O gabinete da Primeira-Dama de Moçambique manifestou, quarta-feira última, preocupação pela resistência ao diagnóstico do cancro da mama.

A directora do Gabinete da Primeira-Dama, Flávia Cuereneia, aponta, entre as principais causas que contribuem para que tal aconteça, a pouca informação sobre a doença.

“Não se tem falado muito sobre o cancro de mama. As pessoas devem ser informadas sobre a existência desta doença, para que se preparem e dirijam-se aos hospitais para fazer o teste”, disse Cuereneia, citada pela AIM.

Teste do cancro da mama preocupa primeira-dama

A directora falava numa conferência de imprensa em que se anunciou a realização, entre os dias 21 e 27 de Julho próximo, em Maputo, da VII Conferência Internacional sobre o Cancro da Mama, uma iniciativa do Fórum das Primeiras-Damas africanas Contra o Cancro da Mama, que visa a redução do impacto desta doença no continente.

Em Moçambique, cerca de três mil mulheres são oficialmente conhecidas como possuindo este tipo de cancro. Para a fonte, o facto de muitas mulheres não fazerem o rastreio faz crer que existem muitas outras que padecem desta doença.

“TOCA-TE” será o lema da conferência, que contará com a presença das primeiras-damas africanas, cientistas, e presidentes parlamentares. O encontro vai ainda discutir aspectos relacionados com o cancro do colo do útero, entre outros problemas.