O Ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Chume, desafiou os fuzileiros navais a assumirem uma postura ofensiva contra as ameaças à soberania e integridade territorial de Moçambique.
Este esforço é essencial para assegurar à população que o país é um ambiente propício para o investimento e o desenvolvimento de negócios.
Cristóvão Chume destacou a capacidade dos fuzileiros navais para realizar reconhecimentos em zonas de perigo e executar com sucesso operações de combate ao terrorismo em Cabo Delgado. Esta afirmação foi feita hoje no distrito municipal da KaTembe, durante a cerimónia de encerramento do primeiro curso integrado de formação de praças fuzileiros navais e do segundo curso da polícia militar com especialização em matérias navais.
O ministro sublinhou o compromisso do governo em criar condições de trabalho dignas e em moralizar as Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Este empenho é crucial para o fortalecimento e eficácia das operações militares no país.
Os finalistas dos cursos, representados por Matias Anacopa, expressaram estar preparados e motivados para servir a nação. Estes novos fuzileiros navais e polícias militares serão destacados para várias frentes de combate, incluindo a província de Cabo Delgado e outros comandos provinciais.
A formação e o empenho destas forças especiais são vistos como elementos chave na luta contra o terrorismo e na garantia de segurança nacional, factores indispensáveis para o progresso económico e social de Moçambique.















