Cerca de 500 trabalhadores da área operacional da Empresa Municipal de Transportes Públicos de Maputo (EMTPM) paralisaram as actividades por tempo indeterminado, deixando milhares de cidadãos de Maputo, Matola, Boane e Marracuene em desespero.

Os trabalhadores denunciam várias irregularidades com destaque para descontos arbitrários e o não pagamento de subsídios. Estes denunciam ainda despedimentos de dez trabalhadores que estiveram envolvidos na última greve.

O País ouviu a direcção da empresa e a mesma revela que a greve é ilegal, pois não seguiu a lei. Entretanto, reconhece o mau momento que está a atravessar, mas garante que todo esforço está a ser feito para restabelecer a confiança junto aos seus trabalhadores.

Segundo a direcção da EMTPM, a paralisação dos trabalhadores já causou avultados prejuízos, sendo que, por dia, a empresa perde 300 mil meticais, que seriam resultantes das cobranças pelo transporte de passageiros.

O País

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