Na província da Zambézia perto de quatrocentas pessoas que vivem em zonas susceptíveis de cheias e inundações em Macuse, recusam-se a abandonar aquelas áreas para locais seguros.
As famílias alegam questões culturais, por terem nascido naqueles locais e a falta de condições nos bairros de reassentamento.
O membro do Comité de Gestão do Risco de Calamidades, Luís Ntangue, afirmou que algumas pessoas chegam até a expulsar os activistas, quando estes sensibilizam à população a procurar abrigo em locais seguros.
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