O Presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, foi impedido por populares, de participar das cerimónias fúnebres do edil da cidade de Nampula, Mahamudo Amurane.

Amurane foi morto a tiro, no dia 4 de Outubro corrente, em frente à sua residência particular, na cidade de Maputo, por razões e autores ainda desconhecidos.

Ainda não são conhecidas igualmente as reais motivações que levaram os populares a expulsarem o líder máximo do MDM de participar do último adeus a Amurane, mas já se cogita que tal deveu-se às desavenças que já existiam entre o partido e o edil.

O edil de Nampula granjeava uma enorme simpatia dos munícipes daquela urbe, devido à seriedade que aquele imprimia no desenvolvimento dos projectos em prol do bem-estar dos citadinos.

As desavenças entre as duas partes atingiram o ponto máximo na semana passada, quando um grupo de militantes daquela formação política tentou impedir Amurane de participar da sessão ordinária da Assembleia Municipal.

A intenção de afastar o edil daquela sessão parlamentar não se concretizou graças à pronta intervenção da Unidade de Intervenção Rápida (UIR).

A tentativa de Daviz Simango e doutros membros do MDM de participar das cerimónias fúnebres de Amurane acontece após os familiares do malogrado terem pedido que este e outros não fizessem parte de todas as cerimónias.

O funeral teve lugar no cemitério municipal da FAINA, arredores da cidade de Nampula, em cerimónia presenciada, para além de familiares e amigos, por vários munícipes, entidades governamentais e municipais, confissões religiosas, políticos, entre outros.

Apesar de não serem conhecidos ainda os autores do assassinato, a Polícia da República de Moçambique (PRM) já está ao encalço dos assassinos e já avançou que existem testemunhas “bastante importantes” que poderão ajudar a identifica-los.

AIM

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