Desporto Clubes dos provinciais ainda não aderiram ao licenciamento

Clubes dos provinciais ainda não aderiram ao licenciamento

O ano 2020 terminou com muitas conquistas para a Federação Moçambicana de Futebol, mas também com desafios que foram deixados para este ano 2021.

Feizal Sidat, presidente da Federação Moçambicana de Futebol, falou dessas conquistas e desafios que a sua instituição foi tendo ao longo do último trimestre do ano passado, na habitual conferência de imprensa que vem realizando de três em três meses, desde que ocupa a cadeira máxima do organismo que tutela o futebol moçambicano.

Dentre as conquistas que conseguiu alcançar no último trimestre de 2020, Feizal Sidat destacou dois deles como os mais importantes, nomeadamente o facto de ter conseguido viabilizar o Moçambola 2021, depois de muitos adiamentos e sucessivos encontros que não davam em nada. Mas um dos encontros, o mais importante, que teve lugar na sede da Secretaria de Estado do Desporto, acabou viabilizando a prova, com uma mão da Federação Moçambicana de futebol, que injectou algum valor para que a prova pudesse acontecer.

Mas também a conquista dos Mambinhas, no torneio da Cosafa, em que afastou selecções renomadas do futebol da região, casos da África do Sul, Zâmbia e Namíbia, para conseguir o primeiro título internacional de selecções de futebol para o país, em provas oficiais.

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Feizal Sidat considerou este feito o maior de todos, até porque, para ele, nem a própria organização da Cosafa estaria a espera que Moçambique conquistasse a prova.

Além destas conquistas, muitas outras foram mencionadas, nomeadamente o facto de ter conseguido liquidar em cerca de 70% as dívidas da FMF para com outras instituições, os encontros permanentes que o organismo manteve com outras instituições, casos das associações provinciais, Liga Moçambicana de Futebol, SED, Cosafa, CAF e FIFA, mas também por ter conseguido oferecer a algumas dessas instituições condições condignas para que possam exercer suas actividades, casos das associações da cidade de Maputo, de Gaza e Inhambane, que tem sedes próprias e cedidas pela FMF.

Os desafios passam por continuar a trilhar o mesmo caminho, por forma a garantir que o futebol moçambicano possa crescer ainda mais.

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