A Empresa moçambicana de Seguros (EMOSE) quer introduzir o seguro agrícola para cobrir as necessidades dos produtores em caso de catástrofes.
Silvestre Sechene, Presidente do Conselho de Administração da EMOSE, disse hoje, em Maputo, a margem da reunião balanço do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), que algumas entidades precisam deste seguro para desenvolver suas actividades.
O PCA adiantou que as previsões indicam que o trabalho já em curso, de preparação da introdução deste seguro, termine até ao final do presente ano.
“Introduzir um seguro agrícola é delicado por se tratar duma área específica que precisa de muito cuidado na sua concepção”, disse Sechene.
Ele sublinhou que qualquer actividade pode ser objecto de seguro e não existe nenhuma excepção em relação a agricultura, apesar de ser uma área de grande risco.
Em Moçambique, várias instituições de credito não se tem prontificado a apoiar o sector agrícola devido ao grande risco que o investimento nesta actividade representa porque em caso de calamidades ou ma época não se tem como reaver os valores investidos.

















