Politica Sindicatos dizem não à guerra

Sindicatos dizem não à guerra

A Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM-CS) reafirmou, ontem Maputo, o seu não à guerra e o sim ao diálogo, e repudia o uso da força para resolver as diferenças de ideias que surgem no quotidiano dos moçambicanos.

Esta foi a mensagem dos trabalhadores moçambicanos, lida pelo secretário-geral da OTM-CS, Alexandre Munguambe, no discurso proferido na Praça dos Trabalhadores em Maputo, no final do desfile que marcou a passagem do 1o de Maio, Dia Internacional do Trabalhador.

“Os trabalhadores moçambicanos também condenam a guerra e repudiam o recurso à força para solução de qualquer tipo de problemas que possa surgir entre os moçambicanos”, disse Munguambe, destacando que os cartazes e dísticos exibidos no desfile traduzem claramente esta ideia.

Sindicatos dizem não à guerra

“No nosso país, queremos que o 1º de Maio deste ano seja igualmente uma jornada de luta e de reflexão sobre a necessidade da preservação e consolidação da paz, democracia, solidariedade e amizade entre moçambicanos, disse aquele líder sindical.

“Apoiamos a contínua simplificação dos procedimentos como forma de atrair investimentos. Os investimentos contribuem para a redução do desemprego através da criação de novos postos de trabalho”, acrescentou.

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A todos os trabalhadores que se encontram em zonas de conflito no mundo em geral e na África em particular, a OTM-CS reitera a sua amizade, solidariedade e votos de que, tão cedo quanto possível, seja restabelecida a paz e segurança, num contexto de diálogo e tolerância.

 

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