epicentro atingir a costa Moçambicana no dia 23 de Janeiro e afectar o estado de tempo nas províncias de Sofala, Inhambane, Gaza e Maputo”, explica o INAM.
Uma explosão num edifício localizado no centro de Madrid provocou, pelo menos, dois mortos e vários feridos. A explosão terá sido provocada quando dois trabalhadores faziam a revisão de uma caldeira.
Três andares do edifício localizado no centro de Madrid ficaram totalmente destruídos, há poucos minutos, provocando caos na cidade.
O edifício fica próximo a um lar de idosos, mas nenhum terá sito afectado pela explosão, tal como refere o El Pais.
Naquele momento, muitos agentes da polícia e pessoal das forças de protecção civil estavam no local que foi completamente isolado, estando em curso a evacuação de transeuntes, escreve o Notícias ao Minuto.
Donald Trump já é não Presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Ontem, deixou a Casa Branca, na companhia da ex-primeira-dama Melania Trump, a caminho da Flórida.
O 45º presidente dos EUA foi transportado num voo, a partir da base aérea de Joint Base Andrews, em Maryland, rumo à Flórida.
Antes de partir, Trump e a esposa posicionaram-se junto a jornalistas e trocaram algumas palavras com os mesmos.
Trump proferiu discurso de despedida a partir da base aérea de Joint Base Andrews. Perante um pequeno grupo de familiares, conselheiros, seguidores e apoiantes, o Presidente cessante agradeceu pelo apoio durante o mandato.
“Ser Presidente [dos EUA] foi uma grande honra e um privilégio”, afirmou Trump, ovacionado. Falou do crescimento da economia, do investimento nas forças armadas e na busca da vacina contra a COVID-19 como algumas conquistas da governação.
Prosseguindo, o ex-Presidente dos EUA afirmou que muita coisa foi feita durante a sua governação, “e muita coisa está por fazer”.
Segundo Trump, o que fez não teria sido possível sem o suporte do povo americano, bem como do Congresso.
“Quero agradecer ao Congresso e a todas as pessoas do Washington D.C”, disse Trump, com a esposa ao lado e ambos trajados de preto.
Num outro desenvolvimento, o Presidente cessante, falou do novo Coronavírus e desejou “muito amor” às famílias que sofrem da doença.
Joe Biden e Kamala Harris já foram investidos a Presidente e vice-Presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Prestaram juramento no Capitólio. Joe Biden disse que a transição do poder foi “tranquila” e a “democracia prevaleceu”. O democrata apelou para um trabalho no sentido de edificar uma América melhor do que a actual.
Joe Biden prestou juramento perante o presidente do Supremo Tribunal, John Roberts, sobre as escadas do Capitólio, em Washington. No momento do seu primeiro discurso na qualidade de 46º Presidente dos EUA, afirmou que a Nação tem muito a reparar e muito a construir.
“Há muito para reparar, para restaurar, para curar e para ganhar”, afirmou Biden, para quem “a América tem de ser melhor do que isto”.
“Vamos levantarmo-nos. É tempo de sermos arrojados porque há tanta coisa para fazer. Prometo-vos que vamos ser julgados pela forma como vamos gerir esta crise”, afirmou Joe Biden, acrescentando: “vamos escrever o próximo grande capítulo da história dos Estados Unidos”.
No discurso, o novo Presidente norte-americano falou do recomeçou de um novo capítulo história dos EUA. É necessário “começar de novo” e provar a “união” dos americanos.
Aliás, Biden considerou que “falar de união pode parecer uma fantasia parva”, mas destacou a sua importância, porque com ela “podemos fazer coisas grandes, podemos corrigir erros, podemos pôr crianças em escolas seguras, podemos derrotar vírus mortais, podemos dar justiça racial, podemos dar aos EUA a força de liderança”.
O Presidente encerrou o discurso desejando “que Deus abençoe a América e que proteja as nossas tropas”.
Os líderes dos Estados-membros da União Europeia (UE) reúnem-se hoje para discutir uma resposta coordenada à pandemia de covid-19, numa altura em que os casos estão a aumentar em toda a Europa e a vacinação acaba de arrancar.
A cimeira, com início às 18:00 (17:00 em Lisboa), terá lugar em formato virtual e servirá para os líderes dos 27 discutirem, entre outros, uma “abordagem comum” aos certificados de vacinação e a aceleração da campanha de vacinação nos Estados-membros.
Os chefes de Estado e de Governo irão, nomeadamente, procurar definir o tipo de uso que poderá ser dado aos certificados de vacinação, numa altura em que alguns países – como Portugal e a Grécia – pedem que os indivíduos vacinados possam viajar livremente dentro da UE.
O processo de vacinação será também um dos temas em cima da mesa na cimeira de hoje, após a Comissão Europeia ter pedido aos Estados-membros, na terça-feira, que vacinem 70% da população adulta até ao verão.
O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, prevê também que tenha lugar “um intercâmbio das melhores práticas sobre as medidas tomadas em todos os Estados-membros”, numa altura em que surgem novas estirpes da covid-19 e em que os casos estão a aumentar em toda a UE.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 2 milhões de mortos resultantes de mais de 96,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
From left, Doug Emhoff, husband of Vice President-elect Kamala Harris, Harris, President-elect Joe Biden and his wife Jill Biden on stage together, Saturday, Nov. 7, 2020, in Wilmington, Del. (AP Photo/Andrew Harnik, Pool) Election 2020 Biden
Numa cerimónia mais discreta por razões de saúde e segurança, Joe Biden prestou juramento perante o presidente do Supremo Tribunal, em Washington.
No discurso para um país devastado pela pandemia e abalado pelo recente ataque ao Capitólio, o democrata de 78 anos sublinhou a vitória da democracia e prometeu justiça para todos.
“Hoje celebramos o triunfo não de um candidato, mas de uma causa. A causa da democracia. Poucas pessoas na história das nossas nações foram mais desafiadas e encontraram um momento mais desafiante ou difícil do que o tempo em que nos encontramos agora”, afirmou o presidente. Joe Biden lembrou o vírus que “persegue silenciosamente o país e ceifou tantas vidas num ano como as que a América perdeu em toda a Segunda Guerra Mundial”. O presidente dos Estados Unidos sublinhou também o “grito por justiça racial com cerca de quatrocentos anos de existência”, garantindo que o “sonho de justiça para todos não será mais adiado”.
Antes de Joe Biden, Kamala Harris prestou juramento enquanto primeira mulher e afro-americana vice-presidente dos Estados Unidos. A ex-senador da Califórnia foi investida por Sonia Sotomayor, a primeira latina a ocupar um lugar no Supremo Tribunal norte-americano.
As agências internacionais envolvidas na ajuda humanitária a Cabo Delgado, em Moçambique, relataram na quarta-feira (20), um cenário de horror e devastação na província e defenderam um aumento urgente da assistência às comunidades deslocadas pelo conflito crescente.
“A situação é, acima de tudo, uma crise de proteção onde os abusos aos direitos humanos são diários, ficámos chocados com as histórias de abusos que ouvimos, muitos disseram que as casas foram roubadas, destruídas e depois incendiadas, os pais não podem mandar as crianças para a escola e o nível de insegurança está a ter um impacto perigoso a nível psicológico, com as pessoas a temer ser atacadas a qualquer momento”, disse o diretor do Gabinete Regional para a África Austral do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
As declarações de Valentim Tapsoba foram feitas esta manhã numa conferência de imprensa virtual que juntou os diretores regionais de várias agências internacionais que visitaram a região nas últimas semanas, e pintam um cenário sombrio na região mais a norte de Moçambique, afetada por três anos de violência.
“Temos relatos das pessoas que fugiram de Mocímboa da Praia, são relatos de brutalidade, decapitações, homicídios, raptos de familiares que não sabem onde estão, as pessoas estão tão traumatizadas que não conseguem falar, só choram quando tentam contar o que viram, e o nível de trauma nas mulheres é muito, muito forte”, alertou a coordenadora Residente das Nações Unidas e coordenadora Humanitária no país, Myrta Kaulard.
Nas declarações à imprensa em formato virtual, a responsável lamentou os “escassos recursos” disponíveis para ajudar e avisou que “é preciso aumentar urgentemente a ajuda à região”, sob pena de os problemas que criaram a violência não serem resolvidos.
O colapso da região levou também a que as crianças não frequentem a escola e a problemas de falta de documentação, que impede o acesso a empregos, disse também Valentim Tapsoba: “Os miúdos andam a vaguear por aí, não vão à escola e se nada for feito a sociedade civil de Moçambique terá, no futuro, uma geração perdida”.
Também numa intervenção na conferência de imprensa que deu conta de 560 mil refugiados internos “cujo número aumenta diariamente” e 1,6 milhões de pessoas a precisarem de ajuda, segundo Myrta Kaulard, a conselheira de Programa para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Centro Regional de Serviços para África (RSCA) do PNUD, Alessandra Casazza, disse que a crise desenvolve-se em três frentes: humanitária, securitária e de desenvolvimento.
“Estas crises não estão limitadas a Cabo Delgado, alarga-se para além da fronteira entre a Tanzânia e Moçambique, tem uma dimensão transfronteiriça, e precisa de mais cooperação entre os países para garantir desenvolvimento de longo prazo nas regiões transfronteiriças”, disse a responsável, vincando que “o desenvolvimento da região apoia as populações e dificulta a tarefa de recrutamento destes grupos extremistas”.
A violência armada na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, onde se desenvolve o maior investimento multinacional privado de África, para a exploração de gás natural, está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil pessoas deslocadas, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.
Algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019.
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