O Núcleo de Arte de Moçambique alertou recentemente para a persistência do fenómeno de falsificação de obras de arte de artistas nacionais.
Em comunicado de imprensa, a instituição destacou um caso recentemente detectado, reforçando a necessidade de cautela por parte de compradores e coleccionadores.
Os responsáveis pelo Núcleo de Arte exortam os interessados na aquisição de obras dos mestres moçambicanos, tais como Alberto Chissano, Malangatana, Victor Sousa, Samate Mulungo, Bertina Lopes, Estevão Mucavele, Jaccob Macambaco e Miro, a redobrarem a atenção.
Para garantir a autenticidade das obras, o Núcleo sugere o recurso a instituições reconhecidas e credíveis para a certificação dos trabalhos. Estas instituições incluem o Museu Nacional de Arte, o Ministério da Educação e Cultura, a Fundação Malangatana, o Museu Chissano e, claro, o próprio Núcleo de Arte.
O documento sublinha que, num passado recente, a falsificação de obras de artistas de renome, como Alberto Chissano e Malangatana, levou a uma investigação por parte da Polícia da República de Moçambique, através do SERNIC.
Os coleccionadores e amantes da arte são aconselhados a permanecerem vigilantes e a fazerem as suas aquisições com discernimento, a fim de preservar a autenticidade do rico património artístico moçambicano.

















