De acordo com os dados divulgados pelo Relatório Global sobre as Tendências da Mortalidade Infantil, cerca de 15 milhões de crianças morrem por ano em todo mundo devido à partos prematuros e pré-termos (doenças hipertensivas e infecções durante o período de gestação).
Em Moçambique, os dados são também influenciados pela fraca assistência médica durante o período de gravidez e partos feitos nas comunidades. O reflexo desta realidade é que os médicos assistem apenas 52.3% dos partos, e, nos cerca de 45% feitos de forma rudimentar 93% dos bebés que nascem morrem em casa.
O acompanhamento da gravidez e do parto por pessoal qualificado, e educação da mulher para aderir aos serviços de saúde, dos quais tem direito, são de extrema importância para reduzir a mortalidade infantil. É inconcebível que dos 90% das mulheres que fazem a primeira consulta pré-natal, apenas 50% busque assistência sistemática e, lamentavelmente, só 54.3% partos sejam assistidos por pessoal qualificado. Explicou a ministra da saúde, Nazira Abdula, hoje, no seminário que discute medidas para redução da morbilidade e mortalidade infantil.
















