A rede de telefonia móvel, Vodacom, lançou na manhã de hoje uma campanha de responsabilidade social, coordenada pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), em apoio às vítimas das cheias que têm assolado a região Centro e Norte do país, nas últimas semanas.

O objectivo da campanha é motivar a participação de todos os clientes e subscritores da Vodacom a contribuir com o valor e ou crédito a partir de apenas 1 MT, que posteriormente será revertido a favor das vítimas das cheias e canalizado para a gestão do INGC.

No lançamento da campanha, o Presidente do Conselho de administração da Vodacom, Salimo Abdula, referiu que “este é um problema que afecta todos nós e não poderíamos estar indiferentes. Face a esta tragédia que assolou o território nacional, assumimos o compromisso de ajudar as vítimas e contribuir de forma activa para a recuperação das províncias afectadas pelas cheias”.

O PCA daquela rede móvel destacou a importância da participação de todos e sublinhou que “a mensagem que deve ser considerada é a de a solidariedade não deve ser vista na quantidade do que se oferece, mas no gesto que cada um mostra, de forma consciente, para minimizar o sofrimento dos nossos compatriotas”, disse Abdula frisando ainda que “se cada um dos nossos cinco milhões de clientes doar um metical, veremos que todos juntos somos mais fortes”.

Por seu turno, a Directora Nacional do Desenvolvimento das zonas Áridas e semi-Áridas, em representação do INGC, Marta Manjate, destacou a importância desse apoio e congratulou a Vodacom pela iniciativa “qualquer gesto de apoio pode-se tornar numa luz de esperança para todos, por isso ninguém deve ficar alheio a esta campanha humanitária. Quero agradecer à Vodacom, em particular, peça sua capacidade de resposta e de actuação num momento tão difícil e que nos deixa a todos bastante preocupados”, disse Manjate.

Refira-se que para participar da campanha e apoiar a vítima das cheias o contribuinte deve digitar o código *841*VALOR# ou *111#.

De salientar que, desde o início do ano, as chuvas e inundações já afectaram mais de 90 mil moçambicanos, provocaram várias mortes, estragos em escolas, pontes, estradas e campos agrícolas.