O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) denunciou algumas ilegalidades que estão a acontecer no processo eleitoral na província de Inhambane. Mas o STAE diz que a lei está a ser respeitada.

O processo para as eleições municipais agendadas para 10 de Outubro do corrente ano em Moçambique já começou. Na província de Inhambane, na região sul de Moçambique, nesta primeira fase o processo vai contar com um total de 450 brigadistas, sendo cada grupo composto por três elementos.

No entanto, críticas começaram a surgir quanto à forma como está a ser conduzido o processo. Sande Carmona, deputado e porta-voz do Movimento Democrático de Moçambique, (MDM) disse que a actual fase está a ser gerida por pessoas que não reúnem as condições exigidas para a missão.

Segundo Carmona o seu partido constatou que muitas dessas pessoas não têm bilhete de identidade e nem cartão de eleitor, requisitos exigidos para a participação como brigadista. “Na autarquia de Massinga há pessoas que foram conferidas responsabilidades para gerir o processo eleitoral, mas estes indivíduos não tem B.I (Bilhete de Identidade) e Cartão do Eleitor. Não tem nada que os identifique com os princípios exigidos pelo processo eleitoral”, explica.

DW