Descontentamento origina greves em Angola. Empresários do setor do entretenimento e restauração em Luanda admitem paralisação. Em curso já está a greve no ensino não universitário e no ensino superior público.
Aumenta a contestação social em Angola protagonizada sobretudo pelos movimentos sindicais. Na quinta-feira (20), o Sindicato dos Professores Não Universitários (SIMPTENU) decretou uma greve até dia 26.
Num caderno reivindicativo entregue à tutela em fevereiro, os grevistas exigem entre outros pontos, um aumento salarial. Avelino kalungo, presidente do sindicato, acusa o Ministério da Educação de agir de má-fé na tentava de responder a um encontro proposto pelo movimento sindical a 28 de Dezembro.
Mas o Ministério da Educação também está surpreendido com a declaração de greve dos professores. Segundo Caetano Domingos, coordenador de concertação do ministério com os sindicatos, as negociações tinham sido suspensas a pedido deste movimento sindical.
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