Não concluíram a formação 26 formandos do curso da PRM, dos quais quatro mulheres, 14 do curso da Guarda Fronteira também não chegaram ao fim, sendo 10 homens, todos por razões que variam entre a conduta e requisitos incompatíveis com a função policial, o que culminou com a perca de condição de aluno.
Para o ministro do Interior, a preparação profissional policial deste grupo é uma mais-valia para o país, numa altura em que a criminalidade no mundo atingiu níveis de extrema preocupação, particularmente no que tange à sua característica de crime organizado, violento e transfronteiriço. Mondlane sublinhou ainda que para além daquele tipo de crimes, há casos de tráfego de pessoas e órgãos humanos, tráfego de drogas, branqueamento de capitais, assaltos à mão armada, representam crimes de impacto gravíssimo e atentatórios à dignidade humana e infundem um estado de insegurança sem precedentes.
“A par destes crimes tidos como de impacto, os furtos e roubos clássicos continuam a representar os tipos legais de crime que mais gente perturbam e, geralmente, concorrem para o empolamento das estatísticas criminais domésticas e de muitos outros países. Por isso, temos que estar preparados para enfrentar com eficácia desejável todos estes fenómenos e manifestações criminais”- explicou.
No geral, o processo de ensino e aprendizagem, de forma qualitativa e quantitativa, foi positivo, tendo em conta que no final da formação foi obtido 97,87 por cento de aproveitamento pedagógico no seio dos formandos.
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