Politica Lourenço de Rosário distancia-se das críticas ao partido Frelimo

Lourenço de Rosário distancia-se das críticas ao partido Frelimo

Ele reagia, deste modo, a uma entrevista fictícia “em que não há identidade do entrevistador (jornalista ou órgão de informação), e que está a circular na Internet, em que aparece, como entrevistado, alegadamente o também reitor da “APolitécnica”.

Segundo uma nota de Imprensa recebida na nossa Redacção, “o artista da montagem desta “entrevista”, que tem sido uma prática comum nas redes sociais via electrónica, forjou-a de modo tal a não deixar margem de dúvidas a ninguém de que não se trata de mais nenhum Lourenço do Rosário senão aquele que fundou o ISPU e que, ultimamente, tem mantido contactos com os dirigentes da Frelimo e da Renamo, (sendo o mais mediatizado aquele em que juntamente com o bispo anglicano dom Diniz Sengulane teve com Afonso Dhlakama, dirigente da Renamo), para contribuir para a busca de formas de ultrapassar a crise nacional.

“Ora, o conteúdo e a forma tendenciosa desta suposta entrevista e a sua associação abusiva com o nome do cidadão Lourenço do Rosário, desrespeitando todo o espírito de deontologia e ética profissional, não só revelam uma grosseira e premeditada agressão da sua pessoa, como também pretendem criar a impressão de que este cidadão faz parte do grupo daqueles que fazem política atacando pessoas”, refere.

Adianta também que “ Lourenço do Rosário é acima de tudo um académico e como tal vem desmentir categoricamente qualquer tentativa de o associar com esta guerrilha psicológica que mais não faz senão tornar mais turvo o ambiente político nacional. Do mesmo modo, condena veementemente a tentativa de uso do seu nome para atacar e agredir pessoas e dirigentes que merecem o seu maior respeito”.

“O cidadão Lourenço do Rosário é membro do Partido Frelimo e mantém relações harmoniosas entre os seus dirigentes e seus camaradas. Como académico, o cidadão Lourenço do Rosário analisa fenómenos e procura apresentar propostas de solução a problemas candentes. Atacar pessoas não compatibiliza com o seu perfil tanto académico quanto humano”.

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