Empresários moçambicanos estão indignados com a onda de raptos nas principais cidades do país. Pedem, por isso, leis mais severas para os criminosos. E tomaram também, eles próprios, medidas.
Não há nenhum apelo que pare os raptos em Moçambique. Só nos últimos dois meses, dois empresários foram raptados. Zuneid Calumias, vice-presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA), diz que está agastado com o fenómeno e pede um endurecimento da legislação.
Para Calumias, o Código Penal deveria vedar o direito a caução para raptores. “De outra forma, os criminosos continuarão a sentir algum conforto no binómio custo-benefício. É preciso passar a informação de que o Estado e a sociedade não toleram o crime.”
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