A informação foi divulgada pelos meios de comunicação franceses e a decisão terá sido tomada após uma reunião do Conselho de Defesa convocado pelo chefe de Estado francês no Palácio do Eliseu.
O Conselho apreciou as denúncias do consórcio de jornalistas Forbideen Stories que revelou a espionagem feita através do ‘software’ Pegasus, levada a cabo pela empresa israelita NSO Group.
O número de Macron, que este detinha, pelo menos, desde 2017, figurava na lista de cerca de 50.000 revelada pela equipa de jornalistas de investigações.
O número do Presidente francês, mas também de Edouard Philippe, antigo primeiro-ministro e de pelo menos 14 ministros constava numa lista dos números que Marrocos terá pedido à empresa israelita para espiar.
O Presidente também terá decidido, segundo diferentes meios de comunicação franceses, reforçar as medidas de cibersegurança nas suas comunicações.
Marrocos, que nega as acusações de espionagem, apresentou ontem em França uma queixa por difamação contra o consórcio de jornalistas Forbidden Stories e a Amnistia Internacional, que colaborou na investigação internacional.

















