Uma das questões prévias colocadas pela Renamo para a prossecução do diálogo com o Governo era a presença de observadores nacionais, bem como da UA, Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da União Europeia.
Questionado sobre se teria apresentado o assunto à 21.ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da UA terminada segunda-feira, em Addis-Abeba, Guebuza disse que o problema está em boas mãos e que “no passado, os moçambicanos já deram provas de situações piores que a presente”.
“Podemos ter mais confiança em nós e mais auto-estima. Não podemos correr para a União Africana só porque alguém escorregou aqui em Moçambique. Acho que temos de ter mais auto-estima”, sublinhou Guebuza, falando terça-feira em conferência de Imprensa que marcou o fim da sua visita a Addis-Abeba, durante a qual participou na cimeira da UA, bem como nas celebrações dos 50 anos da organização.

Durante a cimeira e celebrações do jubileu de ouro da UA, que decorreram sob o lema “Pan-Africanismo e Renascimento Africano”, os Chefes de Estado e de Governo africanos fizeram uma reflexão sobre os 50 anos desta organização, bem como discutiram o seu plano estratégico para os próximos 50 anos.
Como parte da cimeira, foram realizados outros vários encontros paralelos, incluindo a cimeira extraordinária da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) sobre a situação política na República Democrática do Congo (RD Congo), Madagáscar e Zimbabwe, bem como sobre o Observatório Africano de HIV/SIDA e Tuberculose e a Aliança dos Líderes Africanos contra a Malária (ALMA).
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