A Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) solicitou uma investigação sobre a ação de agentes da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) que culminou no baleamento mortal de Narciso Sambo, um alegado foragido, em Xinavane, no distrito da Manhiça.
O incidente ocorreu num estabelecimento comercial, gerando preocupação em relação às práticas das autoridades policiais.
A CNDH manifestou o seu repúdio pela violação da integridade física e da vida do falecido, que foi abatido durante uma operação da polícia. A organização exige do Ministério Público e do Comando Geral da República de Moçambique, entre outras entidades, uma investigação imediata, célere e imparcial para esclarecer as circunstâncias que rodearam a morte do cidadão.
Em resposta aos indícios de excesso de zelo por parte dos agentes envolvidos, a Polícia da República de Moçambique (PRM) informou que irá proceder a uma análise e investigação minuciosa dos acontecimentos. Serão instaurados procedimentos disciplinares e/ou criminais para responsabilizar os envolvidos.
















