Uma médica belga foi condenada a uma pena de prisão de três anos por matar uma grávida britânica durante a cesariana ao ter inserido por engano um tubo pelo seu esófago. A profissional de saúde estava ainda alcoolizada durante o procedimento.

Além disso, a médica foi proibida de praticar medicina depois de ter sido acusada de homicídio negligente. A grávida já no final do período de gestação foi admitida na maternidade da cidade de Pau, nos Pirenéus Atlânticos, a 26 de setembro de 2014.

Xynthia, que tinha 28 anos na altura, acabou por morrer quatro dias depois com uma paragem cardíaca depois da cesariana que a deixou com uma insuficiência de oxigénio no cérebro. O bebé, um menino, sobreviveu.

Durante o julgamento foi revelado que a médica tinha iniciado o dia com uma mistura de vodka e água “como todos os dias” nos 10 anos anteriores.

O tribunal condenou-a ainda a pagar uma indemnização de 1,4 milhões de euros por danos à família da mulher.