Couve, folhas de abóbora, folhas de mandioca, quiabo, cacana, entre outras verduras produzidas na cidade de Maputo e arredores estão a conquistar o mercado sul-africano e do reino de eSwatini (antiga Suazilândia). Para assegurar que não haja uma corrida em massa àquele mercado, as autoridades sul-africanas impuseram uma escala.

Trata-se de um negócio que tem como principais clientes membros da comunidade moçambicana e de outras regiões do continente africano e do mundo que têm hábitos alimentares que incluem este tipo de produtos na sua dieta.

No ano passado, as autoridades que lidam com certificados fitossanitários emitiram 400 autorizações para igual número de pequenos operadores nacionais que exportaram várias verduras para estes dois países e o número só retraiu este ano, para 180, por causa da seca que assola toda a região Sul do país.

Os exportadores de verduras adquirem-nas nos principais pontos de venda a grosso nas cidades e província de Maputo e encaminham-nas àqueles destinos preferencialmente no período nocturno e em quantidades maiores na época quente.

Jornal Domingo