Membros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique participam numa formação sobre como prevenir o recrutamento e utilização de crianças-soldado pelos insurgentes. Uma ideia é criar centros de acolhimento para as apoiar.
Como prevenir o recrutamento e utilização de crianças-soldado no norte de Moçambique? É o tema de uma formação de dez dias que está a decorrer no Batalhão de Chimoio, centro do país.
O objetivo é aumentar “a eficácia operacional do setor de segurança através da formação, orientação da doutrina e apoio no desenvolvimento de um currículo nacional para as violações graves contra a criança em conflito armado”, explica Arsene Tshidimu, representante do Instituto Dallaire em Moçambique, um dos parceiros envolvidos no projeto.
Desde 2017 que a província nortenha de Cabo Delgado é palco de ataques terroristas. Em setembro passado, a organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch denunciou que centenas de rapazes foram raptados pelos insurgentes e treinados em bases espalhadas pela província, sendo forçados a lutar lado a lado com adultos contra as forças governamentais. Alguns dos rapazes têm apenas 12 anos.
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