Cerca de setenta metros cúbicos de madeira em toro da espécie chanfuta, alegadamente explorada de forma ilegal no distrito de Nipepe, província do Niassa, foram recentemente apreendidos, juntamente com os veículos que transportavam o produto.
O valor de mercado da madeira de primeira classe está avaliado em cerca de 150 mil meticais, sem incluir outras imposições previstas na legislação em vigor sobre a comercialização de produtos florestais.
Manuel Randinho, diretor distrital do Serviço de Atividades Económicas de Nipepe, que partilhou a informação, destacou que a madeira foi cortada nas regiões de Muroquia e Mililala.
A denúncia foi feita pela população ao procurador distrital na sexta-feira, quando o magistrado orientava uma palestra sobre as uniões prematuras, seu impacto no desenvolvimento das raparigas e a necessidade de combater o fenómeno enraizado nas comunidades locais.
Randinho lembrou que, de janeiro a março, não é permitido efetuar o abate de produtos florestais, independentemente de o operador estar licenciado para o exercício da atividade, devido ao regulamento de veda em vigor neste período.














