Capa Incêndio devastador destrói loja e armazém no mercado feira de Chimoio

Incêndio devastador destrói loja e armazém no mercado feira de Chimoio

Um incêndio de grandes proporções destruiu por completo um estabelecimento comercial e um armazém no Mercado Feira, situado na cidade de Chimoio, província de Manica, no centro de Moçambique.

Felizmente, não houve registo de vítimas humanas, mas a mercadoria no interior da loja e do armazém foi completamente consumida pelas chamas.

Suspeita-se que o incêndio tenha sido causado por um curto-circuito, resultando em prejuízos avaliados em mais de 1,5 milhão de meticais (cerca de 23,5 mil dólares). O Mercado Feira, o segundo maior centro comercial de Chimoio após o Mercado Francisco Manyanga, mais conhecido como Mercado 38 milímetros, conta com mais de mil lojas, bancas e barracas, onde operam comerciantes nacionais e estrangeiros, incluindo nigerianos, somalis e guineenses.

Zacarias Kenneth, porta-voz do Serviço de Salvação Pública (SENSAP) na província de Manica, explicou que o incêndio iniciou por volta da meia-noite de quarta-feira, no interior da loja, espalhando-se rapidamente para o armazém. “Recebemos a comunicação sobre o incêndio. Quando chegámos ao local, verificámos que foi causado por um curto-circuito. Apelamos para não fazerem ligações clandestinas para evitar incêndios como o que ocorreu no Mercado Feira,” alertou Kenneth.

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Kenneth reforçou a importância de observar todas as medidas de segurança ao utilizar energia eléctrica para prevenir incidentes semelhantes, tanto em estabelecimentos comerciais quanto em residências.

No interior dos dois estabelecimentos havia uma variedade de mercadorias, incluindo produtos alimentares, que foram completamente destruídos pela intensidade das chamas. “Não conseguimos salvar absolutamente nada. Quando chegámos, tentámos controlar o fogo e entrar no armazém, mas tudo já estava totalmente destruído. Havia materiais inflamáveis que aumentaram a intensidade do incêndio,” relatou Kenneth.

Tchermon Tarcio, proprietário da loja de nacionalidade guineense, expressou a sua desolação: “Perdemos muita coisa. Estou sem palavras. Recebi muitas chamadas telefónicas durante a noite e, quando cheguei à loja, encontrei o estabelecimento em chamas. O Corpo de Salvação Pública esteve presente, mas não conseguiu salvar nenhuma mercadoria do interior da loja e do armazém.”

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