A porta das sextas eleições gerais agendadas para Outubro próximo, o Governo moçambicano “corre contra o tempo” em busca do financiamento para suprir o défice orçamental, para a realização do escrutínio.

O primeiro alerta da exiguidade de fundos foi feito pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) que avançara que o Executivo tinha disponíveis 6.5 mil milhões de meticais, equivalente a 44 por cento dos 14.6 mil milhões de meticais necessários para todo o processo.

Na quinta-feira, o ministro da Economia e Finanças revelou que o défice do financiamento reduziu para cerca de 5.9 biliões de meticais, valor que está a ser mobilizado junto de parceiros.

“O primeiro trabalho que foi feito entre o Governo e a CNE foi de revisitar o orçamento. Desse trabalho foi possível reduzir o défice inicial. Neste momento estamos a trabalhar com os parceiros para ver como financiamos. Seguramente que as eleições vão ser feitas, e sem financiamento vamos efectuar cortes”, explicou Adriano Maleiane.

O País