Dirigindo-se ao PCA do INSS, Vaquina disse que o desafio é que se assegura uma gestão profissional, competente, transparente e orientada para o bem comum e interesse dos trabalhadores.
“A sociedade não pode viver permanentemente em sobressalto ou duvidosa quanto à situação financeira ou transparência na gestão do INSS”, advertiu.
Relativamente à condução de Maria Otília Monjane, o governante explicou: “O mercado de seguros no nosso país tem registado um crescimento considerável, e isso coloca-nos novos desafios de natureza legislativa e institucional, tendo em conta a necessidade de criação ou consolidação de um seguro e fiável mercado nacional de seguros e em observância às práticas internacionalmente recomendadas”.
“Assim, inserido no processo de reformas que o Governo tem vindo a implementar ao nível do sector financeiro, particularmente no domínio dos seguros, aprovámos um conjunto de legislação e criámos o ISSM, cuja missão é exercer a supervisão do sector de seguros de modo a garantir transparência, eficiência e credibilidade desta actividade no mercado moçambicano”, explicou.
No que tange ao empossamento dos novos dirigentes do Instituto Nacional de Tecnologias de Informação e Comunicação, Alberto Vaquina lembrou que um dos desafios que se coloca à instituição é popularizar as tecnologias de informação, “tornando-as uma ferramenta capaz de melhorar as condições de vida das famílias e comunidades, influenciando de forma nitidamente positiva no dia-a-dia do trabalhador e do cidadão nas áreas da Saúde, Agricultura, Transportes e outras.
Para o PM, nenhum sector da vida das pessoas, nas cidades ou nas zonas rurais, pode atingir os níveis de desenvolvimento e conforto socioeconómico hoje desejados, e de forma rápida e sustentável, sem o auxílio das tecnologias de informação.
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