Cerca de dois milhões de moçambicanos poderão ser excluídos do recenseamento eleitoral no país. Mesmo assim, o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral descarta a possibilidade de prorrogar o prazo.

Os dados colectados pelo STAE até o dia 26 de Maio mostram que a administração eleitoral está longe de alcançar as metas previstas, em consequência dos efeitos dos ciclones Idai, Keneth, problemas técnicos entre outros.

Recentemente, as autoridades governamentais assumiram que devido a situação calamitosa muitos eleitores não conseguem se inscrever. Entretanto, o porta-voz do STAE, Cláudio Langa diz que os problemas foram resolvidos pontualmente e todos deviam ter-se recenseado, daí que não há espaço para a prorrogação.

Estudos feitos por observadores do recenseamento eleitoral indicam que desde que o processo iniciou, há postos que ainda não abriram, outros funcionam com vários problemas técnicos principalmente em regiões consideradas de forte influência dos partidos políticos da oposição, Renamo e MDM.

O País