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Todos somos chamados a valorizar a unidade e paz – afirma PR no Niassa

O Chefe do Estado moçambicano, que falava durante um comício no posto administrativo de Nungo, distrito de Marrupa, a leste da província nortenha do Niassa, disse haver pessoas, entre as quais cidadãos moçambicanos, interessadas em perpetuar a pobreza no país.

“Há pessoas que não querem que acabemos com a pobreza. Não querem que vivamos bem. Quando construímos estradas, escolas, hospitais, fontes de água, ou quando as populações trabalham e compram, com o seu suor, alguns bens para a melhoria das suas vidas, essas pessoas ficam zangadas e com ciúme”, disse Guebuza.

Sem apontar exactamente de quem se trata, Guebuza vincou que as pessoas que agem daquela forma não querem o desenvolvimento e estão contra as conquistas de todos os moçambicanos.

O estadista moçambicano falava esta quinta-feira no posto administrativo de Nungo, a 45 quilómetros da sede distrital de Marrupa, na província do Niassa, norte de Moçambique, onde se encontra a efectuar uma visita de trabalho, no âmbito da presidência aberta e inclusiva, na sua edição de 2013.

Guebuza frisou, na ocasião, que a luta contra a pobreza requer o envolvimento de todos e de cada um.

“Cada um tem de fazer a sua parte e todos, em conjunto, podemos vencer a pobreza”, disse Guebuza, alertando que a vitória final nessa luta pode levar muito tempo, mas, em cada dia, vamos dando um passo rumo à vitória”.

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De uma forma pedagógica e recorrendo a exemplos do passado e do presente, Guebuza explicou às pessoas presentes como é que cada um, no seu sector de actividade ou na sua aldeia, está combatendo a pobreza.

“Se uma família tinha, no passado, uma casa feita apenas de capim e, hoje, dispõe de uma casa feita de tijolos queimados, está combatendo a pobreza. Se uma pessoa viajava a pé de Nungo para a sede distrital e hoje consegue comprar uma bicicleta, através do dinheiro resultante da venda da sua produção, está combatendo a pobreza”, afirmou.

Neste contexto, recordou que houve tempo em que parte das pessoas ali presentes não tinham roupa e se vestiam de cascas de árvores, como foi o caso dos tempos de guerra, mas que, hoje, todos já se vestem pelo menos bem.

“Isto significa que, pelo menos, a pobreza reduziu”, disse Guebuza, acrescentando que uma vez conhecidas as manifestações da pobreza é necessário juntarmos os esforços para combatê-la definitivamente”.

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