De acordo com José Leopoldo Nhampossa, director de registo académico na Universidade Eduardo Mondlane, o lançamento ao mercado de quadros qualificados para o turismo, acontece pela sexta vez desde a instalação da escola superior naquela região do país, em 2003.

José Nhampossa disse na ocasião que o fim da sua formação é apenas o fim de um ciclo e princípio de outro, particularmente a implementação nos diversos sectores de actividade dos conhecimentos adquiridos durante a sua formação.

Nhampossa explicou também que o fim da formação superior em Turismo ou qualquer outra área, não significa a entrada automática no mercado do trabalho, sendo necessário que os graduados encontrem uma forma de provar o seu valor exteriorizando as ferramentas adquiridas durante a formação.

O Turismo em Moçambique constitui ainda um grande desafio no que tange a realização de acções que atraíam os investidores e aos turistas.

Contudo, ainda são reportados um pouco por todo o país irregularidades que se caracterizam no incumprimento das normas do sector, nomeadamente construções em locais proibidos, admissão de estrangeiros nas estâncias turísticas sem permissão pelo Ministério de Trabalho, a falta ainda do treinamento e profissionalismo do pessoal em serviços em estabelecimentos turísticos, conflitos de terra para exploração turística, a transformação de casas de férias em estâncias turísticas, o incumprimento por parte dos turistas dos compromissos assumidos com as comunidades locais relativamente à responsabilidade social, bem como a fuga ao fisco por parte dos operadores turísticos.

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