A polícia descobriu que alguns residentes locais também estavam envolvidos no ataque de 14 de outubro, ao ajudarem os insurgentes a identificarem as casas que foram incendiadas. 

A polícia da Tanzânia disse ter preso um número não especificado de pessoas suspeitas que pretendiam-se unir-se aos insurgentes radicais que actuam na província moçambicana de Cabo Delgado, reporta a Reuters.

“Prendemos pessoas vindas de Kigoma, Mwanza e de outros lugares”, revelou nesta quinta-feita, 19, o chefe da polícia Simon Sirro a repórteres.

Eles acrescentou que os detidos confirmaram que iam para Moçambique.

“Querem aderir a esse grupo (islâmico). O objectivo desse grupo é mau … Deviam parar com este comportamento insano, se não pararem, vão acabar mortos ou enfrentar a justiça”, acrescentou Sirro, sem avançar o número de detidos.

“Muitos tanzanianos, muitos jovens”, disse ele, foram presos.

Aquele responsável afirmou que a polícia descobriu que alguns residentes locais também estavam envolvidos no ataque de 14 de outubro, ao ajudarem os insurgentes a identificarem as casas que foram incendiadas.

O Estado Islâmico, diz a Reuters, assumiu o ataque numa mensagem através de um canais no Telegram, a 15 de outubro.

A nota confirmou que os seus combatentes atacaram um quartel do exército na vila um dia antes, matando vários funcionários e capturando armas e munições.