A auditoria à Conta Gerência do Conselho Municipal da Cidade de Quelimane, referente ao Exércicio Economico de 2016, feita pela Inspecção Geral de Finanças (IGF), confirma fragilidades da gestão de Manuel de Araújo.

Segundo um comunicado do Ministério da Administração Pública, da análise feita ao respectivo relatório, foram constatadas fragilidades de controlo interno, instituido pelo Conselho Municipal, que concorrerem para a utilização da receita a boca de caixa, a falta de observância da legislação autárquica referente a submissão de propostas de orçamento ou alterações a Assembleia Municipal para aprovação.

Segundo o mesmo documento, a falta de canalização ao INSS, do valor dos descontos aos funcionários e agentes do Estado desde 2013 e desvio de aplicação de fundos violando o estabelecido na alínea b) do n 2 do artigo 15 da Lei nº 1/2008 de 16 de Janeiro, é outra das fragilidades constatadas.

O Ministério da Administração Pública, recomenda ao Conselho Municipal a cumprir com as recomendações deixadas pela Inspecção Geral de Finanças, devendo no prazo de 15 dias, remeter a matriz das recomendações, onde devem constar os prazos e os responsáveis pela implementação, bem como outras medidas tomadas visando sanar as irregularidades detectadas.

Folha de Maputo