O líder da FRELIMO e chefe de Estado, Filipe Nyusi, encerrou o 12º Congresso do partido no poder em Moçambique com apelos à unidade nacional e alertas para o risco de instrumentalização política da identidade étnica.
“A unidade nacional requer uma atitude positiva de todos os cidadãos”, que é incompatível com a “instrumentalização da identidade étnica como cavalo de batalha para a luta pelo poder”, declarou Nyusi, citado pela DW.
A diversidade étnica, religiosa, racial e social deve ser um fator de inclusão e reconciliação nacional e não de discriminação, enfatizou o líder da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO).
Num discurso para dentro do partido, a propósito do 12º Congresso, Nyusi afirmou que o encontro permitiu que a força política reafirmasse a sua posição de vanguarda na governação e busca de soluções para os problemas do país.
“Voltamos a reafirmar a vontade de continuarmos juntos e unidos em torno do mesmo ideal de liberdade, paz, justiça e desenvolvimento”, destacou.
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