Para o conselheiro do Presidente da República, estas três conquistas a que se refere, devem ser assumidos como sendo glórias irreversíveis de todos e cada um dos moçambicanos e por essa via se pode alcançar a almejada quarta conquista que se consubstancia no bem-estar, fim da pobreza e do desenvolvimento do nosso país.
Falando aos munícipes daquela autarquia, por ocasião das celebrações do 38º aniversário da proclamação da independência nacional assinalado no passado dia 25 de Junho corrente, Macuácua, sublinhou que para defender as três conquistas que enumerou devemos todos assumir e ter um alto espírito de auto-estima.
“Por isso, os moçambicanos devem repudiar e condenar com veemência e distanciar-se de todos os actos, discursos e atitudes que atentam contra a unidade nacional, a independência e a paz. O diálogo deve continuar a ser o instrumento fundamental dos moçambicanos na defesa e valorização da paz”, enfatizou Macuácua.
Defende que nenhum interesse político, nenhuma divergência, nenhuma pressão política deve justificar o uso ilegal e ilegítimo de armas de fogo para derramar sangue e tirar vida de pessoas inocentes que têm o direito soberano e inalienável de viverem seguros, livres, circularem e trabalharem em qualquer canto do nosso país libertos de qualquer ameaça ou espectro da guerra.
“A paz é necessária e fundamental para que as nossas crianças possam crescer, estudar, desenvolver num ambiente saudável e de harmonia para que no futuro, sejam homens e mulheres preparados para enfrentar e assumirem a continuidade da moçambicanidade. Também é capital para que os adultos possam trabalhar nas diferentes actividades socioeconómica para desenvolver o país”, exortou o conselheiro do Presidente da República.
Neste sentido pediu a união de todos os moçambicanos independentemente da sua crença ideológica, religiosa, o seu estatuto social na defesa da paz que se afigura uma conquista irreversível de todos, como um bem precioso, público e como um factor de desenvolvimento do país.
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